Foram encontradas 499 questões.
Leia o texto para responder a questão.
A Prefeitura de Guararapes começou a reforma e a urbanização de dois dos três ecopontos da cidade. Os locais servem como destinação de restos de materiais de construção,
móveis, eletrodomésticos, eletrônicos e recicláveis.
Inicialmente as obras vão ser realizadas nos bairros São
Judas e na Vila Medeiros, onde os locais serão fechados com
alambrados, instalação sanitária, baias, serviço de guarita de
monitoramento e sinalização. Quanto ao ecoponto localizado
perto do horto, a Prefeitura ainda não definiu se será reformado ou deslocado para outro local. Mesmo durante as reformas, os ecopontos seguem abertos.
Segundo a Prefeitura, o limite de descarte será de dois
metros cúbicos por pessoa, o que equivale ao volume de metade de uma caçamba. Os que não puderem deixar os descartes no ecoponto serão orientados quanto ao local apropriado a que se devem dirigir.
(Eduardo Fonseca. Apesar da reforma, ecopontos de Guararapes continuam
funcionando. www.folhadaregiao.com.br, 26.07.2018. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
O governo de um país com pouco mais de 5 milhões de
habitantes aceita gastar US$ 9 milhões para construir uma
fortaleza gelada na qual guarda sementes vindas do mundo inteiro, para sempre, como um seguro para a agricultura
mundial. Tudo de graça e sem ter nenhum direito sobre elas.
Parece mentira, mas tal coisa existe há dez anos, completados em fevereiro, quando esse banco incomum ultrapassou a marca de 1 milhão de depósitos realizados.
Não é o primeiro ato de generosidade da Noruega para
o planeta: a nação nórdica já reservou US$ 1 bilhão para custear projetos ambientais no Brasil, o Fundo Amazônia. Perto
disso, parece dinheiro de troco o custo do Cofre Global de
Sementes na ilha norueguesa de Spitsbergen, arquipélago
de Svalbard, a meio caminho entre a costa da Noruega e o
polo Norte.
Verdade que muito da renda que a Noruega tem sobrando provém da extração de gás natural e petróleo no Ártico.
Embora o país exporte a maior parte desses combustíveis
fósseis, pois sua matriz energética é muito limpa (quase toda
a eletricidade vem de usinas hidrelétricas), eles são queimados em algum lugar e, assim, contribuem muito para agravar
o aquecimento global.
Estocadas em envelopes selados de alumínio impermeável a 5% de umidade e a -18°C, sementes ainda podem germinar 30 anos depois, ou mais. Faz muito frio em Spitsbergen
—mesmo no verão os termômetros não vão muito além de
7°C. No interior de um túnel de 120 m montanha adentro, o
frio é maior, e a variação, mínima, o que ajuda a economizar
gastos com refrigeração.
É muito longe e caro chegar a Svalbard, o que reduz a
chance de ataques ao cofre. No entanto, há boa infraestrutura em Longyearbyen, vila com minas de carvão, porto e
aeroporto da qual a fortaleza dista meros 5 quilômetros.
Só no seu aniversário o banco recebeu, em uma cerimônia especial, 76330 amostras em 179 caixas provenientes de
25 instituições em 22 países.
Estão agora armazenados na montanha gelada 967216
envelopes lacrados cheios de caroços, que só os depositantes podem pedir para retirar. Assim ocorreu com milhares de
amostras provenientes de Aleppo, na Síria, sacadas do cofre
para reconstituir o acervo no Líbano e em Marrocos, em local
menos inseguro que uma nação em guerra civil.
Não fosse por essa retirada, o cofre de Svalbard guardaria ainda 1059646 saquinhos de sementes. Uma fortuna de
valor incalculável para a segurança alimentar de gerações
por vir.
(Marcelo Leite. “Cofre das sementes comemora 10 anos e 1 milhão de
amostras”. www1.folha.uol.com.br, 26.02.2018. Adaptado)
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Leia o texto, para responder à questão.
Novos tempos, novos olhares
O individualismo tem pautado a sociedade atual em uma
posição que contraria os valores humanos, principalmente
contra a prática dos princípios eleitos por muitos como filosofia de vida, entre eles o amor, a paz, a justiça, a liberdade,
a harmonia, a honestidade, a igualdade e tantos outros. O
discurso sobre a crise dos valores repete-se periodicamente,
e todas as gerações tendem a ver nas posteriores uma
degradação e rebaixamento dos padrões. Com essa não é
diferente. O mundo moderno que sofre com o confronto entre
o conservador e o inovador, o público e o particular, ainda em
discordância, para muitos parece estar de ponta-cabeça.
