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Considere a função f definida de A em B, em que A = {1,
2, 3, 4} e B = {a, b, c}, dada por:
f(1) = a, f(2) = b, f(3) = c, f(4) = a.
Classificando-se f quanto ao tipo de mapeamento, é CORRETO afirmar que f é
f(1) = a, f(2) = b, f(3) = c, f(4) = a.
Classificando-se f quanto ao tipo de mapeamento, é CORRETO afirmar que f é
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Em um feixe de retas paralelas cortadas por duas
transversais, na primeira transversal os segmentos entre as
paralelas medem 4 cm e 6 cm. Na segunda transversal, o
segmento correspondente ao de 4 cm mede 6 cm. Nessas
condições, o segmento correspondente ao de 6 cm mede, em
centímetros,
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Uma escola tem 5 professores de Matemática e 3
professores de Língua Portuguesa. Deseja-se formar uma
comissão com 3 professores, de modo que haja, pelo menos,
1 professor de cada disciplina na comissão. Quantas
comissões diferentes podem ser formadas?
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Quantos números primos existem entre 30 e 50,
inclusive?
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Três impressoras iguais produzem, juntas, 270
apostilas em 6 horas de trabalho contínuo. Mantidas as
mesmas condições, quantas apostilas 5 impressoras
produzirão em 4 horas de trabalho?
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Em uma biblioteca escolar, a razão entre o número de
livros de ficção e de não ficção é 5 : 3. Depois que a escola
recebeu 16 novos livros de não ficção, a razão passou a ser
5 : 4. Quantos livros de ficção havia na biblioteca após essa
doação?
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Três reuniões pedagógicas são realizadas em ciclos
regulares:
– a primeira, a cada 6 dias;
– a segunda, a cada 8 dias;
– a terceira, a cada 12 dias.
Se em determinado dia, as três reuniões ocorrem juntas, após quantos dias elas voltarão a coincidir novamente no mesmo dia?
– a primeira, a cada 6 dias;
– a segunda, a cada 8 dias;
– a terceira, a cada 12 dias.
Se em determinado dia, as três reuniões ocorrem juntas, após quantos dias elas voltarão a coincidir novamente no mesmo dia?
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Leia o texto e responda à questão.
O QUE PENSAM OS PROFESSORES SOBRE TECNOLOGIA
DIGITAL NA ESCOLA?
Nos últimos anos, é comum ouvir que a escola precisa
“entrar no século XXI” e usar mais tecnologia digital. Mas, na
prática, o que pensam os professores sobre isso? Uma pesquisa
nacional realizada com milhares de professores da rede pública
brasileira buscou ouvir quem está todos os dias em sala de aula.
Os resultados mostram um quadro cheio de nuances, em que
entusiasmo e frustração aparecem lado a lado.
Mais da metade dos professores entrevistados declarou
usar recursos digitais com regularidade em suas aulas. São
vídeos, apresentações, plataformas on-line, aplicativos e outras
ferramentas que ajudam a explicar conteúdos, propor atividades
e dialogar com o universo dos estudantes. Muitos professores
reconhecem que a tecnologia pode aumentar o interesse da
turma, aproximar a linguagem da escola da realidade dos jovens
e permitir experiências que o quadro e o caderno não dão conta
de oferecer.
Ao mesmo tempo, grande parte desses professores afirma
que usaria ainda mais tecnologia se isso não significasse
aumento de carga de trabalho. Muitos relatam que, quando o
recurso digital é mal planejado, acaba gerando mais tarefas
manuais, como lançar atividades em plataformas pouco intuitivas,
lidar com falhas constantes de conexão ou substituir materiais
que já estavam prontos por versões digitais que não facilitam o
dia a dia. Para uma parcela expressiva, a sensação é de que a
tecnologia entrou na rotina sem vir acompanhada do apoio
necessário.
Os obstáculos materiais também pesam. Entre os fatores
que dificultam o uso de tecnologia em sala, os professores citam
poucos equipamentos disponíveis, compartilhados por muitas
turmas, além de laboratórios fechados ou desatualizados. A
qualidade da internet é outro problema frequente: conexões
instáveis, lentas ou concentradas em alguns espaços da escola
atrapalham atividades que dependem de acesso on-line em
tempo real. Nessas condições, o risco de a aula “travar” é alto, o
que desestimula novas tentativas.
