Foram encontradas 220 questões.
Analise as frases a seguir.
I. Todos os dias bebo uma xícara de café de manhã.
II. A quarentena já durou mais de dois meses.
III. Vi isso com os meus próprios olhos!
IV. Estou com tanta fome que comeria um boi inteiro.
V. Convidei-o a se retirar do recinto.
As figuras de linguagem empregadas nas frases são:
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Analise o cartoon a seguir.

Fonte: https://latuffcartoons.wordpress.com/2013/02/02/charge-para-aptafurg-dequem-e-a-culpa-pelo-incendio-na-boa
Assinale a alternativa que apresenta a crítica presente no cartoon de Latuff.
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‘Todo Dia a Mesma Noite’ age com cautela e respeito acerca da tragédia da Boate Kiss
No dia 27 de janeiro de 2013, uma das maiores tragédias nacionais acontecia na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul: um incêndio criminoso se apossou da Boate Kiss e arrancou a vida de 242 pessoas, ninguém foi, de fato, preso ou responsabilizado, mesmo com diversas provas apontando a irresponsabilidade tanto dos órgãos públicos quanto dos nomes por trás da estruturação da casa noturna. Em 2017, a jornalista investigativa Daniela Arbex lançou um livro narrando os acontecimentos do desastre e trazendo depoimentos inéditos dos sobreviventes e dos pais das vítimas, auxiliando na denúncia da negligência por parte dos promotores e fornecendo maior visibilidade ao caso.
Agora, tanto o acontecimento quanto o romance de nãoficção são levados à Netflix através da minissérie ‘Todo Dia a Mesma Noite’. Era apenas questão de tempo até a história ser adaptada em uma forma dramatizada – e tinha todos os elementos para cair nas fórmulas do gênero true crime (que agora vem encontrando espaço em solo brasileiro). Mas o resultado rema contra a nossa maré de expectativa e transforma-se em uma dolorosa homenagem aos jovens assassinados na Boate Kiss, sem se valer da espetacularização da catástrofe em questão e tomando a cautela necessária para entregar exatamente o que promete: uma perspectiva humana de uma mancha na história do país.
Ao contrário do que poderíamos esperar, a produção não pretende narrar os eventos anteriores que culminaram na fatalidade – afinal, como não houve um resultado sólido desde aquela época, não faria sentido analisar o que aconteceu antes. Logo, o primeiro episódio começa horas antes da tragédia, apresentando os protagonistas e coadjuvantes e de que forma a vida de cada um deles mudou em questão de segundos. E aqui, discorro o ótimo trabalho das diretoras Júlia Rezende e Carol Minêm, que unem forças não para utilizar das mágoas e dos traumas para ganhar visualizações ou dinheiro, mas para garantir que toda a angústia e o medo sejam sentidos pelo espectador. Desde os primeiros minutos, sabemos o que vai acontecer e nos sentimos enclausurados em um labirinto sem saída, acompanhados por uma frenética montagem e um jogo de luzes que atordoa e que tenta, ao máximo, refletir a realidade dos que faleceram naquela fatídica madrugada.
O elenco traz nomes como Thelmo Fernandes, Débora Lamm, Bianca Byington, Paulo Gorgulho e vários outros atores e atrizes estelares que fazem um sólido trabalho – ainda que alguns diálogos superexpostos tornem as performances um tanto quanto artificiais. Apesar disso e de breves equívocos técnicos, há um trabalho primoroso de foreshadowing evocado na primeira cena do piloto e que dita o tom do enredo e de como devemos compreender os episódios. A fotografia navega entre uma felicidade estonteante de cores quentes que logo dá espaço para o caos e para uma melancolia constante e justificável, pincelado pelos tons frios do azul que entram em conflito com as emoções à flor da pele. Uma das cenas de maior impacto é, sem dúvida alguma, o momento em que Ricardo (Gorgulho) e Lívia (Raquel Karro) chegam à Boate e correm pelo estacionamento para procurar o carro do filho – eventualmente descobrindo que ele estava na casa noturna e cedendo a uma constatação derradeira e dilacerante.
O grande mérito da minissérie é conseguir não se apoiar em imagens chocantes ou em explicitações condenáveis dos mortos, e sim utilizar os artifícios que lhe são dados para apostar fichas nas eternas consequências – ou seja, na desestabilização dos familiares, na falta de impunidade e na óbvia conivência do próprio Estado a uma calamidade sem precedentes. E, no final das contas, não podemos deixar de ficar comovidos com uma retratação fiel de pessoas que continuam a sofrer pela falta de aparato governamental e pela agridoce fé de que, em algum momento, isso irá mudar.
