Foram encontradas 185 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa —
e por que o atual é chamado Milton
Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a
comunicação entre meteorologistas e o público.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) diz que
dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicar alertas para a população. Ela também facilita
a comunicação marítima sobre tempestades.
"A prática de nomear tempestades (ciclones tropicais)
começou anos atrás para ajudar na rápida identificação
de tempestades em mensagens de alerta porque nomes
são muito mais fáceis de lembrar do que números e
termos técnicos", afirma a OMM em seu site.
"Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita
que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o
interesse em alertas e aumenta a preparação da
comunidade."
Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem
ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande
impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.
Regiões diferentes adotam padrões diferentes.
Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino
Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas
pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de
pessoas são usadas.
Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano
Índico, a maioria dos nomes usados não são de
pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebem nomes
de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou
adjetivos.
Para a região do Caribe e da América do Norte, a
Organização Meteorológica Mundial possui seis listas
diferentes de nomes, que vão de A a Z.
Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que
são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O
primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que
começa com a letra "A". O segundo foi chamado de
Beryl, o seguinte Chris. E assim por diante.
Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais
perigosos até agora foram o Helene — que provocou
255 mortes há duas semanas — e o Milton.
As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou
seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a
ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses
mesmos nomes já foram usados há seis anos atrás, em
2019.
Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde
então, há tanto nomes masculinos como femininos.
Quando um furacão ou ciclone é devastador demais e
entra para história, seu nome é "aposentado" da lista, e
outro nome é escolhido com aquela mesma inicial. É o
que aconteceu nos casos das tempestades Mangkhut
(Filipinas, 2018), Irma e Maria (Caribe, 2017), Haiyan
(Filipinas, 2013), Sandy (EUA, 2012), Katrina (EUA,
2005), Mitch (Honduras, 1998) e Tracy (Darwin, 1974).
Furacões e ciclones possuem temporadas fixas — que é
quando eles costumam acontecer.
No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de 1º de
junho a 30 de novembro, período em que os nomes da
lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada
vai de 15 de maio a 30 de novembro.
Por que 'Milton'?
Mas quem é ou foi Milton? Ou Katrina?
Antigamente, as tempestades recebiam nomes
arbitrário, dados de acordo com as circunstâncias
histórica. Por exemplo, uma tempestade no Atlântico em
1842 arrancou o mastro de um barco chamado Antje.
Essa tempestade ficou então conhecida como furacão de
Antje.
Mas hoje em dia, os nomes não têm mais significado.
Eles são selecionados por serem familiares às pessoas
em cada região. A principal função do nome é que ele
seja facilmente lembrado pelas pessoas que precisam se
preparar para lidar com as tempestades.
Os nomes usados em 2024 para o Atlântico Norte, Golfo
do México e Caribe são: Alberto, Beryl, Chris, Debby,
Ernesto, Francine, Gordon, Helene, Isaac, Joyce, Kirk,
Leslie, Milton, Nadine, Oscar, Patty, Rafael, Sara, Tony,
Valerie e William.
Outras regiões não usam nomes como Alberto, Helene e
Milton. Ciclones que surgiram no Pacífico Norte Oriental
este ano nessa mesma ordem cronológica receberam
outros nomes: Aletta, Hector e Miriam.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo adaptado)
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Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa —
e por que o atual é chamado Milton
Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a
comunicação entre meteorologistas e o público.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) diz que
dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicar alertas para a população. Ela também facilita
a comunicação marítima sobre tempestades.
"A prática de nomear tempestades (ciclones tropicais)
começou anos atrás para ajudar na rápida identificação
de tempestades em mensagens de alerta porque nomes
são muito mais fáceis de lembrar do que números e
termos técnicos", afirma a OMM em seu site.
"Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita
que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o
interesse em alertas e aumenta a preparação da
comunidade."
Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem
ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande
impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.
Regiões diferentes adotam padrões diferentes.
Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino
Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas
pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de
pessoas são usadas.
Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano
Índico, a maioria dos nomes usados não são de
pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebem nomes
de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou
adjetivos.
Para a região do Caribe e da América do Norte, a
Organização Meteorológica Mundial possui seis listas
diferentes de nomes, que vão de A a Z.
Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que
são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O
primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que
começa com a letra "A". O segundo foi chamado de
Beryl, o seguinte Chris. E assim por diante.
Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais
perigosos até agora foram o Helene — que provocou
255 mortes há duas semanas — e o Milton.
As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou
seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a
ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses
mesmos nomes já foram usados há seis anos atrás, em
2019.
Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde
então, há tanto nomes masculinos como femininos.
Quando um furacão ou ciclone é devastador demais e
entra para história, seu nome é "aposentado" da lista, e
outro nome é escolhido com aquela mesma inicial. É o
que aconteceu nos casos das tempestades Mangkhut
(Filipinas, 2018), Irma e Maria (Caribe, 2017), Haiyan
(Filipinas, 2013), Sandy (EUA, 2012), Katrina (EUA,
2005), Mitch (Honduras, 1998) e Tracy (Darwin, 1974).
Furacões e ciclones possuem temporadas fixas — que é
quando eles costumam acontecer.
No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de 1º de
junho a 30 de novembro, período em que os nomes da
lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada
vai de 15 de maio a 30 de novembro.
Por que 'Milton'?
Mas quem é ou foi Milton? Ou Katrina?
Antigamente, as tempestades recebiam nomes
arbitrário, dados de acordo com as circunstâncias
histórica. Por exemplo, uma tempestade no Atlântico em
1842 arrancou o mastro de um barco chamado Antje.
Essa tempestade ficou então conhecida como furacão de
Antje.
Mas hoje em dia, os nomes não têm mais significado.
Eles são selecionados por serem familiares às pessoas
em cada região. A principal função do nome é que ele
seja facilmente lembrado pelas pessoas que precisam se
preparar para lidar com as tempestades.
Os nomes usados em 2024 para o Atlântico Norte, Golfo
do México e Caribe são: Alberto, Beryl, Chris, Debby,
Ernesto, Francine, Gordon, Helene, Isaac, Joyce, Kirk,
Leslie, Milton, Nadine, Oscar, Patty, Rafael, Sara, Tony,
Valerie e William.
Outras regiões não usam nomes como Alberto, Helene e
Milton. Ciclones que surgiram no Pacífico Norte Oriental
este ano nessa mesma ordem cronológica receberam
outros nomes: Aletta, Hector e Miriam.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo adaptado)
I. O 'os' de 'os de grande impacto' refere-se exclusivamente aos 'ciclones'.
II. O sujeito do verbo 'atingir' é 'ventos'.
III. O núcleo do sujeito do verbo 'costumar' é 'os'.
IV. 'Na imprensa' é adjunto adverbial.
Estão corretas:
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Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa —
e por que o atual é chamado Milton
Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a
comunicação entre meteorologistas e o público.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) diz que
dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicar alertas para a população. Ela também facilita
a comunicação marítima sobre tempestades.
"A prática de nomear tempestades (ciclones tropicais)
começou anos atrás para ajudar na rápida identificação
de tempestades em mensagens de alerta porque nomes
são muito mais fáceis de lembrar do que números e
termos técnicos", afirma a OMM em seu site.
"Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita
que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o
interesse em alertas e aumenta a preparação da
comunidade."
Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem
ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande
impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.
Regiões diferentes adotam padrões diferentes.
Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino
Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas
pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de
pessoas são usadas.
Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano
Índico, a maioria dos nomes usados não são de
pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebem nomes
de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou
adjetivos.
Para a região do Caribe e da América do Norte, a
Organização Meteorológica Mundial possui seis listas
diferentes de nomes, que vão de A a Z.
Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que
são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O
primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que
começa com a letra "A". O segundo foi chamado de
Beryl, o seguinte Chris. E assim por diante.
Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais
perigosos até agora foram o Helene — que provocou
255 mortes há duas semanas — e o Milton.
As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou
seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a
ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses
mesmos nomes já foram usados há seis anos atrás, em
2019.
Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde
então, há tanto nomes masculinos como femininos.
Quando um furacão ou ciclone é devastador demais e
entra para história, seu nome é "aposentado" da lista, e
outro nome é escolhido com aquela mesma inicial. É o
que aconteceu nos casos das tempestades Mangkhut
(Filipinas, 2018), Irma e Maria (Caribe, 2017), Haiyan
(Filipinas, 2013), Sandy (EUA, 2012), Katrina (EUA,
2005), Mitch (Honduras, 1998) e Tracy (Darwin, 1974).
Furacões e ciclones possuem temporadas fixas — que é
quando eles costumam acontecer.
