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Medicina preventiva é mais eficiente e menos custosa do que a curativa
Ir a consultas médicas e fazer exames periodicamente previne doenças e evita agravos de alguma que já tenha se desenvolvido no organismo.
O lema da dona de casa Maria Therezinha Magnavita, de 66 anos, é o ditado popular é “melhor prevenir do que remediar”. Há pouco mais de 12 anos, em um exame de rotina, o médico encontrou um tumor maligno em estágio inicial em seu seio esquerdo. A descoberta prematura do câncer de mama possibilitou que ela começasse o tratamento de maneira eficaz e se curasse completamente. "Sempre fiz chek-ups anualmente. Faço isso para prevenir novas doenças e, se algo estiver errado, posso encontrar a tempo de fazer um tratamento adequado", explica.
O pensamento de Therezinha está correto e precisa servir de modelo para outras pessoas. Os cuidados com a saúde devem começar desde muito cedo, no ventre materno, com os exames e cuidados pré-natal, e seguir por toda a vida.
Tudo o que se pode fazer em prol da saúde, antes que qualquer doença se instale, é considerado medicina preventiva. É muito mais eficiente e menos custoso ter consultas anuais com um clínico geral ou profissionais de áreas como ginecologia, urologia e cardiologia do que esperar que as doenças instalem-se para tratá-las.
Vale ressaltar que existem dois tipos de prevenção. A primeira é aquela focada em evitar que o indivíduo tenha alguma doença. Bons exemplos são as vacinas, preservativos e atividades físicas regulares. A outra é a que evita agravos a alguma doença que já tenha se desenvolvido. "Esse é o caso de um diabético que usa medicamentos regularmente, faz dieta e exercícios físicos para prevenir as complicações do diabetes", explica Ana Luiza.
Disponível em: <http://www2.correio24horas.com.br/detalhe/doutor-saude/noticia/medicina-preventiva-e-mais-eficiente-e-menos-custosa-do-que-a-curativa>. Acesso em: 29 set. 2017. (Adaptado).
Com relação aos usos dos verbos empregados no texto da reportagem, nota-se que:
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Medicina preventiva é mais eficiente e menos custosa do que a curativa
Ir a consultas médicas e fazer exames periodicamente previne doenças e evita agravos de alguma que já tenha se desenvolvido no organismo.
O lema da dona de casa Maria Therezinha Magnavita, de 66 anos, é o ditado popular é “melhor prevenir do que remediar”. Há pouco mais de 12 anos, em um exame de rotina, o médico encontrou um tumor maligno em estágio inicial em seu seio esquerdo. A descoberta prematura do câncer de mama possibilitou que ela começasse o tratamento de maneira eficaz e se curasse completamente. "Sempre fiz chek-ups anualmente. Faço isso para prevenir novas doenças e, se algo estiver errado, posso encontrar a tempo de fazer um tratamento adequado", explica.
O pensamento de Therezinha está correto e precisa servir de modelo para outras pessoas. Os cuidados com a saúde devem começar desde muito cedo, no ventre materno, com os exames e cuidados pré-natal, e seguir por toda a vida.
Tudo o que se pode fazer em prol da saúde, antes que qualquer doença se instale, é considerado medicina preventiva. É muito mais eficiente e menos custoso ter consultas anuais com um clínico geral ou profissionais de áreas como ginecologia, urologia e cardiologia do que esperar que as doenças instalem-se para tratá-las.
Vale ressaltar que existem dois tipos de prevenção. A primeira é aquela focada em evitar que o indivíduo tenha alguma doença. Bons exemplos são as vacinas, preservativos e atividades físicas regulares. A outra é a que evita agravos a alguma doença que já tenha se desenvolvido. "Esse é o caso de um diabético que usa medicamentos regularmente, faz dieta e exercícios físicos para prevenir as complicações do diabetes", explica Ana Luiza.
Disponível em: <http://www2.correio24horas.com.br/detalhe/doutor-saude/noticia/medicina-preventiva-e-mais-eficiente-e-menos-custosa-do-que-a-curativa>. Acesso em: 29 set. 2017. (Adaptado).
Sobre o título da reportagem: “Medicina preventiva é mais eficiente e menos custosa do que a curativa”, constata-se que
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Pneu Furado
O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonitinha. Tão bonitinha que atrás parou outro carro e dele desceu um homem dizendo "Pode deixar". Ele trocaria o pneu.
– Você tem macaco? - perguntou o homem.
– Não - respondeu a moça.
– Tudo bem, eu tenho - disse o homem - Você tem estepe?
– Não - disse a moça.
– Vamos usar o meu - disse o homem. E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar. Dali a pouco chegou o dono do carro.
– Puxa, você trocou o pneu pra mim. Muito obrigado.
– É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
– Coisa estranha. – É uma compulsão. Sei lá.
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Pai não entende nada. Disponível em: <http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/redacao/cronica-narrativa.htm>. Acesso em: 29 set. 2017.
Na pergunta: “Você tem macaco?”, o emprego da palavra macaco, para se referir ao objeto usado para levantar carros, consiste em uma figura de linguagem denominada
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Pneu Furado
O carro estava encostado no meio-fio, com um pneu furado. De pé ao lado do carro, olhando desconsoladamente para o pneu, uma moça muito bonitinha. Tão bonitinha que atrás parou outro carro e dele desceu um homem dizendo "Pode deixar". Ele trocaria o pneu.
– Você tem macaco? - perguntou o homem.
– Não - respondeu a moça.
– Tudo bem, eu tenho - disse o homem - Você tem estepe?
– Não - disse a moça.
– Vamos usar o meu - disse o homem. E pôs-se a trabalhar, trocando o pneu, sob o olhar da moça. Terminou no momento em que chegava o ônibus que a moça estava esperando. Ele ficou ali, suando, de boca aberta, vendo o ônibus se afastar. Dali a pouco chegou o dono do carro.
– Puxa, você trocou o pneu pra mim. Muito obrigado.
– É. Eu... Eu não posso ver pneu furado. Tenho que trocar.
– Coisa estranha. – É uma compulsão. Sei lá.
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Pai não entende nada. Disponível em: <http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/redacao/cronica-narrativa.htm>. Acesso em: 29 set. 2017.
Sobre o texto “Pneu Furado”, verifica-se que
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Número de acidentes fatais cai em Goiás
Levantamento do Detran GO mostra queda proporcional de 3,4% em ocorrências de mortes,
na comparação de janeiro a agosto deste ano com mesmo período de 2016.
na comparação de janeiro a agosto deste ano com mesmo período de 2016.
[...] Apesar da aparente inexpressividade, por ser pequeno, o percentual complementa a investida de Goiás em tentar atingir as metas de redução. O presidente do Detran-GO, Manoel Xavier, frisa que o Estado conseguiu obter a quarta maior redução do índice de mortes no trânsito para cada 100 mil habitantes, baixando de 32,5 em 2014 para 27,9 em 2015, conforme dados do DataSUS. A meta goiana é chegar a 20, estando ainda um pouco acima da nacional, que é atingir os 18,7 casos para cada grupo de 100 mil pessoas. “O importante é que estamos mantendo esta tendência de redução”, diz ele.
O comportamento do condutor, conforme as principais autuações registradas, persiste em seguir tendências antigas, tendo o excesso de velocidade, a falta de cinto de segurança e avanço no sinal vermelho como as mais recorrentes.