‘Todo Dia a Mesma Noite’ é uma potente investida da Netflix que, não obstante as evidentes falhas, cumpre com o que quer mostrar – uma recontagem dos fatos através de uma humanizadora e bem-vinda exploração do incêndio da Boate Kiss. Dez anos depois, espera-se a justiça e, como apontado pelo frame final da obra, exaltamos a memória das vítimas por justiça e pela promessa de que isso nunca mais se repita.
Fonte: https://cinepop.com.br/critica-todo-dia-a-mesma-noite-age-com-cautela-erespeito-acerca-da-tragedia-da-boate-kiss-38963/
A partir das informações explicitadas e desenvolvidas no texto, pode-se concluir que
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‘Todo Dia a Mesma Noite’ age com cautela e respeito acerca da tragédia da Boate Kiss
No dia 27 de janeiro de 2013, uma das maiores tragédias nacionais acontecia na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul: um incêndio criminoso se apossou da Boate Kiss e arrancou a vida de 242 pessoas, ninguém foi, de fato, preso ou responsabilizado, mesmo com diversas provas apontando a irresponsabilidade tanto dos órgãos públicos quanto dos nomes por trás da estruturação da casa noturna. Em 2017, a jornalista investigativa Daniela Arbex lançou um livro narrando os acontecimentos do desastre e trazendo depoimentos inéditos dos sobreviventes e dos pais das vítimas, auxiliando na denúncia da negligência por parte dos promotores e fornecendo maior visibilidade ao caso.
Agora, tanto o acontecimento quanto o romance de nãoficção são levados à Netflix através da minissérie ‘Todo Dia a Mesma Noite’. Era apenas questão de tempo até a história ser adaptada em uma forma dramatizada – e tinha todos os elementos para cair nas fórmulas do gênero true crime (que agora vem encontrando espaço em solo brasileiro). Mas o resultado rema contra a nossa maré de expectativa e transforma-se em uma dolorosa homenagem aos jovens assassinados na Boate Kiss, sem se valer da espetacularização da catástrofe em questão e tomando a cautela necessária para entregar exatamente o que promete: uma perspectiva humana de uma mancha na história do país.
Ao contrário do que poderíamos esperar, a produção não pretende narrar os eventos anteriores que culminaram na fatalidade – afinal, como não houve um resultado sólido desde aquela época, não faria sentido analisar o que aconteceu antes. Logo, o primeiro episódio começa horas antes da tragédia, apresentando os protagonistas e coadjuvantes e de que forma a vida de cada um deles mudou em questão de segundos. E aqui, discorro o ótimo trabalho das diretoras Júlia Rezende e Carol Minêm, que unem forças não para utilizar das mágoas e dos traumas para ganhar visualizações ou dinheiro, mas para garantir que toda a angústia e o medo sejam sentidos pelo espectador. Desde os primeiros minutos, sabemos o que vai acontecer e nos sentimos enclausurados em um labirinto sem saída, acompanhados por uma frenética montagem e um jogo de luzes que atordoa e que tenta, ao máximo, refletir a realidade dos que faleceram naquela fatídica madrugada.
O elenco traz nomes como Thelmo Fernandes, Débora Lamm, Bianca Byington, Paulo Gorgulho e vários outros atores e atrizes estelares que fazem um sólido trabalho – ainda que alguns diálogos superexpostos tornem as performances um tanto quanto artificiais. Apesar disso e de breves equívocos técnicos, há um trabalho primoroso de foreshadowing evocado na primeira cena do piloto e que dita o tom do enredo e de como devemos compreender os episódios. A fotografia navega entre uma felicidade estonteante de cores quentes que logo dá espaço para o caos e para uma melancolia constante e justificável, pincelado pelos tons frios do azul que entram em conflito com as emoções à flor da pele. Uma das cenas de maior impacto é, sem dúvida alguma, o momento em que Ricardo (Gorgulho) e Lívia (Raquel Karro) chegam à Boate e correm pelo estacionamento para procurar o carro do filho – eventualmente descobrindo que ele estava na casa noturna e cedendo a uma constatação derradeira e dilacerante.
O grande mérito da minissérie é conseguir não se apoiar em imagens chocantes ou em explicitações condenáveis dos mortos, e sim utilizar os artifícios que lhe são dados para apostar fichas nas eternas consequências – ou seja, na desestabilização dos familiares, na falta de impunidade e na óbvia conivência do próprio Estado a uma calamidade sem precedentes. E, no final das contas, não podemos deixar de ficar comovidos com uma retratação fiel de pessoas que continuam a sofrer pela falta de aparato governamental e pela agridoce fé de que, em algum momento, isso irá mudar.
‘Todo Dia a Mesma Noite’ é uma potente investida da Netflix que, não obstante as evidentes falhas, cumpre com o que quer mostrar – uma recontagem dos fatos através de uma humanizadora e bem-vinda exploração do incêndio da Boate Kiss. Dez anos depois, espera-se a justiça e, como apontado pelo frame final da obra, exaltamos a memória das vítimas por justiça e pela promessa de que isso nunca mais se repita.
