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Uma pessoa possui um veiculo flex que na estrada percorre 9,5 km a cada litro de etanol e 15 km a cada litro de gasolina. Como essa pessoa necessita fazer uma viagem de 456 km e seu veículo encontra-se com o nível de combustível na reserva, dirigiu-se a um posto de combustível para o abastecimento da quantidade mínima necessária para efetuar a viagem. Desprezando a possibilidade de incidentes, observou que o preço do litro do etanol está sendo comercializado a R$ 4,35, enquanto o litro da gasolina está R$ 6,15 e, necessitando decidir qual combustível deve utilizar para abastecer seu veiculo para que tenha o melhor custo-benefício nessa viagem, sua decisão foi abastecer:
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A charge a seguir será utilizada na resolução da questão seguinte.

Disponivel em [https://www.google.com/search?sca_esv=566267321&q=charge+frank+e+emest+interpreta%C3 %A7%C3%A3o&tbm=isch&source=inms&sa=X&ved=2ahUKEwji3qjYn7SBAxUvp5UCHVcJBI4Q0pQJegQIDRAB&b iw=1366&bih=643#imgrc=wgzNg0VdtE3_nM]. Consultado em 1.9.2023.
Considere as frases abaixo.
I. "Meu pai fica pedalando".
II. "Nunca vai".
Se alterarmos o tempo verbal destacado em I para "ficava pedalando", o verbo destacado em Il:
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Disponivel em [https://www.google.com/search?sca_esv=566267321&q=charge+frank+e+emest+interpreta%C3 %A7%C3%A3o&tbm=isch&source=inms&sa=X&ved=2ahUKEwji3qjYn7SBAxUvp5UCHVcJBI4Q0pQJegQIDRAB&b iw=1366&bih=643#imgrc=wgzNg0VdtE3_nM]. Consultado em 1.9.2023.
"Deve ser uma metáfora da existência dele" - no contexto em que está inserido, o verbo destacado assume o sentido de:
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Disponivel em [https://www.google.com/search?sca_esv=566267321&q=charge+frank+e+emest+interpreta%C3 %A7%C3%A3o&tbm=isch&source=inms&sa=X&ved=2ahUKEwji3qjYn7SBAxUvp5UCHVcJBI4Q0pQJegQIDRAB&b iw=1366&bih=643#imgrc=wgzNg0VdtE3_nM]. Consultado em 1.9.2023.
Ao estabelecer a metáfora entre a bicicleta e a existência do pai o personagem deixa claro ao leitor que:
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A charge a seguir será utilizada na resolução da questão seguinte.

Disponivel em [https://www.google.com/search?sca_esv=566267321&q=charge+frank+e+emest+interpreta%C3 %A7%C3%A3o&tbm=isch&source=inms&sa=X&ved=2ahUKEwji3qjYn7SBAxUvp5UCHVcJBI4Q0pQJegQIDRAB&b iw=1366&bih=643#imgrc=wgzNg0VdtE3_nM]. Consultado em 1.9.2023.
Tendo por base a norma culta da língua portuguesa, as lacunas acima, na ordem em que aparecem, devem ser preenchidas por:
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Sobre o texto foram apresentadas as seguintes considerações.
I. De acordo com o texto, o diagnóstico precoce de doenças como câncer, indisposições cardíacas e Alzheimer, se realizado com dez anos de antecedência, reduzirá substancialmente o número de óbitos decorrentes de tais enfermidades.
Il. As fontes de informação para o desenvolvimento, por pesquisadores brasileiros, de modelos que permitirão ajudar a prever a ocorrência da depressão, são as redes sociais e a Inteligência Artificial que, de acordo com o texto, são realidades das quais não há mais como nos afastarmos hoje.
III. O aumento de casos de depressão e ansiedade no mundo coincidiu com o advento da pandemia de covid-19 - a OMS revela que no primeiro ano da referida pandemia, cerca de 1 bilhão de pessoas passaram a conviver com algum tipo de transtorno mental.
IV. Segundo o texto, os "rastros" que deixamos em nossas interações digitais tendem, com o passar do tempo a diminuírem e isso possibilitará a reversão dos quadros depressivos que no momento assolam a humanidade.
