Foram encontradas 715 questões.
Texto 6
Procedure
1. Empty your brain!
Tell your students the title of the piece: “What I've learnt from
football”. Tell them to put their pens and pencils down and to
focus on thinking. Tell them to think about the topic for two
minutes. Tell them not to write anything but think of as many
ideas as they can.
2. Put it on paper!
Tell your students to write down their ideas. At this point, there
are no bad ideas, anything goes! Tell them to work silently – not
to discuss their ideas with their partners. Tell them they have
five minutes (and tell them how long they have left at regular
intervals). Tell them to try to continue writing until the five minute
time limit is up, but stop writing immediately when five minutes
have passed.
Disponível em: <https://premierskillsenglish.britishcouncil.org/pt
br/teachers/activities/writing- >
Acesso em: 19 dez. 2023. [Adaptado].
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Texto 5
What are some microlearning resources that can enhance
your teaching practice?
Powered by AI and the LinkedIn community
Microlearning is a teaching strategy that involves delivering
short and focused lessons or activities that target specific
learning outcomes. It can help you engage your learners,
reinforce key concepts, and enhance retention and transfer of
knowledge. In this article, you will discover some microlearning
resources that can support your teaching practice and align with
various pedagogical theories.
Why microlearning?
Microlearning is not a new concept, but it has become more
popular in recent years due to the increasing use of technology
and the changing needs and preferences of learners. This type
of learning can provide a variety of benefits for both teachers
and learners. For example, it can reduce cognitive load and
increase attention span by breaking down complex topics into
smaller pieces. Additionally, microlearning is convenient and
flexible, allowing learners to access content anytime and
anywhere. Furthermore, it supports personalized and selfdirected learning by enabling learners to choose their own pace
and path. Moreover, it can enhance motivation and engagement
by using interactive and multimedia elements. Finally, it can
improve retention and application by reinforcing and reviewing
essential information and skills.
Disponível em: <https://www.linkedin.com/advice/1/what-some-microlearningresources-can-enhance-your-teaching>. Acesso em: 19 dez. 2023. [Adaptado].
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Texto 5
What are some microlearning resources that can enhance
your teaching practice?
Powered by AI and the LinkedIn community
Microlearning is a teaching strategy that involves delivering
short and focused lessons or activities that target specific
learning outcomes. It can help you engage your learners,
reinforce key concepts, and enhance retention and transfer of
knowledge. In this article, you will discover some microlearning
resources that can support your teaching practice and align with
various pedagogical theories.
Why microlearning?
Microlearning is not a new concept, but it has become more
popular in recent years due to the increasing use of technology
and the changing needs and preferences of learners. This type
of learning can provide a variety of benefits for both teachers
and learners. For example, it can reduce cognitive load and
increase attention span by breaking down complex topics into
smaller pieces. Additionally, microlearning is convenient and
flexible, allowing learners to access content anytime and
anywhere. Furthermore, it supports personalized and selfdirected learning by enabling learners to choose their own pace
and path. Moreover, it can enhance motivation and engagement
by using interactive and multimedia elements. Finally, it can
improve retention and application by reinforcing and reviewing
essential information and skills.
Disponível em: <https://www.linkedin.com/advice/1/what-some-microlearningresources-can-enhance-your-teaching>. Acesso em: 19 dez. 2023. [Adaptado].
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What are some microlearning resources that can enhance
your teaching practice?
Powered by AI and the LinkedIn community
Microlearning is a teaching strategy that involves delivering
short and focused lessons or activities that target specific
learning outcomes. It can help you engage your learners,
reinforce key concepts, and enhance retention and transfer of
knowledge. In this article, you will discover some microlearning
resources that can support your teaching practice and align with
various pedagogical theories.
Why microlearning?
Microlearning is not a new concept, but it has become more
popular in recent years due to the increasing use of technology
and the changing needs and preferences of learners. This type
of learning can provide a variety of benefits for both teachers
and learners. For example, it can reduce cognitive load and
increase attention span by breaking down complex topics into
smaller pieces. Additionally, microlearning is convenient and
flexible, allowing learners to access content anytime and
anywhere. Furthermore, it supports personalized and selfdirected learning by enabling learners to choose their own pace
and path. Moreover, it can enhance motivation and engagement
by using interactive and multimedia elements. Finally, it can
improve retention and application by reinforcing and reviewing
essential information and skills.
Disponível em: <https://www.linkedin.com/advice/1/what-some-microlearningresources-can-enhance-your-teaching>. Acesso em: 19 dez. 2023. [Adaptado].