Fonte: https://cinepop.com.br/critica-todo-dia-a-mesma-noite-age-com-cautela-erespeito-acerca-da-tragedia-da-boate-kiss-38963/
Na frase “A fotografia navega entre uma felicidade estonteante de cores quentes que logo dá espaço para o caos e para uma melancolia constante e justificável, (...)”, a figura de linguagem é
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‘Todo Dia a Mesma Noite’ age com cautela e respeito acerca da tragédia da Boate Kiss
No dia 27 de janeiro de 2013, uma das maiores tragédias nacionais acontecia na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul: um incêndio criminoso se apossou da Boate Kiss e arrancou a vida de 242 pessoas, ninguém foi, de fato, preso ou responsabilizado, mesmo com diversas provas apontando a irresponsabilidade tanto dos órgãos públicos quanto dos nomes por trás da estruturação da casa noturna. Em 2017, a jornalista investigativa Daniela Arbex lançou um livro narrando os acontecimentos do desastre e trazendo depoimentos inéditos dos sobreviventes e dos pais das vítimas, auxiliando na denúncia da negligência por parte dos promotores e fornecendo maior visibilidade ao caso.
Agora, tanto o acontecimento quanto o romance de nãoficção são levados à Netflix através da minissérie ‘Todo Dia a Mesma Noite’. Era apenas questão de tempo até a história ser adaptada em uma forma dramatizada – e tinha todos os elementos para cair nas fórmulas do gênero true crime (que agora vem encontrando espaço em solo brasileiro). Mas o resultado rema contra a nossa maré de expectativa e transforma-se em uma dolorosa homenagem aos jovens assassinados na Boate Kiss, sem se valer da espetacularização da catástrofe em questão e tomando a cautela necessária para entregar exatamente o que promete: uma perspectiva humana de uma mancha na história do país.
Ao contrário do que poderíamos esperar, a produção não pretende narrar os eventos anteriores que culminaram na fatalidade – afinal, como não houve um resultado sólido desde aquela época, não faria sentido analisar o que aconteceu antes. Logo, o primeiro episódio começa horas antes da tragédia, apresentando os protagonistas e coadjuvantes e de que forma a vida de cada um deles mudou em questão de segundos. E aqui, discorro o ótimo trabalho das diretoras Júlia Rezende e Carol Minêm, que unem forças não para utilizar das mágoas e dos traumas para ganhar visualizações ou dinheiro, mas para garantir que toda a angústia e o medo sejam sentidos pelo espectador. Desde os primeiros minutos, sabemos o que vai acontecer e nos sentimos enclausurados em um labirinto sem saída, acompanhados por uma frenética montagem e um jogo de luzes que atordoa e que tenta, ao máximo, refletir a realidade dos que faleceram naquela fatídica madrugada.
O elenco traz nomes como Thelmo Fernandes, Débora Lamm, Bianca Byington, Paulo Gorgulho e vários outros atores e atrizes estelares que fazem um sólido trabalho – ainda que alguns diálogos superexpostos tornem as performances um tanto quanto artificiais. Apesar disso e de breves equívocos técnicos, há um trabalho primoroso de foreshadowing evocado na primeira cena do piloto e que dita o tom do enredo e de como devemos compreender os episódios. A fotografia navega entre uma felicidade estonteante de cores quentes que logo dá espaço para o caos e para uma melancolia constante e justificável, pincelado pelos tons frios do azul que entram em conflito com as emoções à flor da pele. Uma das cenas de maior impacto é, sem dúvida alguma, o momento em que Ricardo (Gorgulho) e Lívia (Raquel Karro) chegam à Boate e correm pelo estacionamento para procurar o carro do filho – eventualmente descobrindo que ele estava na casa noturna e cedendo a uma constatação derradeira e dilacerante.
O grande mérito da minissérie é conseguir não se apoiar em imagens chocantes ou em explicitações condenáveis dos mortos, e sim utilizar os artifícios que lhe são dados para apostar fichas nas eternas consequências – ou seja, na desestabilização dos familiares, na falta de impunidade e na óbvia conivência do próprio Estado a uma calamidade sem precedentes. E, no final das contas, não podemos deixar de ficar comovidos com uma retratação fiel de pessoas que continuam a sofrer pela falta de aparato governamental e pela agridoce fé de que, em algum momento, isso irá mudar.
‘Todo Dia a Mesma Noite’ é uma potente investida da Netflix que, não obstante as evidentes falhas, cumpre com o que quer mostrar – uma recontagem dos fatos através de uma humanizadora e bem-vinda exploração do incêndio da Boate Kiss. Dez anos depois, espera-se a justiça e, como apontado pelo frame final da obra, exaltamos a memória das vítimas por justiça e pela promessa de que isso nunca mais se repita.