Pode ser considerada inferência da leitura do texto o afirmado em:
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"quase um em cada cinco - sofre com a síndrome - e além disso, 43% disseram ter sintomas de depressão, devemos pensar na procriação em analogia ao consumo excessivo" - a expressão sublinhada, como grafada, é considerada pela norma culta da língua redundante ou prolixa, ou seja, um excesso de palavras que trazem a mesma ideia. De forma a evitar tal vício, preservando tanto os aspectos gramaticais quanto os semânticos do período, a expressão em destaque poderia ser substituída pelo termo:
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PESQUISADORES DA USP USAM IA PARA DETECTAR ANSIEDADE E DEPRESSÃO EM TWEETS
O diagnóstico precoce é muito importante para a medicina. Centenas de pesquisas são realizadas a cada ano para que se possa detectar com a maior antecedência possível câncer, doenças cardíacas, Alzheimer - um estudo recente _ desta última inclusive fala de um exame que avaliará biomarcadores (indicadores mensuráveis) que poderão dizer, com quase dez anos de antecedência, se a pessoa apresentará sintomas da doença.
No caso de depressão e ansiedade, pesquisadores brasileiros _(I)_ desenvolvendo modelos que permitirão ajudar a prever sua ocorrência. E as informações para esses modelos _(II)_ de duas fontes de que não há mais como nos afastarmos hoje: redes sociais e IA (inteligência artificial).
O aumento de casos de depressão e ansiedade é um dos muitos legados sombrios deixados pela pandemia de covid-19. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que, apenas no primeiro ano da pandemia, ocorrências desses dois transtornos mentais aumentaram em 25%. Mas, já em 2019 - ainda antes da pandemia, portanto -, cerca de 1 bilhão de pessoas viviam com algum tipo de transtorno mental, segundo dados do World Mental Health Report de 2022.
No Brasil, o Ministério da Saúde lançou em junho do ano passado iniciativas no SUS (Sistema Único de Saúde) para atender pacientes com ansiedade e depressão. O órgão fez uma revisão recente de 29 pesquisas e verificou que, antes da pandemia, sintomas depressivos eram comuns em 12,9% dos jovens e adolescentes; durante a pandemia, a taxa subiu para 25,2%. Quanto à ansiedade, os percentuais verificados foram de 11,6% e 20,5%, respectivamente.
Quando se observa os casos de burnout, o que se vê em pesquisa da empresa Gattz Health & Results, divulgada em outubro de 2022, é que 18% dos brasileiros - quase um em cada cinco - sofre com a síndrome - e além disso, 43% disseram ter sintomas de depressão e 13% de ansiedade.
Não há como negar que, se for possível antecipar qualquer ocorrência de sintomas de depressão e ansiedade, os benefícios serão imensos para pacientes e sistemas de saúde. E os "rastros" que deixamos em nossas interações digitais são uma fonte de dados que não se pode ignorar - até porque esses rastros tendem a ser cada vez mais amplos e numerosos, sem que haja sinais de reversão dessa tendência. Nada mais lógico que buscar, em toda a trilha que deixamos, indícios que possam auxiliar o diagnóstico para depressão e ansiedade.
Compilado e adaptado. Disponível em [https://vocesa.abril.com.br/coluna/claudio-lottenberg/pesquisadores- da-usp-usam-ia-para-detectar-ansiedade-e-depressao-em-tweets/]. Consultado em 2.9.2022.
No texto, propositalmente, suprimimos o acento gráfico de um vocábulo que o possui se considerada a gramática normativa vigente. Assinale a alternativa em que apresenta o fragmento em que tal termo foi introduzido.
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PESQUISADORES DA USP USAM IA PARA DETECTAR ANSIEDADE E DEPRESSÃO EM TWEETS
O diagnóstico precoce é muito importante para a medicina. Centenas de pesquisas são realizadas a cada ano para que se possa detectar com a maior antecedência possível câncer, doenças cardíacas, Alzheimer - um estudo recente _ desta última inclusive fala de um exame que avaliará biomarcadores (indicadores mensuráveis) que poderão dizer, com quase dez anos de antecedência, se a pessoa apresentará sintomas da doença.
No caso de depressão e ansiedade, pesquisadores brasileiros _(I)_ desenvolvendo modelos que permitirão ajudar a prever sua ocorrência. E as informações para esses modelos _(II)_ de duas fontes de que não há mais como nos afastarmos hoje: redes sociais e IA (inteligência artificial).
O aumento de casos de depressão e ansiedade é um dos muitos legados sombrios deixados pela pandemia de covid-19. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que, apenas no primeiro ano da pandemia, ocorrências desses dois transtornos mentais aumentaram em 25%. Mas, já em 2019 - ainda antes da pandemia, portanto -, cerca de 1 bilhão de pessoas viviam com algum tipo de transtorno mental, segundo dados do World Mental Health Report de 2022.
