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Um capital corrigido pelo sistema de capitalização simples a uma taxa de 1,65% ao mês por um período de 9 meses gerou um montante de R$ 7.028,82.
Qual era o valor desse capital?
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AO CONTRÁRIO
Os ingleses fizeram a primeira revolução republicana da História, mas, sabiamente, voltaram atrás e mantiveram a monarquia, intuindo que o poder não pode governar e dar espetáculo ao mesmo tempo. Na Inglaterra, o parlamento governa e a monarquia dá o espetáculo. A sabedoria da decisão se confirmou na era dos tabloides, para a qual o parlamento tem dado sua cota de escândalos e assunto, mas nada parecidos com os fornecidos pela familia real. Pois o que são os rituais cotidianos e pecados venais de plebeus comparados com a pompa e as indiscrições de príncipes e princesas? A realeza é paga para ser o teatro do poder, uma representação do Estado como drama familiar, como sitcom, para inspirar, divertir ou indignar os súditos. Ou enternecê-los com cada novo bebê da Kate. Enquanto isso, os parlamentares governam.
No Brasil, ao contrário, somos anti-ingleses. Aqui o rei e sua família dão a sua cota de escândalo e assunto, mas o parlamento e o judiciário é que têm dado o espetáculo. Nos revelam a sua intimidade, os seus conflitos de lealdades e escrúpulos, os seus podres, as suas culpas e expiações - e seus pseudoprincipes, pseudoprincesas e maus atores - e concentram o interesse da imprensa e do público.
Já se disse que o Brasil está várias revoluções atrasado. Se nem o fim do feudalismo foi providenciado ainda, não se pode pensar em implantar o sistema inglês aqui. Na própria Inglaterra, já tem muita gente achando que a monarquia é um anacronismo condenado, cujo custo não compensa o teatro.
Compilado de Luis Fernando Veríssimo, jomal "O Estado de São Paulo", edição de 19/4/2018.
Analise os excertos seguintes e a maneira que foram reescritos, à direita de cada um deles.
I. "Nós tememos as más influências" - Nós tememos-las.
Il. "Em sua casa é comum comer pão pela manhã?" - Em sua casa é comum comê-lo pela manha?
III. "nem considera a existência de outras possibilidades para si mesmo" - nem as considera para si mesmo.
A substituição dos elementos sublinhados pelo pronome obliquo correspondente deu-se adequadamente e conforme os preceitos da gramática normativa em:
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AO CONTRÁRIO
Os ingleses fizeram a primeira revolução republicana da História, mas, sabiamente, voltaram atrás e mantiveram a monarquia, intuindo que o poder não pode governar e dar espetáculo ao mesmo tempo. Na Inglaterra, o parlamento governa e a monarquia dá o espetáculo. A sabedoria da decisão se confirmou na era dos tabloides, para a qual o parlamento tem dado sua cota de escândalos e assunto, mas nada parecidos com os fornecidos pela familia real. Pois o que são os rituais cotidianos e pecados venais de plebeus comparados com a pompa e as indiscrições de príncipes e princesas? A realeza é paga para ser o teatro do poder, uma representação do Estado como drama familiar, como sitcom, para inspirar, divertir ou indignar os súditos. Ou enternecê-los com cada novo bebê da Kate. Enquanto isso, os parlamentares governam.
No Brasil, ao contrário, somos anti-ingleses. Aqui o rei e sua família dão a sua cota de escândalo e assunto, mas o parlamento e o judiciário é que têm dado o espetáculo. Nos revelam a sua intimidade, os seus conflitos de lealdades e escrúpulos, os seus podres, as suas culpas e expiações - e seus pseudoprincipes, pseudoprincesas e maus atores - e concentram o interesse da imprensa e do público.
Já se disse que o Brasil está várias revoluções atrasado. Se nem o fim do feudalismo foi providenciado ainda, não se pode pensar em implantar o sistema inglês aqui. Na própria Inglaterra, já tem muita gente achando que a monarquia é um anacronismo condenado, cujo custo não compensa o teatro.
Compilado de Luis Fernando Veríssimo, jomal "O Estado de São Paulo", edição de 19/4/2018.
"É encontradiço que mesmo entre os exames de rotina o teste de HIV não seja solicitado, fazendo com que esses indivíduos só sejam diagnosticados no momento em que eles têm aids, ou seja, quando ocorrem as doenças oportunistas."
