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2847107 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SUSTENTE
Orgão: Pref. Igarassu-PE
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TEXTO 1

O TEMPO

Há duas formas de marcar o tempo. Uma delas foi inventada por homens que amam a precisão dos números, matemáticos, astrônomos, cientistas, técnicos. Para marcar o tempo de forma precisa, eles fabricaram ampulhetas, relógios, cronômetros, calendários. Nesses artefatos técnicos, todos os pedaços do tempo – segundos, minutos, dias, anos – são feitos de uma mesma substância: números, entidades matemáticas. Não há inícios nem fins, apenas a indiferente sucessão de momentos, que nada dizem sobre alegrias e sofrimentos. Apenas um bolso vazio. Nele, a alma não encontra morada.

Nas Olimpíadas, a performance dos corredores e nadadores é medida até os centésimos. Fico a me perguntar: “Como é que conseguem? Que diferença faz?”.

A outra foi inventada por homens que sabem que a vida não pode ser medida com calendários e relógios. A vida só pode ser marcada com a vida. Os amantes do Cântico dos Cânticos marcavam o tempo do amor pelos frutos maduros que pendiam das árvores. Quando as folhas dos plátanos ficam amarelas sabemos que o outono chegou. Os ipês-rosas e amarelos anunciam o inverno.

Qual a magia que informa os ipês, todos eles, em lugares muito diferentes, que é hora de perder as folhas e florescer? E sem misturar as cores. Primeiro os rosas, depois os amarelos e, finalmente, os brancos.

Sugeri que algum compositor compusesse uma sinfonia ou uma brincadeira musical em três movimentos. Primeiro movimento, “Ipê-rosa”, andante tranquilo, em que os violoncelos cantam a paz e a segurança. Segundo movimento, “Ipê-amarelo”, rondo vivace, em que os metais, cores parecidas com a dos ipês, fazem soar a exuberância da vida. Terceiro movimento, “Ipê-branco”, moderato, em que o veludo dos oboés cantam a mansidão. Seria bom se nós, como os ipês, nos abríssemos para o amor no inverno.

A precisão dos números marca o tempo das máquinas e do dinheiro. O tempo do amor se marca com o corpo.

(...)

Heráclito foi um filósofo grego fascinado pelo tempo. Contemplava o rio e via que tudo é rio. Percebeu que não é possível entrar duas vezes no mesmo rio; na segunda vez, as águas serão outras, o primeiro rio já não existirá. Tudo é água que flui: as montanhas, as casas, as pedras, as árvores, os animais, os filhos, o corpo… Assim é tudo, assim é a vida: tempo que flui sem parar. Daquilo que ele supostamente escreveu, restam apenas fragmentos enigmáticos. Dentre eles, um me encanta: “Tempo é criança brincando, jogando; da criança o reinado”.

Para nós, o tempo é um velho, cada vez mais velho, sobre quem se acumulam os anos que passam e de quem a vida foge.

Heráclito, ao contrário, diz que o tempo é criança, início permanente, movimento circular, o fim que volta sempre ao início, fonte de juventude eterna, possibilidade de novos começos.

Tempo é criança? O que o filósofo queria dizer exatamente eu não sei. Mas sei que as crianças odeiam Chronos, o deus dos cronômetros, dos segundos, dos centésimos de segundos. O relógio é o tempo do dever: corpo engaiolado.

Rubem Alves, do livro “Do universo à jabuticaba”. São Paulo: Editora Planeta, 2010.

“Sugeri que algum compositor compusesse uma sinfonia ou uma brincadeira musical em três movimentos. Primeiro movimento, “Ipê-rosa”, andante tranquilo, em que os violoncelos cantam a paz e a segurança. Segundo movimento, “Ipê-amarelo”, rondo vivace, em que os metais, cores parecidas com a dos ipês, fazem soar a exuberância da vida. Terceiro movimento, “Ipê-branco”, moderato, em que o veludo dos oboés cantam a mansidão. Seria bom se nós, como os ipês, nos abríssemos para o amor no inverno.”

Analise o parágrafo destacado para poder responder a questão.

Observe as assertivas abaixo a fim de assinalar a única alternativa correta.

