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Doença Celíaca
Doença celíaca é uma doença autoimune causada
pela intolerância ao glúten, uma proteína
encontrada no trigo, aveia, cevada, centeio e seus
derivados, como massas, pizzas, bolos, pães,
biscoitos, cerveja, uísque, vodka e alguns doces,
provocando dificuldade do organismo de absorver os
nutrientes dos alimentos, vitaminas, sais minerais e
água. Os sintomas, em geral, aparecem entre os seis
meses e dois anos e meio de vida. No entanto, isso
não é regra. Portadores da doença podem manifestar
os sintomas na fase adulta: diarreia ou prisão de
ventre crônica, dor abdominal, inchaço na barriga,
danos à parede intestinal, falta de apetite, baixa
absorção de nutrientes, osteoporose, anemia, perda de
peso e desnutrição. O diagnóstico é feito por exame
clínico com médico especialista, que vai analisar os
sintomas. Biópsia do intestino, por meio de
endoscopia, exames de sangue e/ou dieta restritiva
sem glúten também podem ser requeridos pelo
médico. O principal tratamento é a dieta com total
ausência de glúten; quando a proteína é excluída da
alimentação os sintomas desaparecem. A maior
dificuldade para os pacientes é conviver com as
restrições impostas pelos novos hábitos
alimentares. A doença celíaca não tem cura; por
isso, a dieta deve ser seguida rigorosamente pelo
resto da vida. É importante que os celíacos fiquem
atentos à possibilidade de desenvolver câncer de
intestino e a ter problemas de infertilidade. A
contaminação cruzada ocorre quando há transferência
direta ou indireta de contaminantes físicos, químicos
ou biológicos de um alimento, utensílio, vetor ou
manipulador para alimentos que serão consumidos.
Pode ocorrer nas diferentes etapas do processo de
produção do alimento: pré-preparo, tratamento,
armazenamento, transporte, serviço. São fontes de
contaminação: esponjas, panos de prato, colher de
pau, óleo para fritura, dentre outros.
Observação 1: Celíacos só podem ingerir alimentos
feitos em cozinhas descontaminadas.
Observação 2: É obrigatório por lei federal (Lei n.º
10.674, de 16/05/2003) que todos os alimentos
industrializados informem em seus rótulos a presença
ou não de glúten para resguardar o direito à saúde dos
portadores de doença celíaca.
IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem
diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar
remédios. As informações disponíveis no site Dicas
em Saúde possuem apenas caráter educativo.
(Fonte: https://bvsms.saude.gov.br/doenca-celiaca/. Acesso em:
10/08/2022).
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Doença celíaca é uma doença autoimune causada
pela intolerância ao glúten, uma proteína
encontrada no trigo, aveia, cevada, centeio e seus
derivados, como massas, pizzas, bolos, pães,
biscoitos, cerveja, uísque, vodka e alguns doces,
provocando dificuldade do organismo de absorver os
nutrientes dos alimentos, vitaminas, sais minerais e
água. Os sintomas, em geral, aparecem entre os seis
meses e dois anos e meio de vida. No entanto, isso
não é regra. Portadores da doença podem manifestar
os sintomas na fase adulta: diarreia ou prisão de
ventre crônica, dor abdominal, inchaço na barriga,
danos à parede intestinal, falta de apetite, baixa
absorção de nutrientes, osteoporose, anemia, perda de
peso e desnutrição. O diagnóstico é feito por exame
clínico com médico especialista, que vai analisar os
sintomas. Biópsia do intestino, por meio de
endoscopia, exames de sangue e/ou dieta restritiva
sem glúten também podem ser requeridos pelo
médico. O principal tratamento é a dieta com total
ausência de glúten; quando a proteína é excluída da
alimentação os sintomas desaparecem. A maior
dificuldade para os pacientes é conviver com as
restrições impostas pelos novos hábitos
alimentares. A doença celíaca não tem cura; por
isso, a dieta deve ser seguida rigorosamente pelo
resto da vida. É importante que os celíacos fiquem
atentos à possibilidade de desenvolver câncer de
intestino e a ter problemas de infertilidade. A
contaminação cruzada ocorre quando há transferência
direta ou indireta de contaminantes físicos, químicos
ou biológicos de um alimento, utensílio, vetor ou
manipulador para alimentos que serão consumidos.