A formação para o uso pedagógico das tecnologias aparece
como outro ponto crítico. Uma parte significativa dos professores
relata nunca ter participado de cursos mais estruturados sobre
informática educacional ou sobre o uso de recursos digitais
alinhados ao currículo. Muitos aprenderam sozinhos ou com
colegas, explorando ferramentas por conta própria. Isso faz
diferença quando o professor precisa ir além de “passar um vídeo”
e deseja integrar a tecnologia em projetos, sequências didáticas
e avaliações.
Apesar das dificuldades, o estudo indica que há disposição
para avançar. A maioria dos participantes acredita que, com
equipamentos em condições adequadas, internet confiável,
formação continuada e propostas que realmente ajudem a
organizar a rotina, a tecnologia digital pode ter impacto positivo
na aprendizagem. Integrar esses recursos ao cotidiano escolar,
porém, não é tarefa individual. Envolve decisões de políticas
públicas, investimentos, planejamento das redes de ensino e
espaço para que o professor tenha apoio ao experimentar novas
práticas, sem carregar sozinho o peso da inovação.
(Texto adaptado para fins didáticos a partir de “O que pensam os professores
brasileiros sobre a tecnologia digital em sala de aula?”, pesquisa do movimento
Todos Pela Educação, 2017.)
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Leia o texto e responda à questão.
O QUE PENSAM OS PROFESSORES SOBRE TECNOLOGIA
DIGITAL NA ESCOLA?
Nos últimos anos, é comum ouvir que a escola precisa
“entrar no século XXI” e usar mais tecnologia digital. Mas, na
prática, o que pensam os professores sobre isso? Uma pesquisa
nacional realizada com milhares de professores da rede pública
brasileira buscou ouvir quem está todos os dias em sala de aula.
Os resultados mostram um quadro cheio de nuances, em que
entusiasmo e frustração aparecem lado a lado.
Mais da metade dos professores entrevistados declarou
usar recursos digitais com regularidade em suas aulas. São
vídeos, apresentações, plataformas on-line, aplicativos e outras
ferramentas que ajudam a explicar conteúdos, propor atividades
e dialogar com o universo dos estudantes. Muitos professores
reconhecem que a tecnologia pode aumentar o interesse da
turma, aproximar a linguagem da escola da realidade dos jovens
e permitir experiências que o quadro e o caderno não dão conta
de oferecer.
Ao mesmo tempo, grande parte desses professores afirma
que usaria ainda mais tecnologia se isso não significasse
aumento de carga de trabalho. Muitos relatam que, quando o
recurso digital é mal planejado, acaba gerando mais tarefas
manuais, como lançar atividades em plataformas pouco intuitivas,
lidar com falhas constantes de conexão ou substituir materiais
que já estavam prontos por versões digitais que não facilitam o
dia a dia. Para uma parcela expressiva, a sensação é de que a
tecnologia entrou na rotina sem vir acompanhada do apoio
necessário.
Os obstáculos materiais também pesam. Entre os fatores
que dificultam o uso de tecnologia em sala, os professores citam
poucos equipamentos disponíveis, compartilhados por muitas
turmas, além de laboratórios fechados ou desatualizados. A
qualidade da internet é outro problema frequente: conexões
instáveis, lentas ou concentradas em alguns espaços da escola
atrapalham atividades que dependem de acesso on-line em
tempo real. Nessas condições, o risco de a aula “travar” é alto, o
que desestimula novas tentativas.
A formação para o uso pedagógico das tecnologias aparece
como outro ponto crítico. Uma parte significativa dos professores
relata nunca ter participado de cursos mais estruturados sobre
informática educacional ou sobre o uso de recursos digitais
alinhados ao currículo. Muitos aprenderam sozinhos ou com
colegas, explorando ferramentas por conta própria. Isso faz
diferença quando o professor precisa ir além de “passar um vídeo”
e deseja integrar a tecnologia em projetos, sequências didáticas
e avaliações.