I. Quanto ao emprego de modos e tempos verbais, o autor utilizou modos e tempos diversos.

II. Existe coesão com elementos subordinados e coordenados.

III. Há elementos circunstanciais de finalidade, de comparação, de conformidade, de finalidade.

IV. Nota-se uso de concordância inadequada no excerto.

V. Existe numeral cardinal e ordinal além de pronomes pessoais, relativos e indefinido.

Correta(s) está(ão) apenas a(s) assertiva(s):

 

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2847106 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SUSTENTE
Orgão: Pref. Igarassu-PE
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TEXTO 1

O TEMPO

Há duas formas de marcar o tempo. Uma delas foi inventada por homens que amam a precisão dos números, matemáticos, astrônomos, cientistas, técnicos. Para marcar o tempo de forma precisa, eles fabricaram ampulhetas, relógios, cronômetros, calendários. Nesses artefatos técnicos, todos os pedaços do tempo – segundos, minutos, dias, anos – são feitos de uma mesma substância: números, entidades matemáticas. Não há inícios nem fins, apenas a indiferente sucessão de momentos, que nada dizem sobre alegrias e sofrimentos. Apenas um bolso vazio. Nele, a alma não encontra morada.

Nas Olimpíadas, a performance dos corredores e nadadores é medida até os centésimos. Fico a me perguntar: “Como é que conseguem? Que diferença faz?”.

A outra foi inventada por homens que sabem que a vida não pode ser medida com calendários e relógios. A vida só pode ser marcada com a vida. Os amantes do Cântico dos Cânticos marcavam o tempo do amor pelos frutos maduros que pendiam das árvores. Quando as folhas dos plátanos ficam amarelas sabemos que o outono chegou. Os ipês-rosas e amarelos anunciam o inverno.

Qual a magia que informa os ipês, todos eles, em lugares muito diferentes, que é hora de perder as folhas e florescer? E sem misturar as cores. Primeiro os rosas, depois os amarelos e, finalmente, os brancos.

Sugeri que algum compositor compusesse uma sinfonia ou uma brincadeira musical em três movimentos. Primeiro movimento, “Ipê-rosa”, andante tranquilo, em que os violoncelos cantam a paz e a segurança. Segundo movimento, “Ipê-amarelo”, rondo vivace, em que os metais, cores parecidas com a dos ipês, fazem soar a exuberância da vida. Terceiro movimento, “Ipê-branco”, moderato, em que o veludo dos oboés cantam a mansidão. Seria bom se nós, como os ipês, nos abríssemos para o amor no inverno.

A precisão dos números marca o tempo das máquinas e do dinheiro. O tempo do amor se marca com o corpo.

(...)

Heráclito foi um filósofo grego fascinado pelo tempo. Contemplava o rio e via que tudo é rio. Percebeu que não é possível entrar duas vezes no mesmo rio; na segunda vez, as águas serão outras, o primeiro rio já não existirá. Tudo é água que flui: as montanhas, as casas, as pedras, as árvores, os animais, os filhos, o corpo… Assim é tudo, assim é a vida: tempo que flui sem parar. Daquilo que ele supostamente escreveu, restam apenas fragmentos enigmáticos. Dentre eles, um me encanta: “Tempo é criança brincando, jogando; da criança o reinado”.

Para nós, o tempo é um velho, cada vez mais velho, sobre quem se acumulam os anos que passam e de quem a vida foge.

Heráclito, ao contrário, diz que o tempo é criança, início permanente, movimento circular, o fim que volta sempre ao início, fonte de juventude eterna, possibilidade de novos começos.

Tempo é criança? O que o filósofo queria dizer exatamente eu não sei. Mas sei que as crianças odeiam Chronos, o deus dos cronômetros, dos segundos, dos centésimos de segundos. O relógio é o tempo do dever: corpo engaiolado.

Rubem Alves, do livro “Do universo à jabuticaba”. São Paulo: Editora Planeta, 2010.

A questão refere-se ao texto 1.

“Qual a magia que informa os ipês, todos eles, em lugares muito diferentes, que é hora de perder as folhas e florescer? E sem misturar as cores. Primeiro os rosas, depois os amarelos e, finalmente, os brancos.”

Em relação ao parágrafo em evidência, identifique a única alternativa correta quanto aos aspectos morfossintáticos.

 

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2847104 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SUSTENTE
Orgão: Pref. Igarassu-PE
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TEXTO 1

O TEMPO

Há duas formas de marcar o tempo. Uma delas foi inventada por homens que amam a precisão dos números, matemáticos, astrônomos, cientistas, técnicos. Para marcar o tempo de forma precisa, eles fabricaram ampulhetas, relógios, cronômetros, calendários. Nesses artefatos técnicos, todos os pedaços do tempo – segundos, minutos, dias, anos – são feitos de uma mesma substância: números, entidades matemáticas. Não há inícios nem fins, apenas a indiferente sucessão de momentos, que nada dizem sobre alegrias e sofrimentos. Apenas um bolso vazio. Nele, a alma não encontra morada.