Fonte: https://cinepop.com.br/critica-todo-dia-a-mesma-noite-age-com-cautela-erespeito-acerca-da-tragedia-da-boate-kiss-38963/
A elaboração de um texto consiste em estruturá-lo em torno de uma palavra-chave. No caso do texto lido, podemos dizer que palavra-chave é
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‘Todo Dia a Mesma Noite’ age com cautela e respeito acerca da tragédia da Boate Kiss
No dia 27 de janeiro de 2013, uma das maiores tragédias nacionais acontecia na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul: um incêndio criminoso se apossou da Boate Kiss e arrancou a vida de 242 pessoas, ninguém foi, de fato, preso ou responsabilizado, mesmo com diversas provas apontando a irresponsabilidade tanto dos órgãos públicos quanto dos nomes por trás da estruturação da casa noturna. Em 2017, a jornalista investigativa Daniela Arbex lançou um livro narrando os acontecimentos do desastre e trazendo depoimentos inéditos dos sobreviventes e dos pais das vítimas, auxiliando na denúncia da negligência por parte dos promotores e fornecendo maior visibilidade ao caso.
Agora, tanto o acontecimento quanto o romance de nãoficção são levados à Netflix através da minissérie ‘Todo Dia a Mesma Noite’. Era apenas questão de tempo até a história ser adaptada em uma forma dramatizada – e tinha todos os elementos para cair nas fórmulas do gênero true crime (que agora vem encontrando espaço em solo brasileiro). Mas o resultado rema contra a nossa maré de expectativa e transforma-se em uma dolorosa homenagem aos jovens assassinados na Boate Kiss, sem se valer da espetacularização da catástrofe em questão e tomando a cautela necessária para entregar exatamente o que promete: uma perspectiva humana de uma mancha na história do país.
Ao contrário do que poderíamos esperar, a produção não pretende narrar os eventos anteriores que culminaram na fatalidade – afinal, como não houve um resultado sólido desde aquela época, não faria sentido analisar o que aconteceu antes. Logo, o primeiro episódio começa horas antes da tragédia, apresentando os protagonistas e coadjuvantes e de que forma a vida de cada um deles mudou em questão de segundos. E aqui, discorro o ótimo trabalho das diretoras Júlia Rezende e Carol Minêm, que unem forças não para utilizar das mágoas e dos traumas para ganhar visualizações ou dinheiro, mas para garantir que toda a angústia e o medo sejam sentidos pelo espectador. Desde os primeiros minutos, sabemos o que vai acontecer e nos sentimos enclausurados em um labirinto sem saída, acompanhados por uma frenética montagem e um jogo de luzes que atordoa e que tenta, ao máximo, refletir a realidade dos que faleceram naquela fatídica madrugada.
O elenco traz nomes como Thelmo Fernandes, Débora Lamm, Bianca Byington, Paulo Gorgulho e vários outros atores e atrizes estelares que fazem um sólido trabalho – ainda que alguns diálogos superexpostos tornem as performances um tanto quanto artificiais. Apesar disso e de breves equívocos técnicos, há um trabalho primoroso de foreshadowing evocado na primeira cena do piloto e que dita o tom do enredo e de como devemos compreender os episódios. A fotografia navega entre uma felicidade estonteante de cores quentes que logo dá espaço para o caos e para uma melancolia constante e justificável, pincelado pelos tons frios do azul que entram em conflito com as emoções à flor da pele. Uma das cenas de maior impacto é, sem dúvida alguma, o momento em que Ricardo (Gorgulho) e Lívia (Raquel Karro) chegam à Boate e correm pelo estacionamento para procurar o carro do filho – eventualmente descobrindo que ele estava na casa noturna e cedendo a uma constatação derradeira e dilacerante.
O grande mérito da minissérie é conseguir não se apoiar em imagens chocantes ou em explicitações condenáveis dos mortos, e sim utilizar os artifícios que lhe são dados para apostar fichas nas eternas consequências – ou seja, na desestabilização dos familiares, na falta de impunidade e na óbvia conivência do próprio Estado a uma calamidade sem precedentes. E, no final das contas, não podemos deixar de ficar comovidos com uma retratação fiel de pessoas que continuam a sofrer pela falta de aparato governamental e pela agridoce fé de que, em algum momento, isso irá mudar.
‘Todo Dia a Mesma Noite’ é uma potente investida da Netflix que, não obstante as evidentes falhas, cumpre com o que quer mostrar – uma recontagem dos fatos através de uma humanizadora e bem-vinda exploração do incêndio da Boate Kiss. Dez anos depois, espera-se a justiça e, como apontado pelo frame final da obra, exaltamos a memória das vítimas por justiça e pela promessa de que isso nunca mais se repita.
