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Foram encontradas 30 questões.

2547507 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: Pref. Iporá-GO
Medicina preventiva é mais eficiente e menos custosa do que a curativa
Ir a consultas médicas e fazer exames periodicamente previne doenças e evita agravos de alguma que já tenha se desenvolvido no organismo.
O lema da dona de casa Maria Therezinha Magnavita, de 66 anos, é o ditado popular é “melhor prevenir do que remediar”. Há pouco mais de 12 anos, em um exame de rotina, o médico encontrou um tumor maligno em estágio inicial em seu seio esquerdo. A descoberta prematura do câncer de mama possibilitou que ela começasse o tratamento de maneira eficaz e se curasse completamente. "Sempre fiz chek-ups anualmente. Faço isso para prevenir novas doenças e, se algo estiver errado, posso encontrar a tempo de fazer um tratamento adequado", explica.
O pensamento de Therezinha está correto e precisa servir de modelo para outras pessoas. Os cuidados com a saúde devem começar desde muito cedo, no ventre materno, com os exames e cuidados pré-natal, e seguir por toda a vida.
Tudo o que se pode fazer em prol da saúde, antes que qualquer doença se instale, é considerado medicina preventiva. É muito mais eficiente e menos custoso ter consultas anuais com um clínico geral ou profissionais de áreas como ginecologia, urologia e cardiologia do que esperar que as doenças instalem-se para tratá-las.
Vale ressaltar que existem dois tipos de prevenção. A primeira é aquela focada em evitar que o indivíduo tenha alguma doença. Bons exemplos são as vacinas, preservativos e atividades físicas regulares. A outra é a que evita agravos a alguma doença que já tenha se desenvolvido. "Esse é o caso de um diabético que usa medicamentos regularmente, faz dieta e exercícios físicos para prevenir as complicações do diabetes", explica Ana Luiza.
Disponível em: <http://www2.correio24horas.com.br/detalhe/doutor-saude/noticia/medicina-preventiva-e-mais-eficiente-e-menos-custosa-do-que-a-curativa>. Acesso em: 29 set. 2017. (Adaptado).
Com relação aos usos dos verbos empregados no texto da reportagem, nota-se que:
 

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2547506 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: Pref. Iporá-GO
Medicina preventiva é mais eficiente e menos custosa do que a curativa
Ir a consultas médicas e fazer exames periodicamente previne doenças e evita agravos de alguma que já tenha se desenvolvido no organismo.
O lema da dona de casa Maria Therezinha Magnavita, de 66 anos, é o ditado popular é “melhor prevenir do que remediar”. Há pouco mais de 12 anos, em um exame de rotina, o médico encontrou um tumor maligno em estágio inicial em seu seio esquerdo. A descoberta prematura do câncer de mama possibilitou que ela começasse o tratamento de maneira eficaz e se curasse completamente. "Sempre fiz chek-ups anualmente. Faço isso para prevenir novas doenças e, se algo estiver errado, posso encontrar a tempo de fazer um tratamento adequado", explica.
O pensamento de Therezinha está correto e precisa servir de modelo para outras pessoas. Os cuidados com a saúde devem começar desde muito cedo, no ventre materno, com os exames e cuidados pré-natal, e seguir por toda a vida.
Tudo o que se pode fazer em prol da saúde, antes que qualquer doença se instale, é considerado medicina preventiva. É muito mais eficiente e menos custoso ter consultas anuais com um clínico geral ou profissionais de áreas como ginecologia, urologia e cardiologia do que esperar que as doenças instalem-se para tratá-las.
Vale ressaltar que existem dois tipos de prevenção. A primeira é aquela focada em evitar que o indivíduo tenha alguma doença. Bons exemplos são as vacinas, preservativos e atividades físicas regulares. A outra é a que evita agravos a alguma doença que já tenha se desenvolvido. "Esse é o caso de um diabético que usa medicamentos regularmente, faz dieta e exercícios físicos para prevenir as complicações do diabetes", explica Ana Luiza.
Disponível em: <http://www2.correio24horas.com.br/detalhe/doutor-saude/noticia/medicina-preventiva-e-mais-eficiente-e-menos-custosa-do-que-a-curativa>. Acesso em: 29 set. 2017. (Adaptado).
Sobre o título da reportagem: “Medicina preventiva é mais eficiente e menos custosa do que a curativa”, constata-se que
 

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2547505 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: Pref. Iporá-GO
Pneu Furado
O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonitinha. Tão bonitinha que atrás parou outro carro e dele desceu um homem dizendo "Pode deixar". Ele trocaria o pneu.
– Você tem macaco? - perguntou o homem.
– Não - respondeu a moça.
– Tudo bem, eu tenho - disse o homem - Você tem estepe?
– Não - disse a moça.
– Vamos usar o meu - disse o homem. E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar. Dali a pouco chegou o dono do carro.
– Puxa, você trocou o pneu pra mim. Muito obrigado.
– É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
– Coisa estranha. – É uma compulsão. Sei lá.
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Pai não entende nada. Disponível em: <http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/redacao/cronica-narrativa.htm>. Acesso em: 29 set. 2017.
Na pergunta: “Você tem macaco?”, o emprego da palavra macaco, para se referir ao objeto usado para levantar carros, consiste em uma figura de linguagem denominada
 

