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Foram encontradas 50 questões.

823601 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
No planejamento de uma festa, admitiu-se que cada convidado ficaria satisfeito ao tomar 650 mililitros de suco de laranja. Com a certeza de que seriam 28 os convidados presentes, foram compradas X garrafas de 1,5 litros de suco de laranja. O menor valor de X para que os convidados ficassem minimamente satisfeitos com a quantidade de suco de laranja é
 

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823600 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
Carlos vende sapatos. Ele vende cada par com um acréscimo de 10% sobre o preço de custo. Se o preço de custo cair 20% e Carlos mantiver o preço de venda como estava antes da queda do preço de custo, ele estará vendendo cada par com um acréscimo, sobre o novo preço de custo, de
 

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823598 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
Considere que os operários de uma empresa tenham a mesma capacidade de trabalho. Nessa empresa, para preparar 45 lotes iguais de mercadorias, são necessários 12 operários que juntos fazem o trabalho em 9 horas e 45 minutos. Para preparar 60 lotes de mercadorias, iguais aos lotes anteriores, e em 8 horas e 40 minutos, será necessário o aumento do número de operários em
 

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823590 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
Um reservatório de água tem o formato de um cubo com medidas internas de 3 metros cada aresta. O reservatório já está ocupado com 1300 litros de água. A torneira que fornece água ao reservatório tem uma vazão de 150 litros por minuto. O tempo necessário que falta para que o reservatório fique cheio até a sua terça parte é
 

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823573 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
Considere o desenho a seguir como a planta baixa de uma praça. Pessoas caminham em volta da praça exatamente sobre seus limites externos.
enunciado 823573-1

Para percorrer pelo menos 850 metros, o menor número de voltas completas na praça que uma pessoa precisa realizar é
 

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823565 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
Leia o texto para responder à questão.
Caminhando por uma calçada de Copacabana, o amigo me alertou: “Olha a patinete!”. Fiquei na dúvida: “É a patinete ou o patinete?”. Mas, antes que pudesse concluir a frase, o bicho surgiu como um touro bravo e mal consegui afastar-me para que ele passasse a um centímetro. Ali, aprendi. A patinete ou o patinete, tanto faz – se você não ficar esperto, ele ou ela passa por cima e você vai discutir questão de gênero no outro mundo.
O Rio de Janeiro está tomado pelas patinetes elétricas, daquelas que, tendo você chegado ao seu destino, podem ser deixadas em qualquer lugar – na porta de farmácias ou hospitais, nas vagas para deficientes ou entre as motos nos estacionamentos das delegacias. Ninguém se importa. Já vi gente de todos os sexos, idades e massa corporal voando nessas patinetes. E soube que, pela incidência de ombros, quadris e joelhos avariados em quedas e colisões, os ortopedistas estão fazendo a festa.
(Ruy Castro. A invasão das patinetes voadoras.
Folha de S.Paulo. 01.05.2019. Adaptado)
As informações do último parágrafo do texto permitem concluir que
 

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823550 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
Leia a tira para responder à questão.
enunciado 823550-1
(Bill Watterson. O mundo é mágico: As aventuras de Calvin e Haroldo.
São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2010, p. 63)
A leitura da tira permite concluir que
 

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823547 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
Leia o texto para responder à questão.
Computadores contra a leitura

Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
A preocupação maior, diz Wolf, é com a leitura profunda – uma leitura razoavelmente detida, na qual compreendemos não apenas as palavras como extraímos o sentido geral delas e experimentamos as emoções que elas evocam. Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma grande variedade de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, habituam-nos a operar com um nível de concentração alterado. Quando não estamos sendo submetidos a uma montanha-russa de estímulos, sentimo-nos entediados.
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e fruir de tudo aquilo que um bom texto oferece.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br. 23.06.2019. Adaptado)
O uso da vírgula está em conformidade com a norma-padrão de pontuação da língua portuguesa em:
 

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823545 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
Leia o texto para responder à questão.
Computadores contra a leitura

Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
A preocupação maior, diz Wolf, é com a leitura profunda – uma leitura razoavelmente detida, na qual compreendemos não apenas as palavras como extraímos o sentido geral delas e experimentamos as emoções que elas evocam. Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma grande variedade de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, habituam-nos a operar com um nível de concentração alterado. Quando não estamos sendo submetidos a uma montanha-russa de estímulos, sentimo-nos entediados.
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e fruir de tudo aquilo que um bom texto oferece.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br. 23.06.2019. Adaptado)
De acordo com o texto,
 

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823544 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
Leia o texto para responder à questão.
Computadores contra a leitura

Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
A preocupação maior, diz Wolf, é com a leitura profunda – uma leitura razoavelmente detida, na qual compreendemos não apenas as palavras como extraímos o sentido geral delas e experimentamos as emoções que elas evocam. Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma grande variedade de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, habituam-nos a operar com um nível de concentração alterado. Quando não estamos sendo submetidos a uma montanha-russa de estímulos, sentimo-nos entediados.
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e fruir de tudo aquilo que um bom texto oferece.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br. 23.06.2019. Adaptado)
Considere a seguinte passagem do texto para responder à questão.
• Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
A expressão “até aqui”, em destaque na passagem, exprime circunstância de
 

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