Foram encontradas 558 questões.
Texto
À medida que as pessoas envelhecem, seus
sistemas imunológicos naturalmente perdem força.
Esse envelhecimento, chamado de imunossenescência, pode ser um importante causador de
problemas de saúde relacionados à idade, como
câncer e doenças cardiovasculares.
No entanto, os sistemas imunológicos de
diferentes pessoas não envelhecem na mesma
velocidade. O estresse, por exemplo, está associado a
sinais de envelhecimento acelerado do sistema
imunológico.
Para entender melhor a discrepância entre
idade cronológica e idade imunológica,
pesquisadores da Universidade da Califórnia e
Universidade do Sul da Califórnia analisaram
dados do Health and Retirement Study (HRS), uma
grande pesquisa feita nos Estados Unidos com
adultos acima dos 50 anos. Os pacientes foram
questionados sobre diferentes fatores de estresse que
vivenciaram, como perda de emprego, discriminação,
estresse crônico, além de grandes traumas como
morte e doença na família.
Além disso, o HRS coleta amostras de
sangue dos participantes, e analisa a porcentagem
dos diferentes tipos de células imunes presentes,
incluindo os glóbulos brancos. Essas células
desempenham um papel fulcral nas respostas
imunes a vírus, bactérias e outros invasores. Esta é
a primeira vez que informações tão detalhadas sobre
células imunes são coletadas em uma grande pesquisa
nacional.
Ao analisar os dados de 5.744 desses
participantes, a equipe de pesquisa descobriu que as
pessoas que vivenciaram mais estresse tinham uma
proporção menor de células T novas – necessárias
para enfrentar novos invasores, aqueles que o sistema
imunológico nunca viu antes. Conquanto, esses
indivíduos também têm uma proporção maior de
células T já especializadas – células mais velhas que
esgotaram sua capacidade de combater invasores e, em vez disso, produzem proteínas que podem
aumentar a inflamação prejudicial. Pessoas com essas
proporções de células T novas e antigas têm um
sistema imunológico mais envelhecido.
Um dos fatores que ajuda a mitigar essa
conexão são uma dieta saudável e exercícios
regulares. Os cientistas também perceberam que a
exposição potencial ao citomegalovirus – um vírus
geralmente assintomático, conhecido por acelerar o
envelhecimento do sistema imunológico – diminui a
relação entre estresse e envelhecimento das células
imunes. Apesar de o vírus normalmente ficar
dormente no corpo, eles descobriram que o estresse
pode aumentar sua força e obrigar o sistema
imunológico a combater o vírus reativado. Esse
controle da infecção pode resultar em células T mais
exaustas circulando pelo corpo e causar inflamação
crônica, um importante contribuinte para doenças
relacionadas à idade.
O estudo ajuda a esclarecer a associação entre
estresse social e envelhecimento imunológico
acelerado. Ele também destaca possíveis maneiras de
retardar o envelhecimento imunológico – como
melhorar fatores na dieta, tabagismo, exercícios e a
forma com que as pessoas lidam com estresse.
Atualmente, os cientistas continuam a
pesquisa, analisando, por exemplo, como as
adversidades na infância influenciam o
envelhecimento do sistema imunológico. Entender o
que influencia esse envelhecimento pode ajudá-los a
abordar melhor as diferenças de pessoas idosas na
saúde e na doença.
CAPARROZ, L. Estresse social pode acelerar o envelhecimento
do sistema imunológico. In: Superinteressante. Disponível em:
https://super.abril.com.br/ciencia/estresse-social-pode-aceleraro-envelhecimento-do-sistema-imunologico/> Último acesso em
23 jun. 2022. (Adaptado)
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À medida que as pessoas envelhecem, seus
sistemas imunológicos naturalmente perdem força.
Esse envelhecimento, chamado de imunossenescência, pode ser um importante causador de
problemas de saúde relacionados à idade, como
câncer e doenças cardiovasculares.
