Foram encontradas 40 questões.
Uma caixa metálica em formato de paralelepípedo
retângulo será utilizada para armazenamento de óleo
queimado para descarte. As medidas da caixa são 2,5
metros de comprimento, 1,6 metros de largura e 1,2
metros de altura. Sobre essas informações, analise as
assertivas e classifique cada uma como verdadeira (V)
ou falsa (F).
(__)O volume da caixa é de 5,2 m³.
(__)O volume é obtido multiplicando-se as três dimensões.
(__)Se a altura fosse dobrada, o volume seria 9,6 m³.
(__)A soma das dimensões é suficiente para calcular o volume.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
(__)O volume da caixa é de 5,2 m³.
(__)O volume é obtido multiplicando-se as três dimensões.
(__)Se a altura fosse dobrada, o volume seria 9,6 m³.
(__)A soma das dimensões é suficiente para calcular o volume.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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Para definir a classificação final em um processo
seletivo, três avaliações foram aplicadas com pesos
distintos. Juliano participou deste processo e obteve nota
7,0 na primeira avaliação, com peso 2, nota 8,5 na
segunda, com peso 3, e nota 9,0 na terceira, com peso 5. Se a nota final é a média ponderada das três
avaliações, qual foi a de Juliano?
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Uma equipe formada por 5 funcionários, que consegue
catalogar 300 documentos em 4 dias, trabalhando 6
horas por dia, recebeu mais 5 funcionários que
trabalham no mesmo ritmo dos anteriores, e todos
trabalharão juntos por 3 dias, durante 8 horas diárias.
Desta forma, quantos documentos serão catalogados?
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Milena comprou 2 salgados e 3 sucos na cantina da
escola e pagou R$ 26,30. André comprou 4 salgados e 1
suco na mesma cantina e pagou R$ 28,10. Se os preços
unitários são fixos, quanto custa cada item?
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O mito da força de vontade — e por que algumas
pessoas têm mais dificuldade para perder peso
A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de
força de vontade é amplamente difundida no debate
público, inclusive entre profissionais de saúde.
Comentários como "basta comer menos" ou "é uma
questão de responsabilidade pessoal" revelam uma
visão simplificada de um fenômeno complexo. Um
estudo internacional publicado na revista The Lancet
mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a
obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por
escolhas individuais de estilo de vida.
Especialistas contestam essa interpretação. A
nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha
pacientes altamente motivados que, apesar do esforço
contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar
o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em
autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e
ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando
injusta a ideia de que todos competem em condições
iguais.
Pesquisas indicam que a genética desempenha papel
central na obesidade. Genes influenciam os circuitos
cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo
metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam
mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a
mesma quantidade de alimento que outras. O gene
MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa
da população mundial e está associado à alimentação
excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes
para perda de peso atuam justamente nesses
mecanismos biológicos.
Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o
qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso
considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse
ponto, o organismo reage, aumentando a fome e
reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito
sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam
desse processo, mas seu funcionamento pode ser
comprometido em ambientes alimentares ricos em
ultraprocessados.
O aumento da obesidade também está ligado a fatores
ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o
marketing agressivo, o aumento das porções e a
dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente
obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm
dificuldade para manter um peso saudável. Medidas
governamentais, como restrições à publicidade de
alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como
necessárias, embora consideradas insuficientes por
outros.
Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem
mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas
não é constante nem suficiente por si só. Estratégias
flexíveis, apoio psicológico, informação científica e
mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as
chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha
moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que
exige compreensão e políticas baseadas em evidências,
e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
Quanto à classe de palavras do termo destacado, assinale a alternativa correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O mito da força de vontade — e por que algumas
pessoas têm mais dificuldade para perder peso
A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de
força de vontade é amplamente difundida no debate
público, inclusive entre profissionais de saúde.
Comentários como "basta comer menos" ou "é uma
questão de responsabilidade pessoal" revelam uma
visão simplificada de um fenômeno complexo. Um
estudo internacional publicado na revista The Lancet
mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a
obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por
escolhas individuais de estilo de vida.
Especialistas contestam essa interpretação. A
nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha
pacientes altamente motivados que, apesar do esforço
contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar
o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em
autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e
ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando
injusta a ideia de que todos competem em condições
iguais.
Pesquisas indicam que a genética desempenha papel
central na obesidade. Genes influenciam os circuitos
cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo
metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam
mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a
mesma quantidade de alimento que outras. O gene
MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa
da população mundial e está associado à alimentação
excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes
para perda de peso atuam justamente nesses
mecanismos biológicos.
Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o
qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso
considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse
ponto, o organismo reage, aumentando a fome e
reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito
sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam
desse processo, mas seu funcionamento pode ser
comprometido em ambientes alimentares ricos em
ultraprocessados.
