Foram encontradas 715 questões.
Uma pizza normal tem o formato de um círculo com raio de
22 cm e é dividida em 8 fatias iguais. Uma pizza tamanho
família tem o formato de um círculo de raio R e é dividida em
16 fatias iguais. Qual é o valor de R em cm para que as
fatias das pizzas normal e família possuam a mesma área?
Use √2 = 1,4.
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Considere a função quadrática f(x) = nx 2 + 6x + n onde n > 0. Qual é o valor de n para que f(x) = 0 possua uma
única solução real?
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Considere o número complexo z = a + 2i onde a é um
número real. Qual é o valor de a para que o número z2 + iz + 3z seja um número real onde z é o número complexo
considerado?
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Cada mililitro de um certo analgésico contém 500
miligramas de dipirona monoidratada. Sabe-se que um
mililitro desse analgésico equivale a 20 gotas. Quantas
gotas desse analgésico devem ser ministradas a um
paciente que necessita receber 800 miligramas de dipirona
monoidratada?
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Leia o texto a seguir.
A partir de dados obtidos da observação sistemática das aulas de Educação Física, verifica-se que a avaliação tem sido entendida e tratada, predominantemente, por professores e alunos para: a) atender exigências burocráticas expressas em normas da escola; b) atender a legislação vigente: e c) selecionar alunos para competições e apresentações tanto dentro da escola quanto com outras escolas. Geralmente é feita pela consideração da “presença” em aula, sendo este o único critério de aprovação ou, então, reduzindo-se a medidas de ordem biométrica: peso, altura etc. bem como de técnicas: execução de gestos técnicos, "destrezas motor”, "qualidades físicas”, ou simplesmente, não é realizada. Esses entendimentos negligenciam, entre outras coisas, o fato de que a avaliação contém um caráter "formal", aparente, explicitado e assumido pela escola, por exemplo, na determinação de períodos para avaliação e de notas, na seleção dos talentos esportivos etc. Contém, ainda, um caráter “não formal" expresso em todas as condutas e comportamentos que constantemente, durante a aula, o professor utiliza para situar o aluno em relação aos seus conhecimentos, habilidades e valores. (...) Tem prevalecido a "orientação" oficial advinda do sistema esportivo. Essa "orientação oficial" determina as condições organizacionais das escolas, as quais condicionam a prática pedagógica da Educação Física, dando-lhe um significado, uma finalidade, um conteúdo e uma forma.
SOARES, C. L. et al. Metodologia do Ensino da Educação Física. Ed. Cortez, São Paulo, 1992, p. 69.
De acordo com Soares et. al., (1992), o significado, a finalidade o conteúdo e a forma da avaliação orientada pela instituição esportiva são respectivamente
A partir de dados obtidos da observação sistemática das aulas de Educação Física, verifica-se que a avaliação tem sido entendida e tratada, predominantemente, por professores e alunos para: a) atender exigências burocráticas expressas em normas da escola; b) atender a legislação vigente: e c) selecionar alunos para competições e apresentações tanto dentro da escola quanto com outras escolas. Geralmente é feita pela consideração da “presença” em aula, sendo este o único critério de aprovação ou, então, reduzindo-se a medidas de ordem biométrica: peso, altura etc. bem como de técnicas: execução de gestos técnicos, "destrezas motor”, "qualidades físicas”, ou simplesmente, não é realizada. Esses entendimentos negligenciam, entre outras coisas, o fato de que a avaliação contém um caráter "formal", aparente, explicitado e assumido pela escola, por exemplo, na determinação de períodos para avaliação e de notas, na seleção dos talentos esportivos etc. Contém, ainda, um caráter “não formal" expresso em todas as condutas e comportamentos que constantemente, durante a aula, o professor utiliza para situar o aluno em relação aos seus conhecimentos, habilidades e valores. (...) Tem prevalecido a "orientação" oficial advinda do sistema esportivo. Essa "orientação oficial" determina as condições organizacionais das escolas, as quais condicionam a prática pedagógica da Educação Física, dando-lhe um significado, uma finalidade, um conteúdo e uma forma.