No entanto, os sistemas imunológicos de
diferentes pessoas não envelhecem na mesma
velocidade. O estresse, por exemplo, está associado a
sinais de envelhecimento acelerado do sistema
imunológico.
Para entender melhor a discrepância entre
idade cronológica e idade imunológica,
pesquisadores da Universidade da Califórnia e
Universidade do Sul da Califórnia analisaram
dados do Health and Retirement Study (HRS), uma
grande pesquisa feita nos Estados Unidos com
adultos acima dos 50 anos. Os pacientes foram
questionados sobre diferentes fatores de estresse que
vivenciaram, como perda de emprego, discriminação,
estresse crônico, além de grandes traumas como
morte e doença na família.
Além disso, o HRS coleta amostras de
sangue dos participantes, e analisa a porcentagem
dos diferentes tipos de células imunes presentes,
incluindo os glóbulos brancos. Essas células
desempenham um papel fulcral nas respostas
imunes a vírus, bactérias e outros invasores. Esta é
a primeira vez que informações tão detalhadas sobre
células imunes são coletadas em uma grande pesquisa
nacional.
Ao analisar os dados de 5.744 desses
participantes, a equipe de pesquisa descobriu que as
pessoas que vivenciaram mais estresse tinham uma
proporção menor de células T novas – necessárias
para enfrentar novos invasores, aqueles que o sistema
imunológico nunca viu antes. Conquanto, esses
indivíduos também têm uma proporção maior de
células T já especializadas – células mais velhas que
esgotaram sua capacidade de combater invasores e, em vez disso, produzem proteínas que podem
aumentar a inflamação prejudicial. Pessoas com essas
proporções de células T novas e antigas têm um
sistema imunológico mais envelhecido.
Um dos fatores que ajuda a mitigar essa
conexão são uma dieta saudável e exercícios
regulares. Os cientistas também perceberam que a
exposição potencial ao citomegalovirus – um vírus
geralmente assintomático, conhecido por acelerar o
envelhecimento do sistema imunológico – diminui a
relação entre estresse e envelhecimento das células
imunes. Apesar de o vírus normalmente ficar
dormente no corpo, eles descobriram que o estresse
pode aumentar sua força e obrigar o sistema
imunológico a combater o vírus reativado. Esse
controle da infecção pode resultar em células T mais
exaustas circulando pelo corpo e causar inflamação
crônica, um importante contribuinte para doenças
relacionadas à idade.
O estudo ajuda a esclarecer a associação entre
estresse social e envelhecimento imunológico
acelerado. Ele também destaca possíveis maneiras de
retardar o envelhecimento imunológico – como
melhorar fatores na dieta, tabagismo, exercícios e a
forma com que as pessoas lidam com estresse.
Atualmente, os cientistas continuam a
pesquisa, analisando, por exemplo, como as
adversidades na infância influenciam o
envelhecimento do sistema imunológico. Entender o
que influencia esse envelhecimento pode ajudá-los a
abordar melhor as diferenças de pessoas idosas na
saúde e na doença.
CAPARROZ, L. Estresse social pode acelerar o envelhecimento
do sistema imunológico. In: Superinteressante. Disponível em:
https://super.abril.com.br/ciencia/estresse-social-pode-aceleraro-envelhecimento-do-sistema-imunologico/> Último acesso em
23 jun. 2022. (Adaptado)
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À medida que as pessoas envelhecem, seus
sistemas imunológicos naturalmente perdem força.
Esse envelhecimento, chamado de imunossenescência, pode ser um importante causador de
problemas de saúde relacionados à idade, como
câncer e doenças cardiovasculares.
No entanto, os sistemas imunológicos de
diferentes pessoas não envelhecem na mesma
velocidade. O estresse, por exemplo, está associado a
sinais de envelhecimento acelerado do sistema
imunológico.