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- Interpretação e Tradução de Línguas de Sinais
- Tipos e Modos de Interpretação - simultânea, consecutiva e sussurrada
Leia o texto a seguir.
Nem sempre os surdos foram tratados de forma humana. Strobel mostra que na Idade Antiga os surdos eram adorados no Egito e na Pérsia, pois se acreditava que eles se comunicavam com os deuses. Na Grécia e em Roma, no entanto, eles eram assassinados e os que escapavam eram escravizados. Na Idade Média, eram tidos como objeto de curiosidade, como seres estranhos. Não podiam participar dos sacramentos religiosos, não tinham direito de casar, de receber herança, etc. Alguns eram assassinados pelas próprias famílias. Isso começa a mudar na Idade Moderna. A causa da mudança está relacionada aos estudos de um filósofo que concluiu que os surdos tinham habilidade para a razão e podiam escrever. Ele se comunicava com os surdos por meio de sinais e da escrita.
Disponível em: <https://www.ifpb.edu.br/assuntos/fique-por-dentro/trajetoriadas-pessoas-surdas-pessoas-que-ajudaram-a-escrever-essa-historia>. Acesso em: 13 dez. 2023.
Quem é o filósofo citado no texto, que se comunicava com os surdos por meio de sinais e da escrita?
Nem sempre os surdos foram tratados de forma humana. Strobel mostra que na Idade Antiga os surdos eram adorados no Egito e na Pérsia, pois se acreditava que eles se comunicavam com os deuses. Na Grécia e em Roma, no entanto, eles eram assassinados e os que escapavam eram escravizados. Na Idade Média, eram tidos como objeto de curiosidade, como seres estranhos. Não podiam participar dos sacramentos religiosos, não tinham direito de casar, de receber herança, etc. Alguns eram assassinados pelas próprias famílias. Isso começa a mudar na Idade Moderna. A causa da mudança está relacionada aos estudos de um filósofo que concluiu que os surdos tinham habilidade para a razão e podiam escrever. Ele se comunicava com os surdos por meio de sinais e da escrita.
Disponível em: <https://www.ifpb.edu.br/assuntos/fique-por-dentro/trajetoriadas-pessoas-surdas-pessoas-que-ajudaram-a-escrever-essa-historia>. Acesso em: 13 dez. 2023.
Quem é o filósofo citado no texto, que se comunicava com os surdos por meio de sinais e da escrita?
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Leia o excerto a seguir.
Os defensores da língua de sinais para os surdos afirmam que é só de posse desta, considerada "natural", adquirida em qualquer idade, que o surdo constituirá uma identidade surda, já que ele não é ouvinte.
Fontes: MOURA, M. C. de. O surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter/Fapesp, 2000. PERLIN, G. Identidades surdas. In: SKLIAR, C. (Org.).
As pessoas com a identidade surda
Os defensores da língua de sinais para os surdos afirmam que é só de posse desta, considerada "natural", adquirida em qualquer idade, que o surdo constituirá uma identidade surda, já que ele não é ouvinte.
Fontes: MOURA, M. C. de. O surdo: caminhos para uma nova identidade. Rio de Janeiro: Revinter/Fapesp, 2000. PERLIN, G. Identidades surdas. In: SKLIAR, C. (Org.).
As pessoas com a identidade surda
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- Aspectos Linguísticos da Língua Brasileira de Sinais
- Escrita de Sinais - transcrição e tradução de língua de sinais
Leia o trecho a seguir.
Segundo Stumpf “[…] o conhecimento do conceito metalingüístico supõe que, para refletir sobre a língua, é necessário poder colocar-se fora dela, poder observá-la, e isso está intimamente relacionado com a possibilidade de ler e escrever”.
Fonte: Stumpf, M. Sistema Signwriting: Por Uma Escrita Funcional Para O
Surdo.
In: Thoma, A. S. Et Al. A Invenção Da Surdez: Cultura, Alteridade, Identidade E
Diferença No Campo Da Educação. Santa Cruz Do Sul: Edunisc, 2004.
[Adaptado].
Sobre a origem da língua escrita de sinais, consta que foi criada porProvas
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Leia o texto a seguir.
A existência de duas classes diferentes de funções de expressão facial levanta questionamentos acerca do controle neural da linguagem e de funções não-linguísticas. A observação de padrões neurais de expressões faciais para diferentes funções fornece uma perspectiva de determinantes para a especialização dos hemisférios cerebrais.