O aumento da obesidade também está ligado a fatores
ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o
marketing agressivo, o aumento das porções e a
dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente
obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm
dificuldade para manter um peso saudável. Medidas
governamentais, como restrições à publicidade de
alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como
necessárias, embora consideradas insuficientes por
outros.
Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem
mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas
não é constante nem suficiente por si só. Estratégias
flexíveis, apoio psicológico, informação científica e
mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as
chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha
moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que
exige compreensão e políticas baseadas em evidências,
e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
De acordo com as regras de colocação pronominal, as formas corretas dos pronomes oblíquos para substituir os termos destacados são:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O mito da força de vontade — e por que algumas
pessoas têm mais dificuldade para perder peso
A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de
força de vontade é amplamente difundida no debate
público, inclusive entre profissionais de saúde.
Comentários como "basta comer menos" ou "é uma
questão de responsabilidade pessoal" revelam uma
visão simplificada de um fenômeno complexo. Um
estudo internacional publicado na revista The Lancet
mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a
obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por
escolhas individuais de estilo de vida.
Especialistas contestam essa interpretação. A
nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha
pacientes altamente motivados que, apesar do esforço
contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar
o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em
autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e
ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando
injusta a ideia de que todos competem em condições
iguais.
Pesquisas indicam que a genética desempenha papel
central na obesidade. Genes influenciam os circuitos
cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo
metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam
mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a
mesma quantidade de alimento que outras. O gene
MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa
da população mundial e está associado à alimentação
excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes
para perda de peso atuam justamente nesses
mecanismos biológicos.
Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o
qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso
considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse
ponto, o organismo reage, aumentando a fome e
reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito
sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam
desse processo, mas seu funcionamento pode ser
comprometido em ambientes alimentares ricos em
ultraprocessados.
O aumento da obesidade também está ligado a fatores
ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o
marketing agressivo, o aumento das porções e a
dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente
obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm
dificuldade para manter um peso saudável. Medidas
governamentais, como restrições à publicidade de
alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como
necessárias, embora consideradas insuficientes por
outros.
Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem
mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas
não é constante nem suficiente por si só. Estratégias
flexíveis, apoio psicológico, informação científica e
mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as
chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha
moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que
exige compreensão e políticas baseadas em evidências,
e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
De acordo com o texto-base, é correto afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O mito da força de vontade — e por que algumas
pessoas têm mais dificuldade para perder peso
A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de
força de vontade é amplamente difundida no debate
público, inclusive entre profissionais de saúde.
Comentários como "basta comer menos" ou "é uma
questão de responsabilidade pessoal" revelam uma
visão simplificada de um fenômeno complexo. Um
estudo internacional publicado na revista The Lancet
mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a
obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por
escolhas individuais de estilo de vida.
Especialistas contestam essa interpretação. A
nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha
pacientes altamente motivados que, apesar do esforço
contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar
o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em
autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e
ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando
injusta a ideia de que todos competem em condições
iguais.
Pesquisas indicam que a genética desempenha papel
central na obesidade. Genes influenciam os circuitos
cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo
metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam
mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a
mesma quantidade de alimento que outras. O gene
MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa
da população mundial e está associado à alimentação
excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes
para perda de peso atuam justamente nesses
mecanismos biológicos.
Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o
qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso
considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse
ponto, o organismo reage, aumentando a fome e
reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito
sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam
desse processo, mas seu funcionamento pode ser
comprometido em ambientes alimentares ricos em
ultraprocessados.
O aumento da obesidade também está ligado a fatores
ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o
marketing agressivo, o aumento das porções e a
dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente
obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm
dificuldade para manter um peso saudável. Medidas
governamentais, como restrições à publicidade de
alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como
necessárias, embora consideradas insuficientes por
outros.
Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem
mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas
não é constante nem suficiente por si só. Estratégias
flexíveis, apoio psicológico, informação científica e
mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as
chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha
moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que
exige compreensão e políticas baseadas em evidências,
e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo, pretérito imperfeito do indicativo e pretérito imperfeito do subjuntivo, respectivamente, tem-se:
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Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O mito da força de vontade — e por que algumas
pessoas têm mais dificuldade para perder peso
A ideia de que a obesidade resulta apenas de falta de
força de vontade é amplamente difundida no debate
público, inclusive entre profissionais de saúde.
Comentários como "basta comer menos" ou "é uma
questão de responsabilidade pessoal" revelam uma
visão simplificada de um fenômeno complexo. Um
estudo internacional publicado na revista The Lancet
mostrou que oito em cada dez pessoas acreditam que a
obesidade poderia ser totalmente evitada apenas por
escolhas individuais de estilo de vida.
