Foram encontradas 185 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?
O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos,
foi classificado na noite de terça-feira (8/10) como de
categoria 5 — a mais grave.
Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e
há um risco elevado de danos a construções e bloqueios
em rodovias.
A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da
Flórida na noite de quarta-feira (09) ou na manhã de
quinta-feira (10/10), no horário local, segundo o Centro
Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC).
Ainda na terça-feira, o presidente americano Joe Biden
disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem
anos nos Estados Unidos.
O presidente pediu que moradores da Flórida, que vivem
na rota traçada como a mais provável da tempestade,
deixem suas casas imediatamente.
"É uma questão de vida ou morte", disse o presidente
americano.
Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros
países periodicamente atingidos por fenômenos
climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar
tanto com isso?
Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil,
as chances de que furacões ocorram por aqui são
mínimas — a explicação é que a formação de um
fenômeno desses depende de uma série de fatores que
só foi registrada uma vez no país.
"Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja
o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também
tenham alguma influência", diz Michael Pantera,
meteorologista do Centro de Gerenciamento de
Emergência de São Paulo.
A meteorologista Bianca Lobo, do Climatempo, explicou
que um dos principais "combustíveis" para a formação de
um furacão são as águas quentes do mar — que precisa
estar acima de 27°C.
"No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas
são registradas no mar do Nordeste, onde não passam
de 26°C", diz.
"A umidade e a água quente do oceano que dão força a
um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força",
acrescenta Pantera.
Outro fator necessário para a formação de um furacão é
o cisalhamento ou tesoura de vento — como são
chamadas as mudanças de velocidade ou direção das
correntes.
Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos
países localizados na linha do Equador, como o Brasil.
Meteorologistas afirmam que esse é um fator que
também inviabilisa que uma tempestade formada no Caribe atinja o Brasil, já que ela perderia completamente
a força ao se aproximar da linha do Equador.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd59741yk9o adaptado)
O período acima apresenta um vício de linguagem denominado:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?
O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos,
foi classificado na noite de terça-feira (8/10) como de
categoria 5 — a mais grave.
Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e
há um risco elevado de danos a construções e bloqueios
em rodovias.
A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da
Flórida na noite de quarta-feira (09) ou na manhã de
quinta-feira (10/10), no horário local, segundo o Centro
Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC).
Ainda na terça-feira, o presidente americano Joe Biden
disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem
anos nos Estados Unidos.
O presidente pediu que moradores da Flórida, que vivem
na rota traçada como a mais provável da tempestade,
deixem suas casas imediatamente.
"É uma questão de vida ou morte", disse o presidente
americano.
Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros
países periodicamente atingidos por fenômenos
climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar
tanto com isso?
Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil,
as chances de que furacões ocorram por aqui são
mínimas — a explicação é que a formação de um
fenômeno desses depende de uma série de fatores que
só foi registrada uma vez no país.
"Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja
o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também
tenham alguma influência", diz Michael Pantera,
meteorologista do Centro de Gerenciamento de
Emergência de São Paulo.
A meteorologista Bianca Lobo, do Climatempo, explicou
que um dos principais "combustíveis" para a formação de
um furacão são as águas quentes do mar — que precisa
estar acima de 27°C.
"No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas
são registradas no mar do Nordeste, onde não passam
de 26°C", diz.
"A umidade e a água quente do oceano que dão força a
um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força",
acrescenta Pantera.
Outro fator necessário para a formação de um furacão é
o cisalhamento ou tesoura de vento — como são
chamadas as mudanças de velocidade ou direção das
correntes.
Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos
países localizados na linha do Equador, como o Brasil.
Meteorologistas afirmam que esse é um fator que
também inviabilisa que uma tempestade formada no Caribe atinja o Brasil, já que ela perderia completamente
a força ao se aproximar da linha do Equador.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd59741yk9o adaptado)
A pontuação é um recurso linguístico que serve para indicar pausas, entonações e separar ideias, contribuindo para a clareza do texto, conforme observado no trecho acima. Nos trechos a seguir, Identifique aquele em que esse recurso não foi empregado corretamente:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?