Segundo Wilson Bragança, especialista em Sociologia,
Economia e Políticas Públicas, ao que parece, na nossa
sociedade, os comportamentos, as normas e o sentido global
da vida individual e comunitária não se inspiram em padrões
éticos de valores, mas sim em critérios imediatistas, consumistas, hedonistas, pragmáticos. As pessoas – afirma – preferem o imediato, o prazer sem consequências e tudo o que
for mais fácil.
O polonês Zygmunt Bauman, um dos pensadores mais
importantes e populares do fim do século 20, que cunhou a
expressão “modernidade líquida”, escreveu que as formas de
vida contemporâneas se assemelham pela vulnerabilidade e
fluidez, incapazes de manter a mesma identidade por muito
tempo, o que reforça um estado frágil e temporário nas relações sociais e nos laços humanos.
A faceta preocupante da crise de valores está no fato
de nós sermos cada vez mais incapazes de enfrentar o problema. Temos uma grande dificuldade em falar dos valores
porque se instalou entre nós a ideia de que, numa democracia, não há valores impessoais ou suprapessoais: cada um
escolhe os seus valores, um pouco como os seus gostos,
e, obviamente, todos aprendemos que os gostos não se
discutem.
“Viver numa democracia, dizem-nos, é aceitar todos os
valores, reconhecer igual direito à expressão de todos eles
e, mais do que isso, reconhecer a todos igual consideração
e respeito; mas as profundas alterações econômicas, científicas e tecnológicas não apenas estimulam o abandono dos
valores tradicionais, elas parecem ter conduzido a humanidade para um vazio deles”, afirma Bragança.
(Gisele Bortoleto. Revista Be bem-estar, 22.07.2018. Adaptado)
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Leia a tira a seguir.

As informações verbais e não verbais da tira permitem concluir que as observações empíricas
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Novos tempos, novos olhares
O individualismo tem pautado a sociedade atual em uma
posição que contraria os valores humanos, principalmente
contra a prática dos princípios eleitos por muitos como filosofia de vida, entre eles o amor, a paz, a justiça, a liberdade,
a harmonia, a honestidade, a igualdade e tantos outros. O
discurso sobre a crise dos valores repete-se periodicamente,
e todas as gerações tendem a ver nas posteriores uma
degradação e rebaixamento dos padrões. Com essa não é
diferente. O mundo moderno que sofre com o confronto entre
o conservador e o inovador, o público e o particular, ainda em
discordância, para muitos parece estar de ponta-cabeça.
Segundo Wilson Bragança, especialista em Sociologia,
Economia e Políticas Públicas, ao que parece, na nossa
sociedade, os comportamentos, as normas e o sentido global
da vida individual e comunitária não se inspiram em padrões
éticos de valores, mas sim em critérios imediatistas, consumistas, hedonistas, pragmáticos. As pessoas – afirma – preferem o imediato, o prazer sem consequências e tudo o que
for mais fácil.
O polonês Zygmunt Bauman, um dos pensadores mais
importantes e populares do fim do século 20, que cunhou a
expressão “modernidade líquida”, escreveu que as formas de
vida contemporâneas se assemelham pela vulnerabilidade e
fluidez, incapazes de manter a mesma identidade por muito
tempo, o que reforça um estado frágil e temporário nas relações sociais e nos laços humanos.
A faceta preocupante da crise de valores está no fato
de nós sermos cada vez mais incapazes de enfrentar o problema. Temos uma grande dificuldade em falar dos valores
porque se instalou entre nós a ideia de que, numa democracia, não há valores impessoais ou suprapessoais: cada um
escolhe os seus valores, um pouco como os seus gostos,
e, obviamente, todos aprendemos que os gostos não se
discutem.
“Viver numa democracia, dizem-nos, é aceitar todos os
valores, reconhecer igual direito à expressão de todos eles
e, mais do que isso, reconhecer a todos igual consideração
e respeito; mas as profundas alterações econômicas, científicas e tecnológicas não apenas estimulam o abandono dos
valores tradicionais, elas parecem ter conduzido a humanidade para um vazio deles”, afirma Bragança.
(Gisele Bortoleto. Revista Be bem-estar, 22.07.2018. Adaptado)
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- SintaxeConcordância
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
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Novos tempos, novos olhares
O individualismo tem pautado a sociedade atual em uma
posição que contraria os valores humanos, principalmente
contra a prática dos princípios eleitos por muitos como filosofia de vida, entre eles o amor, a paz, a justiça, a liberdade,
a harmonia, a honestidade, a igualdade e tantos outros. O
discurso sobre a crise dos valores repete-se periodicamente,
e todas as gerações tendem a ver nas posteriores uma
degradação e rebaixamento dos padrões. Com essa não é
diferente. O mundo moderno que sofre com o confronto entre
o conservador e o inovador, o público e o particular, ainda em
discordância, para muitos parece estar de ponta-cabeça.