Nas Olimpíadas, a performance dos corredores e nadadores é medida até os centésimos. Fico a me perguntar: “Como é que conseguem? Que diferença faz?”.

A outra foi inventada por homens que sabem que a vida não pode ser medida com calendários e relógios. A vida só pode ser marcada com a vida. Os amantes do Cântico dos Cânticos marcavam o tempo do amor pelos frutos maduros que pendiam das árvores. Quando as folhas dos plátanos ficam amarelas sabemos que o outono chegou. Os ipês-rosas e amarelos anunciam o inverno.

Qual a magia que informa os ipês, todos eles, em lugares muito diferentes, que é hora de perder as folhas e florescer? E sem misturar as cores. Primeiro os rosas, depois os amarelos e, finalmente, os brancos.

Sugeri que algum compositor compusesse uma sinfonia ou uma brincadeira musical em três movimentos. Primeiro movimento, “Ipê-rosa”, andante tranquilo, em que os violoncelos cantam a paz e a segurança. Segundo movimento, “Ipê-amarelo”, rondo vivace, em que os metais, cores parecidas com a dos ipês, fazem soar a exuberância da vida. Terceiro movimento, “Ipê-branco”, moderato, em que o veludo dos oboés cantam a mansidão. Seria bom se nós, como os ipês, nos abríssemos para o amor no inverno.

A precisão dos números marca o tempo das máquinas e do dinheiro. O tempo do amor se marca com o corpo.

(...)

Heráclito foi um filósofo grego fascinado pelo tempo. Contemplava o rio e via que tudo é rio. Percebeu que não é possível entrar duas vezes no mesmo rio; na segunda vez, as águas serão outras, o primeiro rio já não existirá. Tudo é água que flui: as montanhas, as casas, as pedras, as árvores, os animais, os filhos, o corpo… Assim é tudo, assim é a vida: tempo que flui sem parar. Daquilo que ele supostamente escreveu, restam apenas fragmentos enigmáticos. Dentre eles, um me encanta: “Tempo é criança brincando, jogando; da criança o reinado”.

Para nós, o tempo é um velho, cada vez mais velho, sobre quem se acumulam os anos que passam e de quem a vida foge.

Heráclito, ao contrário, diz que o tempo é criança, início permanente, movimento circular, o fim que volta sempre ao início, fonte de juventude eterna, possibilidade de novos começos.

Tempo é criança? O que o filósofo queria dizer exatamente eu não sei. Mas sei que as crianças odeiam Chronos, o deus dos cronômetros, dos segundos, dos centésimos de segundos. O relógio é o tempo do dever: corpo engaiolado.

Rubem Alves, do livro “Do universo à jabuticaba”. São Paulo: Editora Planeta, 2010.

A questão refere-se ao texto 1.

O texto, em análise, é literário. Este tipo possui características diferentes de outros tipos não classificados como literários. Características dele se encontram nas assertivas:

I. Trata-se de uma crônica, pertinente ao tipo narrativo.

II. Emprega-se, em geral, um tipo de linguagem chamada conotativa.

III. Pertence ao tipo dissertativo e vem, normalmente em periódicos.

Está (ão) correta (s) apenas:

 

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2847103 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SUSTENTE
Orgão: Pref. Igarassu-PE
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TEXTO 1

O TEMPO

Há duas formas de marcar o tempo. Uma delas foi inventada por homens que amam a precisão dos números, matemáticos, astrônomos, cientistas, técnicos. Para marcar o tempo de forma precisa, eles fabricaram ampulhetas, relógios, cronômetros, calendários. Nesses artefatos técnicos, todos os pedaços do tempo – segundos, minutos, dias, anos – são feitos de uma mesma substância: números, entidades matemáticas. Não há inícios nem fins, apenas a indiferente sucessão de momentos, que nada dizem sobre alegrias e sofrimentos. Apenas um bolso vazio. Nele, a alma não encontra morada.

Nas Olimpíadas, a performance dos corredores e nadadores é medida até os centésimos. Fico a me perguntar: “Como é que conseguem? Que diferença faz?”.