Pode ocorrer nas diferentes etapas do processo de
produção do alimento: pré-preparo, tratamento,
armazenamento, transporte, serviço. São fontes de
contaminação: esponjas, panos de prato, colher de
pau, óleo para fritura, dentre outros.
Observação 1: Celíacos só podem ingerir alimentos
feitos em cozinhas descontaminadas.
Observação 2: É obrigatório por lei federal (Lei n.º
10.674, de 16/05/2003) que todos os alimentos
industrializados informem em seus rótulos a presença
ou não de glúten para resguardar o direito à saúde dos
portadores de doença celíaca.
IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem
diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar
remédios. As informações disponíveis no site Dicas
em Saúde possuem apenas caráter educativo.
(Fonte: https://bvsms.saude.gov.br/doenca-celiaca/. Acesso em:
10/08/2022).
O trecho sublinhado acima constitui:
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Doença celíaca é uma doença autoimune causada
pela intolerância ao glúten, uma proteína
encontrada no trigo, aveia, cevada, centeio e seus
derivados, como massas, pizzas, bolos, pães,
biscoitos, cerveja, uísque, vodka e alguns doces,
provocando dificuldade do organismo de absorver os
nutrientes dos alimentos, vitaminas, sais minerais e
água. Os sintomas, em geral, aparecem entre os seis
meses e dois anos e meio de vida. No entanto, isso
não é regra. Portadores da doença podem manifestar
os sintomas na fase adulta: diarreia ou prisão de
ventre crônica, dor abdominal, inchaço na barriga,
danos à parede intestinal, falta de apetite, baixa
absorção de nutrientes, osteoporose, anemia, perda de
peso e desnutrição. O diagnóstico é feito por exame
clínico com médico especialista, que vai analisar os
sintomas. Biópsia do intestino, por meio de
endoscopia, exames de sangue e/ou dieta restritiva
sem glúten também podem ser requeridos pelo
médico. O principal tratamento é a dieta com total
ausência de glúten; quando a proteína é excluída da
alimentação os sintomas desaparecem. A maior
dificuldade para os pacientes é conviver com as
restrições impostas pelos novos hábitos
alimentares. A doença celíaca não tem cura; por
isso, a dieta deve ser seguida rigorosamente pelo
resto da vida. É importante que os celíacos fiquem
atentos à possibilidade de desenvolver câncer de
intestino e a ter problemas de infertilidade. A
contaminação cruzada ocorre quando há transferência
direta ou indireta de contaminantes físicos, químicos
ou biológicos de um alimento, utensílio, vetor ou
manipulador para alimentos que serão consumidos.
Pode ocorrer nas diferentes etapas do processo de
produção do alimento: pré-preparo, tratamento,
armazenamento, transporte, serviço. São fontes de
contaminação: esponjas, panos de prato, colher de
pau, óleo para fritura, dentre outros.
Observação 1: Celíacos só podem ingerir alimentos
feitos em cozinhas descontaminadas.
Observação 2: É obrigatório por lei federal (Lei n.º
10.674, de 16/05/2003) que todos os alimentos
industrializados informem em seus rótulos a presença
ou não de glúten para resguardar o direito à saúde dos
portadores de doença celíaca.
IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem
diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar
remédios. As informações disponíveis no site Dicas
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(Fonte: https://bvsms.saude.gov.br/doenca-celiaca/. Acesso em:
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pela intolerância ao glúten, uma proteína
encontrada no trigo, aveia, cevada, centeio e seus
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biscoitos, cerveja, uísque, vodka e alguns doces,
provocando dificuldade do organismo de absorver os
nutrientes dos alimentos, vitaminas, sais minerais e
água. Os sintomas, em geral, aparecem entre os seis
meses e dois anos e meio de vida. No entanto, isso
não é regra. Portadores da doença podem manifestar
os sintomas na fase adulta: diarreia ou prisão de
ventre crônica, dor abdominal, inchaço na barriga,
danos à parede intestinal, falta de apetite, baixa
absorção de nutrientes, osteoporose, anemia, perda de
peso e desnutrição. O diagnóstico é feito por exame
clínico com médico especialista, que vai analisar os
sintomas. Biópsia do intestino, por meio de
endoscopia, exames de sangue e/ou dieta restritiva
sem glúten também podem ser requeridos pelo
médico. O principal tratamento é a dieta com total
ausência de glúten; quando a proteína é excluída da
alimentação os sintomas desaparecem. A maior
dificuldade para os pacientes é conviver com as
restrições impostas pelos novos hábitos
alimentares. A doença celíaca não tem cura; por
isso, a dieta deve ser seguida rigorosamente pelo
resto da vida. É importante que os celíacos fiquem
atentos à possibilidade de desenvolver câncer de
intestino e a ter problemas de infertilidade. A
contaminação cruzada ocorre quando há transferência
direta ou indireta de contaminantes físicos, químicos
ou biológicos de um alimento, utensílio, vetor ou
manipulador para alimentos que serão consumidos.
Pode ocorrer nas diferentes etapas do processo de
produção do alimento: pré-preparo, tratamento,
armazenamento, transporte, serviço. São fontes de
contaminação: esponjas, panos de prato, colher de
pau, óleo para fritura, dentre outros.
Observação 1: Celíacos só podem ingerir alimentos
feitos em cozinhas descontaminadas.
Observação 2: É obrigatório por lei federal (Lei n.º
10.674, de 16/05/2003) que todos os alimentos
industrializados informem em seus rótulos a presença
ou não de glúten para resguardar o direito à saúde dos
portadores de doença celíaca.
IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem
diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar
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derivados, como massas, pizzas, bolos, pães,
biscoitos, cerveja, uísque, vodka e alguns doces,
provocando dificuldade do organismo de absorver os
nutrientes dos alimentos, vitaminas, sais minerais e
água. Os sintomas, em geral, aparecem entre os seis
meses e dois anos e meio de vida. No entanto, isso
não é regra. Portadores da doença podem manifestar
os sintomas na fase adulta: diarreia ou prisão de
ventre crônica, dor abdominal, inchaço na barriga,
danos à parede intestinal, falta de apetite, baixa
absorção de nutrientes, osteoporose, anemia, perda de
peso e desnutrição. O diagnóstico é feito por exame
clínico com médico especialista, que vai analisar os
sintomas. Biópsia do intestino, por meio de
endoscopia, exames de sangue e/ou dieta restritiva
sem glúten também podem ser requeridos pelo
médico. O principal tratamento é a dieta com total
ausência de glúten; quando a proteína é excluída da
alimentação os sintomas desaparecem. A maior
dificuldade para os pacientes é conviver com as
restrições impostas pelos novos hábitos
alimentares. A doença celíaca não tem cura; por
isso, a dieta deve ser seguida rigorosamente pelo
resto da vida. É importante que os celíacos fiquem
atentos à possibilidade de desenvolver câncer de
intestino e a ter problemas de infertilidade. A
contaminação cruzada ocorre quando há transferência
direta ou indireta de contaminantes físicos, químicos
ou biológicos de um alimento, utensílio, vetor ou
manipulador para alimentos que serão consumidos.
Pode ocorrer nas diferentes etapas do processo de
produção do alimento: pré-preparo, tratamento,
armazenamento, transporte, serviço. São fontes de
contaminação: esponjas, panos de prato, colher de
pau, óleo para fritura, dentre outros.
Observação 1: Celíacos só podem ingerir alimentos
feitos em cozinhas descontaminadas.
Observação 2: É obrigatório por lei federal (Lei n.º
10.674, de 16/05/2003) que todos os alimentos
industrializados informem em seus rótulos a presença
ou não de glúten para resguardar o direito à saúde dos
portadores de doença celíaca.
IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem
diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar
remédios. As informações disponíveis no site Dicas
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À medida que as pessoas envelhecem, seus
sistemas imunológicos naturalmente perdem força.
Esse envelhecimento, chamado de imunossenescência, pode ser um importante causador de
problemas de saúde relacionados à idade, como
câncer e doenças cardiovasculares.
No entanto, os sistemas imunológicos de
diferentes pessoas não envelhecem na mesma
velocidade. O estresse, por exemplo, está associado a
sinais de envelhecimento acelerado do sistema
imunológico.