Disponível em: <https://www.libras.ufsc.br/colecaoLetrasLibras/eixoFormacaoEspecifica/lingua BrasileiraDeSinaisI/scos/cap18717/1.html>. Acesso em: 12 dez. 2023.
Para os usuários de línguas de sinais, as expressões faciais têm quais funções?
A existência de duas classes diferentes de funções de expressão facial levanta questionamentos acerca do controle neural da linguagem e de funções não-linguísticas. A observação de padrões neurais de expressões faciais para diferentes funções fornece uma perspectiva de determinantes para a especialização dos hemisférios cerebrais.
Disponível em: <https://www.libras.ufsc.br/colecaoLetrasLibras/eixoFormacaoEspecifica/lingua BrasileiraDeSinaisI/scos/cap18717/1.html>. Acesso em: 12 dez. 2023.
Para os usuários de línguas de sinais, as expressões faciais têm quais funções?
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Leia o texto a seguir.
O intérprete está completamente envolvido na interação comunicativa (social e cultural), com poder completo para influenciar o objeto e o produto da interpretação. Ele processa a informação dada na língua fonte e faz escolhas lexicais, estruturais, semânticas e pragmáticas na língua alvo que devem se aproximar o mais apropriadamente possível da informação dada na língua fonte. Assim sendo, o intérprete também precisa ter conhecimento técnico para que suas escolhas sejam apropriadas tecnicamente. Portanto, o ato de interpretar envolve processos altamente complexos.
Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/tradutorlibras.pdf>. Acesso em: 12 dez. 2023.
Qual é o papel do intérprete?
O intérprete está completamente envolvido na interação comunicativa (social e cultural), com poder completo para influenciar o objeto e o produto da interpretação. Ele processa a informação dada na língua fonte e faz escolhas lexicais, estruturais, semânticas e pragmáticas na língua alvo que devem se aproximar o mais apropriadamente possível da informação dada na língua fonte. Assim sendo, o intérprete também precisa ter conhecimento técnico para que suas escolhas sejam apropriadas tecnicamente. Portanto, o ato de interpretar envolve processos altamente complexos.
Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/tradutorlibras.pdf>. Acesso em: 12 dez. 2023.
Qual é o papel do intérprete?
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Leia o excerto a seguir.
O documento “A Educação que Nós Surdos Queremos” (FENEIS, 1999) foi produzido por lideranças da comunidade surda durante o Pré-Congresso de 1999. Esse evento antecedeu o V Congresso Latino-Americano de Educação Bilíngue para Surdos, realizado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na cidade de Porto Alegre (RS). Segundo Lopes (2007, p. 33), o documento apresentava a explanação sobre o modo “como os surdos gostariam de ser narrados; diretrizes surdas para educação (desde a educação infantil); discussões acerca da Língua Brasileira de Sinais; o direito a intérpretes e a necessidade do reconhecimento, pelo Estado, da LIBRAS como uma língua oficial.
Fonte: KRAEMER, Graciele Marjana; LOPES, Luciane Bresciani; ZILIO, Virgínia Maria. Formação docente e educação de surdos no Brasil: desafios para uma proposta educacional bilíngue. Revista Educação Especial, Santa Maria, v. 33, p. 1-17, 2020.
Em relação à educação de surdos, há uma construção de planos e políticas educacionais pautada na Lei nº
O documento “A Educação que Nós Surdos Queremos” (FENEIS, 1999) foi produzido por lideranças da comunidade surda durante o Pré-Congresso de 1999. Esse evento antecedeu o V Congresso Latino-Americano de Educação Bilíngue para Surdos, realizado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, na cidade de Porto Alegre (RS). Segundo Lopes (2007, p. 33), o documento apresentava a explanação sobre o modo “como os surdos gostariam de ser narrados; diretrizes surdas para educação (desde a educação infantil); discussões acerca da Língua Brasileira de Sinais; o direito a intérpretes e a necessidade do reconhecimento, pelo Estado, da LIBRAS como uma língua oficial.
Fonte: KRAEMER, Graciele Marjana; LOPES, Luciane Bresciani; ZILIO, Virgínia Maria. Formação docente e educação de surdos no Brasil: desafios para uma proposta educacional bilíngue. Revista Educação Especial, Santa Maria, v. 33, p. 1-17, 2020.
Em relação à educação de surdos, há uma construção de planos e políticas educacionais pautada na Lei nº
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