Especialistas contestam essa interpretação. A
nutricionista Bini Suresh afirma que acompanha
pacientes altamente motivados que, apesar do esforço
contínuo, enfrentam grandes dificuldades para controlar
o peso. Para a médica Kim Boyd, o foco exclusivo em
autocontrole ignora fatores biológicos, psicológicos e
ambientais que influenciam o ganho de peso, tornando
injusta a ideia de que todos competem em condições
iguais.
Pesquisas indicam que a genética desempenha papel
central na obesidade. Genes influenciam os circuitos
cerebrais responsáveis pela fome, pela saciedade e pelo
metabolismo, fazendo com que algumas pessoas sintam
mais fome ou armazenem mais gordura consumindo a
mesma quantidade de alimento que outras. O gene
MC4R, por exemplo, está alterado em parte significativa
da população mundial e está associado à alimentação
excessiva e à menor saciedade. Medicamentos recentes
para perda de peso atuam justamente nesses
mecanismos biológicos.
Outro conceito relevante é o do "set point", segundo o
qual o cérebro tende a defender uma faixa de peso
considerada ideal. Quando o peso cai abaixo desse
ponto, o organismo reage, aumentando a fome e
reduzindo o metabolismo, o que ajuda a explicar o efeito
sanfona das dietas. Hormônios como a leptina participam
desse processo, mas seu funcionamento pode ser
comprometido em ambientes alimentares ricos em
ultraprocessados.
O aumento da obesidade também está ligado a fatores
ambientais. A ampla oferta de alimentos calóricos, o
marketing agressivo, o aumento das porções e a
dificuldade de praticar atividade física criam um ambiente
obesogênico, no qual até pessoas motivadas têm
dificuldade para manter um peso saudável. Medidas
governamentais, como restrições à publicidade de
alimentos não saudáveis, são vistas por alguns como
necessárias, embora consideradas insuficientes por
outros.
Nesse cenário, especialistas defendem uma abordagem
mais equilibrada. A força de vontade tem seu papel, mas
não é constante nem suficiente por si só. Estratégias
flexíveis, apoio psicológico, informação científica e
mudanças sustentáveis no estilo de vida aumentam as
chances de sucesso. A obesidade, portanto, não é falha
moral, mas uma condição crônica e multifatorial, que
exige compreensão e políticas baseadas em evidências,
e não apenas julgamentos sobre disciplina pessoal.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cj4l9wg4vlxo.adaptado.
Quanto à regência verbal do verbo destacado, assinale a alternativa correta.
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A avaliação clínica da insuficiência cardíaca com fração
de ejeção preservada (ICFEp) envolve critérios diagnósticos rigorosos. Acerca da fisiopatologia e do
diagnóstico das cardiomiopatias, registre V, para as
afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:
(__)O diagnóstico de ICFEp requer a presença de sintomas de insuficiência cardíaca, fração de ejeção do ventrículo esquerdo igual ou superior a 50% e evidências de disfunção diastólica ou aumento das pressões de enchimento.
(__)O uso de peptídeos natriuréticos (BNP ou NT-proBNP) elevados possui alto valor preditivo positivo para o diagnóstico de insuficiência cardíaca, sendo o único critério necessário para iniciar a terapêutica com sacubitril-valsartana.
(__)Na Estenose Aórtica importante, o desdobramento fixo da segunda bulha (B2) é o achado auscultatório característico, acompanhado de pulso parvus et tardus e sopro holossistólico em foco mitral com irradiação axilar.
(__)A Cardiomiopatia Hipertrófica é uma doença genética caracterizada por hipertrofia ventricular esquerda não explicada por condições de sobrecarga, sendo uma causa importante de morte súbita em atletas jovens.
(__)O bloqueio de ramo esquerdo novo ao eletrocardiograma, em paciente com dor precordial típica, deve ser interpretado como um equivalente de infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
(__)O diagnóstico de ICFEp requer a presença de sintomas de insuficiência cardíaca, fração de ejeção do ventrículo esquerdo igual ou superior a 50% e evidências de disfunção diastólica ou aumento das pressões de enchimento.
(__)O uso de peptídeos natriuréticos (BNP ou NT-proBNP) elevados possui alto valor preditivo positivo para o diagnóstico de insuficiência cardíaca, sendo o único critério necessário para iniciar a terapêutica com sacubitril-valsartana.
(__)Na Estenose Aórtica importante, o desdobramento fixo da segunda bulha (B2) é o achado auscultatório característico, acompanhado de pulso parvus et tardus e sopro holossistólico em foco mitral com irradiação axilar.
(__)A Cardiomiopatia Hipertrófica é uma doença genética caracterizada por hipertrofia ventricular esquerda não explicada por condições de sobrecarga, sendo uma causa importante de morte súbita em atletas jovens.
(__)O bloqueio de ramo esquerdo novo ao eletrocardiograma, em paciente com dor precordial típica, deve ser interpretado como um equivalente de infarto agudo do miocárdio com supradesnivelamento do segmento ST.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
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