Para entender melhor a discrepância entre
idade cronológica e idade imunológica,
pesquisadores da Universidade da Califórnia e
Universidade do Sul da Califórnia analisaram
dados do Health and Retirement Study (HRS), uma
grande pesquisa feita nos Estados Unidos com
adultos acima dos 50 anos. Os pacientes foram
questionados sobre diferentes fatores de estresse que
vivenciaram, como perda de emprego, discriminação,
estresse crônico, além de grandes traumas como
morte e doença na família.
Além disso, o HRS coleta amostras de
sangue dos participantes, e analisa a porcentagem
dos diferentes tipos de células imunes presentes,
incluindo os glóbulos brancos. Essas células
desempenham um papel fulcral nas respostas
imunes a vírus, bactérias e outros invasores. Esta é
a primeira vez que informações tão detalhadas sobre
células imunes são coletadas em uma grande pesquisa
nacional.
Ao analisar os dados de 5.744 desses
participantes, a equipe de pesquisa descobriu que as
pessoas que vivenciaram mais estresse tinham uma
proporção menor de células T novas – necessárias
para enfrentar novos invasores, aqueles que o sistema
imunológico nunca viu antes. Conquanto, esses
indivíduos também têm uma proporção maior de
células T já especializadas – células mais velhas que
esgotaram sua capacidade de combater invasores e, em vez disso, produzem proteínas que podem
aumentar a inflamação prejudicial. Pessoas com essas
proporções de células T novas e antigas têm um
sistema imunológico mais envelhecido.
Um dos fatores que ajuda a mitigar essa
conexão são uma dieta saudável e exercícios
regulares. Os cientistas também perceberam que a
exposição potencial ao citomegalovirus – um vírus
geralmente assintomático, conhecido por acelerar o
envelhecimento do sistema imunológico – diminui a
relação entre estresse e envelhecimento das células
imunes. Apesar de o vírus normalmente ficar
dormente no corpo, eles descobriram que o estresse
pode aumentar sua força e obrigar o sistema
imunológico a combater o vírus reativado. Esse
controle da infecção pode resultar em células T mais
exaustas circulando pelo corpo e causar inflamação
crônica, um importante contribuinte para doenças
relacionadas à idade.
O estudo ajuda a esclarecer a associação entre
estresse social e envelhecimento imunológico
acelerado. Ele também destaca possíveis maneiras de
retardar o envelhecimento imunológico – como
melhorar fatores na dieta, tabagismo, exercícios e a
forma com que as pessoas lidam com estresse.
Atualmente, os cientistas continuam a
pesquisa, analisando, por exemplo, como as
adversidades na infância influenciam o
envelhecimento do sistema imunológico. Entender o
que influencia esse envelhecimento pode ajudá-los a
abordar melhor as diferenças de pessoas idosas na
saúde e na doença.
CAPARROZ, L. Estresse social pode acelerar o envelhecimento
do sistema imunológico. In: Superinteressante. Disponível em:
https://super.abril.com.br/ciencia/estresse-social-pode-aceleraro-envelhecimento-do-sistema-imunologico/> Último acesso em
23 jun. 2022. (Adaptado)
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À medida que as pessoas envelhecem, seus
sistemas imunológicos naturalmente perdem força.
Esse envelhecimento, chamado de imunossenescência, pode ser um importante causador de
problemas de saúde relacionados à idade, como
câncer e doenças cardiovasculares.
No entanto, os sistemas imunológicos de
diferentes pessoas não envelhecem na mesma
velocidade. O estresse, por exemplo, está associado a
sinais de envelhecimento acelerado do sistema
imunológico.
Para entender melhor a discrepância entre
idade cronológica e idade imunológica,
pesquisadores da Universidade da Califórnia e
Universidade do Sul da Califórnia analisaram
dados do Health and Retirement Study (HRS), uma
grande pesquisa feita nos Estados Unidos com
adultos acima dos 50 anos. Os pacientes foram
questionados sobre diferentes fatores de estresse que
vivenciaram, como perda de emprego, discriminação,
estresse crônico, além de grandes traumas como
morte e doença na família.
