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A eficácia dos procedimentos de desinfecção pode ser influenciada por diversos fatores.
São interferentes no processo de desinfecção:
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Conforme o Manual de bolso - Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), do Ministério da Saúde, publicado em 2006, as hepatites virais têm grande importância pelo número de indivíduos atingidos e pela possibilidade de complicações das formas agudas e crônicas.
Sobre hepatite C (HCV) é correto afirmar, EXCETO:
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Instrução: Para responder a questão, leia, atentamente, o texto abaixo.
O lápis e o teclado
Marcelo Leite*
Deveria pensar duas vezes quem estiver convencido de que a escrita à mão caminha para se tornar obsoleta – em particular se tiver filhos pequenos. Tudo indica que essa habilidade é crucial para aprender a ler e a pensar.
Repare na moça ou moço bonito a seu lado no metrô. Enquanto seus polegares deslizam fluidos pela telinha do celular, escrevendo mensagens, parece impossível reter a crença de que caligrafia ainda sirva para alguma coisa.
Sempre me questiono. Quem se importa? Lápis e papel são coisas do passado, não contribuem para se conectar a nada no mundo digital, tornando-se assim inúteis.
Com os smartphones, até mesmo laptops já viram peça de museu. Se antes ensinar a escrever à mão ia perdendo prioridade nos sistemas educacionais, não tardará o momento em que alguém vai defender alfabetizar a criançada direto com letras numa tela. Será um erro crasso.
Há pencas de estudos mostrando que escrever à mão de maneira legível e rápida tem correlação estreita com desempenho escolar. Vai bem na escola quem escreve direito (médicos sendo a exceção que confirma a regra).
Os gaiatos dirão que professores preferem os alunos com letra bonita e os premiam com notas melhores. Pode ser. Mas há algo mais em jogo a sugerir que vale a pena dedicar-se a fazer meninas e meninos trabalharem mais com lápis e papel.
E quanto mais cedo melhor. Crianças de dois e três anos já estão aptas a experimentar com riscos que as prepararão aos quatro ou cinco para produzir formas geométricas e, depois, letras de fôrma completas. A partir daí entra em cena, ou deveria, a escrita cursiva. Teclados e telas, só mais para o fim do ensino fundamental.
Desenhar os caracteres de maneira contínua, conectando-os uns aos outros, prepara o cérebro para ler. Facilita fixar a correspondência entre grupos de signos e a unidade de sílabas, ou palavras inteiras.
Nossos cérebros precisam ser empurrados na direção certa. Eles não foram feitos para ler e escrever. Essa atividade só se tornou possível porque cooptou para a tarefa uma área conhecida como giro fusiforme, envolvida também no reconhecimento de rostos.
Como tudo em educação, o sucesso desse recrutamento depende de exercício. Se não fosse o receio de soar antiquado demais, ou de deixar entrever que há um quê de nostalgia nisso, diria até ser o caso de considerar seriamente a ressurreição dos cadernos de caligrafia.
Ainda me lembro de ficar com o giro fusiforme em brasa (metaforicamente falando), os dedos suados e o médio da mão direita vermelho na primeira falange, ainda desprovida de calo, diante daquelas três raias em que precisava fazer correr o grafite errático -sem calcar demais.
Maiúsculas e minúsculas como "t" tinham de tocar o limite superior; vogais minúsculas ficavam espremidas na linha do meio; a perna do "p" se esticava toda para baixo. E repetições, muitas: "A casa do João é bonita".
Até hoje tomo notas à mão e gravo melhor os argumentos quando posso sublinhá-los no papel. Gesto e memória caminham juntos – e juntos chegam mais longe.
* Repórter especial do jornal Folha de São Paulo.
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloleite
/2016/06/1785512-o-lapis-e-o-teclado.shtml. Acesso em 01 jul. 2016 - Adaptado)
Analise os itens abaixo:
I – No trecho “Há pencas de estudos mostrando que escrever à mão de maneira legível e rápida tem correlação estreita com desempenho escolar (...)”, o verbo HAVER está empregado no sentido de EXISTIR.
II – No trecho “(...) Mas há algo mais em jogo a sugerir que vale a pena dedicar-se a fazer meninas e meninos trabalharem mais com lápis e papel (...)”, o pronome SE após o verbo DEDICAR expressa a colocação pronominal denominada ênclise.
III – No trecho “Sempre me questiono”, o verbo “QUESTIONAR” está empregado na voz reflexiva, pois o ser representado – no caso o sujeito EU – é, a um só tempo, agente e paciente, ou seja, pratica e recebe a ação de “questionar-se”.
IV – No trecho “(...) Até hoje tomo notas à mão e gravo melhor os argumentos quando posso sublinhá-los no papel (...)”, a crase usada na locução “à mão” denota a ideia de modo.
Considerando que cada item tem o valor de 03 (três), a soma CORRETA dos itens é:
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Analise as afirmações a seguir e a correspondência que se estabelece entre elas.
I – A escassês de mão de obra provocou uma paralisação nas atividades comerciais naquela ária agrícola.
► Há palavras escritas de modo incorreto na frase.
► Há palavras escritas de modo incorreto na frase.
II – Navio, saguão, czar, exceção, gratuito.