Para que não haja prejuízo ao sentido do texto, o vocábulo em destaque pode ser substituído por:
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AO CONTRÁRIO
Os ingleses fizeram a primeira revolução republicana da História, mas, sabiamente, voltaram atrás e mantiveram a monarquia, intuindo que o poder não pode governar e dar espetáculo ao mesmo tempo. Na Inglaterra, o parlamento governa e a monarquia dá o espetáculo. A sabedoria da decisão se confirmou na era dos tabloides, para a qual o parlamento tem dado sua cota de escândalos e assunto, mas nada parecidos com os fornecidos pela familia real. Pois o que são os rituais cotidianos e pecados venais de plebeus comparados com a pompa e as indiscrições de príncipes e princesas? A realeza é paga para ser o teatro do poder, uma representação do Estado como drama familiar, como sitcom, para inspirar, divertir ou indignar os súditos. Ou enternecê-los com cada novo bebê da Kate. Enquanto isso, os parlamentares governam.
No Brasil, ao contrário, somos anti-ingleses. Aqui o rei e sua família dão a sua cota de escândalo e assunto, mas o parlamento e o judiciário é que têm dado o espetáculo. Nos revelam a sua intimidade, os seus conflitos de lealdades e escrúpulos, os seus podres, as suas culpas e expiações - e seus pseudoprincipes, pseudoprincesas e maus atores - e concentram o interesse da imprensa e do público.
Já se disse que o Brasil está várias revoluções atrasado. Se nem o fim do feudalismo foi providenciado ainda, não se pode pensar em implantar o sistema inglês aqui. Na própria Inglaterra, já tem muita gente achando que a monarquia é um anacronismo condenado, cujo custo não compensa o teatro.
Compilado de Luis Fernando Veríssimo, jomal "O Estado de São Paulo", edição de 19/4/2018.
Assinale a alternativa em que a concordância não se realizou em consonância com a norma culta da língua portuguesa.
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AO CONTRÁRIO
Os ingleses fizeram a primeira revolução republicana da História, mas, sabiamente, voltaram atrás e mantiveram a monarquia, intuindo que o poder não pode governar e dar espetáculo ao mesmo tempo. Na Inglaterra, o parlamento governa e a monarquia dá o espetáculo. A sabedoria da decisão se confirmou na era dos tabloides, para a qual o parlamento tem dado sua cota de escândalos e assunto, mas nada parecidos com os fornecidos pela familia real. Pois o que são os rituais cotidianos e pecados venais de plebeus comparados com a pompa e as indiscrições de príncipes e princesas? A realeza é paga para ser o teatro do poder, uma representação do Estado como drama familiar, como sitcom, para inspirar, divertir ou indignar os súditos. Ou enternecê-los com cada novo bebê da Kate. Enquanto isso, os parlamentares governam.
No Brasil, ao contrário, somos anti-ingleses. Aqui o rei e sua família dão a sua cota de escândalo e assunto, mas o parlamento e o judiciário é que têm dado o espetáculo. Nos revelam a sua intimidade, os seus conflitos de lealdades e escrúpulos, os seus podres, as suas culpas e expiações - e seus pseudoprincipes, pseudoprincesas e maus atores - e concentram o interesse da imprensa e do público.
Já se disse que o Brasil está várias revoluções atrasado. Se nem o fim do feudalismo foi providenciado ainda, não se pode pensar em implantar o sistema inglês aqui. Na própria Inglaterra, já tem muita gente achando que a monarquia é um anacronismo condenado, cujo custo não compensa o teatro.
Compilado de Luis Fernando Veríssimo, jomal "O Estado de São Paulo", edição de 19/4/2018.
Analise as orações apresentadas a seguir.
I. Você pediu para mim fazer um bom trabalho foi que fiz.
Il. Para mim, fazer um bom trabalho é essencial.
III. Se você tivesse dado o trabalho para mim fazer, teria sido bem feito.
O uso de "para mim" atendeu aos preceitos da norma culta em:
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AO CONTRÁRIO
Os ingleses fizeram a primeira revolução republicana da História, mas, sabiamente, voltaram atrás e mantiveram a monarquia, intuindo que o poder não pode governar e dar espetáculo ao mesmo tempo. Na Inglaterra, o parlamento governa e a monarquia dá o espetáculo. A sabedoria da decisão se confirmou na era dos tabloides, para a qual o parlamento tem dado sua cota de escândalos e assunto, mas nada parecidos com os fornecidos pela familia real. Pois o que são os rituais cotidianos e pecados venais de plebeus comparados com a pompa e as indiscrições de príncipes e princesas? A realeza é paga para ser o teatro do poder, uma representação do Estado como drama familiar, como sitcom, para inspirar, divertir ou indignar os súditos. Ou enternecê-los com cada novo bebê da Kate. Enquanto isso, os parlamentares governam.
No Brasil, ao contrário, somos anti-ingleses. Aqui o rei e sua família dão a sua cota de escândalo e assunto, mas o parlamento e o judiciário é que têm dado o espetáculo. Nos revelam a sua intimidade, os seus conflitos de lealdades e escrúpulos, os seus podres, as suas culpas e expiações - e seus pseudoprincipes, pseudoprincesas e maus atores - e concentram o interesse da imprensa e do público.