O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos,
foi classificado na noite de terça-feira (8/10) como de
categoria 5 — a mais grave.
Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e
há um risco elevado de danos a construções e bloqueios
em rodovias.
A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da
Flórida na noite de quarta-feira (09) ou na manhã de
quinta-feira (10/10), no horário local, segundo o Centro
Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC).
Ainda na terça-feira, o presidente americano Joe Biden
disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem
anos nos Estados Unidos.
O presidente pediu que moradores da Flórida, que vivem
na rota traçada como a mais provável da tempestade,
deixem suas casas imediatamente.
"É uma questão de vida ou morte", disse o presidente
americano.
Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros
países periodicamente atingidos por fenômenos
climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar
tanto com isso?
Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil,
as chances de que furacões ocorram por aqui são
mínimas — a explicação é que a formação de um
fenômeno desses depende de uma série de fatores que
só foi registrada uma vez no país.
"Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja
o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também
tenham alguma influência", diz Michael Pantera,
meteorologista do Centro de Gerenciamento de
Emergência de São Paulo.
A meteorologista Bianca Lobo, do Climatempo, explicou
que um dos principais "combustíveis" para a formação de
um furacão são as águas quentes do mar — que precisa
estar acima de 27°C.
"No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas
são registradas no mar do Nordeste, onde não passam
de 26°C", diz.
"A umidade e a água quente do oceano que dão força a
um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força",
acrescenta Pantera.
Outro fator necessário para a formação de um furacão é
o cisalhamento ou tesoura de vento — como são
chamadas as mudanças de velocidade ou direção das
correntes.
Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos
países localizados na linha do Equador, como o Brasil.
Meteorologistas afirmam que esse é um fator que
também inviabilisa que uma tempestade formada no Caribe atinja o Brasil, já que ela perderia completamente
a força ao se aproximar da linha do Equador.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd59741yk9o adaptado)
O período acima é formado por predicado:
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Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?
O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos,
foi classificado na noite de terça-feira (8/10) como de
categoria 5 — a mais grave.
Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e
há um risco elevado de danos a construções e bloqueios
em rodovias.
A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da
Flórida na noite de quarta-feira (09) ou na manhã de
quinta-feira (10/10), no horário local, segundo o Centro
Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC).
Ainda na terça-feira, o presidente americano Joe Biden
disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem
anos nos Estados Unidos.
O presidente pediu que moradores da Flórida, que vivem
na rota traçada como a mais provável da tempestade,
deixem suas casas imediatamente.
"É uma questão de vida ou morte", disse o presidente
americano.
Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros
países periodicamente atingidos por fenômenos
climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar
tanto com isso?
Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil,
as chances de que furacões ocorram por aqui são
mínimas — a explicação é que a formação de um
fenômeno desses depende de uma série de fatores que
só foi registrada uma vez no país.
"Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja
o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também
tenham alguma influência", diz Michael Pantera,
meteorologista do Centro de Gerenciamento de
Emergência de São Paulo.
A meteorologista Bianca Lobo, do Climatempo, explicou
que um dos principais "combustíveis" para a formação de
um furacão são as águas quentes do mar — que precisa
estar acima de 27°C.
"No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas
são registradas no mar do Nordeste, onde não passam
de 26°C", diz.
"A umidade e a água quente do oceano que dão força a
um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força",
acrescenta Pantera.
Outro fator necessário para a formação de um furacão é
o cisalhamento ou tesoura de vento — como são
chamadas as mudanças de velocidade ou direção das
correntes.
Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos
países localizados na linha do Equador, como o Brasil.
Meteorologistas afirmam que esse é um fator que
também inviabilisa que uma tempestade formada no Caribe atinja o Brasil, já que ela perderia completamente
a força ao se aproximar da linha do Equador.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd59741yk9o adaptado)
I. São paroxítonas as palavras 'água', 'raro' e 'velocidade'.
II. A forma verbal 'há' é acentuada para simbolizar marca de plural.
III. 'Climáticos' é uma paroxítona, assim como 'ímpio'.
IV. O adjetivo 'impossível', ao ser transformado em seu substantivo correspondente, perde o acento.
V. São oxítonas 'país', 'fator', 'também' e 'pior'.
Estão corretas:
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Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?