Além disso, o HRS coleta amostras de
sangue dos participantes, e analisa a porcentagem
dos diferentes tipos de células imunes presentes,
incluindo os glóbulos brancos. Essas células
desempenham um papel fulcral nas respostas
imunes a vírus, bactérias e outros invasores. Esta é
a primeira vez que informações tão detalhadas sobre
células imunes são coletadas em uma grande pesquisa
nacional.
Ao analisar os dados de 5.744 desses
participantes, a equipe de pesquisa descobriu que as
pessoas que vivenciaram mais estresse tinham uma
proporção menor de células T novas – necessárias
para enfrentar novos invasores, aqueles que o sistema
imunológico nunca viu antes. Conquanto, esses
indivíduos também têm uma proporção maior de
células T já especializadas – células mais velhas que
esgotaram sua capacidade de combater invasores e, em vez disso, produzem proteínas que podem
aumentar a inflamação prejudicial. Pessoas com essas
proporções de células T novas e antigas têm um
sistema imunológico mais envelhecido.
Um dos fatores que ajuda a mitigar essa
conexão são uma dieta saudável e exercícios
regulares. Os cientistas também perceberam que a
exposição potencial ao citomegalovirus – um vírus
geralmente assintomático, conhecido por acelerar o
envelhecimento do sistema imunológico – diminui a
relação entre estresse e envelhecimento das células
imunes. Apesar de o vírus normalmente ficar
dormente no corpo, eles descobriram que o estresse
pode aumentar sua força e obrigar o sistema
imunológico a combater o vírus reativado. Esse
controle da infecção pode resultar em células T mais
exaustas circulando pelo corpo e causar inflamação
crônica, um importante contribuinte para doenças
relacionadas à idade.
O estudo ajuda a esclarecer a associação entre
estresse social e envelhecimento imunológico
acelerado. Ele também destaca possíveis maneiras de
retardar o envelhecimento imunológico – como
melhorar fatores na dieta, tabagismo, exercícios e a
forma com que as pessoas lidam com estresse.
Atualmente, os cientistas continuam a
pesquisa, analisando, por exemplo, como as
adversidades na infância influenciam o
envelhecimento do sistema imunológico. Entender o
que influencia esse envelhecimento pode ajudá-los a
abordar melhor as diferenças de pessoas idosas na
saúde e na doença.
CAPARROZ, L. Estresse social pode acelerar o envelhecimento
do sistema imunológico. In: Superinteressante. Disponível em:
https://super.abril.com.br/ciencia/estresse-social-pode-aceleraro-envelhecimento-do-sistema-imunologico/> Último acesso em
23 jun. 2022. (Adaptado)
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À medida que as pessoas envelhecem, seus
sistemas imunológicos naturalmente perdem força.
Esse envelhecimento, chamado de imunossenescência, pode ser um importante causador de
problemas de saúde relacionados à idade, como
câncer e doenças cardiovasculares.
No entanto, os sistemas imunológicos de
diferentes pessoas não envelhecem na mesma
velocidade. O estresse, por exemplo, está associado a
sinais de envelhecimento acelerado do sistema
imunológico.
Para entender melhor a discrepância entre
idade cronológica e idade imunológica,
pesquisadores da Universidade da Califórnia e
Universidade do Sul da Califórnia analisaram
dados do Health and Retirement Study (HRS), uma
grande pesquisa feita nos Estados Unidos com
adultos acima dos 50 anos. Os pacientes foram
questionados sobre diferentes fatores de estresse que
vivenciaram, como perda de emprego, discriminação,
estresse crônico, além de grandes traumas como
morte e doença na família.
Além disso, o HRS coleta amostras de
sangue dos participantes, e analisa a porcentagem
dos diferentes tipos de células imunes presentes,
incluindo os glóbulos brancos. Essas células
desempenham um papel fulcral nas respostas
imunes a vírus, bactérias e outros invasores. Esta é
a primeira vez que informações tão detalhadas sobre
células imunes são coletadas em uma grande pesquisa
nacional.