Fonte: https://cinepop.com.br/critica-todo-dia-a-mesma-noite-age-com-cautela-erespeito-acerca-da-tragedia-da-boate-kiss-38963/
Em “(...)sem se valer da espetacularização da catástrofe em questão e tomando a cautela necessária para entregar exatamente o que promete: uma perspectiva humana de uma mancha na história do país.”, a palavra destacada refere-se à(a)(ao)
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‘Todo Dia a Mesma Noite’ age com cautela e respeito acerca da tragédia da Boate Kiss
No dia 27 de janeiro de 2013, uma das maiores tragédias nacionais acontecia na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul: um incêndio criminoso se apossou da Boate Kiss e arrancou a vida de 242 pessoas, ninguém foi, de fato, preso ou responsabilizado, mesmo com diversas provas apontando a irresponsabilidade tanto dos órgãos públicos quanto dos nomes por trás da estruturação da casa noturna. Em 2017, a jornalista investigativa Daniela Arbex lançou um livro narrando os acontecimentos do desastre e trazendo depoimentos inéditos dos sobreviventes e dos pais das vítimas, auxiliando na denúncia da negligência por parte dos promotores e fornecendo maior visibilidade ao caso.
Agora, tanto o acontecimento quanto o romance de nãoficção são levados à Netflix através da minissérie ‘Todo Dia a Mesma Noite’. Era apenas questão de tempo até a história ser adaptada em uma forma dramatizada – e tinha todos os elementos para cair nas fórmulas do gênero true crime (que agora vem encontrando espaço em solo brasileiro). Mas o resultado rema contra a nossa maré de expectativa e transforma-se em uma dolorosa homenagem aos jovens assassinados na Boate Kiss, sem se valer da espetacularização da catástrofe em questão e tomando a cautela necessária para entregar exatamente o que promete: uma perspectiva humana de uma mancha na história do país.
Ao contrário do que poderíamos esperar, a produção não pretende narrar os eventos anteriores que culminaram na fatalidade – afinal, como não houve um resultado sólido desde aquela época, não faria sentido analisar o que aconteceu antes. Logo, o primeiro episódio começa horas antes da tragédia, apresentando os protagonistas e coadjuvantes e de que forma a vida de cada um deles mudou em questão de segundos. E aqui, discorro o ótimo trabalho das diretoras Júlia Rezende e Carol Minêm, que unem forças não para utilizar das mágoas e dos traumas para ganhar visualizações ou dinheiro, mas para garantir que toda a angústia e o medo sejam sentidos pelo espectador. Desde os primeiros minutos, sabemos o que vai acontecer e nos sentimos enclausurados em um labirinto sem saída, acompanhados por uma frenética montagem e um jogo de luzes que atordoa e que tenta, ao máximo, refletir a realidade dos que faleceram naquela fatídica madrugada.
O elenco traz nomes como Thelmo Fernandes, Débora Lamm, Bianca Byington, Paulo Gorgulho e vários outros atores e atrizes estelares que fazem um sólido trabalho – ainda que alguns diálogos superexpostos tornem as performances um tanto quanto artificiais. Apesar disso e de breves equívocos técnicos, há um trabalho primoroso de foreshadowing evocado na primeira cena do piloto e que dita o tom do enredo e de como devemos compreender os episódios. A fotografia navega entre uma felicidade estonteante de cores quentes que logo dá espaço para o caos e para uma melancolia constante e justificável, pincelado pelos tons frios do azul que entram em conflito com as emoções à flor da pele. Uma das cenas de maior impacto é, sem dúvida alguma, o momento em que Ricardo (Gorgulho) e Lívia (Raquel Karro) chegam à Boate e correm pelo estacionamento para procurar o carro do filho – eventualmente descobrindo que ele estava na casa noturna e cedendo a uma constatação derradeira e dilacerante.
O grande mérito da minissérie é conseguir não se apoiar em imagens chocantes ou em explicitações condenáveis dos mortos, e sim utilizar os artifícios que lhe são dados para apostar fichas nas eternas consequências – ou seja, na desestabilização dos familiares, na falta de impunidade e na óbvia conivência do próprio Estado a uma calamidade sem precedentes. E, no final das contas, não podemos deixar de ficar comovidos com uma retratação fiel de pessoas que continuam a sofrer pela falta de aparato governamental e pela agridoce fé de que, em algum momento, isso irá mudar.
‘Todo Dia a Mesma Noite’ é uma potente investida da Netflix que, não obstante as evidentes falhas, cumpre com o que quer mostrar – uma recontagem dos fatos através de uma humanizadora e bem-vinda exploração do incêndio da Boate Kiss. Dez anos depois, espera-se a justiça e, como apontado pelo frame final da obra, exaltamos a memória das vítimas por justiça e pela promessa de que isso nunca mais se repita.