Fonte: O Popular, Goiânia, terça-feira, 19 set. de 2017. pág. 12.
A forma como é representado o numeral - 3,41%, no gráfico da reportagem, indica
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Número de acidentes fatais cai em Goiás
Levantamento do Detran GO mostra queda proporcional de 3,4% em ocorrências de mortes,
na comparação de janeiro a agosto deste ano com mesmo período de 2016.
na comparação de janeiro a agosto deste ano com mesmo período de 2016.
[...] Apesar da aparente inexpressividade, por ser pequeno, o percentual complementa a investida de Goiás em tentar atingir as metas de redução. O presidente do Detran-GO, Manoel Xavier, frisa que o Estado conseguiu obter a quarta maior redução do índice de mortes no trânsito para cada 100 mil habitantes, baixando de 32,5 em 2014 para 27,9 em 2015, conforme dados do DataSUS. A meta goiana é chegar a 20, estando ainda um pouco acima da nacional, que é atingir os 18,7 casos para cada grupo de 100 mil pessoas. “O importante é que estamos mantendo esta tendência de redução”, diz ele.
O comportamento do condutor, conforme as principais autuações registradas, persiste em seguir tendências antigas, tendo o excesso de velocidade, a falta de cinto de segurança e avanço no sinal vermelho como as mais recorrentes.

Fonte: O Popular, Goiânia, terça-feira, 19 set. de 2017. pág. 12.
Na linha 2 do texto da reportagem: “Apesar da aparente inexpressividade”, a palavra “inexpressividade” é formada pelo mesmo processo de formação de palavras que em:
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Levantamento do Detran GO mostra queda proporcional de 3,4% em ocorrências de mortes,
na comparação de janeiro a agosto deste ano com mesmo período de 2016.
na comparação de janeiro a agosto deste ano com mesmo período de 2016.
[...] Apesar da aparente inexpressividade, por ser pequeno, o percentual complementa a investida de Goiás em tentar atingir as metas de redução. O presidente do Detran-GO, Manoel Xavier, frisa que o Estado conseguiu obter a quarta maior redução do índice de mortes no trânsito para cada 100 mil habitantes, baixando de 32,5 em 2014 para 27,9 em 2015, conforme dados do DataSUS. A meta goiana é chegar a 20, estando ainda um pouco acima da nacional, que é atingir os 18,7 casos para cada grupo de 100 mil pessoas. “O importante é que estamos mantendo esta tendência de redução”, diz ele.
O comportamento do condutor, conforme as principais autuações registradas, persiste em seguir tendências antigas, tendo o excesso de velocidade, a falta de cinto de segurança e avanço no sinal vermelho como as mais recorrentes.

Fonte: O Popular, Goiânia, terça-feira, 19 set. de 2017. pág. 12.
De acordo com a reportagem e as tabelas que a compõem, o número maior de vítimas em acidentes de trânsito em Goiás são de pessoas que estão na faixa etária compreendida entre:
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O bicho
Vi ontem um bicho
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos.
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato.
Não era um rato.
Não era um gato.
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 4. ed.
Rio de Janeiro, J. Olympio, 1973, p. 195.
Rio de Janeiro, J. Olympio, 1973, p. 195.
No verso: “Vi ontem um bicho”, a palavra sublinhada desempenha na oração a função de:
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O bicho
Vi ontem um bicho
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos.
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato.
Não era um rato.
Não era um gato.
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 4. ed.
Rio de Janeiro, J. Olympio, 1973, p. 195.
Rio de Janeiro, J. Olympio, 1973, p. 195.
No verso: “Engolia com voracidade”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
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O bicho
Vi ontem um bicho
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos.
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato.
Não era um rato.
Não era um gato.
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. 4. ed.
Rio de Janeiro, J. Olympio, 1973, p. 195.
Rio de Janeiro, J. Olympio, 1973, p. 195.
A imagem que melhor representa o tema discutido no poema “O bicho” é:
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