Foram encontradas 50 questões.
No planejamento de uma festa, admitiu-se que cada convidado ficaria satisfeito ao tomar 650 mililitros de suco de
laranja. Com a certeza de que seriam 28 os convidados
presentes, foram compradas X garrafas de 1,5 litros de
suco de laranja. O menor valor de X para que os convidados ficassem minimamente satisfeitos com a quantidade
de suco de laranja é
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Carlos vende sapatos. Ele vende cada par com um
acréscimo de 10% sobre o preço de custo. Se o preço de
custo cair 20% e Carlos mantiver o preço de venda como
estava antes da queda do preço de custo, ele estará vendendo cada par com um acréscimo, sobre o novo preço
de custo, de
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Considere que os operários de uma empresa tenham a
mesma capacidade de trabalho. Nessa empresa, para
preparar 45 lotes iguais de mercadorias, são necessários
12 operários que juntos fazem o trabalho em 9 horas e 45
minutos. Para preparar 60 lotes de mercadorias, iguais
aos lotes anteriores, e em 8 horas e 40 minutos, será
necessário o aumento do número de operários em
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Um reservatório de água tem o formato de um cubo com
medidas internas de 3 metros cada aresta. O reservatório
já está ocupado com 1300 litros de água. A torneira que
fornece água ao reservatório tem uma vazão de 150 litros
por minuto. O tempo necessário que falta para que o reservatório fique cheio até a sua terça parte é
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Considere o desenho a seguir como a planta baixa de uma praça. Pessoas caminham em volta da praça exatamente sobre seus limites externos.

Para percorrer pelo menos 850 metros, o menor número de voltas completas na praça que uma pessoa precisa realizar é

Para percorrer pelo menos 850 metros, o menor número de voltas completas na praça que uma pessoa precisa realizar é
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Leia o texto para responder à questão.
Caminhando por uma calçada de Copacabana, o amigo
me alertou: “Olha a patinete!”. Fiquei na dúvida: “É a patinete
ou o patinete?”. Mas, antes que pudesse concluir a frase, o
bicho surgiu como um touro bravo e mal consegui afastar-me
para que ele passasse a um centímetro. Ali, aprendi. A patinete ou o patinete, tanto faz – se você não ficar esperto, ele
ou ela passa por cima e você vai discutir questão de gênero
no outro mundo.
O Rio de Janeiro está tomado pelas patinetes elétricas,
daquelas que, tendo você chegado ao seu destino, podem
ser deixadas em qualquer lugar – na porta de farmácias ou
hospitais, nas vagas para deficientes ou entre as motos nos
estacionamentos das delegacias. Ninguém se importa. Já vi
gente de todos os sexos, idades e massa corporal voando
nessas patinetes. E soube que, pela incidência de ombros,
quadris e joelhos avariados em quedas e colisões, os ortopedistas estão fazendo a festa.
(Ruy Castro. A invasão das patinetes voadoras.
Folha de S.Paulo. 01.05.2019. Adaptado)
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Leia a tira para responder à questão.

(Bill Watterson. O mundo é mágico: As aventuras de Calvin e Haroldo.
São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2010, p. 63)
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Leia o texto para responder à questão.
Computadores contra a leitura
Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos
de computador? Se você está confuso com essas questões,
tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro
lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil
“O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o
terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que
não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem
que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre
a formação do cérebro leitor.
A preocupação maior, diz Wolf, é com a leitura profunda
– uma leitura razoavelmente detida, na qual compreendemos
não apenas as palavras como extraímos o sentido geral delas
e experimentamos as emoções que elas evocam. Crianças e
mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do
que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma grande variedade de coisas
interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas
pule a todo instante de um item para o próximo, habituam-nos a operar com um nível de concentração alterado. Quando não estamos sendo submetidos a uma montanha-russa
de estímulos, sentimo-nos entediados.
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma
espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de
exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais
como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para
pensar direito e fruir de tudo aquilo que um bom texto oferece.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br. 23.06.2019. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
Computadores contra a leitura
Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos
de computador? Se você está confuso com essas questões,
tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro
lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil
“O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o
terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que
não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem
que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre
a formação do cérebro leitor.
A preocupação maior, diz Wolf, é com a leitura profunda
– uma leitura razoavelmente detida, na qual compreendemos
não apenas as palavras como extraímos o sentido geral delas
e experimentamos as emoções que elas evocam. Crianças e
mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do
que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma grande variedade de coisas
interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas
pule a todo instante de um item para o próximo, habituam-nos a operar com um nível de concentração alterado. Quando não estamos sendo submetidos a uma montanha-russa
de estímulos, sentimo-nos entediados.
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma
espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de
exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais
como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para
pensar direito e fruir de tudo aquilo que um bom texto oferece.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br. 23.06.2019. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
Computadores contra a leitura
Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos
de computador? Se você está confuso com essas questões,
tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro
lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil
“O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o
terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que
não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem
que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre
a formação do cérebro leitor.
A preocupação maior, diz Wolf, é com a leitura profunda
– uma leitura razoavelmente detida, na qual compreendemos
não apenas as palavras como extraímos o sentido geral delas
e experimentamos as emoções que elas evocam. Crianças e
mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do
que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma grande variedade de coisas
interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas
pule a todo instante de um item para o próximo, habituam-nos a operar com um nível de concentração alterado. Quando não estamos sendo submetidos a uma montanha-russa
de estímulos, sentimo-nos entediados.
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma
espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de
exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais
como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para
pensar direito e fruir de tudo aquilo que um bom texto oferece.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br. 23.06.2019. Adaptado)
• Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
A expressão “até aqui”, em destaque na passagem, exprime circunstância de
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