Apesar das dificuldades, o estudo indica que há disposição
para avançar. A maioria dos participantes acredita que, com
equipamentos em condições adequadas, internet confiável,
formação continuada e propostas que realmente ajudem a
organizar a rotina, a tecnologia digital pode ter impacto positivo
na aprendizagem. Integrar esses recursos ao cotidiano escolar,
porém, não é tarefa individual. Envolve decisões de políticas
públicas, investimentos, planejamento das redes de ensino e
espaço para que o professor tenha apoio ao experimentar novas
práticas, sem carregar sozinho o peso da inovação.
(Texto adaptado para fins didáticos a partir de “O que pensam os professores
brasileiros sobre a tecnologia digital em sala de aula?”, pesquisa do movimento
Todos Pela Educação, 2017.)
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O QUE PENSAM OS PROFESSORES SOBRE TECNOLOGIA
DIGITAL NA ESCOLA?
Nos últimos anos, é comum ouvir que a escola precisa
“entrar no século XXI” e usar mais tecnologia digital. Mas, na
prática, o que pensam os professores sobre isso? Uma pesquisa
nacional realizada com milhares de professores da rede pública
brasileira buscou ouvir quem está todos os dias em sala de aula.
Os resultados mostram um quadro cheio de nuances, em que
entusiasmo e frustração aparecem lado a lado.
Mais da metade dos professores entrevistados declarou
usar recursos digitais com regularidade em suas aulas. São
vídeos, apresentações, plataformas on-line, aplicativos e outras
ferramentas que ajudam a explicar conteúdos, propor atividades
e dialogar com o universo dos estudantes. Muitos professores
reconhecem que a tecnologia pode aumentar o interesse da
turma, aproximar a linguagem da escola da realidade dos jovens
e permitir experiências que o quadro e o caderno não dão conta
de oferecer.
Ao mesmo tempo, grande parte desses professores afirma
que usaria ainda mais tecnologia se isso não significasse
aumento de carga de trabalho. Muitos relatam que, quando o
recurso digital é mal planejado, acaba gerando mais tarefas
manuais, como lançar atividades em plataformas pouco intuitivas,
lidar com falhas constantes de conexão ou substituir materiais
que já estavam prontos por versões digitais que não facilitam o
dia a dia. Para uma parcela expressiva, a sensação é de que a
tecnologia entrou na rotina sem vir acompanhada do apoio
necessário.
Os obstáculos materiais também pesam. Entre os fatores
que dificultam o uso de tecnologia em sala, os professores citam
poucos equipamentos disponíveis, compartilhados por muitas
turmas, além de laboratórios fechados ou desatualizados. A
qualidade da internet é outro problema frequente: conexões
instáveis, lentas ou concentradas em alguns espaços da escola
atrapalham atividades que dependem de acesso on-line em
tempo real. Nessas condições, o risco de a aula “travar” é alto, o
que desestimula novas tentativas.
A formação para o uso pedagógico das tecnologias aparece
como outro ponto crítico. Uma parte significativa dos professores
relata nunca ter participado de cursos mais estruturados sobre
informática educacional ou sobre o uso de recursos digitais
alinhados ao currículo. Muitos aprenderam sozinhos ou com
colegas, explorando ferramentas por conta própria. Isso faz
diferença quando o professor precisa ir além de “passar um vídeo”
e deseja integrar a tecnologia em projetos, sequências didáticas
e avaliações.
Apesar das dificuldades, o estudo indica que há disposição
para avançar. A maioria dos participantes acredita que, com
equipamentos em condições adequadas, internet confiável,
formação continuada e propostas que realmente ajudem a
organizar a rotina, a tecnologia digital pode ter impacto positivo
na aprendizagem. Integrar esses recursos ao cotidiano escolar,
porém, não é tarefa individual. Envolve decisões de políticas
públicas, investimentos, planejamento das redes de ensino e
espaço para que o professor tenha apoio ao experimentar novas
práticas, sem carregar sozinho o peso da inovação.
(Texto adaptado para fins didáticos a partir de “O que pensam os professores
brasileiros sobre a tecnologia digital em sala de aula?”, pesquisa do movimento
Todos Pela Educação, 2017.)
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