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Foram encontradas 40 questões.

OFERTA DE ENERGIA POR FONTE - BRASIL 2013
FONTE (%)
Petróleo e Derivados 39,3%
Carvão 5,6%
Gás Natural 12,8%
Nuclear 1,3%
Biomassa 24,4%
Hidráulica 12,5%
Outras* 4,2%
*Inclui energias geotérmicas, solar, eólica e térmica
Tendo por base a análise da tabela e os conhecimentos acerca das fontes energéticas do território brasileiro, assinale a alternativa incorreta.
 

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2203623 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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Na área pública, conforme estabelece a Lei nº 4.320/1964, o regime orçamentário reconhece a despesa
 

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2203597 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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Em sentido amplo, os ingressos de recursos financeiros nos cofres do Estado denominam-se receitas públicas, registradas como receitas orçamentárias ou extraorçamentárias.
Com relação às receitas orçamentárias efetivas, pode-se afirmar que é aquela que, no momento do reconhecimento do crédito,
 

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2203592 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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As classificações econômicas das receitas orçamentárias são, exceto
 

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2203439 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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Suponha que um município, ao diminuir a alíquota do IPTU por renúncia de receita no momento da arrecadação, causou redução de 20% na receita arrecadada, sendo R$ 800,00 este valor arrecadado.
Utilizando unicamente as informações apresentadas, pode-se afirmar que as contas que serão utilizadas no momento do reconhecimento do fato gerador são
 

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2203435 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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Entrega de numerário a servidor quando esta quantia está empenhada em dotação própria, objetivando despesas que não passem por processo normal de aplicação, em casos expressamente definidos em Lei, denomina-se
 

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2203428 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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Despesas Incorridas e Pagas R$ 45.000,00
Despesas Não Incorridas e Pagas R$150.000,00
Despesas Incorridas e Não Pagas R$ 30.000,00
Receitas Recebidas e Não Realizadas R$ 50.000,00
Receitas Realizadas e Recebidas R$ 75.000,00
Receitas Realizadas e Não Recebidas R$100.000,00
Com base nas informações apresentadas e no Princípio da Competência, a alternativa que demonstra corretamente o valor do Resultado do Exercício é a
 

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2203409 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
Presencia-se, na atualidade, uma concepção difundida de que a lógica capitalista, com o auxílio da publicidade, especula a felicidade como dependente da satisfação dos desejos materiais do homem.
Tal fato contraria a ótica do início do século 20, como observa o sociólogo Max Weber no livro A ética protestante e o espírito do capitalismo, quando eram as leis suntuárias que mostravam ao ser humano o que deveria ser consumido e o que era preciso fazer para ser feliz. Isso mostra como a sociedade moderna, por influência ou não da publicidade comercial, pode se organizar diante da felicidade. Nisso não parece haver implícita ideia religiosa que prometa o paraíso na vida eterna. Pelo contrário, como evidencia o pai da psicanálise, Sigmund Freud, talvez a felicidade consista em poder do narcisismo.
Nesse contexto, podemos deduzir que o discurso publicitário leva, muitas vezes, o indivíduo a acreditar naquilo que é dito e a lutar e buscar todo o prazer proporcionado pelo consumo daquilo que é anunciado. O significado das mercadorias associadas como valor de uso passa a ser disseminado como dizendo respeito a características que representam o ideal de felicidade da sociedade, por exemplo. Para a publicitária e mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco, (UFPA) Lívia Valença da Silva, “esta felicidade abrange uma realização pessoal e profissional que envolve boa aparência e desenvoltura, aprovação social, conforto e bem-estar, estabilidade econômica, status, sucesso no amor e no mercado de trabalho, entre tantos outros elementos”.
Seguindo essa linha de raciocínio, o psicanalista Jurandir Freire Costa, na obra A ética e o espelho da cultura, enfatiza que o homem tem, muitas vezes, a tendência de acompanhar as metamorfoses sociais, e com todas as mudanças no cotidiano, acaba moldando-se a elas, sem, muitas vezes, se questionar. Mas, segundo o psicanalista, quando o sujeito se apercebe num emaranhado de atribuições disseminadas pela publicidade que nem sempre foram pensadas e analisadas, é que chegam os conflitos e desamparos, porque perdem, muitas vezes, a noção de singularidade para serem mais um na multidão.
Com efeito, o sociólogo Jean Baudrillard frisa que na cultura do consumo, na qual o homem contemporâneo se encontra inserido: “Como a ‘criança-lobo’ se torna lobo à força de com ele viver, também nós, pouco a pouco, nos tornamos funcionais. Vivemos o tempo dos objetos; quero dizer que existimos segundo seu ritmo e em conformidade com sua sucessão permanente”.
Ademais, atualmente o pensamento mais comumente evocado parece com um gozo excessivo proporcionado pela conquista do desejo de consumo aspirado pelo indivíduo. Isso tem tornado os homens vivenciadores de crises de referências, como bem atestam alguns psicanalistas, à medida que percebem que não só a mídia (publicidade), mas o meio que o cerca tem muitas vezes a capacidade de artificializar as relações humanas, fazendo com que não tenha vontade própria, realizando o desejo e a vontade dos outros e não as suas.
[...]
Nesse contexto, Freud se refere aos “mal-estares” da nossa civilização, como nada mais que uma economia libidinal baseada no gozar. Enquanto, por exemplo, a mais-valia sustenta a economia capitalista em Karl Marx, o gozo sustenta a economia libidinal no sujeito em Freud. Argumenta que o indivíduo enquanto goza, não só no concernente à sexualidade, mas também na aquisição de bens de consumo, considera-se feliz.
Tendo em vista o anúncio cobiçoso como disseminador da felicidade e, levando em consideração o desenvolvimento tecnocientífico que promete a felicidade através do Prozac, do apartamento à beira-mar, entre outras possibilidades, o psicólogo Martin Seligman, no livro Felicidade Autêntica, expressa algo muito interessante. Diz que o homem, aceitando suas limitações diante da felicidade, pode estruturar-se, entre outras possibilidades, na interface entre o prazer, o engajamento e o significado.
Prazer, em se tratando da situação agradável de quando se ouve uma boa música ou se faz sexo. Já o engajamento é a profundidade de envolvimento da pessoa com sua vida. Finalmente o significado, como a sensação de que a vida faz parte de algo maior. Salienta também, em suas pesquisas, que um dos maiores erros das sociedades contemporâneas é concentrar a busca da felicidade em apenas um dos três pilares, esquecendo os outros. Sendo que as pessoas escolhem justo o mais fraco deles. Enfatiza que o engajamento e o significado são elos indispensáveis na vida do ser humano frente à felicidade.
BARBOSA, A. Ronaldo. Como a sociedade moderna se organiza diante da felicidade. Disponível em: <http://ivonaldo-leite.blogspot. com.br/2014/11/a-vida-felicidade-e-as-escolhas-o.html>. Acesso em: 1º mar. 2016.
Para o psicólogo Martin Seligman, a felicidade não é alcançada em virtude da
 

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2203393 Ano: 2016
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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Com relação à cronologia das etapas da Receita Orçamentária, é correto afirmar que a ordem sistemática se inicia com o reconhecimento
 

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2203366 Ano: 2016
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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O princípio orçamentário do equilíbrio estabelece que
 

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