► As palavras, na sequência, apresentam na sua constituição um hiato, um tritongo, um encontro consonantal, um dígrafo e um ditongo.
► As palavras, na sequência, apresentam na sua constituição um hiato, um tritongo, um encontro consonantal, um dígrafo e um ditongo.
III – Pernil, nós, azar, canecão, sim.
► De acordo com a posição da sílaba tônica, todos os vocábulos são classificados como oxítonos.
► De acordo com a posição da sílaba tônica, todos os vocábulos são classificados como oxítonos.
IV - Maquinária, íbero, pudico, fortuito, ínterim, hosâna.
► Inexistem erros prosódicos, isto é, erros de acentuação tônica em algumas palavras.
► Inexistem erros prosódicos, isto é, erros de acentuação tônica em algumas palavras.
V - “ – Não chegou na hora certa. Por quê?
– Porque o ônibus atrasou.
– Explique melhor o porquê dessa resposta.”
– Explique melhor o porquê dessa resposta.”
► O PORQUE está grafado corretamente em todas as frases.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Segundo a 4ª edição do Manual de Procedimentos para Vacinação do Ministério da Saúde, publicada em 2001, a caixa térmica é utilizada para conservação dos imunobiológicos em diversas atividades, EXCETO:
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Considerando o previsto na Portaria GM/MS nº 399, de 22 de fevereiro de 2006, que divulga o Pacto pela Saúde 2006 – Consolidação do SUS, e aprova as Diretrizes Operacionais do Referido Pacto –, assinale a alternativa INCORRETA em relação aos princípios gerais do financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS):
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Nas afirmativas a seguir, identifique os itens que devem ser verificados em uma receita no momento da dispensação de medicamentos, conforme a resolução n. 44, de 17 de agosto de 2009:
I. Identificação do medicamento, concentração, dosagem, forma farmacêutica, quantidade, modo de usar.
II. Identificação do usuário.
III. Nome dos pais.
IV. Local, data da emissão.
Quais alternativas estão CORRETAS
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Para se alcançar o propósito da Política Nacional de Medicamentos, bem como a implementação das diferentes ações indispensáveis ao seu efetivo cumprimento, constituem-se prioridades:
1) Consolidação do processo de revisão permanente da RENAME
2) Assegurar recursos para aquisição e distribuição dos medicamentos, de forma direta ou descentralizada
3) Promoção do uso racional de medicamentos
4) Organização das atividades de vigilância sanitária de medicamentos
Assinale a alternativa que determina o número de prioridades citadas acima que estão CORRETAS:
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De acordo com o Caderno de Atenção Básica do Ministério da Saúde nº 33 – Saúde da criança: crescimento e desenvolvimento, publicado em 2012, são passos para uma alimentação infantil saudável, EXCETO:
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Para responder a questão, leia, atentamente, o texto abaixo.
Papa, formigas e Black Friday
André Trigueiro*
Elas são pequenas, frágeis, aparentemente vulneráveis, mas não há força conhecida que tenha conseguido erradicá-las do planeta. Já resistiram a glaciações, inundações, incêndios, formicidas... Preconceituosamente, há quem as considere uma praga, principalmente ao rivalizar conosco a disputa por alimentos.
Pode até ser. Mas as formigas que chegaram por aqui antes de nós, há aproximadamente 100 milhões de anos, nos trazem um ensinamento valioso nestes tempos de crise (ou de múltiplas crises que se entrelaçam caprichosamente).
Se elas ainda não desapareceram do mapa é porque, na base da sofisticada organização social de um formigueiro, está implícito um conhecimento adquirido ao longo de um complexo processo evolutivo, "ensinando" que a resiliência do grupo passa por um projeto coletivo. Podemos chamar esse comportamento -comum a muitas espécies- de instinto de sobrevivência.
Enquanto as formigas se mantêm em constante estado de alerta, nós, que também somos dotados de instinto, seguimos perigosamente distraídos, indiferentes ou distantes dos acachapantes sinais de perigo que nos cercam. Todos causados por nossos estilos de vida e atuais padrões de consumo.
Já percebemos a nossa parcela de culpa na crise climática, na falta d'água ou na péssima qualidade do ar que respiramos. Abalamos o software inteligente da vida, mas hesitamos em instalar o antivírus correto porque sabemos que isso implicaria em uma profunda revisão de valores, atitudes e comportamentos.
Que tal um novo mundo onde a Black Friday não tenha efeito hipnótico, o closet só guarde o que seja efetivamente útil, tenhamos objetivos existenciais mais nobres do que consumir, acumular, ostentar?
Há um ano o Papa Francisco apresentou em sua encíclica "Laudato Si" o que para muitos vem a ser a grande síntese dos tempos modernos. Segundo ele, o atual modelo de desenvolvimento promove a exclusão social e a destruição da natureza, enquanto a ganância, o individualismo e o consumismo ameaçam a nossa espécie.
Que as formigas nos inspirem. Nada pode ser mais importante que a sobrevivência. Ainda há tempo.
* Especialista em gestão ambiental e sustentabilidade, jornalista, professor, escritor e conferencista.
(Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/andre-trigueiro
/2016/06/1785544-papa-formigas-e-black-friday.shtml. Acesso em 01 jul. 2016)
No texto, o cronista
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