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Foram encontradas 310 questões.

2514214 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: UFT
Orgão: Pref. Guaraí-TO
Sobre os procedimentos de biossegurança em odontologia, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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2514158 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFT
Orgão: Pref. Guaraí-TO

Assinale a alternativa INCORRETA.

Nos termos da Lei N° 001/2006 (Lei Orgânica do Município de Guaraí), faz parte da composição da Mesa Diretora da Câmara Municipal as seguintes autoridades:

 

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2514034 Ano: 2016
Disciplina: Psicologia
Banca: UFT
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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Quanto à Política da Redução de Danos, analise as afirmativas a seguir.
I. Implica em intervenções singulares que podem envolver o uso protegido de drogas.
II. Considera a diminuição do uso da droga.
III. Propõe a substituição por substâncias que causem menos agravos ou abstinência.
Marque a alternativa CORRETA.
 

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2513982 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: UFT
Orgão: Pref. Guaraí-TO
São materiais/instrumentais utilizados em endodontia, EXCETO:
 

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2513954 Ano: 2016
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFT
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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A concepção de avaliação, presente no documento dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), coaduna-se com uma perspectiva de aprendizagem processual, contínua, na perspectiva de uma pedagogia diferenciada.
Analise as afirmativas a seguir em relação às orientações contidas no documento quanto à avaliação.
I. Investigação contínua do professor sobre as aprendizagens.
II. Reflexão sobre a mediação pedagógica do professor.
III. Classificação e aprovação/retenção dos estudantes.
IV. Promoção da aprendizagem dos alunos.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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2513615 Ano: 2016
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: UFT
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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Analise as afirmativas sobre as atribuições do Inspetor Sanitário, descritas na Lei Nº 606/2015 de 17 de dezembro de 2015, que altera o código de saúde pública e de vigilância sanitária do município de Guaraí e dá outras providências.
I. Coordenar a equipe de inspeção na área de alimentos, saneamento e meio ambiente, medicamentos, serviços de saúde, exercício profissional e dos ambientes do trabalho e fiscalizar e controlar estabelecimentos e produtos de interesse à saúde.
I I. Analisar os laudos de inspeção e pareceres técnicos e capacitar profissionais para exercer serviços de fiscalização.
III. Manter intercâmbio com instituições de pesquisa, visando viabilizar, intensificar e melhorar a qualidade das fiscalizações e normatizar procedimentos relativos à fiscalização sanitária.
IV. Realizar fiscalização conjunta com a VISA Estadual, Ministério da Saúde, Ministério da Educação, Ministério da Agricultura, Ministério Público, Secretaria da Agricultura, Procon, Secretaria da Justiça e Segurança Pública, Secretaria da Fazenda e produzir um relatório diário das fiscalizações de alimentos, saneamento e meio ambiente, medicamentos, serviços de saúde e serviços da Secretaria Municipal de Educação, como creches e escolas.
Marque a alternativa CORRETA.
 

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2513547 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: UFT
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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O aleitamento materno é considerado um dos pilares fundamentais para a promoção e a proteção da saúde das crianças em todo o mundo. Em relação ao aleitamento materno, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2513443 Ano: 2016
Disciplina: Psicologia
Banca: UFT
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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Sobre o trabalho em equipe e a formação de grupos nas organizações, analise as afirmativas a seguir.
I. Um grupo pode ser considerado como a reunião de pessoas em torno de um objetivo comum, porque para executá-lo dependem uma das outras, por isso, são, de certa forma, uma unidade, um sistema de interações.
II. Para participar de um grupo, podem ser consideradas, entre outras, as seguintes motivações: o indivíduo perceber que seus objetivos podem ser alcançados ao se associar a algum grupo; pelo sentimento de pertença e afiliação; por perceber que a associação a um grupo pode agregar conhecimento e ferramentas que o indivíduo não possui.
III. As equipes de trabalho podem ser consideradas uma forma especial de grupo porque, mesmo tendo um objetivo em comum e o comprometimento em realizá-lo, os integrantes não precisam ter a mesma formação ou função dentro da organização, ou seja, elas podem ser multiprofissionais.
Marque a alternativa CORRETA.
 

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2513385 Ano: 2016
Disciplina: Odontologia
Banca: UFT
Orgão: Pref. Guaraí-TO
Sobre o processamento dos filmes radiográficos em odontologia, é CORRETO afirmar que:
 