No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de 1º de
junho a 30 de novembro, período em que os nomes da
lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada
vai de 15 de maio a 30 de novembro.
Por que 'Milton'?
Mas quem é ou foi Milton? Ou Katrina?
Antigamente, as tempestades recebiam nomes
arbitrário, dados de acordo com as circunstâncias
histórica. Por exemplo, uma tempestade no Atlântico em
1842 arrancou o mastro de um barco chamado Antje.
Essa tempestade ficou então conhecida como furacão de
Antje.
Mas hoje em dia, os nomes não têm mais significado.
Eles são selecionados por serem familiares às pessoas
em cada região. A principal função do nome é que ele
seja facilmente lembrado pelas pessoas que precisam se
preparar para lidar com as tempestades.
Os nomes usados em 2024 para o Atlântico Norte, Golfo
do México e Caribe são: Alberto, Beryl, Chris, Debby,
Ernesto, Francine, Gordon, Helene, Isaac, Joyce, Kirk,
Leslie, Milton, Nadine, Oscar, Patty, Rafael, Sara, Tony,
Valerie e William.
Outras regiões não usam nomes como Alberto, Helene e
Milton. Ciclones que surgiram no Pacífico Norte Oriental
este ano nessa mesma ordem cronológica receberam
outros nomes: Aletta, Hector e Miriam.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo adaptado)
"Eles são selecionados por serem familiares às pessoas em cada região."
Em relação ao emprego do sinal indicativo de crase, é correto afirmar que:
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Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa —
e por que o atual é chamado Milton
Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a
comunicação entre meteorologistas e o público.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) diz que
dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicar alertas para a população. Ela também facilita
a comunicação marítima sobre tempestades.
"A prática de nomear tempestades (ciclones tropicais)
começou anos atrás para ajudar na rápida identificação
de tempestades em mensagens de alerta porque nomes
são muito mais fáceis de lembrar do que números e
termos técnicos", afirma a OMM em seu site.
"Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita
que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o
interesse em alertas e aumenta a preparação da
comunidade."
Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem
ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande
impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.
Regiões diferentes adotam padrões diferentes.
Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino
Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas
pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de
pessoas são usadas.
Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano
Índico, a maioria dos nomes usados não são de
pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebem nomes
de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou
adjetivos.
Para a região do Caribe e da América do Norte, a
Organização Meteorológica Mundial possui seis listas
diferentes de nomes, que vão de A a Z.
Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que
são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O
primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que
começa com a letra "A". O segundo foi chamado de
Beryl, o seguinte Chris. E assim por diante.
Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais
perigosos até agora foram o Helene — que provocou
255 mortes há duas semanas — e o Milton.
As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou
seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a
ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses
mesmos nomes já foram usados há seis anos atrás, em
2019.
Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde
então, há tanto nomes masculinos como femininos.
Quando um furacão ou ciclone é devastador demais e
entra para história, seu nome é "aposentado" da lista, e
outro nome é escolhido com aquela mesma inicial. É o
que aconteceu nos casos das tempestades Mangkhut
(Filipinas, 2018), Irma e Maria (Caribe, 2017), Haiyan
(Filipinas, 2013), Sandy (EUA, 2012), Katrina (EUA,
2005), Mitch (Honduras, 1998) e Tracy (Darwin, 1974).
Furacões e ciclones possuem temporadas fixas — que é
quando eles costumam acontecer.
No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de 1º de
junho a 30 de novembro, período em que os nomes da
lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada
vai de 15 de maio a 30 de novembro.
Por que 'Milton'?
Mas quem é ou foi Milton? Ou Katrina?
Antigamente, as tempestades recebiam nomes
arbitrário, dados de acordo com as circunstâncias
histórica. Por exemplo, uma tempestade no Atlântico em
1842 arrancou o mastro de um barco chamado Antje.
Essa tempestade ficou então conhecida como furacão de
Antje.
Mas hoje em dia, os nomes não têm mais significado.
Eles são selecionados por serem familiares às pessoas
em cada região. A principal função do nome é que ele
seja facilmente lembrado pelas pessoas que precisam se
preparar para lidar com as tempestades.
Os nomes usados em 2024 para o Atlântico Norte, Golfo
do México e Caribe são: Alberto, Beryl, Chris, Debby,
Ernesto, Francine, Gordon, Helene, Isaac, Joyce, Kirk,
Leslie, Milton, Nadine, Oscar, Patty, Rafael, Sara, Tony,
Valerie e William.
