Foram encontradas 40 questões.
Caso clínico para responder às questões de 37 a 40. Leia-o atentamente.
Homem, 56 anos, AVC prévio, tabagista, função renal normal, com infarto prévio com necessidade de implante de stents em artéria descendente anterior e coronária direita. Evolui com dor torácica há três dias, sendo diagnosticado com nova síndrome coronariana sem supra de ST, Killip I, sem sinais de descompensação da insuficiência cardíaca. Ecocardiograma demonstrou fração de ejeção ventricular de 35%. Em programação de realizar cateterismo em 24 horas.
Em quanto tempo o paciente está autorizado a realizar teste ergométrico, considerando estabilidade clínica?
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Caso clínico para responder às questões de 37 a 40. Leia-o atentamente.
Homem, 56 anos, AVC prévio, tabagista, função renal normal, com infarto prévio com necessidade de implante de stents em artéria descendente anterior e coronária direita. Evolui com dor torácica há três dias, sendo diagnosticado com nova síndrome coronariana sem supra de ST, Killip I, sem sinais de descompensação da insuficiência cardíaca. Ecocardiograma demonstrou fração de ejeção ventricular de 35%. Em programação de realizar cateterismo em 24 horas.
Após realizado o cateterismo, foi identificada lesão de 90% em artéria circunflexa, sendo feito tratamento percutâneo. Quanto tempo deverá ser mantido o tratamento com dupla antiagregação plaquetária, considerando o paciente com baixo risco de sangramento?
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Caso clínico para responder às questões de 37 a 40. Leia-o atentamente.
Homem, 56 anos, AVC prévio, tabagista, função renal normal, com infarto prévio com necessidade de implante de stents em artéria descendente anterior e coronária direita. Evolui com dor torácica há três dias, sendo diagnosticado com nova síndrome coronariana sem supra de ST, Killip I, sem sinais de descompensação da insuficiência cardíaca. Ecocardiograma demonstrou fração de ejeção ventricular de 35%. Em programação de realizar cateterismo em 24 horas.
São consideradas opções terapêuticas complementares para o caso, EXCETO:
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Caso clínico para responder às questões de 37 a 40. Leia-o atentamente.
Homem, 56 anos, AVC prévio, tabagista, função renal normal, com infarto prévio com necessidade de implante de stents em artéria descendente anterior e coronária direita. Evolui com dor torácica há três dias, sendo diagnosticado com nova síndrome coronariana sem supra de ST, Killip I, sem sinais de descompensação da insuficiência cardíaca. Ecocardiograma demonstrou fração de ejeção ventricular de 35%. Em programação de realizar cateterismo em 24 horas.
Assinale, a seguir, o melhor tratamento clínico, além de AAS e estatina de alta potência.
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A anemia em pacientes com insuficiência cardíaca é um achado relativamente comum e tem sido associada a um risco aumentado de internações hospitalares, morbidades e mortalidade significativa. Sobre a anemia de pacientes com insuficiência cardíaca, assinale a afirmativa correta.
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Considere a seguinte curva de pressão venosa jugular:

Em relação às fases assinaladas na imagem, assinale a associação correta.
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Caso clínico para responder às questões 33 e 34. Leia-o atentamente.
Mulher, 47 anos, com histórico de câncer de mama, refere dispneia, palpitações e desconforto torácico há três horas. Deu entrada no pronto-socorro com PAS de 70 x 40 mmHg; St: 87% em ar ambiente; sendo realizado o seguinte eletrocardiograma:

A melhor conduta inicial refere-se à:
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Caso clínico para responder às questões 33 e 34. Leia-o atentamente.
Mulher, 47 anos, com histórico de câncer de mama, refere dispneia, palpitações e desconforto torácico há três horas. Deu entrada no pronto-socorro com PAS de 70 x 40 mmHg; St: 87% em ar ambiente; sendo realizado o seguinte eletrocardiograma:

O diagnóstico eletrocardiográfico trata-se de:
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Vários registros locais procuraram retratar individualmente as características clínicas de pacientes internados com insuficiência cardíaca em hospitais e comunidades brasileiras. A análise de dados do estudo BREATHE sugere que existem diferenças importantes na etiologia da insuficiência cardíaca. Assinale a sequência correta das etiologias mais comuns de insuficiência cardíaca no Brasil, conforme o estudo BREATHE.
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A diástole, fase de relaxamento e enchimento ventricular, é iniciada após a despolarização total do ventrículo. Correspondem às fases da diástole ventricular:
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