Segundo Wilson Bragança, especialista em Sociologia,
Economia e Políticas Públicas, ao que parece, na nossa
sociedade, os comportamentos, as normas e o sentido global
da vida individual e comunitária não se inspiram em padrões
éticos de valores, mas sim em critérios imediatistas, consumistas, hedonistas, pragmáticos. As pessoas – afirma – preferem o imediato, o prazer sem consequências e tudo o que
for mais fácil.
O polonês Zygmunt Bauman, um dos pensadores mais
importantes e populares do fim do século 20, que cunhou a
expressão “modernidade líquida”, escreveu que as formas de
vida contemporâneas se assemelham pela vulnerabilidade e
fluidez, incapazes de manter a mesma identidade por muito
tempo, o que reforça um estado frágil e temporário nas relações sociais e nos laços humanos.
A faceta preocupante da crise de valores está no fato
de nós sermos cada vez mais incapazes de enfrentar o problema. Temos uma grande dificuldade em falar dos valores
porque se instalou entre nós a ideia de que, numa democracia, não há valores impessoais ou suprapessoais: cada um
escolhe os seus valores, um pouco como os seus gostos,
e, obviamente, todos aprendemos que os gostos não se
discutem.
“Viver numa democracia, dizem-nos, é aceitar todos os
valores, reconhecer igual direito à expressão de todos eles
e, mais do que isso, reconhecer a todos igual consideração
e respeito; mas as profundas alterações econômicas, científicas e tecnológicas não apenas estimulam o abandono dos
valores tradicionais, elas parecem ter conduzido a humanidade para um vazio deles”, afirma Bragança.
(Gisele Bortoleto. Revista Be bem-estar, 22.07.2018. Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto, para responder à questão.
Novos tempos, novos olhares
O individualismo tem pautado a sociedade atual em uma
posição que contraria os valores humanos, principalmente
contra a prática dos princípios eleitos por muitos como filosofia de vida, entre eles o amor, a paz, a justiça, a liberdade,
a harmonia, a honestidade, a igualdade e tantos outros. O
discurso sobre a crise dos valores repete-se periodicamente,
e todas as gerações tendem a ver nas posteriores uma
degradação e rebaixamento dos padrões. Com essa não é
diferente. O mundo moderno que sofre com o confronto entre
o conservador e o inovador, o público e o particular, ainda em
discordância, para muitos parece estar de ponta-cabeça.
Segundo Wilson Bragança, especialista em Sociologia,
Economia e Políticas Públicas, ao que parece, na nossa
sociedade, os comportamentos, as normas e o sentido global
da vida individual e comunitária não se inspiram em padrões
éticos de valores, mas sim em critérios imediatistas, consumistas, hedonistas, pragmáticos. As pessoas – afirma – preferem o imediato, o prazer sem consequências e tudo o que
for mais fácil.
O polonês Zygmunt Bauman, um dos pensadores mais
importantes e populares do fim do século 20, que cunhou a
expressão “modernidade líquida”, escreveu que as formas de
vida contemporâneas se assemelham pela vulnerabilidade e
fluidez, incapazes de manter a mesma identidade por muito
tempo, o que reforça um estado frágil e temporário nas relações sociais e nos laços humanos.
A faceta preocupante da crise de valores está no fato
de nós sermos cada vez mais incapazes de enfrentar o problema. Temos uma grande dificuldade em falar dos valores
porque se instalou entre nós a ideia de que, numa democracia, não há valores impessoais ou suprapessoais: cada um
escolhe os seus valores, um pouco como os seus gostos,
e, obviamente, todos aprendemos que os gostos não se
discutem.
“Viver numa democracia, dizem-nos, é aceitar todos os
valores, reconhecer igual direito à expressão de todos eles
e, mais do que isso, reconhecer a todos igual consideração
e respeito; mas as profundas alterações econômicas, científicas e tecnológicas não apenas estimulam o abandono dos
valores tradicionais, elas parecem ter conduzido a humanidade para um vazio deles”, afirma Bragança.
(Gisele Bortoleto. Revista Be bem-estar, 22.07.2018. Adaptado)
“Viver numa democracia, dizem-nos, é aceitar todos os valores, reconhecer igual direito à expressão de todos eles e, mais do que isso, reconhecer a todos igual consideração e respeito; mas as profundas alterações econômicas, científicas e tecnológicas não apenas estimulam o abandono dos valores tradicionais, elas parecem ter conduzido a humanidade para um vazio deles”, afirma Bragança.