O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos,
foi classificado na noite de terça-feira (8/10) como de
categoria 5 — a mais grave.
Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e
há um risco elevado de danos a construções e bloqueios
em rodovias.
A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da
Flórida na noite de quarta-feira (09) ou na manhã de
quinta-feira (10/10), no horário local, segundo o Centro
Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC).
Ainda na terça-feira, o presidente americano Joe Biden
disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem
anos nos Estados Unidos.
O presidente pediu que moradores da Flórida, que vivem
na rota traçada como a mais provável da tempestade,
deixem suas casas imediatamente.
"É uma questão de vida ou morte", disse o presidente
americano.
Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros
países periodicamente atingidos por fenômenos
climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar
tanto com isso?
Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil,
as chances de que furacões ocorram por aqui são
mínimas — a explicação é que a formação de um
fenômeno desses depende de uma série de fatores que
só foi registrada uma vez no país.
"Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja
o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também
tenham alguma influência", diz Michael Pantera,
meteorologista do Centro de Gerenciamento de
Emergência de São Paulo.
A meteorologista Bianca Lobo, do Climatempo, explicou
que um dos principais "combustíveis" para a formação de
um furacão são as águas quentes do mar — que precisa
estar acima de 27°C.
"No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas
são registradas no mar do Nordeste, onde não passam
de 26°C", diz.
"A umidade e a água quente do oceano que dão força a
um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força",
acrescenta Pantera.
Outro fator necessário para a formação de um furacão é
o cisalhamento ou tesoura de vento — como são
chamadas as mudanças de velocidade ou direção das
correntes.
Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos
países localizados na linha do Equador, como o Brasil.
Meteorologistas afirmam que esse é um fator que
também inviabilisa que uma tempestade formada no Caribe atinja o Brasil, já que ela perderia completamente
a força ao se aproximar da linha do Equador.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd59741yk9o adaptado)
Com o Novo Acordo Ortográfico, o vocábulo 'terça-feira' permaneceu inalterado. Entretanto, diversas palavras passaram por modificações. Nas alternativas a seguir, identifique aquela que apresenta um vocábulo grafado de forma INCORRETA:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Por que é tão difícil um furacão atingir o Brasil?
O furacão Milton, que se aproxima dos Estados Unidos,
foi classificado na noite de terça-feira (8/10) como de
categoria 5 — a mais grave.
Nessa categoria, os ventos ultrapassam os 252 km/h e
há um risco elevado de danos a construções e bloqueios
em rodovias.
A previsão é que o furacão chegue à costa oeste da
Flórida na noite de quarta-feira (09) ou na manhã de
quinta-feira (10/10), no horário local, segundo o Centro
Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC).
Ainda na terça-feira, o presidente americano Joe Biden
disse que o furacão pode ser o pior dos últimos cem
anos nos Estados Unidos.
O presidente pediu que moradores da Flórida, que vivem
na rota traçada como a mais provável da tempestade,
deixem suas casas imediatamente.
"É uma questão de vida ou morte", disse o presidente
americano.
Mas por que, diferentemente dos EUA e de outros
países periodicamente atingidos por fenômenos
climáticos similares, o Brasil não precisa se preocupar
tanto com isso?
Segundo meteorologistas ouvidos pela BBC News Brasil,
as chances de que furacões ocorram por aqui são
mínimas — a explicação é que a formação de um
fenômeno desses depende de uma série de fatores que
só foi registrada uma vez no país.
"Por enquanto, é quase impossível que um furacão atinja
o Brasil, a não ser que as mudanças climáticas também
tenham alguma influência", diz Michael Pantera,
meteorologista do Centro de Gerenciamento de
Emergência de São Paulo.