No Brasil, o Ministério da Saúde lançou em junho do ano passado iniciativas no SUS (Sistema Único de Saúde) para atender pacientes com ansiedade e depressão. O órgão fez uma revisão recente de 29 pesquisas e verificou que, antes da pandemia, sintomas depressivos eram comuns em 12,9% dos jovens e adolescentes; durante a pandemia, a taxa subiu para 25,2%. Quanto à ansiedade, os percentuais verificados foram de 11,6% e 20,5%, respectivamente.
Quando se observa os casos de burnout, o que se vê em pesquisa da empresa Gattz Health & Results, divulgada em outubro de 2022, é que 18% dos brasileiros - quase um em cada cinco - sofre com a síndrome - e além disso, 43% disseram ter sintomas de depressão e 13% de ansiedade.
Não há como negar que, se for possível antecipar qualquer ocorrência de sintomas de depressão e ansiedade, os benefícios serão imensos para pacientes e sistemas de saúde. E os "rastros" que deixamos em nossas interações digitais são uma fonte de dados que não se pode ignorar - até porque esses rastros tendem a ser cada vez mais amplos e numerosos, sem que haja sinais de reversão dessa tendência. Nada mais lógico que buscar, em toda a trilha que deixamos, indícios que possam auxiliar o diagnóstico para depressão e ansiedade.
Compilado e adaptado. Disponível em [https://vocesa.abril.com.br/coluna/claudio-lottenberg/pesquisadores- da-usp-usam-ia-para-detectar-ansiedade-e-depressao-em-tweets/]. Consultado em 2.9.2022.
Já para que a concordância verbal se realize conforme o prescrito pela norma culta da língua, as lacunas l e lI, no segundo parágrafo, deverão ser completadas com as formas verbais presentes em qual alternativa?
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PESQUISADORES DA USP USAM IA PARA DETECTAR ANSIEDADE E DEPRESSÃO EM TWEETS
O diagnóstico precoce é muito importante para a medicina. Centenas de pesquisas são realizadas a cada ano para que se possa detectar com a maior antecedência possível câncer, doenças cardíacas, Alzheimer - um estudo recente _ desta última inclusive fala de um exame que avaliará biomarcadores (indicadores mensuráveis) que poderão dizer, com quase dez anos de antecedência, se a pessoa apresentará sintomas da doença.
No caso de depressão e ansiedade, pesquisadores brasileiros _(I)_ desenvolvendo modelos que permitirão ajudar a prever sua ocorrência. E as informações para esses modelos _(II)_ de duas fontes de que não há mais como nos afastarmos hoje: redes sociais e IA (inteligência artificial).
O aumento de casos de depressão e ansiedade é um dos muitos legados sombrios deixados pela pandemia de covid-19. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que, apenas no primeiro ano da pandemia, ocorrências desses dois transtornos mentais aumentaram em 25%. Mas, já em 2019 - ainda antes da pandemia, portanto -, cerca de 1 bilhão de pessoas viviam com algum tipo de transtorno mental, segundo dados do World Mental Health Report de 2022.
No Brasil, o Ministério da Saúde lançou em junho do ano passado iniciativas no SUS (Sistema Único de Saúde) para atender pacientes com ansiedade e depressão. O órgão fez uma revisão recente de 29 pesquisas e verificou que, antes da pandemia, sintomas depressivos eram comuns em 12,9% dos jovens e adolescentes; durante a pandemia, a taxa subiu para 25,2%. Quanto à ansiedade, os percentuais verificados foram de 11,6% e 20,5%, respectivamente.
Quando se observa os casos de burnout, o que se vê em pesquisa da empresa Gattz Health & Results, divulgada em outubro de 2022, é que 18% dos brasileiros - quase um em cada cinco - sofre com a síndrome - e além disso, 43% disseram ter sintomas de depressão e 13% de ansiedade.
Não há como negar que, se for possível antecipar qualquer ocorrência de sintomas de depressão e ansiedade, os benefícios serão imensos para pacientes e sistemas de saúde. E os "rastros" que deixamos em nossas interações digitais são uma fonte de dados que não se pode ignorar - até porque esses rastros tendem a ser cada vez mais amplos e numerosos, sem que haja sinais de reversão dessa tendência. Nada mais lógico que buscar, em toda a trilha que deixamos, indícios que possam auxiliar o diagnóstico para depressão e ansiedade.
Compilado e adaptado. Disponível em [https://vocesa.abril.com.br/coluna/claudio-lottenberg/pesquisadores- da-usp-usam-ia-para-detectar-ansiedade-e-depressao-em-tweets/]. Consultado em 2.9.2022.
A lacuna presente no primeiro parágrafo do texto será corretamente preenchida (tendo como base a gramática normativa) por:
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