A outra foi inventada por homens que sabem que a vida não pode ser medida com calendários e relógios. A vida só pode ser marcada com a vida. Os amantes do Cântico dos Cânticos marcavam o tempo do amor pelos frutos maduros que pendiam das árvores. Quando as folhas dos plátanos ficam amarelas sabemos que o outono chegou. Os ipês-rosas e amarelos anunciam o inverno.

Qual a magia que informa os ipês, todos eles, em lugares muito diferentes, que é hora de perder as folhas e florescer? E sem misturar as cores. Primeiro os rosas, depois os amarelos e, finalmente, os brancos.

Sugeri que algum compositor compusesse uma sinfonia ou uma brincadeira musical em três movimentos. Primeiro movimento, “Ipê-rosa”, andante tranquilo, em que os violoncelos cantam a paz e a segurança. Segundo movimento, “Ipê-amarelo”, rondo vivace, em que os metais, cores parecidas com a dos ipês, fazem soar a exuberância da vida. Terceiro movimento, “Ipê-branco”, moderato, em que o veludo dos oboés cantam a mansidão. Seria bom se nós, como os ipês, nos abríssemos para o amor no inverno.

A precisão dos números marca o tempo das máquinas e do dinheiro. O tempo do amor se marca com o corpo.

(...)

Heráclito foi um filósofo grego fascinado pelo tempo. Contemplava o rio e via que tudo é rio. Percebeu que não é possível entrar duas vezes no mesmo rio; na segunda vez, as águas serão outras, o primeiro rio já não existirá. Tudo é água que flui: as montanhas, as casas, as pedras, as árvores, os animais, os filhos, o corpo… Assim é tudo, assim é a vida: tempo que flui sem parar. Daquilo que ele supostamente escreveu, restam apenas fragmentos enigmáticos. Dentre eles, um me encanta: “Tempo é criança brincando, jogando; da criança o reinado”.

Para nós, o tempo é um velho, cada vez mais velho, sobre quem se acumulam os anos que passam e de quem a vida foge.

Heráclito, ao contrário, diz que o tempo é criança, início permanente, movimento circular, o fim que volta sempre ao início, fonte de juventude eterna, possibilidade de novos começos.

Tempo é criança? O que o filósofo queria dizer exatamente eu não sei. Mas sei que as crianças odeiam Chronos, o deus dos cronômetros, dos segundos, dos centésimos de segundos. O relógio é o tempo do dever: corpo engaiolado.

Rubem Alves, do livro “Do universo à jabuticaba”. São Paulo: Editora Planeta, 2010.

A questão refere-se ao texto 1.

Identifique a única alternativa correta em relação à compreensão e à interpretação textual.

 

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2847102 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SUSTENTE
Orgão: Pref. Igarassu-PE
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Texto 6

Enunciado 2847102-1

A questão se refere ao texto acima.

Observe os itens abaixo, analise-os a fim de identificar a única alternativa correta.

I. O texto é uma charge por ser atemporal e conter uma crítica social. Já o cartum é temporal.

II. Na primeira fala, a palavra “caipira” refere-se ao interlocutor, sendo classificado como vocativo.

III. As formas verbais se encontram empregadas corretamente de acordo com o correlacionamento necessário entre modos e tempos.

IV. Expressões indicativas de tempo e de lugar se encontram presentes na segunda fala.

Estão corretas apenas:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2847101 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SUSTENTE
Orgão: Pref. Igarassu-PE
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Texto 6

Enunciado 2847101-1

A questão se refere ao texto acima.

Analise o texto quanto à interpretação, á morfossintaxe e às variedades linguísticas, assinalando em seguida a única alternativa correta.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2847100 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SUSTENTE
Orgão: Pref. Igarassu-PE
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Texto 5

Enunciado 2847100-1

O acento grave, sinal indicativo de crase, está corretamente empregado na imagem, Assinale a alternativa em que o referido acento se encontra empregado corretamente.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2847099 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SUSTENTE
Orgão: Pref. Igarassu-PE
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Texto 5

Enunciado 2847099-1

Sobre o texto 5, existe uma única alternativa correta, identifique-a.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2847098 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SUSTENTE
Orgão: Pref. Igarassu-PE
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Texto 3

(...)

“Essa multiplicidade tem provocado mudanças no que se refere às práticas de leitura e escrita e ao que se espera em termos de informação, ensino e aquisição de novos conhecimentos. Visto que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) fomenta que as práticas de ensino e aprendizagem permitam que os estudantes possam explorar e perceber os modos como as diversas linguagens se combinam de maneira híbrida em textos complexos e multissemióticos, para que eles possam aprender e atuar socialmente, assim como articular os conhecimentos adquiridos nas aulas de Língua Portuguesa. Além de destacar que a tecnologia e os seus diferentes usos devem estar contemplados nos currículos escolares, independentemente do nível escolar. (...) “https://site.educacional.com.br/rriculares.