A meteorologista Bianca Lobo, do Climatempo, explicou
que um dos principais "combustíveis" para a formação de
um furacão são as águas quentes do mar — que precisa
estar acima de 27°C.
"No Brasil, nós não temos isso. As maiores temperaturas
são registradas no mar do Nordeste, onde não passam
de 26°C", diz.
"A umidade e a água quente do oceano que dão força a
um furacão. Quando ele chega ao solo, perde força",
acrescenta Pantera.
Outro fator necessário para a formação de um furacão é
o cisalhamento ou tesoura de vento — como são
chamadas as mudanças de velocidade ou direção das
correntes.
Os especialistas explicam que esse fenômeno é raro nos
países localizados na linha do Equador, como o Brasil.
Meteorologistas afirmam que esse é um fator que
também inviabilisa que uma tempestade formada no Caribe atinja o Brasil, já que ela perderia completamente
a força ao se aproximar da linha do Equador.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjd59741yk9o adaptado)
O vocábulo destacado tem a mesma função sintática do termo destacado na alternativa:
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https://br.pinterest.com/pin/7810999347171749/
As histórias em quadrinhos são classificadas como um tipo de texto narrativo. Entre suas principais características, destacam-se, EXCETO:
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"Na cegueira congênita dos olhos não existem referenciais visuais ..."
O trecho apresenta um vício de linguagem denominado:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa —
e por que o atual é chamado Milton
Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a
comunicação entre meteorologistas e o público.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) diz que
dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicar alertas para a população. Ela também facilita
a comunicação marítima sobre tempestades.
"A prática de nomear tempestades (ciclones tropicais)
começou anos atrás para ajudar na rápida identificação
de tempestades em mensagens de alerta porque nomes
são muito mais fáceis de lembrar do que números e
termos técnicos", afirma a OMM em seu site.
"Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita
que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o
interesse em alertas e aumenta a preparação da
comunidade."
Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem
ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande
impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.
Regiões diferentes adotam padrões diferentes.
Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino
Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas
pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de
pessoas são usadas.
Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano
Índico, a maioria dos nomes usados não são de
pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebem nomes
de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou
adjetivos.
Para a região do Caribe e da América do Norte, a
Organização Meteorológica Mundial possui seis listas
diferentes de nomes, que vão de A a Z.
Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que
são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O
primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que
começa com a letra "A". O segundo foi chamado de
Beryl, o seguinte Chris. E assim por diante.
Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais
perigosos até agora foram o Helene — que provocou
255 mortes há duas semanas — e o Milton.
As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou
seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a
ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses
mesmos nomes já foram usados há seis anos atrás, em
2019.
Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde
então, há tanto nomes masculinos como femininos.
Quando um furacão ou ciclone é devastador demais e
entra para história, seu nome é "aposentado" da lista, e
outro nome é escolhido com aquela mesma inicial. É o
que aconteceu nos casos das tempestades Mangkhut
(Filipinas, 2018), Irma e Maria (Caribe, 2017), Haiyan
(Filipinas, 2013), Sandy (EUA, 2012), Katrina (EUA,
2005), Mitch (Honduras, 1998) e Tracy (Darwin, 1974).
Furacões e ciclones possuem temporadas fixas — que é
quando eles costumam acontecer.
No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de 1º de
junho a 30 de novembro, período em que os nomes da
lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada
vai de 15 de maio a 30 de novembro.
Por que 'Milton'?
Mas quem é ou foi Milton? Ou Katrina?
Antigamente, as tempestades recebiam nomes
arbitrário, dados de acordo com as circunstâncias
histórica. Por exemplo, uma tempestade no Atlântico em
1842 arrancou o mastro de um barco chamado Antje.
Essa tempestade ficou então conhecida como furacão de
Antje.
Mas hoje em dia, os nomes não têm mais significado.
Eles são selecionados por serem familiares às pessoas
em cada região. A principal função do nome é que ele
seja facilmente lembrado pelas pessoas que precisam se
preparar para lidar com as tempestades.