SOARES, C. L. et al. Metodologia do Ensino da Educação Física. Ed. Cortez, São Paulo, 1992, p. 69.
De acordo com Soares et. al., (1992), o significado, a finalidade o conteúdo e a forma da avaliação orientada pela instituição esportiva são respectivamente
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Leia o texto a seguir.
Estudos, no entanto, verificaram que, além do foco de atenção externo não produzir melhores efeitos na aprendizagem de novas habilidades motoras de crianças com Transtorno do Espectro Autista, o foco de atenção interno tende a ser mais adequado para essa população. Uma possível explicação reside no fato de que indivíduos com TEA confiam menos no feedback visual que indivíduos com desenvolvimento típico na aprendizagem de uma sequência motor e constroem uma associação mais forte que o esperado entre o comando motor voluntário e o feedback proprioceptivo. Depositando, dessa forma, uma maior confiança na propriocepção em comparação ao controle visual para o desempenho de habilidades motoras. Ou seja, ao ensinar, a habilidade de chutar a bola ao gol aos seus alunos nas aulas de educação física ou nas escolinhas de futebol, o professor poderia utilizar a instrução geral de foco externo (“prestar atenção na posição da bola”) para os alunos com desenvolvimento típico e utilizar a instrução específica de foco interno (“prestar atenção na posição do pé”) para os alunos com TEA.
Justapor, portanto, conceitos de aprendizagem motora às características cognitivas, sensório-motoras, sociais e comportamentais peculiares do TEA capacita os professores de educação física a elaborar soluções para os principais desafios, aumentando sua autoeficácia e consequente atitude em relação à inclusão desses indivíduos nas atividades físicas e esportivas.
SCHLIEMANN, A.; ALVES, M. L. T; DUARTE, E. Educação Física Inclusiva e Autismo: perspectivas de pais, alunos, professores e seus desafios. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, São Paulo, 2020 Jul;34 nesp:77-86, p.83.
De acordo com o texto, o objetivo do trabalho pedagógico com crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista deve centrar-se em
Estudos, no entanto, verificaram que, além do foco de atenção externo não produzir melhores efeitos na aprendizagem de novas habilidades motoras de crianças com Transtorno do Espectro Autista, o foco de atenção interno tende a ser mais adequado para essa população. Uma possível explicação reside no fato de que indivíduos com TEA confiam menos no feedback visual que indivíduos com desenvolvimento típico na aprendizagem de uma sequência motor e constroem uma associação mais forte que o esperado entre o comando motor voluntário e o feedback proprioceptivo. Depositando, dessa forma, uma maior confiança na propriocepção em comparação ao controle visual para o desempenho de habilidades motoras. Ou seja, ao ensinar, a habilidade de chutar a bola ao gol aos seus alunos nas aulas de educação física ou nas escolinhas de futebol, o professor poderia utilizar a instrução geral de foco externo (“prestar atenção na posição da bola”) para os alunos com desenvolvimento típico e utilizar a instrução específica de foco interno (“prestar atenção na posição do pé”) para os alunos com TEA.
Justapor, portanto, conceitos de aprendizagem motora às características cognitivas, sensório-motoras, sociais e comportamentais peculiares do TEA capacita os professores de educação física a elaborar soluções para os principais desafios, aumentando sua autoeficácia e consequente atitude em relação à inclusão desses indivíduos nas atividades físicas e esportivas.
SCHLIEMANN, A.; ALVES, M. L. T; DUARTE, E. Educação Física Inclusiva e Autismo: perspectivas de pais, alunos, professores e seus desafios. Revista Brasileira de Educação Física e Esporte, São Paulo, 2020 Jul;34 nesp:77-86, p.83.
De acordo com o texto, o objetivo do trabalho pedagógico com crianças diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista deve centrar-se em
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Ao se elaborar um programa de ensino na escola, é
necessário que este seja feito de forma adequada à base
legal que normatiza o fazer pedagógico. A Base Nacional
Comum Curricular é um desses ordenamentos legais. Em
seu documento final, a Base determina a organização do
conhecimento tratado pela Educação Física nas unidades
temáticas denominadas
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Leia o texto a seguir.