Fonte: https://cinepop.com.br/critica-todo-dia-a-mesma-noite-age-com-cautela-erespeito-acerca-da-tragedia-da-boate-kiss-38963/
No trecho “Apesar disso e de breves equívocos técnicos, há um trabalho primoroso de foreshadowing evocado na primeira cena do piloto e que dita o tom do enredo e de como devemos compreender os episódios.”, o conectivo destacado apresenta o valor semântico de
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‘Todo Dia a Mesma Noite’ age com cautela e respeito acerca da tragédia da Boate Kiss
No dia 27 de janeiro de 2013, uma das maiores tragédias nacionais acontecia na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul: um incêndio criminoso se apossou da Boate Kiss e arrancou a vida de 242 pessoas, ninguém foi, de fato, preso ou responsabilizado, mesmo com diversas provas apontando a irresponsabilidade tanto dos órgãos públicos quanto dos nomes por trás da estruturação da casa noturna. Em 2017, a jornalista investigativa Daniela Arbex lançou um livro narrando os acontecimentos do desastre e trazendo depoimentos inéditos dos sobreviventes e dos pais das vítimas, auxiliando na denúncia da negligência por parte dos promotores e fornecendo maior visibilidade ao caso.
Agora, tanto o acontecimento quanto o romance de nãoficção são levados à Netflix através da minissérie ‘Todo Dia a Mesma Noite’. Era apenas questão de tempo até a história ser adaptada em uma forma dramatizada – e tinha todos os elementos para cair nas fórmulas do gênero true crime (que agora vem encontrando espaço em solo brasileiro). Mas o resultado rema contra a nossa maré de expectativa e transforma-se em uma dolorosa homenagem aos jovens assassinados na Boate Kiss, sem se valer da espetacularização da catástrofe em questão e tomando a cautela necessária para entregar exatamente o que promete: uma perspectiva humana de uma mancha na história do país.
Ao contrário do que poderíamos esperar, a produção não pretende narrar os eventos anteriores que culminaram na fatalidade – afinal, como não houve um resultado sólido desde aquela época, não faria sentido analisar o que aconteceu antes. Logo, o primeiro episódio começa horas antes da tragédia, apresentando os protagonistas e coadjuvantes e de que forma a vida de cada um deles mudou em questão de segundos. E aqui, discorro o ótimo trabalho das diretoras Júlia Rezende e Carol Minêm, que unem forças não para utilizar das mágoas e dos traumas para ganhar visualizações ou dinheiro, mas para garantir que toda a angústia e o medo sejam sentidos pelo espectador. Desde os primeiros minutos, sabemos o que vai acontecer e nos sentimos enclausurados em um labirinto sem saída, acompanhados por uma frenética montagem e um jogo de luzes que atordoa e que tenta, ao máximo, refletir a realidade dos que faleceram naquela fatídica madrugada.
O elenco traz nomes como Thelmo Fernandes, Débora Lamm, Bianca Byington, Paulo Gorgulho e vários outros atores e atrizes estelares que fazem um sólido trabalho – ainda que alguns diálogos superexpostos tornem as performances um tanto quanto artificiais. Apesar disso e de breves equívocos técnicos, há um trabalho primoroso de foreshadowing evocado na primeira cena do piloto e que dita o tom do enredo e de como devemos compreender os episódios. A fotografia navega entre uma felicidade estonteante de cores quentes que logo dá espaço para o caos e para uma melancolia constante e justificável, pincelado pelos tons frios do azul que entram em conflito com as emoções à flor da pele. Uma das cenas de maior impacto é, sem dúvida alguma, o momento em que Ricardo (Gorgulho) e Lívia (Raquel Karro) chegam à Boate e correm pelo estacionamento para procurar o carro do filho – eventualmente descobrindo que ele estava na casa noturna e cedendo a uma constatação derradeira e dilacerante.
O grande mérito da minissérie é conseguir não se apoiar em imagens chocantes ou em explicitações condenáveis dos mortos, e sim utilizar os artifícios que lhe são dados para apostar fichas nas eternas consequências – ou seja, na desestabilização dos familiares, na falta de impunidade e na óbvia conivência do próprio Estado a uma calamidade sem precedentes. E, no final das contas, não podemos deixar de ficar comovidos com uma retratação fiel de pessoas que continuam a sofrer pela falta de aparato governamental e pela agridoce fé de que, em algum momento, isso irá mudar.
‘Todo Dia a Mesma Noite’ é uma potente investida da Netflix que, não obstante as evidentes falhas, cumpre com o que quer mostrar – uma recontagem dos fatos através de uma humanizadora e bem-vinda exploração do incêndio da Boate Kiss. Dez anos depois, espera-se a justiça e, como apontado pelo frame final da obra, exaltamos a memória das vítimas por justiça e pela promessa de que isso nunca mais se repita.
