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Leia o trecho a seguir.
“Não há iniciativa, isto é, não há mão poderosa que abra uma direção aos espíritos; há terreno, não há semente; há rebanho, não há pastor; há planetas, mas não há outro sistema.
A arte para nós foi sempre órfã; adornou-se nos esforços, impossíveis quase, de alguns caracteres de ferro, mas, caminho certo, estrela ou alvo, nunca os teve.
Assim, basta a boa vontade de um exame ligeiro sobre a nossa situação artística para reconhecer que estamos na infância da moral; e que ainda tateamos para darmos com a porta da adolescência que parece escondida nas trevas do futuro. [...]”
MACHADO DE ASSIS, Joaquim Maria. Ideias sobre o teatro. Disponível em: https://machado.mec.gov.br/obra-completalista/item/download/118_abf8892d55251c1c41a36f3a2638fdc4. Acesso em: 29 jan. 2023.
Agora analise as proposições a seguir.
I. No primeiro parágrafo, todas as orações apresentadas não possuem sujeito.
II. O pronome “os”, presente no segundo parágrafo, refere-se às expressões “caminho certo”, “estrela” e “alvo”.
III. O verbo “bastar” foi empregado como verbo intransitivo no terceiro parágrafo.
IV. Os verbos “estar”, “tatear” e “dar”, presentes no terceiro parágrafo, possuem o mesmo tipo de sujeito.
Marque a opção que apresenta as proposições CORRETAS.
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Leia o texto a seguir.
QUE É PESQUISA?
Pode-se definir pesquisa como o procedimento racional e sistemático que tem como objetivo proporcionar respostas aos problemas que são propostos. A pesquisa é requerida quando não se dispõe de informação suficiente para responder ao problema, ou então quando a informação disponível se encontra em tal estado de desordem que não possa ser adequadamente relacionada ao problema.
A pesquisa é desenvolvida mediante o concurso dos conhecimentos disponíveis e a utilização cuidadosa de métodos, técnicas e outros procedimentos científicos. Na realidade, a pesquisa desenvolve-se ao longo de um processo que envolve inúmeras fases, desde a adequada formulação do problema até a satisfatória apresentação dos resultados.
GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4ª ed. São Paulo: Atlas, 2002.
Com base em suas características, pode-se afirmar que o tipo textual predominante no texto apresentado é o
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Leia, observe e analise a tirinha a seguir.

LEITE, Will. Ditados populares. 15 de janeiro de 2023. Disponível em: http://www.willtirando.com.br/ditados-populares/. Acesso em 30 jan. 2023.
As aspas duplas foram empregadas nessa tirinha para
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Leia o excerto a seguir. “Sou de uma família nigeriana convencional, de classe média. Meu pai era professor universitário e minha mãe era administradora. Tínhamos, como era comum, empregados domésticos que moravam em nossa casa e que, em geral, vinham de vilarejos rurais próximos. No ano em que fiz oito anos, um menino novo foi trabalhar lá em casa. O nome dele era Fide. A única coisa que minha mãe nos contou sobre ele foi que sua família era muito pobre. Minha mãe mandava inhame, arroz e nossas roupas velhas para eles. Quando eu não comia todo o meu jantar, ela dizia: ‘Coma tudo! Você não sabe que pessoas como a família de Fide não têm nada?’. E eu sentia uma pena enorme deles.
Certo sábado, fomos ao vilarejo de Fide fazer uma visita. Sua mãe nos mostrou um cesto de palha pintado com uns desenhos lindos que o irmão dele tinha feito. Fiquei espantada. Não havia me ocorrido que alguém naquela família pudesse fazer alguma coisa. Eu só tinha ouvido falar sobre como eram pobres, então ficou impossível para mim vê-los como qualquer coisa além de pobres. A pobreza era minha história única deles.”
ADICHIE, Chimamanda Ngozi. O perigo de uma história única (tradução de Julia Romeu). São Paulo: Companhia das Letras, 2009. Disponível em: http://www.ted.com/talks/chimamanda_adichie_the_danger_of_a_single_story?lang uage=pt-br. Acesso em: 29 jan. 2023.
De acordo com esse excerto,
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Icapuí-CE
Leia um trecho do conto a seguir.
Tentação – Clarice Lispector
Ela estava com soluço. E como se não bastasse a claridade das duas horas, ela era ruiva.
Na rua vazia as pedras vibravam de calor - a cabeça da menina flamejava. Sentada nos degraus de sua casa, ela suportava. Ninguém na rua, só uma pessoa esperando inutilmente no ponto do bonde. E como se não bastasse seu olhar submisso e paciente, o soluço a interrompia de momento a momento, abalando o queixo que se apoiava conformado na mão. Que fazer de uma menina ruiva com soluço? Olhamo-nos sem palavras, desalento contra desalento. Na rua deserta nenhum sinal de bonde. Numa terra de morenos, ser ruivo era uma revolta involuntária. Que importava se num dia futuro sua marca ia fazêla erguer insolente uma cabeça de mulher? Por enquanto ela estava sentada num degrau faiscante da porta, às duas horas. O que a salvava era uma bolsa velha de senhora, com alça partida. Segurava-a com um amor conjugal já habituado, apertando-a contra os joelhos. (...)