Na roda de capoeira, os praticantes são potenciais jogadores, instrumentistas e cantadores, e se revezam nessas três ocupações durante o seu desenrolar. Ela constitui-se no momento mais importante das atividades da capoeira. Trata-se de uma festa que os capoeiras dão a si mesmos. Nela, eles brincam, jogam, lutam e dançam. Essa particularidade faz da roda de capoeira um universo empolgante e empolgador, capaz de fazer emergir as mais diferenciadas emoções.
FALCÃO, J. L. S. Do Brasil para o mundo: a prática corporal da capoeira na articulação de processos formais e não-formais de educação. In.: Revista Tempos e Espaços em Educação, São Cristóvão, Sergipe, Brasil, v. 11, n. 24, p. 73-86, jan./mar. 2018, p.79.
No trabalho com a capoeira, o autor postula a articulação entre a cultura escolar (educação formal) e a cultura popular (educação não-formal), numa perspectiva de cooperação e complementaridade, para o enfrentamento aos princípios de
Na roda de capoeira, os praticantes são potenciais jogadores, instrumentistas e cantadores, e se revezam nessas três ocupações durante o seu desenrolar. Ela constitui-se no momento mais importante das atividades da capoeira. Trata-se de uma festa que os capoeiras dão a si mesmos. Nela, eles brincam, jogam, lutam e dançam. Essa particularidade faz da roda de capoeira um universo empolgante e empolgador, capaz de fazer emergir as mais diferenciadas emoções.
FALCÃO, J. L. S. Do Brasil para o mundo: a prática corporal da capoeira na articulação de processos formais e não-formais de educação. In.: Revista Tempos e Espaços em Educação, São Cristóvão, Sergipe, Brasil, v. 11, n. 24, p. 73-86, jan./mar. 2018, p.79.
No trabalho com a capoeira, o autor postula a articulação entre a cultura escolar (educação formal) e a cultura popular (educação não-formal), numa perspectiva de cooperação e complementaridade, para o enfrentamento aos princípios de
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Leia o texto a seguir.
Na Educação Física, a orientação da formação por uma perspectiva pragmática, que valoriza os saberes tácitos, tende a ser ainda mais regressiva, face à histórica aversão da área à teoria, ao debate acadêmico e político (Castellani Filho, 1983). Trata-se de um campo acadêmico e profissional cuja histórica prática social ainda está vinculada ao aprender fazendo. Portanto, o pragmatismo, mesmo que atualmente fundamente as políticas educacionais como um todo, proporciona um retrocesso particular na educação física, reposicionando a formação a partir da centralidade da instrumentalização para a intervenção profissional. O que é nuclear nas instituições formativas de caráter escolar (a universidade aí incluída) é o conhecimento sistematizado, clássico ou fundamental para a formação, nesse caso, o acúmulo científico da educação física e de áreas de conhecimentos que estabelecem diálogos fundamentais com este campo acadêmico e profissional. A atual resolução CNE/CES secundariza a concepção de conhecimentos clássicos e fundamentais no processo de formação profissional, especialmente porque o documento ignora os desenvolvimentos epistemológicos da área e superestima todo tipo de flexibilização da formação, induzindo uma orientação curricular que determina que o núcleo formativo não seja constituído pelos conhecimentos acumulados pelo campo, mas sim pelos saberes oriundos das interações práticas cotidianas dos estudantes.
SILVA, H. L. F.; FURTADO, R. P. Reação conservadora neoliberal e políticas curriculares: as novas diretrizes curriculares nacionais da educação física. In.: Revista Currículo sem Fronteiras, v.22, e2150, 2022 p. 13.