Ao analisar os dados de 5.744 desses
participantes, a equipe de pesquisa descobriu que as
pessoas que vivenciaram mais estresse tinham uma
proporção menor de células T novas – necessárias
para enfrentar novos invasores, aqueles que o sistema
imunológico nunca viu antes. Conquanto, esses
indivíduos também têm uma proporção maior de
células T já especializadas – células mais velhas que
esgotaram sua capacidade de combater invasores e, em vez disso, produzem proteínas que podem
aumentar a inflamação prejudicial. Pessoas com essas
proporções de células T novas e antigas têm um
sistema imunológico mais envelhecido.
Um dos fatores que ajuda a mitigar essa
conexão são uma dieta saudável e exercícios
regulares. Os cientistas também perceberam que a
exposição potencial ao citomegalovirus – um vírus
geralmente assintomático, conhecido por acelerar o
envelhecimento do sistema imunológico – diminui a
relação entre estresse e envelhecimento das células
imunes. Apesar de o vírus normalmente ficar
dormente no corpo, eles descobriram que o estresse
pode aumentar sua força e obrigar o sistema
imunológico a combater o vírus reativado. Esse
controle da infecção pode resultar em células T mais
exaustas circulando pelo corpo e causar inflamação
crônica, um importante contribuinte para doenças
relacionadas à idade.
O estudo ajuda a esclarecer a associação entre
estresse social e envelhecimento imunológico
acelerado. Ele também destaca possíveis maneiras de
retardar o envelhecimento imunológico – como
melhorar fatores na dieta, tabagismo, exercícios e a
forma com que as pessoas lidam com estresse.
Atualmente, os cientistas continuam a
pesquisa, analisando, por exemplo, como as
adversidades na infância influenciam o
envelhecimento do sistema imunológico. Entender o
que influencia esse envelhecimento pode ajudá-los a
abordar melhor as diferenças de pessoas idosas na
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problemas de saúde relacionados à idade, como
câncer e doenças cardiovasculares.
No entanto, os sistemas imunológicos de
diferentes pessoas não envelhecem na mesma
velocidade. O estresse, por exemplo, está associado a
sinais de envelhecimento acelerado do sistema
imunológico.
Para entender melhor a discrepância entre
idade cronológica e idade imunológica,
pesquisadores da Universidade da Califórnia e
Universidade do Sul da Califórnia analisaram
dados do Health and Retirement Study (HRS), uma
grande pesquisa feita nos Estados Unidos com
adultos acima dos 50 anos. Os pacientes foram
questionados sobre diferentes fatores de estresse que
vivenciaram, como perda de emprego, discriminação,
estresse crônico, além de grandes traumas como
morte e doença na família.
Além disso, o HRS coleta amostras de
sangue dos participantes, e analisa a porcentagem
dos diferentes tipos de células imunes presentes,
incluindo os glóbulos brancos. Essas células
desempenham um papel fulcral nas respostas
imunes a vírus, bactérias e outros invasores. Esta é
a primeira vez que informações tão detalhadas sobre
células imunes são coletadas em uma grande pesquisa
nacional.
Ao analisar os dados de 5.744 desses
participantes, a equipe de pesquisa descobriu que as
pessoas que vivenciaram mais estresse tinham uma
proporção menor de células T novas – necessárias
para enfrentar novos invasores, aqueles que o sistema
imunológico nunca viu antes. Conquanto, esses
indivíduos também têm uma proporção maior de
células T já especializadas – células mais velhas que
esgotaram sua capacidade de combater invasores e, em vez disso, produzem proteínas que podem
aumentar a inflamação prejudicial. Pessoas com essas
proporções de células T novas e antigas têm um
sistema imunológico mais envelhecido.
Um dos fatores que ajuda a mitigar essa
conexão são uma dieta saudável e exercícios
regulares. Os cientistas também perceberam que a
exposição potencial ao citomegalovirus – um vírus
geralmente assintomático, conhecido por acelerar o
envelhecimento do sistema imunológico – diminui a
relação entre estresse e envelhecimento das células
imunes. Apesar de o vírus normalmente ficar
dormente no corpo, eles descobriram que o estresse
pode aumentar sua força e obrigar o sistema
imunológico a combater o vírus reativado. Esse
controle da infecção pode resultar em células T mais
exaustas circulando pelo corpo e causar inflamação
crônica, um importante contribuinte para doenças
relacionadas à idade.
