Foram encontradas 40 questões.
Em relação à ortografia, assinalar a alternativa CORRETA:
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Em relação à pontuação, assinalar a alternativa CORRETA:
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Sobre o sinônimo das palavras, marcar C para as
afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a
alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) “Permanente” é sinônimo de “provisório”. (_) “Cortês” é sinônimo de “grosseiro”.
(_) “Permanente” é sinônimo de “provisório”. (_) “Cortês” é sinônimo de “grosseiro”.
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Em relação à concordância verbal, assinalar a alternativa
CORRETA:
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Em relação à concordância nominal, assinalar a alternativa
CORRETA:
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Considerando-se o futuro do presente e o futuro do
pretérito, numerar o verbo sublinhado na 2ª coluna de
acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que
apresenta a sequência CORRETA:
(1) Futuro do presente. (2) Futuro do pretérito.
(_) Ele terminaria a escrita para enviar o texto para publicação. (_) Elas pensarão em como melhorar a produção da companhia. (_) O diretor não faria grandes ajustes se não fosse pela pressão dos funcionários.
(1) Futuro do presente. (2) Futuro do pretérito.
(_) Ele terminaria a escrita para enviar o texto para publicação. (_) Elas pensarão em como melhorar a produção da companhia. (_) O diretor não faria grandes ajustes se não fosse pela pressão dos funcionários.
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Direitos humanos à mesa
A cadeia de produção de alimentos que se delineou
a partir da década de 1980 se caracteriza pela interconexão
entre empresas produtoras de sementes, químicas e de
biotecnologias agrícolas. Isso permite que empresas
desenvolvam, fabriquem e distribuam sementes
geneticamente modificadas, que costumam ser
quimicamente dependentes do uso de pesticidas. Nesse
sentido, é como dizer que "se compra o pacote todo",
porque os produtos não são vendidos separadamente.
Quando as sementes são geneticamente
modificadas, a sua produção inclui diversos atores, como as
empresas provedoras dos traits (características
genéticas) que concedem licenças para as novas
características de modificação genética, as grandes
empresas que utilizam essas sementes, mas que podem
também desenvolver as suas sementes proprietárias, e,
finalmente, outras empresas de sementes que desenvolvem
variedades distintas e adaptáveis diferentes
condições climáticas e de solo.
Assim, ainda na primeira etapa da cadeia de
produção de alimentos — a dos insumos agrícolas —, a
semente que é cultivada aqui no Brasil está necessariamente
relacionada indústria global de tecnologias
bioquímicas.
O argumento que justifica essa prática "inovadora"
é a escassez de alimentos e a necessidade de produzir cada
vez mais para atender às demandas mundiais, e, para
garantir a alta produção agrícola, são necessários os
pesticidas. O que se alega é que a solução do problema não
passa por livrar o campo dos pesticidas, já que isso
acarretaria grande perda de safras, o que seria insustentável
economicamente.
O argumento das empresas do mercado é o mesmo
de sempre: grandes monoculturas dependem de pesticidas.
Hoje, não só o milho, a soja e o algodão estão aprisionados
nessas práticas, mas também o cultivo de verduras, de frutas
e de legumes. A justificativa não parece válida, pois dados
apontam que há um brutal desperdício e uma má
distribuição de alimentos e não escassez. Então, qual seria o
motivo para se conectar geneticamente sementes com
pesticidas? Restringir a autonomia do agricultor e aumentar
o poder das empresas do setor.
(Fonte: Ciência Hoje — adaptado.)
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Direitos humanos à mesa
A cadeia de produção de alimentos que se delineou
a partir da década de 1980 se caracteriza pela interconexão
entre empresas produtoras de sementes, químicas e de
biotecnologias agrícolas. Isso permite que empresas
desenvolvam, fabriquem e distribuam sementes
geneticamente modificadas, que costumam ser
quimicamente dependentes do uso de pesticidas. Nesse
sentido, é como dizer que "se compra o pacote todo",
porque os produtos não são vendidos separadamente.
Quando as sementes são geneticamente
modificadas, a sua produção inclui diversos atores, como as
empresas provedoras dos traits (características
genéticas) que concedem licenças para as novas
características de modificação genética, as grandes
empresas que utilizam essas sementes, mas que podem
também desenvolver as suas sementes proprietárias, e,
finalmente, outras empresas de sementes que desenvolvem
variedades distintas e adaptáveis diferentes
condições climáticas e de solo.
Assim, ainda na primeira etapa da cadeia de
produção de alimentos — a dos insumos agrícolas —, a
semente que é cultivada aqui no Brasil está necessariamente
relacionada indústria global de tecnologias
bioquímicas.
O argumento que justifica essa prática "inovadora"
é a escassez de alimentos e a necessidade de produzir cada
vez mais para atender às demandas mundiais, e, para
garantir a alta produção agrícola, são necessários os
pesticidas. O que se alega é que a solução do problema não
passa por livrar o campo dos pesticidas, já que isso
acarretaria grande perda de safras, o que seria insustentável
economicamente.
O argumento das empresas do mercado é o mesmo
de sempre: grandes monoculturas dependem de pesticidas.