Para entender melhor a discrepância entre
idade cronológica e idade imunológica,
pesquisadores da Universidade da Califórnia e
Universidade do Sul da Califórnia analisaram
dados do Health and Retirement Study (HRS), uma
grande pesquisa feita nos Estados Unidos com
adultos acima dos 50 anos. Os pacientes foram
questionados sobre diferentes fatores de estresse que
vivenciaram, como perda de emprego, discriminação,
estresse crônico, além de grandes traumas como
morte e doença na família.
Além disso, o HRS coleta amostras de
sangue dos participantes, e analisa a porcentagem
dos diferentes tipos de células imunes presentes,
incluindo os glóbulos brancos. Essas células
desempenham um papel fulcral nas respostas
imunes a vírus, bactérias e outros invasores. Esta é
a primeira vez que informações tão detalhadas sobre
células imunes são coletadas em uma grande pesquisa
nacional.
Ao analisar os dados de 5.744 desses
participantes, a equipe de pesquisa descobriu que as
pessoas que vivenciaram mais estresse tinham uma
proporção menor de células T novas – necessárias
para enfrentar novos invasores, aqueles que o sistema
imunológico nunca viu antes. Conquanto, esses
indivíduos também têm uma proporção maior de
células T já especializadas – células mais velhas que
esgotaram sua capacidade de combater invasores e, em vez disso, produzem proteínas que podem
aumentar a inflamação prejudicial. Pessoas com essas
proporções de células T novas e antigas têm um
sistema imunológico mais envelhecido.
Um dos fatores que ajuda a mitigar essa
conexão são uma dieta saudável e exercícios
regulares. Os cientistas também perceberam que a
exposição potencial ao citomegalovirus – um vírus
geralmente assintomático, conhecido por acelerar o
envelhecimento do sistema imunológico – diminui a
relação entre estresse e envelhecimento das células
imunes. Apesar de o vírus normalmente ficar
dormente no corpo, eles descobriram que o estresse
pode aumentar sua força e obrigar o sistema
imunológico a combater o vírus reativado. Esse
controle da infecção pode resultar em células T mais
exaustas circulando pelo corpo e causar inflamação
crônica, um importante contribuinte para doenças
relacionadas à idade.
O estudo ajuda a esclarecer a associação entre
estresse social e envelhecimento imunológico
acelerado. Ele também destaca possíveis maneiras de
retardar o envelhecimento imunológico – como
melhorar fatores na dieta, tabagismo, exercícios e a
forma com que as pessoas lidam com estresse.
Atualmente, os cientistas continuam a
pesquisa, analisando, por exemplo, como as
adversidades na infância influenciam o
envelhecimento do sistema imunológico. Entender o
que influencia esse envelhecimento pode ajudá-los a
abordar melhor as diferenças de pessoas idosas na
saúde e na doença.
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sistemas imunológicos naturalmente perdem força.
Esse envelhecimento, chamado de imunossenescência, pode ser um importante causador de
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câncer e doenças cardiovasculares.
No entanto, os sistemas imunológicos de
diferentes pessoas não envelhecem na mesma
velocidade. O estresse, por exemplo, está associado a
sinais de envelhecimento acelerado do sistema
imunológico.
Para entender melhor a discrepância entre
idade cronológica e idade imunológica,
pesquisadores da Universidade da Califórnia e
Universidade do Sul da Califórnia analisaram
dados do Health and Retirement Study (HRS), uma
grande pesquisa feita nos Estados Unidos com
adultos acima dos 50 anos. Os pacientes foram
questionados sobre diferentes fatores de estresse que
vivenciaram, como perda de emprego, discriminação,
estresse crônico, além de grandes traumas como
morte e doença na família.
Além disso, o HRS coleta amostras de
sangue dos participantes, e analisa a porcentagem
dos diferentes tipos de células imunes presentes,
incluindo os glóbulos brancos. Essas células
desempenham um papel fulcral nas respostas
imunes a vírus, bactérias e outros invasores. Esta é
a primeira vez que informações tão detalhadas sobre
células imunes são coletadas em uma grande pesquisa
nacional.