Fonte: https://cinepop.com.br/critica-todo-dia-a-mesma-noite-age-com-cautela-erespeito-acerca-da-tragedia-da-boate-kiss-38963/
No trecho “Ao contrário do que poderíamos esperar, a produção não pretende narrar os eventos anteriores que culminaram na fatalidade” a palavra destacada no contexto significa
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‘Todo Dia a Mesma Noite’ age com cautela e respeito acerca da tragédia da Boate Kiss
No dia 27 de janeiro de 2013, uma das maiores tragédias nacionais acontecia na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul: um incêndio criminoso se apossou da Boate Kiss e arrancou a vida de 242 pessoas, ninguém foi, de fato, preso ou responsabilizado, mesmo com diversas provas apontando a irresponsabilidade tanto dos órgãos públicos quanto dos nomes por trás da estruturação da casa noturna. Em 2017, a jornalista investigativa Daniela Arbex lançou um livro narrando os acontecimentos do desastre e trazendo depoimentos inéditos dos sobreviventes e dos pais das vítimas, auxiliando na denúncia da negligência por parte dos promotores e fornecendo maior visibilidade ao caso.
Agora, tanto o acontecimento quanto o romance de nãoficção são levados à Netflix através da minissérie ‘Todo Dia a Mesma Noite’. Era apenas questão de tempo até a história ser adaptada em uma forma dramatizada – e tinha todos os elementos para cair nas fórmulas do gênero true crime (que agora vem encontrando espaço em solo brasileiro). Mas o resultado rema contra a nossa maré de expectativa e transforma-se em uma dolorosa homenagem aos jovens assassinados na Boate Kiss, sem se valer da espetacularização da catástrofe em questão e tomando a cautela necessária para entregar exatamente o que promete: uma perspectiva humana de uma mancha na história do país.
Ao contrário do que poderíamos esperar, a produção não pretende narrar os eventos anteriores que culminaram na fatalidade – afinal, como não houve um resultado sólido desde aquela época, não faria sentido analisar o que aconteceu antes. Logo, o primeiro episódio começa horas antes da tragédia, apresentando os protagonistas e coadjuvantes e de que forma a vida de cada um deles mudou em questão de segundos. E aqui, discorro o ótimo trabalho das diretoras Júlia Rezende e Carol Minêm, que unem forças não para utilizar das mágoas e dos traumas para ganhar visualizações ou dinheiro, mas para garantir que toda a angústia e o medo sejam sentidos pelo espectador. Desde os primeiros minutos, sabemos o que vai acontecer e nos sentimos enclausurados em um labirinto sem saída, acompanhados por uma frenética montagem e um jogo de luzes que atordoa e que tenta, ao máximo, refletir a realidade dos que faleceram naquela fatídica madrugada.
O elenco traz nomes como Thelmo Fernandes, Débora Lamm, Bianca Byington, Paulo Gorgulho e vários outros atores e atrizes estelares que fazem um sólido trabalho – ainda que alguns diálogos superexpostos tornem as performances um tanto quanto artificiais. Apesar disso e de breves equívocos técnicos, há um trabalho primoroso de foreshadowing evocado na primeira cena do piloto e que dita o tom do enredo e de como devemos compreender os episódios. A fotografia navega entre uma felicidade estonteante de cores quentes que logo dá espaço para o caos e para uma melancolia constante e justificável, pincelado pelos tons frios do azul que entram em conflito com as emoções à flor da pele. Uma das cenas de maior impacto é, sem dúvida alguma, o momento em que Ricardo (Gorgulho) e Lívia (Raquel Karro) chegam à Boate e correm pelo estacionamento para procurar o carro do filho – eventualmente descobrindo que ele estava na casa noturna e cedendo a uma constatação derradeira e dilacerante.
O grande mérito da minissérie é conseguir não se apoiar em imagens chocantes ou em explicitações condenáveis dos mortos, e sim utilizar os artifícios que lhe são dados para apostar fichas nas eternas consequências – ou seja, na desestabilização dos familiares, na falta de impunidade e na óbvia conivência do próprio Estado a uma calamidade sem precedentes. E, no final das contas, não podemos deixar de ficar comovidos com uma retratação fiel de pessoas que continuam a sofrer pela falta de aparato governamental e pela agridoce fé de que, em algum momento, isso irá mudar.
‘Todo Dia a Mesma Noite’ é uma potente investida da Netflix que, não obstante as evidentes falhas, cumpre com o que quer mostrar – uma recontagem dos fatos através de uma humanizadora e bem-vinda exploração do incêndio da Boate Kiss. Dez anos depois, espera-se a justiça e, como apontado pelo frame final da obra, exaltamos a memória das vítimas por justiça e pela promessa de que isso nunca mais se repita.