O estudo ajuda a esclarecer a associação entre
estresse social e envelhecimento imunológico
acelerado. Ele também destaca possíveis maneiras de
retardar o envelhecimento imunológico – como
melhorar fatores na dieta, tabagismo, exercícios e a
forma com que as pessoas lidam com estresse.
Atualmente, os cientistas continuam a
pesquisa, analisando, por exemplo, como as
adversidades na infância influenciam o
envelhecimento do sistema imunológico. Entender o
que influencia esse envelhecimento pode ajudá-los a
abordar melhor as diferenças de pessoas idosas na
saúde e na doença.
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do sistema imunológico. In: Superinteressante. Disponível em:
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À medida que as pessoas envelhecem, seus
sistemas imunológicos naturalmente perdem força.
Esse envelhecimento, chamado de imunossenescência, pode ser um importante causador de
problemas de saúde relacionados à idade, como
câncer e doenças cardiovasculares.
No entanto, os sistemas imunológicos de
diferentes pessoas não envelhecem na mesma
velocidade. O estresse, por exemplo, está associado a
sinais de envelhecimento acelerado do sistema
imunológico.
Para entender melhor a discrepância entre
idade cronológica e idade imunológica,
pesquisadores da Universidade da Califórnia e
Universidade do Sul da Califórnia analisaram
dados do Health and Retirement Study (HRS), uma
grande pesquisa feita nos Estados Unidos com
adultos acima dos 50 anos. Os pacientes foram
questionados sobre diferentes fatores de estresse que
vivenciaram, como perda de emprego, discriminação,
estresse crônico, além de grandes traumas como
morte e doença na família.
Além disso, o HRS coleta amostras de
sangue dos participantes, e analisa a porcentagem
dos diferentes tipos de células imunes presentes,
incluindo os glóbulos brancos. Essas células
desempenham um papel fulcral nas respostas
imunes a vírus, bactérias e outros invasores. Esta é
a primeira vez que informações tão detalhadas sobre
células imunes são coletadas em uma grande pesquisa
nacional.
Ao analisar os dados de 5.744 desses
participantes, a equipe de pesquisa descobriu que as
pessoas que vivenciaram mais estresse tinham uma
proporção menor de células T novas – necessárias
para enfrentar novos invasores, aqueles que o sistema
imunológico nunca viu antes. Conquanto, esses
indivíduos também têm uma proporção maior de
células T já especializadas – células mais velhas que
esgotaram sua capacidade de combater invasores e, em vez disso, produzem proteínas que podem
aumentar a inflamação prejudicial. Pessoas com essas
proporções de células T novas e antigas têm um
sistema imunológico mais envelhecido.
Um dos fatores que ajuda a mitigar essa
conexão são uma dieta saudável e exercícios
regulares. Os cientistas também perceberam que a
exposição potencial ao citomegalovirus – um vírus
geralmente assintomático, conhecido por acelerar o
envelhecimento do sistema imunológico – diminui a
relação entre estresse e envelhecimento das células
imunes. Apesar de o vírus normalmente ficar
dormente no corpo, eles descobriram que o estresse
pode aumentar sua força e obrigar o sistema
imunológico a combater o vírus reativado. Esse
controle da infecção pode resultar em células T mais
exaustas circulando pelo corpo e causar inflamação
crônica, um importante contribuinte para doenças
relacionadas à idade.
O estudo ajuda a esclarecer a associação entre
estresse social e envelhecimento imunológico
acelerado. Ele também destaca possíveis maneiras de
retardar o envelhecimento imunológico – como
melhorar fatores na dieta, tabagismo, exercícios e a
forma com que as pessoas lidam com estresse.
Atualmente, os cientistas continuam a
pesquisa, analisando, por exemplo, como as
adversidades na infância influenciam o
envelhecimento do sistema imunológico. Entender o
que influencia esse envelhecimento pode ajudá-los a
abordar melhor as diferenças de pessoas idosas na
saúde e na doença.
CAPARROZ, L. Estresse social pode acelerar o envelhecimento
do sistema imunológico. In: Superinteressante. Disponível em:
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23 jun. 2022. (Adaptado)
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