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De acordo com Libâneo, Oliveira e Toschi (2010), “as pesquisas sobre avaliação, no Brasil, tiveram início em 1930,
e, desde aquela época até hoje, são identificados dois
marcos interpretativos de avaliação. No primeiro, que vai
de 1930 a 1970, a ênfase recai nos testes padronizados,
para a medição das habilidades e aptidões dos alunos,
tendo em vista a eficiência, a neutralidade e a objetividade nos instrumentos de avaliação. A partir da década
de 1980, emergiu um modelo avaliatório que leva em
conta as questões de poder e de conflito no currículo e
que questiona sobre o que e para que se avalia. Tal concepção põe em evidência as implicações sociais e educacionais do rendimento escolar.” Os autores analisam
que “as avaliações nacionais em curso na política educacional brasileira – Saeb, Enem e Provão – desconsideram esse último modelo de compreensão da avaliação e
se mantêm no anterior”, pautado na aplicação de testes
para medição do rendimento dos alunos, no controle dos
resultados pelo Estado e na
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- LegislaçãoLei 9.394/1996: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional
- Temas Educacionais PedagógicosInclusão e Exclusão: Diversidade, Desigualdade e Diferença
Na sociedade letrada atual, saber ler e atribuir significado ao que se lê é extremamente importante, pois se trata de uma competência decisiva à inclusão ou marginalização social de uma pessoa. É a competência leitora que abre as portas para o desenvolvimento dos saberes escolares das diversas áreas do conhecimento. Sabedores dessa realidade, os legisladores estipularam no art. 32 da LDBEN, Lei nº 9.394/96, que “O ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão” e, entre seus incisos, explicitaram que esse objetivo dar-se-á mediante o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio
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- LegislaçãoEducação Especial: Leis, Tratados e Normas Especiais
- Temas Educacionais PedagógicosInclusão e Exclusão: Diversidade, Desigualdade e Diferença
Segundo Ropoli (2010), “O questionamento constante
dos processos de diferenciação entre escolas e alunos,
que decorre da oposição entre a identidade normal de
alguns e especial de outros, é uma das garantias permanentes do direito à diferença. Os alvos desse questionamento devem recair diretamente sobre as práticas de
ensino que as escolas adotam e que servem para excluir.
Os encaminhamentos dos alunos às classes e escolas
especiais, os currículos adaptados, o ensino diferenciado, a terminalidade específica dos níveis de ensino e outras soluções precisam ser indagados em suas razões de
adoção, interrogados em seus benefícios, discutidos em
seus fins, e eliminados por completo e com urgência. São
essas medidas excludentes que criam a necessidade de
existirem escolas para atender aos alunos que se igualam por uma falsa normalidade - as escolas comuns - e
que instituem as escolas para os alunos que não cabem
nesse grupo - as escolas especiais”. Ambas as escolas
são classificadas por Ropoli como escolas
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Maurício, almejando mudar a concepção de avaliação
do rendimento escolar predominante na escola que dirige, propôs aos docentes sessões de estudos baseados
nas ideias de Hoffmann (2001). Segundo essa autora, “Os
estudos [atuais] em avaliação deixam para trás o caminho
das verdades absolutas, dos critérios objetivos, das medidas padronizadas e das estatísticas, para alertar sobre o
sentido essencial dos atos avaliativos de interpretação de
valor sobre o objeto da avaliação, de um agir consciente
e reflexivo frente às situações avaliadas e de exercício do
diálogo entre os envolvidos.” Analisando-se a escolha feita
pelo diretor Maurício, é correto afirmar que a pretensão
dele é a de adotar essa concepção de Hoffmann, a qual
se contrapõe à concepção classificatória de avaliação e
de julgamento de resultados e que se denomina avaliação
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Acerca dos princípios e fins da educação nacional, a
Lei de diretrizes e bases da educação nacional
(LDB – Lei nº
9.394/1996) preconiza que a educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de
liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por
finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu
preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação
para o trabalho. Estabelece, também, no artigo 3o
, que
o ensino será ministrado com base, dentre outros, no
princípio
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A formação docente é alvo de trabalho de vários estudiosos da área. Weisz (2000) ressalta que, na atualidade,
são muitas as demandas do trabalho docente, exigindo
um desenvolvimento profissional permanente e, nesse sentido, defende a tematização da prática para pensar sobre ela. Também para Libâneo, Oliveira & Toschi
(2010), o eixo da formação docente é o desenvolvimento
profissional que precisa articular-se, ao mesmo tempo,
com o desenvolvimento pessoal e com o desenvolvimento organizacional, sendo que o desenvolvimento pessoal
refere-se ao seu próprio processo de formação, por meio
do trabalho crítico-reflexivo sobre sua práxis e da reconstrução de sua identidade pessoal, resultando nos saberes da experiência. Esse pensamento é coerente com
o de Paulo Freire (2011) ao destacar que “na formação
permanente dos professores, o momento fundamental é
o da reflexão crítica sobre a prática. É pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem que se pode
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- Currículo (Teoria e Prática)Componentes Curriculares
- Currículo (Teoria e Prática)Concepções de currículo
- Currículo (Teoria e Prática)Teorias curriculares
Se entendermos que currículo é o que fica, o internalizado, independentemente do prescrito na esfera oficial,
então, com efeito, o que influi na vida escolar dos alunos
é o currículo real. A consideração deste currículo, ao lado
do oficial, no planejamento pedagógico curricular leva a
escola e os professores a confrontarem a cultura elaborada do currículo formal com as situações de fato vividas
no ambiente escolar e nas salas de aulas (Libâneo, 2003).
Por essa razão, de acordo com o autor, é importante insistir no entendimento da cultura da escola, ou seja, a cultura
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- Educação e SociologiaEducação, Sociedade e Prática Escolar
- Educação e Cidadania: Aspectos da Educação Brasileira e Regional
É verdade sabida que a escola é uma instituição complexa e que são muitas as concepções de sua função social.
Ao estudarmos a escola ao longo do tempo, verificamos
que, dependendo da época histórica e da posição teórica
dos que a analisam, cabem-lhe diferentes papéis. Um
dos pensadores a contribuir com essa questão é Mário
Sérgio Cortella (2011). Na perspectiva dele, quando o
tema é a escola, “nós, educadores, precisamos ter o universo vivencial discente como princípio (ponto de partida), de maneira a atingir a meta (ponto de chegada) do
processo pedagógico; afinal de contas, a prática educacional tem como objetivo central
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Segundo Weiz (2000, Cap. 8) “(...) a atividade de ensino do professor vai ter que dialogar com a atividade de
aprendizagem do aluno. Para isso, ele vai precisar considerar muitas variáveis e tomar outras tantas decisões
(...). Para dar conta dessa nova demanda, é preciso condições de desenvolvimento profissional e de qualificação
diferentes das que vêm sendo oferecidas, no geral, aos
professores. (...) A discussão que acontece atualmente
em muitos países sobre o que deve ser a formação de
professores inclui a questão da formação permanente,
que
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É inquestionável a importância do compromisso ético e
social do educador, tanto no plano pessoal quanto profissional. Nesse sentido, Rios (2001) abre um precioso
debate envolvendo a ética e a competência docente. No
cap. 3 dessa obra, ela discorre sobre a competência enquanto “saber fazer bem”, esclarecendo que esse “saber
fazer bem” apresenta dupla dimensão: “técnica” e “política”. A seguir, aprofunda a questão ao afirmar: “A ideia de
‘bem’ parece-me significativa na definição de competência, porque ela aponta para um valor que não tem apenas um caráter moral”. Conforme a autora, esse valor é a
ética, que não se desvincula dos aspectos técnicos nem
dos aspectos políticos da atuação do educador e, em relação a ambos, apresenta-se como
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