A conjunção mas, em destaque na passagem, pode ser substituída, sem prejuízo de sentido ao contexto, por
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Capas de caderno
Era tão certo quanto Natal e Ano-Novo. A família de
Fabrício se reunia na véspera das aulas para encapar os
cadernos. Sentavam-se todos os irmãos e a mãe ao redor da
mesa para colocar uma capa transparente e uma estampa que
sobrava dos presentes. Um dos únicos dias do ano em que
dormiam tarde, atravessando de longe a meia-noite, morrendo
de alegria.
Estudar significava um prêmio. Não podiam chegar de
qualquer jeito à escola. Não era permitido que o uniforme não
estivesse limpo, apesar de gasto. Não se permitia que nenhum livro viesse desencapado. Tinha que durar. Tinha que
sobreviver aos sanduíches do recreio. Tinha que aguentar as
viradas de página e o manuseio infinito.
A mãe transformava a tarefa em festa. Ela os ensinava a
embrulhar devagar, a preencher o nome e a série, colocava
durex com o nome dos filhos nos objetos que iam no estojo
de madeira. Estimulava os filhos a terem orgulho da letra e do
capricho. Nenhum dos filhos tinha caderno diferente de outro
irmão. Tudo igual, para não gerar ciúme e competição.
Fabrício amava aquele tempo de expectativa, de preparação para momentos importantes da vida. Existia uma paciência
que não existe hoje, de esperar a televisão aquecer até vir a
imagem, de escrever cartas, de ir até o orelhão para falar com
um parente do interior, de pensar como seríamos felizes se
fôssemos aprovados em mais um ano escolar.
(Fabrício Carpinejar. Amizade é também amor.
Rio de Janeiro: Bertrand, 2017. Adaptado)
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O governo de um país com pouco mais de 5 milhões de
habitantes aceita gastar US$ 9 milhões para construir uma
fortaleza gelada na qual guarda sementes vindas do mundo inteiro, para sempre, como um seguro para a agricultura
mundial. Tudo de graça e sem ter nenhum direito sobre elas.
Parece mentira, mas tal coisa existe há dez anos, completados em fevereiro, quando esse banco incomum ultrapassou a marca de 1 milhão de depósitos realizados.
Não é o primeiro ato de generosidade da Noruega para
o planeta: a nação nórdica já reservou US$ 1 bilhão para custear projetos ambientais no Brasil, o Fundo Amazônia. Perto
disso, parece dinheiro de troco o custo do Cofre Global de
Sementes na ilha norueguesa de Spitsbergen, arquipélago
de Svalbard, a meio caminho entre a costa da Noruega e o
polo Norte.
Verdade que muito da renda que a Noruega tem sobrando provém da extração de gás natural e petróleo no Ártico.
Embora o país exporte a maior parte desses combustíveis
fósseis, pois sua matriz energética é muito limpa (quase toda
a eletricidade vem de usinas hidrelétricas), eles são queimados em algum lugar e, assim, contribuem muito para agravar
o aquecimento global.
Estocadas em envelopes selados de alumínio impermeável a 5% de umidade e a -18°C, sementes ainda podem germinar 30 anos depois, ou mais. Faz muito frio em Spitsbergen
—mesmo no verão os termômetros não vão muito além de
7°C. No interior de um túnel de 120 m montanha adentro, o
frio é maior, e a variação, mínima, o que ajuda a economizar
gastos com refrigeração.
É muito longe e caro chegar a Svalbard, o que reduz a
chance de ataques ao cofre. No entanto, há boa infraestrutura em Longyearbyen, vila com minas de carvão, porto e
aeroporto da qual a fortaleza dista meros 5 quilômetros.
Só no seu aniversário o banco recebeu, em uma cerimônia especial, 76330 amostras em 179 caixas provenientes de
25 instituições em 22 países.
Estão agora armazenados na montanha gelada 967216
envelopes lacrados cheios de caroços, que só os depositantes podem pedir para retirar. Assim ocorreu com milhares de
amostras provenientes de Aleppo, na Síria, sacadas do cofre
para reconstituir o acervo no Líbano e em Marrocos, em local
menos inseguro que uma nação em guerra civil.
Não fosse por essa retirada, o cofre de Svalbard guardaria ainda 1059646 saquinhos de sementes. Uma fortuna de
valor incalculável para a segurança alimentar de gerações
por vir.
(Marcelo Leite. “Cofre das sementes comemora 10 anos e 1 milhão de
amostras”. www1.folha.uol.com.br, 26.02.2018. Adaptado)
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Assinale a alternativa em que a concordância das palavras e a colocação dos pronomes estão de acordo com a
norma-padrão da língua portuguesa.
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