Outras regiões não usam nomes como Alberto, Helene e
Milton. Ciclones que surgiram no Pacífico Norte Oriental
este ano nessa mesma ordem cronológica receberam
outros nomes: Aletta, Hector e Miriam.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo adaptado)
(__) 'Meteorologistas' e 'ciclones' possuem a mesma classificação quanto à acentuação tônica.
(__) O vocábulo 'história', se tiver o acento suprido, mudará de classe gramatical, passando de substantivo para verbo.
(__) Quanto à posição da sílaba tônica, 'fáceis' é uma paroxítona, assim como 'pegada'.
(__) 'Furacões' é acentuada pela mesma regra de 'órgãos', pois formam ditongos crescentes.
(__) O vocábulo 'têm' possui acento diferencial, ao contrário da forma verbal 'creem', que, após o Novo Acordo Ortográfico, não é mais acentuada.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa —
e por que o atual é chamado Milton
Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a
comunicação entre meteorologistas e o público.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) diz que
dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicar alertas para a população. Ela também facilita
a comunicação marítima sobre tempestades.
"A prática de nomear tempestades (ciclones tropicais)
começou anos atrás para ajudar na rápida identificação
de tempestades em mensagens de alerta porque nomes
são muito mais fáceis de lembrar do que números e
termos técnicos", afirma a OMM em seu site.
"Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita
que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o
interesse em alertas e aumenta a preparação da
comunidade."
Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem
ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande
impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.
Regiões diferentes adotam padrões diferentes.
Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino
Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas
pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de
pessoas são usadas.
Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano
Índico, a maioria dos nomes usados não são de
pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebem nomes
de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou
adjetivos.
Para a região do Caribe e da América do Norte, a
Organização Meteorológica Mundial possui seis listas
diferentes de nomes, que vão de A a Z.
Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que
são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O
primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que
começa com a letra "A". O segundo foi chamado de
Beryl, o seguinte Chris. E assim por diante.
Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais
perigosos até agora foram o Helene — que provocou
255 mortes há duas semanas — e o Milton.
As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou
seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a
ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses
mesmos nomes já foram usados há seis anos atrás, em
2019.
Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde
então, há tanto nomes masculinos como femininos.
Quando um furacão ou ciclone é devastador demais e
entra para história, seu nome é "aposentado" da lista, e
outro nome é escolhido com aquela mesma inicial. É o
que aconteceu nos casos das tempestades Mangkhut
(Filipinas, 2018), Irma e Maria (Caribe, 2017), Haiyan
(Filipinas, 2013), Sandy (EUA, 2012), Katrina (EUA,
2005), Mitch (Honduras, 1998) e Tracy (Darwin, 1974).
Furacões e ciclones possuem temporadas fixas — que é
quando eles costumam acontecer.
No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de 1º de
junho a 30 de novembro, período em que os nomes da
lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada
vai de 15 de maio a 30 de novembro.
Por que 'Milton'?
Mas quem é ou foi Milton? Ou Katrina?
Antigamente, as tempestades recebiam nomes
arbitrário, dados de acordo com as circunstâncias
histórica. Por exemplo, uma tempestade no Atlântico em
1842 arrancou o mastro de um barco chamado Antje.
Essa tempestade ficou então conhecida como furacão de
Antje.
Mas hoje em dia, os nomes não têm mais significado.
Eles são selecionados por serem familiares às pessoas
em cada região. A principal função do nome é que ele
seja facilmente lembrado pelas pessoas que precisam se
preparar para lidar com as tempestades.
Os nomes usados em 2024 para o Atlântico Norte, Golfo
do México e Caribe são: Alberto, Beryl, Chris, Debby,
Ernesto, Francine, Gordon, Helene, Isaac, Joyce, Kirk,
Leslie, Milton, Nadine, Oscar, Patty, Rafael, Sara, Tony,
Valerie e William.
Outras regiões não usam nomes como Alberto, Helene e
Milton. Ciclones que surgiram no Pacífico Norte Oriental
este ano nessa mesma ordem cronológica receberam
outros nomes: Aletta, Hector e Miriam.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo adaptado)
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Por que furacões e ciclones têm nomes de pessoa —
e por que o atual é chamado Milton
Os furacões e ciclones recebem nomes para facilitar a
comunicação entre meteorologistas e o público.