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2547504 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: Pref. Iporá-GO
Pneu Furado
O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonitinha. Tão bonitinha que atrás parou outro carro e dele desceu um homem dizendo "Pode deixar". Ele trocaria o pneu.
– Você tem macaco? - perguntou o homem.
– Não - respondeu a moça.
– Tudo bem, eu tenho - disse o homem - Você tem estepe?
– Não - disse a moça.
– Vamos usar o meu - disse o homem. E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar. Dali a pouco chegou o dono do carro.
– Puxa, você trocou o pneu pra mim. Muito obrigado.
– É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
– Coisa estranha. – É uma compulsão. Sei lá.
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Pai não entende nada. Disponível em: <http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/redacao/cronica-narrativa.htm>. Acesso em: 29 set. 2017.
Sobre o texto “Pneu Furado”, verifica-se que
 

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2547503 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: Pref. Iporá-GO
Número de acidentes fatais cai em Goiás
Levantamento do Detran GO mostra queda proporcional de 3,4% em ocorrências de mortes,
na comparação de janeiro a agosto deste ano com mesmo período de 2016.
[...] Apesar da aparente inexpressividade, por ser pequeno, o percentual complementa a investida de Goiás em tentar atingir as metas de redução. O presidente do Detran-GO, Manoel Xavier, frisa que o Estado conseguiu obter a quarta maior redução do índice de mortes no trânsito para cada 100 mil habitantes, baixando de 32,5 em 2014 para 27,9 em 2015, conforme dados do DataSUS. A meta goiana é chegar a 20, estando ainda um pouco acima da nacional, que é atingir os 18,7 casos para cada grupo de 100 mil pessoas. “O importante é que estamos mantendo esta tendência de redução”, diz ele.
O comportamento do condutor, conforme as principais autuações registradas, persiste em seguir tendências antigas, tendo o excesso de velocidade, a falta de cinto de segurança e avanço no sinal vermelho como as mais recorrentes.
Enunciado 3303102-1
Fonte: O Popular, Goiânia, terça-feira, 19 set. de 2017. pág. 12.
A forma como é representado o numeral - 3,41%, no gráfico da reportagem, indica
 

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2547502 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: Pref. Iporá-GO
Número de acidentes fatais cai em Goiás
Levantamento do Detran GO mostra queda proporcional de 3,4% em ocorrências de mortes,
na comparação de janeiro a agosto deste ano com mesmo período de 2016.
[...] Apesar da aparente inexpressividade, por ser pequeno, o percentual complementa a investida de Goiás em tentar atingir as metas de redução. O presidente do Detran-GO, Manoel Xavier, frisa que o Estado conseguiu obter a quarta maior redução do índice de mortes no trânsito para cada 100 mil habitantes, baixando de 32,5 em 2014 para 27,9 em 2015, conforme dados do DataSUS. A meta goiana é chegar a 20, estando ainda um pouco acima da nacional, que é atingir os 18,7 casos para cada grupo de 100 mil pessoas. “O importante é que estamos mantendo esta tendência de redução”, diz ele.
O comportamento do condutor, conforme as principais autuações registradas, persiste em seguir tendências antigas, tendo o excesso de velocidade, a falta de cinto de segurança e avanço no sinal vermelho como as mais recorrentes.
Enunciado 3303101-1
Fonte: O Popular, Goiânia, terça-feira, 19 set. de 2017. pág. 12.
Na linha 2 do texto da reportagem: “Apesar da aparente inexpressividade”, a palavra “inexpressividade” é formada pelo mesmo processo de formação de palavras que em:
 

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2547501 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: Pref. Iporá-GO
Número de acidentes fatais cai em Goiás
Levantamento do Detran GO mostra queda proporcional de 3,4% em ocorrências de mortes,
na comparação de janeiro a agosto deste ano com mesmo período de 2016.
[...] Apesar da aparente inexpressividade, por ser pequeno, o percentual complementa a investida de Goiás em tentar atingir as metas de redução. O presidente do Detran-GO, Manoel Xavier, frisa que o Estado conseguiu obter a quarta maior redução do índice de mortes no trânsito para cada 100 mil habitantes, baixando de 32,5 em 2014 para 27,9 em 2015, conforme dados do DataSUS. A meta goiana é chegar a 20, estando ainda um pouco acima da nacional, que é atingir os 18,7 casos para cada grupo de 100 mil pessoas. “O importante é que estamos mantendo esta tendência de redução”, diz ele.
O comportamento do condutor, conforme as principais autuações registradas, persiste em seguir tendências antigas, tendo o excesso de velocidade, a falta de cinto de segurança e avanço no sinal vermelho como as mais recorrentes.
Enunciado 3303100-1
Fonte: O Popular, Goiânia, terça-feira, 19 set. de 2017. pág. 12.
De acordo com a reportagem e as tabelas que a compõem, o número maior de vítimas em acidentes de trânsito em Goiás são de pessoas que estão na faixa etária compreendida entre:
 

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2547500 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: Pref. Iporá-GO
O bicho
Vi ontem um bicho
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato.
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 4. ed.
Rio de Janeiro, J. Olympio, 1973, p. 195.
No verso: “Vi ontem um bicho”, a palavra sublinhada desempenha na oração a função de:
 

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2547499 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: Pref. Iporá-GO
O bicho
Vi ontem um bicho
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato.
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 4. ed.
Rio de Janeiro, J. Olympio, 1973, p. 195.
No verso: “Engolia com voracidade”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
 

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2547498 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: UEG
Orgão: Pref. Iporá-GO
O bicho
Vi ontem um bicho
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato.
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 4. ed.
Rio de Janeiro, J. Olympio, 1973, p. 195.
A imagem que melhor representa o tema discutido no poema “O bicho” é:
 

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