Já se disse que o Brasil está várias revoluções atrasado. Se nem o fim do feudalismo foi providenciado ainda, não se pode pensar em implantar o sistema inglês aqui. Na própria Inglaterra, já tem muita gente achando que a monarquia é um anacronismo condenado, cujo custo não compensa o teatro.
Compilado de Luis Fernando Veríssimo, jomal "O Estado de São Paulo", edição de 19/4/2018.
A flexão para o plural dos elementos sublinhados não demandará a flexão de numero do verbo apenas em qual alternativa?
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AO CONTRÁRIO
Os ingleses fizeram a primeira revolução republicana da História, mas, sabiamente, voltaram atrás e mantiveram a monarquia, intuindo que o poder não pode governar e dar espetáculo ao mesmo tempo. Na Inglaterra, o parlamento governa e a monarquia dá o espetáculo. A sabedoria da decisão se confirmou na era dos tabloides, para a qual o parlamento tem dado sua cota de escândalos e assunto, mas nada parecidos com os fornecidos pela familia real. Pois o que são os rituais cotidianos e pecados venais de plebeus comparados com a pompa e as indiscrições de príncipes e princesas? A realeza é paga para ser o teatro do poder, uma representação do Estado como drama familiar, como sitcom, para inspirar, divertir ou indignar os súditos. Ou enternecê-los com cada novo bebê da Kate. Enquanto isso, os parlamentares governam.
No Brasil, ao contrário, somos anti-ingleses. Aqui o rei e sua família dão a sua cota de escândalo e assunto, mas o parlamento e o judiciário é que têm dado o espetáculo. Nos revelam a sua intimidade, os seus conflitos de lealdades e escrúpulos, os seus podres, as suas culpas e expiações - e seus pseudoprincipes, pseudoprincesas e maus atores - e concentram o interesse da imprensa e do público.
Já se disse que o Brasil está várias revoluções atrasado. Se nem o fim do feudalismo foi providenciado ainda, não se pode pensar em implantar o sistema inglês aqui. Na própria Inglaterra, já tem muita gente achando que a monarquia é um anacronismo condenado, cujo custo não compensa o teatro.
Compilado de Luis Fernando Veríssimo, jomal "O Estado de São Paulo", edição de 19/4/2018.
No que se refere a escândalos, o autor avalia que:
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Os ingleses fizeram a primeira revolução republicana da História, mas, sabiamente, voltaram atrás e mantiveram a monarquia, intuindo que o poder não pode governar e dar espetáculo ao mesmo tempo. Na Inglaterra, o parlamento governa e a monarquia dá o espetáculo. A sabedoria da decisão se confirmou na era dos tabloides, para a qual o parlamento tem dado sua cota de escândalos e assunto, mas nada parecidos com os fornecidos pela familia real. Pois o que são os rituais cotidianos e pecados venais de plebeus comparados com a pompa e as indiscrições de príncipes e princesas? A realeza é paga para ser o teatro do poder, uma representação do Estado como drama familiar, como sitcom, para inspirar, divertir ou indignar os súditos. Ou enternecê-los com cada novo bebê da Kate. Enquanto isso, os parlamentares governam.
No Brasil, ao contrário, somos anti-ingleses. Aqui o rei e sua família dão a sua cota de escândalo e assunto, mas o parlamento e o judiciário é que têm dado o espetáculo. Nos revelam a sua intimidade, os seus conflitos de lealdades e escrúpulos, os seus podres, as suas culpas e expiações - e seus pseudoprincipes, pseudoprincesas e maus atores - e concentram o interesse da imprensa e do público.
Já se disse que o Brasil está várias revoluções atrasado. Se nem o fim do feudalismo foi providenciado ainda, não se pode pensar em implantar o sistema inglês aqui. Na própria Inglaterra, já tem muita gente achando que a monarquia é um anacronismo condenado, cujo custo não compensa o teatro.
Compilado de Luis Fernando Veríssimo, jomal "O Estado de São Paulo", edição de 19/4/2018.
Da leitura do texto é possível concluirmos que:
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Leia os quadrinhos abaixo para responder a questão seguinte.

Politicopatas, CJ, 18/7/2023
O título da historieta justifica-se na seguinte frase extraída dos quadrinhos:
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Leia os quadrinhos abaixo para responder a questão seguinte.

Politicopatas, CJ, 18/7/2023
"Você pode ser um tubarão financeiro que não vai gerar produtividade nem empregos. Ou pode ser um industrial que vai dar muitos postos de trabalho."
Ao substituirmos o trecho sublinhado pelo pronome oblíquo correspondente, obteremos:
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