Texto 4

“Todas as esferas da atividade humana, por mais variadas que sejam, estão sempre relacionadas com a utilização da língua. Não é de surpreender que o caráter e os modos dessa utilização sejam tão variados como as próprias esferas da atividade humana (…) A utilização da língua efetua-se em forma de enunciados (orais e escritos), concretos e únicos, que emanam dos integrantes duma ou doutra esfera da atividade humana. (…) cada esfera de utilização da língua elabora seus tipos relativamente estáveis de enunciados, sendo isso que denominamos gêneros do discurso”. Bakhtin (1997, p. 290) O gênero está ligado a uma origem cultural, com aspectos sociais relacionados ao espaço e ao tempo. Cada gênero é apropriado à sua especificidade, com sua finalidade discursiva, correspondendo ao seu determinado estilo. Segundo Bakhtin, esses gêneros podem ser divididos em dois grupos: Primários e secundários. Os primários se definem nas situações comunicativas cotidianas, espontâneas e informais. Os secundários aparecem em situações comunicativas mais complexas, como os enunciados técnicos, as teses científicas, etc. Bakhtin (1997, p. 293 https://educamundo.com.br

(...)

Os textos acima servem de reflexão para a questão.

A comunicação, desenvolvida nos estabelecimentos de ensino, irá influir grandemente no mercado de trabalho, uma vez que os jovens carregarão, em si, aquilo que lhes foi transmitido. Esses saberes, que independem, muitas vezes, do uso da tecnologia, conduzem o educando a um crescimento pessoal que o conduzirá para a equipe de trabalho, vivenciando o companheirismo, a ajuda mútua. Porém, isso só poderá ocorrer se ele tiver recebido uma orientação ética e moralmente firmes, daí haver necessidade de a família trabalhar juntamente com a escola para o desenvolvimento integral da criança e do adolescente.

Em observação aos textos e o comando da questão, assinale a única alternativa sem falha.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2847097 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: SUSTENTE
Orgão: Pref. Igarassu-PE
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Texto 3

(...)

“Essa multiplicidade tem provocado mudanças no que se refere às práticas de leitura e escrita e ao que se espera em termos de informação, ensino e aquisição de novos conhecimentos. Visto que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) fomenta que as práticas de ensino e aprendizagem permitam que os estudantes possam explorar e perceber os modos como as diversas linguagens se combinam de maneira híbrida em textos complexos e multissemióticos, para que eles possam aprender e atuar socialmente, assim como articular os conhecimentos adquiridos nas aulas de Língua Portuguesa. Além de destacar que a tecnologia e os seus diferentes usos devem estar contemplados nos currículos escolares, independentemente do nível escolar. (...) “https://site.educacional.com.br/rriculares.

Texto 4

“Todas as esferas da atividade humana, por mais variadas que sejam, estão sempre relacionadas com a utilização da língua. Não é de surpreender que o caráter e os modos dessa utilização sejam tão variados como as próprias esferas da atividade humana (…) A utilização da língua efetua-se em forma de enunciados (orais e escritos), concretos e únicos, que emanam dos integrantes duma ou doutra esfera da atividade humana. (…) cada esfera de utilização da língua elabora seus tipos relativamente estáveis de enunciados, sendo isso que denominamos gêneros do discurso”. Bakhtin (1997, p. 290) O gênero está ligado a uma origem cultural, com aspectos sociais relacionados ao espaço e ao tempo. Cada gênero é apropriado à sua especificidade, com sua finalidade discursiva, correspondendo ao seu determinado estilo. Segundo Bakhtin, esses gêneros podem ser divididos em dois grupos: Primários e secundários. Os primários se definem nas situações comunicativas cotidianas, espontâneas e informais. Os secundários aparecem em situações comunicativas mais complexas, como os enunciados técnicos, as teses científicas, etc. Bakhtin (1997, p. 293 https://educamundo.com.br

(...)

Os textos acima servem de reflexão para a questão.

Sobre o uso da tecnologia no ensino da Língua Portuguesa e da Literatura e, sabendo-se da importância de tais ferramentas na comunicação, identifique a única alternativa correta.

 

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