Fonte: https://cinepop.com.br/critica-todo-dia-a-mesma-noite-age-com-cautela-erespeito-acerca-da-tragedia-da-boate-kiss-38963/
Em “Mas o resultado rema contra a nossa maré de expectativa e transforma-se em uma dolorosa homenagem aos jovens assassinados na Boate Kiss, (...)”, pode-se inferir que o autor quis dizer que a minissérie
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‘Todo Dia a Mesma Noite’ age com cautela e respeito acerca da tragédia da Boate Kiss
No dia 27 de janeiro de 2013, uma das maiores tragédias nacionais acontecia na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul: um incêndio criminoso se apossou da Boate Kiss e arrancou a vida de 242 pessoas, ninguém foi, de fato, preso ou responsabilizado, mesmo com diversas provas apontando a irresponsabilidade tanto dos órgãos públicos quanto dos nomes por trás da estruturação da casa noturna. Em 2017, a jornalista investigativa Daniela Arbex lançou um livro narrando os acontecimentos do desastre e trazendo depoimentos inéditos dos sobreviventes e dos pais das vítimas, auxiliando na denúncia da negligência por parte dos promotores e fornecendo maior visibilidade ao caso.
Agora, tanto o acontecimento quanto o romance de nãoficção são levados à Netflix através da minissérie ‘Todo Dia a Mesma Noite’. Era apenas questão de tempo até a história ser adaptada em uma forma dramatizada – e tinha todos os elementos para cair nas fórmulas do gênero true crime (que agora vem encontrando espaço em solo brasileiro). Mas o resultado rema contra a nossa maré de expectativa e transforma-se em uma dolorosa homenagem aos jovens assassinados na Boate Kiss, sem se valer da espetacularização da catástrofe em questão e tomando a cautela necessária para entregar exatamente o que promete: uma perspectiva humana de uma mancha na história do país.
Ao contrário do que poderíamos esperar, a produção não pretende narrar os eventos anteriores que culminaram na fatalidade – afinal, como não houve um resultado sólido desde aquela época, não faria sentido analisar o que aconteceu antes. Logo, o primeiro episódio começa horas antes da tragédia, apresentando os protagonistas e coadjuvantes e de que forma a vida de cada um deles mudou em questão de segundos. E aqui, discorro o ótimo trabalho das diretoras Júlia Rezende e Carol Minêm, que unem forças não para utilizar das mágoas e dos traumas para ganhar visualizações ou dinheiro, mas para garantir que toda a angústia e o medo sejam sentidos pelo espectador. Desde os primeiros minutos, sabemos o que vai acontecer e nos sentimos enclausurados em um labirinto sem saída, acompanhados por uma frenética montagem e um jogo de luzes que atordoa e que tenta, ao máximo, refletir a realidade dos que faleceram naquela fatídica madrugada.
O elenco traz nomes como Thelmo Fernandes, Débora Lamm, Bianca Byington, Paulo Gorgulho e vários outros atores e atrizes estelares que fazem um sólido trabalho – ainda que alguns diálogos superexpostos tornem as performances um tanto quanto artificiais. Apesar disso e de breves equívocos técnicos, há um trabalho primoroso de foreshadowing evocado na primeira cena do piloto e que dita o tom do enredo e de como devemos compreender os episódios. A fotografia navega entre uma felicidade estonteante de cores quentes que logo dá espaço para o caos e para uma melancolia constante e justificável, pincelado pelos tons frios do azul que entram em conflito com as emoções à flor da pele. Uma das cenas de maior impacto é, sem dúvida alguma, o momento em que Ricardo (Gorgulho) e Lívia (Raquel Karro) chegam à Boate e correm pelo estacionamento para procurar o carro do filho – eventualmente descobrindo que ele estava na casa noturna e cedendo a uma constatação derradeira e dilacerante.
O grande mérito da minissérie é conseguir não se apoiar em imagens chocantes ou em explicitações condenáveis dos mortos, e sim utilizar os artifícios que lhe são dados para apostar fichas nas eternas consequências – ou seja, na desestabilização dos familiares, na falta de impunidade e na óbvia conivência do próprio Estado a uma calamidade sem precedentes. E, no final das contas, não podemos deixar de ficar comovidos com uma retratação fiel de pessoas que continuam a sofrer pela falta de aparato governamental e pela agridoce fé de que, em algum momento, isso irá mudar.
‘Todo Dia a Mesma Noite’ é uma potente investida da Netflix que, não obstante as evidentes falhas, cumpre com o que quer mostrar – uma recontagem dos fatos através de uma humanizadora e bem-vinda exploração do incêndio da Boate Kiss. Dez anos depois, espera-se a justiça e, como apontado pelo frame final da obra, exaltamos a memória das vítimas por justiça e pela promessa de que isso nunca mais se repita.
Fonte: https://cinepop.com.br/critica-todo-dia-a-mesma-noite-age-com-cautela-erespeito-acerca-da-tragedia-da-boate-kiss-38963/
De acordo com o texto, entre as questões relacionadas à minissérie ‘Todo dia a Mesma Noite’ NÃO se inclui a(o)
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