A Organização Meteorológica Mundial (OMM) diz que
dar nomes aos furacões é a forma mais eficiente de comunicar alertas para a população. Ela também facilita
a comunicação marítima sobre tempestades.
"A prática de nomear tempestades (ciclones tropicais)
começou anos atrás para ajudar na rápida identificação
de tempestades em mensagens de alerta porque nomes
são muito mais fáceis de lembrar do que números e
termos técnicos", afirma a OMM em seu site.
"Muitos concordam que dar nomes a tempestades facilita
que a mídia noticie sobre ciclones tropicais, aumenta o
interesse em alertas e aumenta a preparação da
comunidade."
Furacões e ciclones recebem nomes depois que atingem
ventos constantes de 63 km/h. Apenas os de grande
impacto costumam ter seu nome veiculado na imprensa.
Regiões diferentes adotam padrões diferentes.
Segundo a Met Office, a agência meteorológica do Reino
Unido, na maioria das regiões, listas alfabéticas
pré-determinadas de nomes masculinos e femininos de
pessoas são usadas.
Mas, no oeste do Pacífico Norte e no norte do oceano
Índico, a maioria dos nomes usados não são de
pessoas. Lá, a maioria das tempestades recebem nomes
de flores, animais, pássaros, árvores, alimentos ou
adjetivos.
Para a região do Caribe e da América do Norte, a
Organização Meteorológica Mundial possui seis listas
diferentes de nomes, que vão de A a Z.
Os furacões recebem nomes por ordem alfabética, que
são dados por ordem cronológica ao longo do ano. O
primeiro furacão deste ano foi chamado de Alberto, que
começa com a letra "A". O segundo foi chamado de
Beryl, o seguinte Chris. E assim por diante.
Muitos sequer tiveram destaque na imprensa. Os mais
perigosos até agora foram o Helene — que provocou
255 mortes há duas semanas — e o Milton.
As seis listas de nomes são recicladas a cada ano. Ou
seja, em 2030, daqui a seis anos, os furacões voltarão a
ser chamados de Alberto, Beryl, Chris, etc. E esses
mesmos nomes já foram usados há seis anos atrás, em
2019.
Até 1979, só havia nomes femininos na lista. Mas desde
então, há tanto nomes masculinos como femininos.
Quando um furacão ou ciclone é devastador demais e
entra para história, seu nome é "aposentado" da lista, e
outro nome é escolhido com aquela mesma inicial. É o
que aconteceu nos casos das tempestades Mangkhut
(Filipinas, 2018), Irma e Maria (Caribe, 2017), Haiyan
(Filipinas, 2013), Sandy (EUA, 2012), Katrina (EUA,
2005), Mitch (Honduras, 1998) e Tracy (Darwin, 1974).
Furacões e ciclones possuem temporadas fixas — que é
quando eles costumam acontecer.
No Atlântico Norte e Caribe, essa temporada vai de 1º de
junho a 30 de novembro, período em que os nomes da
lista são usados. No Pacífico Norte Oriental, a temporada
vai de 15 de maio a 30 de novembro.
Por que 'Milton'?
Mas quem é ou foi Milton? Ou Katrina?
Antigamente, as tempestades recebiam nomes
arbitrário, dados de acordo com as circunstâncias
histórica. Por exemplo, uma tempestade no Atlântico em
1842 arrancou o mastro de um barco chamado Antje.
Essa tempestade ficou então conhecida como furacão de
Antje.
Mas hoje em dia, os nomes não têm mais significado.
Eles são selecionados por serem familiares às pessoas
em cada região. A principal função do nome é que ele
seja facilmente lembrado pelas pessoas que precisam se
preparar para lidar com as tempestades.
Os nomes usados em 2024 para o Atlântico Norte, Golfo
do México e Caribe são: Alberto, Beryl, Chris, Debby,
Ernesto, Francine, Gordon, Helene, Isaac, Joyce, Kirk,
Leslie, Milton, Nadine, Oscar, Patty, Rafael, Sara, Tony,
Valerie e William.
Outras regiões não usam nomes como Alberto, Helene e
Milton. Ciclones que surgiram no Pacífico Norte Oriental
este ano nessa mesma ordem cronológica receberam
outros nomes: Aletta, Hector e Miriam.