Ao analisar os dados de 5.744 desses
participantes, a equipe de pesquisa descobriu que as
pessoas que vivenciaram mais estresse tinham uma
proporção menor de células T novas – necessárias
para enfrentar novos invasores, aqueles que o sistema
imunológico nunca viu antes. Conquanto, esses
indivíduos também têm uma proporção maior de
células T já especializadas – células mais velhas que
esgotaram sua capacidade de combater invasores e, em vez disso, produzem proteínas que podem
aumentar a inflamação prejudicial. Pessoas com essas
proporções de células T novas e antigas têm um
sistema imunológico mais envelhecido.
Um dos fatores que ajuda a mitigar essa
conexão são uma dieta saudável e exercícios
regulares. Os cientistas também perceberam que a
exposição potencial ao citomegalovirus – um vírus
geralmente assintomático, conhecido por acelerar o
envelhecimento do sistema imunológico – diminui a
relação entre estresse e envelhecimento das células
imunes. Apesar de o vírus normalmente ficar
dormente no corpo, eles descobriram que o estresse
pode aumentar sua força e obrigar o sistema
imunológico a combater o vírus reativado. Esse
controle da infecção pode resultar em células T mais
exaustas circulando pelo corpo e causar inflamação
crônica, um importante contribuinte para doenças
relacionadas à idade.
O estudo ajuda a esclarecer a associação entre
estresse social e envelhecimento imunológico
acelerado. Ele também destaca possíveis maneiras de
retardar o envelhecimento imunológico – como
melhorar fatores na dieta, tabagismo, exercícios e a
forma com que as pessoas lidam com estresse.
Atualmente, os cientistas continuam a
pesquisa, analisando, por exemplo, como as
adversidades na infância influenciam o
envelhecimento do sistema imunológico. Entender o
que influencia esse envelhecimento pode ajudá-los a
abordar melhor as diferenças de pessoas idosas na
saúde e na doença.
CAPARROZ, L. Estresse social pode acelerar o envelhecimento
do sistema imunológico. In: Superinteressante. Disponível em:
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À medida que as pessoas envelhecem, seus
sistemas imunológicos naturalmente perdem força.
Esse envelhecimento, chamado de imunossenescência, pode ser um importante causador de
problemas de saúde relacionados à idade, como
câncer e doenças cardiovasculares.
No entanto, os sistemas imunológicos de
diferentes pessoas não envelhecem na mesma
velocidade. O estresse, por exemplo, está associado a
sinais de envelhecimento acelerado do sistema
imunológico.
Para entender melhor a discrepância entre
idade cronológica e idade imunológica,
pesquisadores da Universidade da Califórnia e
Universidade do Sul da Califórnia analisaram
dados do Health and Retirement Study (HRS), uma
grande pesquisa feita nos Estados Unidos com
adultos acima dos 50 anos. Os pacientes foram
questionados sobre diferentes fatores de estresse que
vivenciaram, como perda de emprego, discriminação,
estresse crônico, além de grandes traumas como
morte e doença na família.
Além disso, o HRS coleta amostras de
sangue dos participantes, e analisa a porcentagem
dos diferentes tipos de células imunes presentes,
incluindo os glóbulos brancos. Essas células
desempenham um papel fulcral nas respostas
imunes a vírus, bactérias e outros invasores. Esta é
a primeira vez que informações tão detalhadas sobre
células imunes são coletadas em uma grande pesquisa
nacional.
Ao analisar os dados de 5.744 desses
participantes, a equipe de pesquisa descobriu que as
pessoas que vivenciaram mais estresse tinham uma
proporção menor de células T novas – necessárias
para enfrentar novos invasores, aqueles que o sistema
imunológico nunca viu antes. Conquanto, esses
indivíduos também têm uma proporção maior de
células T já especializadas – células mais velhas que
esgotaram sua capacidade de combater invasores e, em vez disso, produzem proteínas que podem
aumentar a inflamação prejudicial. Pessoas com essas
proporções de células T novas e antigas têm um
sistema imunológico mais envelhecido.