Destacam-se os seguintes documentos pertinentes à análise dos autores: a Resolução CNE/CES nº 6/2018, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Educação Física; a Resolução CNE/CP nº2/2019, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial de Professores para a Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica (BNCFormação). Ao analisar o conjunto desses documentos, os autores concluíram que possuem os princípios comuns de
Na Educação Física, a orientação da formação por uma perspectiva pragmática, que valoriza os saberes tácitos, tende a ser ainda mais regressiva, face à histórica aversão da área à teoria, ao debate acadêmico e político (Castellani Filho, 1983). Trata-se de um campo acadêmico e profissional cuja histórica prática social ainda está vinculada ao aprender fazendo. Portanto, o pragmatismo, mesmo que atualmente fundamente as políticas educacionais como um todo, proporciona um retrocesso particular na educação física, reposicionando a formação a partir da centralidade da instrumentalização para a intervenção profissional. O que é nuclear nas instituições formativas de caráter escolar (a universidade aí incluída) é o conhecimento sistematizado, clássico ou fundamental para a formação, nesse caso, o acúmulo científico da educação física e de áreas de conhecimentos que estabelecem diálogos fundamentais com este campo acadêmico e profissional. A atual resolução CNE/CES secundariza a concepção de conhecimentos clássicos e fundamentais no processo de formação profissional, especialmente porque o documento ignora os desenvolvimentos epistemológicos da área e superestima todo tipo de flexibilização da formação, induzindo uma orientação curricular que determina que o núcleo formativo não seja constituído pelos conhecimentos acumulados pelo campo, mas sim pelos saberes oriundos das interações práticas cotidianas dos estudantes.
SILVA, H. L. F.; FURTADO, R. P. Reação conservadora neoliberal e políticas curriculares: as novas diretrizes curriculares nacionais da educação física. In.: Revista Currículo sem Fronteiras, v.22, e2150, 2022 p. 13.
Destacam-se os seguintes documentos pertinentes à análise dos autores: a Resolução CNE/CES nº 6/2018, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação em Educação Física; a Resolução CNE/CP nº2/2019, que define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Formação Inicial de Professores para a Educação Básica e institui a Base Nacional Comum para a Formação Inicial de Professores da Educação Básica (BNCFormação). Ao analisar o conjunto desses documentos, os autores concluíram que possuem os princípios comuns de
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Leia o texto.
O esporte é uma construção histórico-social humana em constante transformação e fruto de múltiplas determinações. Assim, críticas ao esporte só podem ser endereçadas ao seu sendo, a como ele se apresenta historicamente. E, no caso da pedagogia crítica da EF, com vistas à sua superação, o que significa buscar colaborar para que esse esporte assuma outras características, estas, então, mais adequadas a uma outra (alternativa à hegemônica hoje) concepção de homem e sociedade. A negação do esporte não vai no sentido de abolilo ou fazê-lo desaparecer ou então, negá-lo como conteúdo das aulas de EF. Ao contrário, se pretendemos modificá-lo, é preciso exatamente o oposto, é preciso tratá-lo pedagogicamente. É claro que, quando se adota uma perspectiva pedagógica crítica, esse "tratá-lo pedagogicamente" será diferente do trato pedagógico dado ao esporte a partir de uma perspectiva conservadora de educação.
BRACHT, V. Esporte na escola e esporte de rendimento. Revista Movimento - Ano VI - nº 12 - 2000/1, p. 16.
O autor propõe que o ensino da técnica, necessária à prática dos esportes, seja realizada de forma
O esporte é uma construção histórico-social humana em constante transformação e fruto de múltiplas determinações. Assim, críticas ao esporte só podem ser endereçadas ao seu sendo, a como ele se apresenta historicamente. E, no caso da pedagogia crítica da EF, com vistas à sua superação, o que significa buscar colaborar para que esse esporte assuma outras características, estas, então, mais adequadas a uma outra (alternativa à hegemônica hoje) concepção de homem e sociedade. A negação do esporte não vai no sentido de abolilo ou fazê-lo desaparecer ou então, negá-lo como conteúdo das aulas de EF. Ao contrário, se pretendemos modificá-lo, é preciso exatamente o oposto, é preciso tratá-lo pedagogicamente. É claro que, quando se adota uma perspectiva pedagógica crítica, esse "tratá-lo pedagogicamente" será diferente do trato pedagógico dado ao esporte a partir de uma perspectiva conservadora de educação.
BRACHT, V. Esporte na escola e esporte de rendimento. Revista Movimento - Ano VI - nº 12 - 2000/1, p. 16.
O autor propõe que o ensino da técnica, necessária à prática dos esportes, seja realizada de forma
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