Hoje, não só o milho, a soja e o algodão estão aprisionados
nessas práticas, mas também o cultivo de verduras, de frutas
e de legumes. A justificativa não parece válida, pois dados
apontam que há um brutal desperdício e uma má
distribuição de alimentos e não escassez. Então, qual seria o
motivo para se conectar geneticamente sementes com
pesticidas? Restringir a autonomia do agricultor e aumentar
o poder das empresas do setor.
(Fonte: Ciência Hoje — adaptado.)
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Direitos humanos à mesa
A cadeia de produção de alimentos que se delineou
a partir da década de 1980 se caracteriza pela interconexão
entre empresas produtoras de sementes, químicas e de
biotecnologias agrícolas. Isso permite que empresas
desenvolvam, fabriquem e distribuam sementes
geneticamente modificadas, que costumam ser
quimicamente dependentes do uso de pesticidas. Nesse
sentido, é como dizer que "se compra o pacote todo",
porque os produtos não são vendidos separadamente.
Quando as sementes são geneticamente
modificadas, a sua produção inclui diversos atores, como as
empresas provedoras dos traits (características
genéticas) que concedem licenças para as novas
características de modificação genética, as grandes
empresas que utilizam essas sementes, mas que podem
também desenvolver as suas sementes proprietárias, e,
finalmente, outras empresas de sementes que desenvolvem
variedades distintas e adaptáveis diferentes
condições climáticas e de solo.
Assim, ainda na primeira etapa da cadeia de
produção de alimentos — a dos insumos agrícolas —, a
semente que é cultivada aqui no Brasil está necessariamente
relacionada indústria global de tecnologias
bioquímicas.
O argumento que justifica essa prática "inovadora"
é a escassez de alimentos e a necessidade de produzir cada
vez mais para atender às demandas mundiais, e, para
garantir a alta produção agrícola, são necessários os
pesticidas. O que se alega é que a solução do problema não
passa por livrar o campo dos pesticidas, já que isso
acarretaria grande perda de safras, o que seria insustentável
economicamente.
O argumento das empresas do mercado é o mesmo
de sempre: grandes monoculturas dependem de pesticidas.
Hoje, não só o milho, a soja e o algodão estão aprisionados
nessas práticas, mas também o cultivo de verduras, de frutas
e de legumes. A justificativa não parece válida, pois dados
apontam que há um brutal desperdício e uma má
distribuição de alimentos e não escassez. Então, qual seria o
motivo para se conectar geneticamente sementes com
pesticidas? Restringir a autonomia do agricultor e aumentar
o poder das empresas do setor.
(Fonte: Ciência Hoje — adaptado.)
(_) A partir da década de 1980, a produção de alimentos articula-se a empresas que produzem sementes, produtos químicos e que detêm tecnologias necessárias à produção.
(_) O uso de sementes geneticamente modificadas, articuladas às tecnologias bioquímicas, encontra justificativa no argumento da escassez de alimentos e, consequentemente, na necessidade de produzir cada vez mais para atender às demandas mundiais.
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Direitos humanos à mesa
A cadeia de produção de alimentos que se delineou
a partir da década de 1980 se caracteriza pela interconexão
entre empresas produtoras de sementes, químicas e de
biotecnologias agrícolas. Isso permite que empresas
desenvolvam, fabriquem e distribuam sementes
geneticamente modificadas, que costumam ser
quimicamente dependentes do uso de pesticidas. Nesse
sentido, é como dizer que "se compra o pacote todo",
porque os produtos não são vendidos separadamente.
Quando as sementes são geneticamente
modificadas, a sua produção inclui diversos atores, como as
empresas provedoras dos traits (características
genéticas) que concedem licenças para as novas
características de modificação genética, as grandes
empresas que utilizam essas sementes, mas que podem
também desenvolver as suas sementes proprietárias, e,
finalmente, outras empresas de sementes que desenvolvem
variedades distintas e adaptáveis diferentes
condições climáticas e de solo.
Assim, ainda na primeira etapa da cadeia de
produção de alimentos — a dos insumos agrícolas —, a
semente que é cultivada aqui no Brasil está necessariamente
relacionada indústria global de tecnologias
bioquímicas.
O argumento que justifica essa prática "inovadora"
é a escassez de alimentos e a necessidade de produzir cada
vez mais para atender às demandas mundiais, e, para
garantir a alta produção agrícola, são necessários os
pesticidas. O que se alega é que a solução do problema não
passa por livrar o campo dos pesticidas, já que isso
acarretaria grande perda de safras, o que seria insustentável
economicamente.
O argumento das empresas do mercado é o mesmo
de sempre: grandes monoculturas dependem de pesticidas.
Hoje, não só o milho, a soja e o algodão estão aprisionados
nessas práticas, mas também o cultivo de verduras, de frutas
e de legumes. A justificativa não parece válida, pois dados
apontam que há um brutal desperdício e uma má
distribuição de alimentos e não escassez. Então, qual seria o
motivo para se conectar geneticamente sementes com
pesticidas? Restringir a autonomia do agricultor e aumentar
o poder das empresas do setor.
(Fonte: Ciência Hoje — adaptado.)
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