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Leia o texto a seguir e responda a questão.
A internet faz mal ao cérebro?
O escritor americano Nicholas Carr sentiu que algo estranho ocorria com ele há uns cinco anos. Leitor insaciável, percebeu que já não era capaz de se concentrar na leitura como antes. Na verdade, sua ansiedade disparava diante de qualquer tarefa que exigisse concentração – seus olhos procuravam a tela do computador ou do celular. O impulso de espiar na internet era quase incontrolável, diz ele. “Sentia que estava forçando meu cérebro a voltar para o texto”, afirma. “A leitura profunda, antes tão natural para mim, tinha se transformado numa luta.” Tal afirmação abre o livro Os superficiais – O que a internet está fazendo com nossos cérebros. Nele, Carr faz uma acusação seriíssima: a exposição constante às mídias digitais está mudando, para pior, a forma como pensamos. Ele e um punhado de autores respeitáveis acreditam que, por causa do uso excessivo de computadores e de outros aparelhos digitais, nosso cérebro é alterado e estamos nos tornando menos inteligentes, mais superficiais e imensamente distraídos – o inverso de tudo aquilo que fez de nós a espécie mais bem-sucedida do planeta Terra.
Bauerlein, professor na Universidade Emory, na Geórgia, supervisiona estudos sobre a vida cultural americana. Ele acredita que as novas gerações, educadas sob a influência das mídias digitais, são formadas por narcisistas despreparados para pensar em profundidade sobre qualquer assunto. Ele diz que uma pesquisa de 2006 com mais de 81 mil estudantes americanos de ensino médio detectou que 90% deles “leem ou estudam” menos de cinco horas por semana – embora passem “pelo menos” seis horas navegando na internet e um período equivalente assistindo à TV ou jogando videogame. “Indivíduos que não sabem praticamente nada de história, que nunca leram um livro nem visitaram um museu não têm mais do que se envergonhar. Tornaram-se comuns”, afirma.
Se as críticas ao uso dos computadores partissem apenas de intelectuais preocupados com a ruptura de padrões tradicionais, não haveria problemas. Professores se queixando da preguiça de seus alunos era comum nos séculos XX e XIX e, certamente, antes disso. Esse tipo de evidência circunstancial pode ser facilmente contestado por exemplos contrários, que existem abundantemente, mostrando que há milhões de jovens concentrados que leem e estudam com afinco. Mas os críticos vão além das velhas reclamações. Experimentos como o do professor de comunicação Clifford Nass, da Universidade Stanford, são mais difíceis de rechaçar. Eles sugerem que pessoas acostumadas ao funcionamento multitarefa do computador – que permite fazer várias coisas ao mesmo tempo – tendem a imitar a máquina, tocando várias atividades ao mesmo tempo. Escrevem, falam ao telefone, consultam a internet, ouvem música. Tudo simultaneamente, ou quase. As consequências são perversas. Elas erram, ficam irritadas por quase nada e qualquer estímulo as distrai. O estudo mostra que, quanto mais a pessoa se julga eficiente fazendo várias coisas ao mesmo tempo, pior ela as faz. E, quando é necessário que se concentrem numa única atividade por longo tempo, elas precisam de muito mais esforço.
Ainda que a internet cobre um preço de seus usuários, como afirma o neurocientista Damásio, as críticas a seu uso ignoram um efeito positivo de sua disseminação: a conexão intelectual de milhões de pessoas que, de outra forma, não seria possível. Ela tem potencial de mexer com a inteligência do planeta inteiro. As redes sociais às quais nos integramos – reais ou virtuais – exercem uma influência considerável sobre nosso desenvolvimento individual. Como sabem os pedagogos, um ambiente estimulante aumenta a possibilidade de que a inteligência se desenvolva. Muitas das grandes ideias não nasceram de mentes privilegiadas trabalhando em laboratórios silenciosos. Nas palavras de Steven Johnson, autor de “De onde vêm as boas ideias”, elas “emergem de espaços de conexões, da colisão entre diferentes visões, sensibilidades e especializações”. Não é por acidente que a maior parte da inovação científica e tecnológica do último milênio tenha sido produzida em centros urbanos abarrotados e cheios de distrações.
A desconfiança em relação às inovações é uma constante humana. Sempre recebemos as novas tecnologias com um misto de esperança e receio. Há 2.400 anos, o pensador grego Sócrates temia que a escrita acabasse com a memória das pessoas. Ele previu que a possibilidade de registrar pensamentos por meio de símbolos sobre uma tábua de cera levaria a um enfraquecimento da mente e do raciocínio. O surgimento da imprensa de Gutemberg, na Europa da Idade Moderna, provocou uma reação parecida em alguns elitistas. Eles achavam que a difusão maciça de livros provocaria a banalização da cultura. Aconteceu o oposto. Em retrospecto, pode-se dizer que a difusão de conhecimento é invariavelmente um fenômeno positivo. Com a internet, é evidente que a humanidade ganhou nesse quesito. A dúvida diz respeito àquilo que perdemos. Algo que um dia poderá parecer tão ridículo quanto as palavras de Sócrates sobre a escrita – ou tão essencial quanto o resto de suas ideias.
Fonte: adaptado de: CAIRO, Alberto; MOON, Peter; SORG, Leticia. OLIVEIRA, M. Disponível em: <http://revistaepoca.globo.com/ideias/noticia/2011/10/internet-faz-mal-ao-cerebro.html>. Acesso em: 20 abril de 2016.
Analise as afirmativas a seguir em relação aos aspectos gramaticais do texto.
I. No primeiro parágrafo, no trecho “O escritor americano Nicholas Carr sentiu que algo estranho ocorria com ele há uns cinco anos”, o pronome ‘ele’ remete ao escritor americano.
II. No primeiro parágrafo, no trecho “há uns cinco anos”, o elemento destacado poderia ser substituído por ‘a’ sem prejuízo ao sentido da frase.
III. No segundo parágrafo, “Indivíduos que não sabem praticamente nada de história, que nunca leram um livro nem visitaram um museu não têm mais do que se envergonhar”, o verbo ‘ter’ está conjugado na 3.ª pessoa do plural em concordância com o sujeito da frase.
IV. No segundo parágrafo, “[...] uma pesquisa de 2006 com mais de 81 mil estudantes americanos de ensino médio detectou que 90% deles “leem ou estudam” menos de cinco horas por semana”, o verbo ‘ler’ deveria receber acento circunflexo concordando com o sujeito de acordo com a Nova Ortografia.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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