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Le i a o texto a seguir.

A mudança climática provocada pelo homem provavelmente tornou a onda de calor de junho de 2019 na Europa – período em que o sul da França teve o recorde de 45,9 ºC – 4 oC mais quente do que teria sido sem ela, disseram cientistas. “A mudança climática não é mais um aumento abstrato na temperatura global média, mas uma diferença que você pode sentir quando sai de casa em uma onda de calor”, disse Geert Jan van Oldenborgh, pesquisador sênior do Instituto Meteorológico Real da Holanda.

Disponível em: <https://exame.abril.com.br/ciencia/mudancas-climaticasaumentaram- onda-de-calor-na-europa-em-4oc-diz-estudo/>. Acesso em: 30 ago. 2019. (Adaptado).

Dentre as consequências do problema mundial referido no texto, a mais divulgada e temida atualmente é o

 

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1893250 Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFG
Orgão: Pref. Inhumas-GO

No que diz respeito ao rio Meia Ponte, a Lei Orgânica do Município de Inhumas, em seu Art. 184, estabelece que a administração municipal deve gerir no sentido de

 

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1864407 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFG
Orgão: Pref. Inhumas-GO

Constitui tema transversal da Política Nacional de Promoção da Saúde o seguinte:

 

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1762533 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Inhumas-GO

Texto 1

Nas ruas onde hoje à noite homens brigarão rixas simples de porta de bar, nestas mesmas ruas, escondidos nos desvãos das pedras, ainda persistem dessa forma sons antigos. Mas para ouvi-los há que se ignorar os primeiros deles, os evidentes: ignorar os sons mais jovens, recém-nascidos, de superfície e relevo espessos – gritos e copos que se enchem; pois numa camada logo abaixo destes e quase inaudível ainda existe o som remoto em sua origem – o dos tiros sobre um soldado debaixo de fogo nas trincheiras; o das mãos do centurião de Roma escavando o solo, estourando torrões de terra, forma única de se esquecer a dor dos ferimentos. Aquele capaz de captar em sua plenitude os sons veria assim se dissolver o tempo. É como se os passos que durante anos contribuíram para desgastar degraus de mármore ressoassem no mesmo instante aqui agora. Curioso, porém, que todos estes sons carreguem um mesmo signo: o da lembrança que lateja e dói, propagando- se pelo ar como herança de anéis concêntricos. Os sons têm vida própria.

MONTEIRO, Krishna. O mal de Lázaro. São Paulo: Tordesilhas, 2018. p. 68.

Da relação estabelecida no texto, pressupõe-se que os sons

 

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1686442 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFG
Orgão: Pref. Inhumas-GO

Constitui recomendação no controle da tuberculose a seguinte:

 

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1564206 Ano: 2019
Disciplina: Geografia
Banca: UFG
Orgão: Pref. Inhumas-GO

Analise a imagem a seguir.

Enunciado 3248635-1

Disponível em: <http://g1.globo.com/brasil/noticia/2014/03/com-aumento-dafrota- pais-tem-1-automovel-para-cada-4-habitantes.html>. Acesso em: 30 jul. 2019.

Os dados apresentados na imagem alertam sobre um problema que tem aumentado no Brasil a cada ano. Trata-se de um problema no âmbito da

 

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1470240 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Inhumas-GO

Texto 1

Nas ruas onde hoje à noite homens brigarão rixas simples de porta de bar, nestas mesmas ruas, escondidos nos desvãos das pedras, ainda persistem dessa forma sons antigos. Mas para ouvi-los há que se ignorar os primeiros deles, os evidentes: ignorar os sons mais jovens, recém-nascidos, de superfície e relevo espessos – gritos e copos que se enchem; pois numa camada logo abaixo destes e quase inaudível ainda existe o som remoto em sua origem – o dos tiros sobre um soldado debaixo de fogo nas trincheiras; o das mãos do centurião de Roma escavando o solo, estourando torrões de terra, forma única de se esquecer a dor dos ferimentos. Aquele capaz de captar em sua plenitude os sons veria assim se dissolver o tempo. É como se os passos que durante anos contribuíram para desgastar degraus de mármore ressoassem no mesmo instante aqui agora. Curioso, porém, que todos estes sons carreguem um mesmo signo: o da lembrança que lateja e dói, propagando- se pelo ar como herança de anéis concêntricos. Os sons têm vida própria.

MONTEIRO, Krishna. O mal de Lázaro. São Paulo: Tordesilhas, 2018. p. 68.

No texto, está construída, de forma explícita, uma situação comunicativa determinada:

 

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1441666 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFG
Orgão: Pref. Inhumas-GO

São aspectos relevantes a serem orientados pelo Agente Comunitário de Saúde a respeito do uso de insulina:

 

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1441524 Ano: 2019
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: UFG
Orgão: Pref. Inhumas-GO

O Código de Posturas do Município de Inhumas estabelece, na Seção III: “Da Defesa da Arborização e dos Jardins Públicos”, sobre a proteção da arborização e dos jardins públicos. Em seu Art. 83, observa que: “A árvore que, pelo seu estado de conservação ou pela sua pequena estabilidade, oferecer perigo aos imóveis vizinhos ou à integridade física das pessoas ou das coisas, deverá ser derrubada [...]”. A responsabilidade por essa ação é:

 

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1440070 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Inhumas-GO

Texto 1

Nas ruas onde hoje à noite homens brigarão rixas simples de porta de bar, nestas mesmas ruas, escondidos nos desvãos das pedras, ainda persistem dessa forma sons antigos. Mas para ouvi-los há que se ignorar os primeiros deles, os evidentes: ignorar os sons mais jovens, recém-nascidos, de superfície e relevo espessos – gritos e copos que se enchem; pois numa camada logo abaixo destes e quase inaudível ainda existe o som remoto em sua origem – o dos tiros sobre um soldado debaixo de fogo nas trincheiras; o das mãos do centurião de Roma escavando o solo, estourando torrões de terra, forma única de se esquecer a dor dos ferimentos. Aquele capaz de captar em sua plenitude os sons veria assim se dissolver o tempo. É como se os passos que durante anos contribuíram para desgastar degraus de mármore ressoassem no mesmo instante aqui agora. Curioso, porém, que todos estes sons carreguem um mesmo signo: o da lembrança que lateja e dói, propagando- se pelo ar como herança de anéis concêntricos. Os sons têm vida própria.

MONTEIRO, Krishna. O mal de Lázaro. São Paulo: Tordesilhas, 2018. p. 68.

De acordo com as linhas 12 e 13 do texto, infere-se que há uma “forma única de se esquecer a dor dos ferimentos”, que é

 

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