LISPECTOR, Clarice. Felicidade clandestina.Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1981.
Sobre o texto de Clarice Lispector, podemos considerá-la como uma escritora
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Icapuí-CE
Leia o poema a seguir.
A um poeta – Olavo Bilac
Longe do estéril turbilhão da rua,
Beneditino escreve! No aconchego
Do claustro, na paciência e no sossego,
Trabalha e teima, e lima , e sofre, e sua!
Mas que na forma se disfarce o emprego
Do esforço: e trama viva se construa
De tal modo, que a imagem fique nua
Rica mas sóbria, como um templo grego
Não se mostre na fábrica o suplício
Do mestre. E natural, o efeito agrade
Sem lembrar os andaimes do edifício:
Porque a Beleza, gêmea da Verdade
Arte pura, inimiga do artifício,
É a força e a graça na simplicidade
O poema a seguir pertence a escola literária do
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Analise a tirinha a seguir

Fonte: https://mobile.twitter.com/duartejr_/status/1349012970051936259
Observe as frases a seguir.
I. Pode parecer bobagem, mas não é.
II. Fique atento ao que prejudica a sua mente.
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Desatola bandida
Compositores: Cesar Lemos / Paula Mattos / Bibi Intérprete: Alice Wegman
É muita sofrência pra uma pessoa só
Eu olho pra mim e até eu tenho dó
Tinha apenas um sonho na mala
E uma voz dizendo que me ama
Mas quem ama, não trai e não mente
Você não me engana
Eu subi no altar só pra desmascarar sua farsa
Conta agora se a amante era ela ou eu
Cria vergonha na cara
Tudo que falou era mentira
O que prometeu foi fantasia
Mas girei a chave e dei partida
Hoje eu posso tá por baixo
Amanhã tô por cima
Desatola bandida
Seja na lama ou no asfalto
A estrada ensina
Desatola bandida
Entenda de uma vez
Cê vale muito menos
Que a minha caranga 86
Eu subi no altar só pra desmascarar sua farsa
Conta agora se a amante era ela ou eu
Cria vergonha na cara
Tudo que falou era mentira
O que prometeu foi fantasia
Mas girei a chave e dei partida
Hoje eu posso tá por baixo
Amanhã tô por cima
Desatola bandida
Seja na lama ou no asfalto
A estrada ensina
Desatola bandida
Hoje eu posso tá por baixo
Amanhã tô por cima
Desatola bandida
Seja na lama ou no asfalto
A estrada ensina
Desatola bandida
Entenda de uma vez
Cê vale muito menos
Que a minha caranga 86
Cê vale muito menos
Que a minha caranga 86
Na frase “É muita sofrência pra uma pessoa só”, o processo de formação da palavra sublinhada é
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Desatola bandida
Compositores: Cesar Lemos / Paula Mattos / Bibi Intérprete: Alice Wegman
É muita sofrência pra uma pessoa só
Eu olho pra mim e até eu tenho dó
Tinha apenas um sonho na mala
E uma voz dizendo que me ama
Mas quem ama, não trai e não mente
Você não me engana
Eu subi no altar só pra desmascarar sua farsa
Conta agora se a amante era ela ou eu
Cria vergonha na cara
Tudo que falou era mentira
O que prometeu foi fantasia
Mas girei a chave e dei partida
Hoje eu posso tá por baixo
Amanhã tô por cima
Desatola bandida
Seja na lama ou no asfalto
A estrada ensina
Desatola bandida
Entenda de uma vez
Cê vale muito menos
Que a minha caranga 86
Eu subi no altar só pra desmascarar sua farsa
Conta agora se a amante era ela ou eu
Cria vergonha na cara
Tudo que falou era mentira
O que prometeu foi fantasia
Mas girei a chave e dei partida
Hoje eu posso tá por baixo
Amanhã tô por cima
Desatola bandida
Seja na lama ou no asfalto
A estrada ensina
Desatola bandida
Hoje eu posso tá por baixo
Amanhã tô por cima
Desatola bandida
Seja na lama ou no asfalto
A estrada ensina
Desatola bandida
Entenda de uma vez
Cê vale muito menos
Que a minha caranga 86
Cê vale muito menos
Que a minha caranga 86
Analise as frases presentes na música.
I. “Eu subi no altar só pra desmascarar sua farsa.”
II. “Entenda de uma vez...”
III. “Conta agora se a amante era ela ou eu.”
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Assinale a alternativa em que o termo sublinhado está classificado corretamente, de acordo com a norma padrão.
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