(https://www.bbc.com/portuguese/articles/cgey0zq2qwwo adaptado)
A justificativa para o hífen na palavra destacada é que:
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Para fazer uma carta, precisamos escolher o tipo de
linguagem - formal ou informal - conforme a situação
comunicativa. Em uma carta pessoal, podemos usar
linguagem informal, enquanto em uma carta comercial
usamos linguagem formal.
Os seguintes elementos fazem parte da estrutura da carta e mostram como ela é organizada, com EXCEÇÃO de:
Os seguintes elementos fazem parte da estrutura da carta e mostram como ela é organizada, com EXCEÇÃO de:
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Considere as afirmativas em relação aos substantivos e aos adjetivos abaixo:
I. 'Condessa' é o feminino de 'conde'.
II. 'Couve-flor' e 'derme' são substantivos femininos.
III. O diminutivo de 'animais' é 'animalzinho'.
IV. O plural do adjetivo 'adorável' é 'adoráveis' e do 'gentil' é 'gentiles'.
Estão corretas:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Com que frequência você deve lavar seus lençóis e
travesseiros
Depois de um longo dia, nada como a sensação de
afundar em uma cama quente, apoiar a cabeça sobre um travesseiro macio e se aninhar em um edredom
aconchegante.
Mas não somos apenas nós, seres humanos, que nos
deitamos felizes na nossa cama. Basta olhar um pouco
mais a fundo e você irá se horrorizar ao saber que suas
roupas de cama são o lar de milhões de bactérias,
fungos, ácaros e vírus.
Eles também acham que a sua cama é um paraíso − um
lugar quente para o seu desenvolvimento, coberto de
suor, saliva, células mortas da pele e partículas de
alimentos que servem de banquete.
Vejamos os ácaros, por exemplo. Nós liberamos 500
milhões de células da pele por dia. Para os minúsculos
ácaros do pó, este é um bufê livre.
Em 2013, pesquisadores do Instituto Pasteur de Lille, na
França, analisaram os lençóis de pacientes nos
hospitais. Eles descobriram que os lençóis sujos
estavam repletos de bactérias Staphylococcus,
comumente encontradas na pele humana.
A maior parte das espécies de Staphylococcus é
benigna, mas algumas, como S. aureus, podem causar
infecções da pele, acne e até pneumonia em pacientes
com sistemas imunológicos mais fracos.
"As pessoas carregam bactérias como parte do seu
microbioma da pele e podem eliminá-las em grandes
quantidades", explica a microbióloga Manal Mohammed,
da Universidade de Westminster, no Reino Unido. Ela
não participou do estudo feito na França.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czrm10lkpveo trecho
O coletivo de 'pessoas' é 'multidão'. Identifique em qual alternativa o coletivo não corresponde ao ser identificado:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Com que frequência você deve lavar seus lençóis e
travesseiros
Depois de um longo dia, nada como a sensação de
afundar em uma cama quente, apoiar a cabeça sobre um travesseiro macio e se aninhar em um edredom
aconchegante.
Mas não somos apenas nós, seres humanos, que nos
deitamos felizes na nossa cama. Basta olhar um pouco
mais a fundo e você irá se horrorizar ao saber que suas
roupas de cama são o lar de milhões de bactérias,
fungos, ácaros e vírus.
Eles também acham que a sua cama é um paraíso − um
lugar quente para o seu desenvolvimento, coberto de
suor, saliva, células mortas da pele e partículas de
alimentos que servem de banquete.
Vejamos os ácaros, por exemplo. Nós liberamos 500
milhões de células da pele por dia. Para os minúsculos
ácaros do pó, este é um bufê livre.
Em 2013, pesquisadores do Instituto Pasteur de Lille, na
França, analisaram os lençóis de pacientes nos
hospitais. Eles descobriram que os lençóis sujos
estavam repletos de bactérias Staphylococcus,
comumente encontradas na pele humana.
A maior parte das espécies de Staphylococcus é
benigna, mas algumas, como S. aureus, podem causar
infecções da pele, acne e até pneumonia em pacientes
com sistemas imunológicos mais fracos.
"As pessoas carregam bactérias como parte do seu
microbioma da pele e podem eliminá-las em grandes
quantidades", explica a microbióloga Manal Mohammed,
da Universidade de Westminster, no Reino Unido. Ela
não participou do estudo feito na França.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/czrm10lkpveo trecho
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