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Foram encontradas 40 questões.

2203691 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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Em situações de atendimento a caso de hipotermia acidental, tem-se como ação
 

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2203663 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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Segundo a Portaria nº 2.048/GM/2002, tem-se como Ambulância Tipo C — Ambulância de Resgate, o veículo destinado a
 

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2203656 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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Na Legislação Básica do SUS, encontra-se a Lei Orgânica da Saúde, Lei nº 8.080 (1990), que dispõe sobre
 

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2203655 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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Em casos de esmagamentos, constitui-se como prioridade de tratamento
 

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2203571 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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Segundo o Código de Ética e Deontologia de Enfermagem, em relação às infrações, para a graduação da penalidade e respectiva imposição, considera-se como circunstância atenuante
 

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2203563 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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Os princípios organizativos tratam, na realidade, de formas de concretizar o SUS na prática.
Em relação à descentralização, é correto afirmar:
 

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2203526 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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Manter atualização técnica e científica está entre as premissas do Código de Ética da Enfermagem. Em relação à Diretriz de Reanimação Cardiopulmonar (American Heart Association, 2015), os elos de salvamento foram modificados, sendo que, entre outros itens, no atendimento de pacientes em ambiente extra-hospitalar, encontra-se
 

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2203474 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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A administração de medicamentos contra a dor envolve o conhecimento sobre fármacos multimodais, associados ou isolados.
Os analgésicos não opioides são
 

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2203409 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
Presencia-se, na atualidade, uma concepção difundida de que a lógica capitalista, com o auxílio da publicidade, especula a felicidade como dependente da satisfação dos desejos materiais do homem.
Tal fato contraria a ótica do início do século 20, como observa o sociólogo Max Weber no livro A ética protestante e o espírito do capitalismo, quando eram as leis suntuárias que mostravam ao ser humano o que deveria ser consumido e o que era preciso fazer para ser feliz. Isso mostra como a sociedade moderna, por influência ou não da publicidade comercial, pode se organizar diante da felicidade. Nisso não parece haver implícita ideia religiosa que prometa o paraíso na vida eterna. Pelo contrário, como evidencia o pai da psicanálise, Sigmund Freud, talvez a felicidade consista em poder do narcisismo.
Nesse contexto, podemos deduzir que o discurso publicitário leva, muitas vezes, o indivíduo a acreditar naquilo que é dito e a lutar e buscar todo o prazer proporcionado pelo consumo daquilo que é anunciado. O significado das mercadorias associadas como valor de uso passa a ser disseminado como dizendo respeito a características que representam o ideal de felicidade da sociedade, por exemplo. Para a publicitária e mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Pernambuco, (UFPA) Lívia Valença da Silva, “esta felicidade abrange uma realização pessoal e profissional que envolve boa aparência e desenvoltura, aprovação social, conforto e bem-estar, estabilidade econômica, status, sucesso no amor e no mercado de trabalho, entre tantos outros elementos”.
Seguindo essa linha de raciocínio, o psicanalista Jurandir Freire Costa, na obra A ética e o espelho da cultura, enfatiza que o homem tem, muitas vezes, a tendência de acompanhar as metamorfoses sociais, e com todas as mudanças no cotidiano, acaba moldando-se a elas, sem, muitas vezes, se questionar. Mas, segundo o psicanalista, quando o sujeito se apercebe num emaranhado de atribuições disseminadas pela publicidade que nem sempre foram pensadas e analisadas, é que chegam os conflitos e desamparos, porque perdem, muitas vezes, a noção de singularidade para serem mais um na multidão.
Com efeito, o sociólogo Jean Baudrillard frisa que na cultura do consumo, na qual o homem contemporâneo se encontra inserido: “Como a ‘criança-lobo’ se torna lobo à força de com ele viver, também nós, pouco a pouco, nos tornamos funcionais. Vivemos o tempo dos objetos; quero dizer que existimos segundo seu ritmo e em conformidade com sua sucessão permanente”.
Ademais, atualmente o pensamento mais comumente evocado parece com um gozo excessivo proporcionado pela conquista do desejo de consumo aspirado pelo indivíduo. Isso tem tornado os homens vivenciadores de crises de referências, como bem atestam alguns psicanalistas, à medida que percebem que não só a mídia (publicidade), mas o meio que o cerca tem muitas vezes a capacidade de artificializar as relações humanas, fazendo com que não tenha vontade própria, realizando o desejo e a vontade dos outros e não as suas.
[...]
Nesse contexto, Freud se refere aos “mal-estares” da nossa civilização, como nada mais que uma economia libidinal baseada no gozar. Enquanto, por exemplo, a mais-valia sustenta a economia capitalista em Karl Marx, o gozo sustenta a economia libidinal no sujeito em Freud. Argumenta que o indivíduo enquanto goza, não só no concernente à sexualidade, mas também na aquisição de bens de consumo, considera-se feliz.
Tendo em vista o anúncio cobiçoso como disseminador da felicidade e, levando em consideração o desenvolvimento tecnocientífico que promete a felicidade através do Prozac, do apartamento à beira-mar, entre outras possibilidades, o psicólogo Martin Seligman, no livro Felicidade Autêntica, expressa algo muito interessante. Diz que o homem, aceitando suas limitações diante da felicidade, pode estruturar-se, entre outras possibilidades, na interface entre o prazer, o engajamento e o significado.
Prazer, em se tratando da situação agradável de quando se ouve uma boa música ou se faz sexo. Já o engajamento é a profundidade de envolvimento da pessoa com sua vida. Finalmente o significado, como a sensação de que a vida faz parte de algo maior. Salienta também, em suas pesquisas, que um dos maiores erros das sociedades contemporâneas é concentrar a busca da felicidade em apenas um dos três pilares, esquecendo os outros. Sendo que as pessoas escolhem justo o mais fraco deles. Enfatiza que o engajamento e o significado são elos indispensáveis na vida do ser humano frente à felicidade.
BARBOSA, A. Ronaldo. Como a sociedade moderna se organiza diante da felicidade. Disponível em: <http://ivonaldo-leite.blogspot. com.br/2014/11/a-vida-felicidade-e-as-escolhas-o.html>. Acesso em: 1º mar. 2016.
Para o psicólogo Martin Seligman, a felicidade não é alcançada em virtude da
 

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2203343 Ano: 2016
Disciplina: Enfermagem
Banca: CONSULTEC
Orgão: Pref. Ilhéus-BA
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Em situações de Urgência e Emergência obstétricas, entre as hemorragias puerperais, encontra-se a Atonia, que exige atendimento coerente com a sua causa.
Entre as drogas utilizadas e que se precisa conhecer, encontra-se a ocitocina caracterizada como
 

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