Um dos fatores que ajuda a mitigar essa
conexão são uma dieta saudável e exercícios
regulares. Os cientistas também perceberam que a
exposição potencial ao citomegalovirus – um vírus
geralmente assintomático, conhecido por acelerar o
envelhecimento do sistema imunológico – diminui a
relação entre estresse e envelhecimento das células
imunes. Apesar de o vírus normalmente ficar
dormente no corpo, eles descobriram que o estresse
pode aumentar sua força e obrigar o sistema
imunológico a combater o vírus reativado. Esse
controle da infecção pode resultar em células T mais
exaustas circulando pelo corpo e causar inflamação
crônica, um importante contribuinte para doenças
relacionadas à idade.
O estudo ajuda a esclarecer a associação entre
estresse social e envelhecimento imunológico
acelerado. Ele também destaca possíveis maneiras de
retardar o envelhecimento imunológico – como
melhorar fatores na dieta, tabagismo, exercícios e a
forma com que as pessoas lidam com estresse.
Atualmente, os cientistas continuam a
pesquisa, analisando, por exemplo, como as
adversidades na infância influenciam o
envelhecimento do sistema imunológico. Entender o
que influencia esse envelhecimento pode ajudá-los a
abordar melhor as diferenças de pessoas idosas na
saúde e na doença.
CAPARROZ, L. Estresse social pode acelerar o envelhecimento
do sistema imunológico. In: Superinteressante. Disponível em:
https://super.abril.com.br/ciencia/estresse-social-pode-aceleraro-envelhecimento-do-sistema-imunologico/> Último acesso em
23 jun. 2022. (Adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Texto 3
Em 26 de março de 1958, o empresário cearense Luiz
Severiano Ribeiro inaugurou aquele que foi
considerado por muitos e pelo próprio Severiano a
joia da coroa do seu circuito exibidor, então o maior
do Brasil: o Cinema São Luiz. Sucesso absoluto desde
seu momento inaugural, o Cinema São Luiz foi,
durante os anos que se seguiram a sua inauguração, a
estrela maior da sétima arte no Ceará e espaço
simbólico e efetivo de contato com a arte para
gerações de cearenses. Já no século XXI, ostentando
a condição de único remanescente de uma era de ouro
dos cinemas de rua em Fortaleza, o Cinema São Luiz
– tombado como patrimônio histórico e cultural
estadual em 1991 – após uma negociação que visava
não só a preservação física, mas também a
manutenção das atividades culturais, foi adquirido
pelo Governo do Estado, tornando-o um bem público
e instituição cultural vinculada à Secretaria da Cultura
do Estado do Ceará.
(Fonte: Disponível em:
<https://www.cineteatrosaoluiz.com.br/nossa-historia>. Acesso
em: 24 de jun. 2020.)
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Texto 3
Em 26 de março de 1958, o empresário cearense Luiz
Severiano Ribeiro inaugurou aquele que foi
considerado por muitos e pelo próprio Severiano a
joia da coroa do seu circuito exibidor, então o maior
do Brasil: o Cinema São Luiz. Sucesso absoluto desde
seu momento inaugural, o Cinema São Luiz foi,
durante os anos que se seguiram a sua inauguração, a
estrela maior da sétima arte no Ceará e espaço
simbólico e efetivo de contato com a arte para
gerações de cearenses. Já no século XXI, ostentando
a condição de único remanescente de uma era de ouro
dos cinemas de rua em Fortaleza, o Cinema São Luiz
– tombado como patrimônio histórico e cultural
estadual em 1991 – após uma negociação que visava
não só a preservação física, mas também a
manutenção das atividades culturais, foi adquirido
pelo Governo do Estado, tornando-o um bem público
e instituição cultural vinculada à Secretaria da Cultura
do Estado do Ceará.
(Fonte: Disponível em:
<https://www.cineteatrosaoluiz.com.br/nossa-historia>. Acesso
em: 24 de jun. 2020.)