Os nomes usados em 2024 para o Atlântico Norte, Golfo
do México e Caribe são: Alberto, Beryl, Chris, Debby,
Ernesto, Francine, Gordon, Helene, Isaac, Joyce, Kirk,
Leslie, Milton, Nadine, Oscar, Patty, Rafael, Sara, Tony,
Valerie e William.
Outras regiões não usam nomes como Alberto, Helene e
Milton. Ciclones que surgiram no Pacífico Norte Oriental
este ano nessa mesma ordem cronológica receberam
outros nomes: Aletta, Hector e Miriam.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo adaptado)
Mantendo a coesão e coerência do trecho acima, a melhor rescrita está na alternativa:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa —
e por que o atual é chamado Milton
Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a
comunicação entre meteorologistas e o público.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) diz que
dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicar alertas para a população. Ela também facilita
a comunicação marítima sobre tempestades.
"A prática de nomear tempestades (ciclones tropicais)
começou anos atrás para ajudar na rápida identificação
de tempestades em mensagens de alerta porque nomes
são muito mais fáceis de lembrar do que números e
termos técnicos", afirma a OMM em seu site.
"Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita
que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o
interesse em alertas e aumenta a preparação da
comunidade."
Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem
ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande
impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.
Regiões diferentes adotam padrões diferentes.
Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino
Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas
pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de
pessoas são usadas.
Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano
Índico, a maioria dos nomes usados não são de
pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebem nomes
de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou
adjetivos.
Para a região do Caribe e da América do Norte, a
Organização Meteorológica Mundial possui seis listas
diferentes de nomes, que vão de A a Z.
Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que
são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O
primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que
começa com a letra "A". O segundo foi chamado de
Beryl, o seguinte Chris. E assim por diante.
Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais
perigosos até agora foram o Helene — que provocou
255 mortes há duas semanas — e o Milton.
As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou
seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a
ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses
mesmos nomes já foram usados há seis anos atrás, em
2019.
Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde
então, há tanto nomes masculinos como femininos.
Quando um furacão ou ciclone é devastador demais e
entra para história, seu nome é "aposentado" da lista, e
outro nome é escolhido com aquela mesma inicial. É o
que aconteceu nos casos das tempestades Mangkhut
(Filipinas, 2018), Irma e Maria (Caribe, 2017), Haiyan
(Filipinas, 2013), Sandy (EUA, 2012), Katrina (EUA,
2005), Mitch (Honduras, 1998) e Tracy (Darwin, 1974).
Furacões e ciclones possuem temporadas fixas — que é
quando eles costumam acontecer.
No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de 1º de
junho a 30 de novembro, período em que os nomes da
lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada
vai de 15 de maio a 30 de novembro.
Por que 'Milton'?
Mas quem é ou foi Milton? Ou Katrina?
Antigamente, as tempestades recebiam nomes
arbitrário, dados de acordo com as circunstâncias
histórica. Por exemplo, uma tempestade no Atlântico em
1842 arrancou o mastro de um barco chamado Antje.
Essa tempestade ficou então conhecida como furacão de
Antje.
Mas hoje em dia, os nomes não têm mais significado.
Eles são selecionados por serem familiares às pessoas
em cada região. A principal função do nome é que ele
seja facilmente lembrado pelas pessoas que precisam se
preparar para lidar com as tempestades.
Os nomes usados em 2024 para o Atlântico Norte, Golfo
do México e Caribe são: Alberto, Beryl, Chris, Debby,
Ernesto, Francine, Gordon, Helene, Isaac, Joyce, Kirk,
Leslie, Milton, Nadine, Oscar, Patty, Rafael, Sara, Tony,
Valerie e William.
Outras regiões não usam nomes como Alberto, Helene e
Milton. Ciclones que surgiram no Pacífico Norte Oriental
este ano nessa mesma ordem cronológica receberam
outros nomes: Aletta, Hector e Miriam.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo adaptado)
As seis listas de nomes são recicladas a cada ano."
Em relação ao período e ao termo destacado, é CORRETO afirmar que:
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