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Questão presente nas seguintes provas
Texto 2
Jim Stone (Nicolas Cage) e David Waters (Elijah Wood) são dois policiais e parceiros, que descobrem um cofre escondido dentro do departamento policial onde trabalham. Intrigados, eles decidem roubar o cofre, desvendando uma rede de corrupção muito maior do que poderiam imaginar. A descoberta leva à paranoia, e ao medo de serem assassinados.
(Disponível em: <http://www.adorocinema.com/filmes/filme228930/>. Acesso em: 23 jun. 2020.)
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Texto 2
Jim Stone (Nicolas Cage) e David Waters (Elijah Wood) são dois policiais e parceiros, que descobrem um cofre escondido dentro do departamento policial onde trabalham. Intrigados, eles decidem roubar o cofre, desvendando uma rede de corrupção muito maior do que poderiam imaginar. A descoberta leva à paranoia, e ao medo de serem assassinados.
(Disponível em: <http://www.adorocinema.com/filmes/filme228930/>. Acesso em: 23 jun. 2020.)
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Texto 1
Ao adentrar na narrativa do filme Os Outros, o espectador, mesmo diante do velho padrão da casa mal-assombrada, sente que está diante de algo diferente. Com cômodos soturnos, vultos sinistros e portas que insistem em ranger, a produção vai muito além do trivial acerca das histórias fantasmagóricas que a indústria constantemente nos oferta, algumas boas, outras ruins.
Os Outros faz parte do ciclo das boas, tamanha a excelência e sofisticação. Logo na abertura, uma aula de condução narrativa audiovisual, somos apresentados ao ambiente em que a história de horror psicológico, claustrofobia e instabilidade mental vai se passar. Grace (Nicole Kidman) acorda de um pesadelo. Naquela manhã ela recebe a visita dos novos empregados, três figuras misteriosas, obedientes e disponíveis para as necessidades organizacionais da enorme casa.
Ao exibir cada cômodo, Grace trata de explicar detidamente cada regra. A iluminação na casa deve ser contida, pois a cada porta aberta, a anterior deve ser fechada, como se os personagens estivessem constantemente atravessando fases de um jogo. Mais adiante, a impetuosa gestora do lar apresenta os seus filhos Anne (Alakia Mann) e Nicholas (James Bentley), duas crianças com uma doença rara que os impede de ter contato com a luz do sol. Assim, entendemos os motivos que levam Grace a ter toda a rigorosa cautela com a circulação dentro da casa.
Sob regime de tensão, a casa é regida duramente por Grace, uma católica fervorosa pouco paciente e rígida. Compreendemos a sua tensão: ela está à espera do marido, Charles (Christopher Eccleston), um homem que ainda não voltou da guerra. As coisas, por sua vez, ficam mais tensas ao passo que as crianças começam a alegar que estão vendo e sentindo presenças estranhas em sua casa, o que indica que há fantasmas prontos para assustar aos moradores daquele espaço isolado e lúgubre.
Ao estrear em agosto de 2001, Os Outros surpreendeu a crítica e ao público, sendo aplaudido de pé em alguns festivais. Muito desse sucesso todo se aplica ao seu final “surpreendente”, com um plot twist bem conduzido, tal como O Sexto Sentido, A Vila ou Clube da Luta. Esse recurso, entretanto, não é a muleta que faz a narrativa caminhar. Ao contrário, apresenta-se apenas como um dos elementos de sofisticação do filme. Ao longo dos seus 105 minutos, o cineasta Alejandro Amenábar oferta ao espectador imagens de muita classe. No lugar dos sustos fáceis e das criaturas abomináveis que insistem em vir do mundo dos mortos para assustar personagens incautos, o roteiro preenche a produção de alegorias e situações que pedem alguma interpretação do seu público.
(...)
(Disponível em: <https://www.planocritico.com/critica-osoutros/>. Acesso em: 22 jun. 2020).
No trecho acima, o termo sublinhado exerce a função sintática de:
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