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Ao tratar de concepções de conhecimento, em seu livro Filosofia da Educação, Cipriano Carlos Luckesi afirma que conhecimento “Não se encerra na retenção daquilo que foi dito ou escrito; ao contrário, é um processo de assimilação ativa dos conhecimentos já estabelecidos e um processo de construção ativa de novas compreensões da realidade.” Com essa afirmativa, o autor quer dizer que
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Considere !$ r !$, !$ s∈ IR\ !$, de modo que !$ r ⋅ s ≠ 0 !$. Nessas condições, é CORRETO afirmar que a única solução do sistema linear !$ \begin{cases}rx+sy=1 \\-2rx+3sy=2\end{cases} !$ é:
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Um capital de R$490,00 foi investido, gerando um montante de R$640,00 ao final de 2 meses. A taxa unitária de juros compostos utilizada nesse investimento foi:
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Analise este outro cartaz para responder a questão.

(Fonte:
http://www.jornalacidade.com.br/noticias/cidades/NOT,2,2,901007,Dengue+ja+causa+alerta+para+2014+em+Ribeirao+Preto.asp
x Acesso em 20 mar. 2014.)
Ao analisarmos o número de casos por ano, qual é o ano que apresentou mais casos de dengue?
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A literatura coloca apropriadamente a pulpotomia como uma técnica com maiores índices de sucesso entre os tratamentos conservadores da polpa. Assim, são condições clínicas favoráveis à realização de uma pulpotomia, EXCETO
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Paciente com 8 anos de idade apresenta doença obstrutiva pulmonar relacionada à hipersensibilidade da traqueia e brônquios, que dificulta a respiração devido a broncoespasmo e aumento na produção de muco. Pode-se dizer que esse paciente apresenta diagnóstico de
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Na prática docente, ao tomar como orientadora uma determinada Tendência Pedagógica, o professor não estará tomando sua orientação como exclusiva e excludente das demais. Isto quer dizer que:
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A bruxa nos relógios
Não falarei aqui do meu desânimo quanto à situação do país: cansei. Por algum breve tempo vou tirar férias dessa preocupação. Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida. Então falo aqui de um tema que me fascina, sobre o qual muito tenho refletido e acabo de escrever um livro: a passagem do tempo.
Quando criança, eu achava que no relógio de parede do sobrado de uma de minhas avós, aquele que soava horas, meias horas e quartos de hora que me assustavam nas madrugadas insones em que eu eventualmente dormia lá, morava uma feiticeira que tricotava freneticamente, com agulhas de metal, tique-taque, tique-taque, tecendo em longas mantas o tempo da nossa vida.
Nessas reflexões, e observações, mais uma vez constatei o que todo mundo sabe: vivemos a idolatria da juventude — e do poder, do dinheiro, da beleza física e do prazer. Muitos gostariam de ficar para sempre embalsamados em seus 20 ou 30 anos. Ou ter, aos 60, "alma jovem", o que acho muito discutível, pois deve ser bem melhor ter na maturidade ou na velhice uma alma adequada, o que não significa mofada e áspera.
Por que a juventude seria a melhor fase da vida, como se jovem não tivesse problemas e sofrimentos, doenças e perdas, e não lutasse contra enormes pressões da família, da turma, da sociedade, para ser e agir dessa ou daquela forma? O número de adolescentes que se suicidam ou tentam se matar é muito maior do que imaginamos.
Lembro que há muitos anos um adolescente conhecido se matou. Naquela ocasião, um menino de sua turma me disse em voz baixa, olho arregalado: "Ontem ainda a gente jogou bola junto na escola, e ele não disse nada, a gente não notou nada. Será que eu devia ter percebido, perguntado? Quem sabe podia ter ajudado?" (Havia medo e aflição em seu olhar.)
Tentei explicar que não cabia ninguém mais nesse buraco negro da alma do amigo morto, embora na nossa ilusão uma palavra boa, um colo, um abraço, um pequeno adiamento, teriam podido ajudar. Quem se mata espalha ao seu redor uma zona de culpa insensata: esse fica sendo seu triste legado, talvez sua cruel vingança inconsciente. Não notamos, não impedimos, nada fizemos, não porque não o amássemos, não nos importássemos, mas porque a gente é assim. Ou porque nada havia a ser feito, ser dito, apenas ser aceito com um rio de dúvidas e culpas pelo resto dos dias. A juventude para ele, como para tantos, não foi a melhor fase da vida: foi o fim dela, desesperado e triste. Por outro lado, maturidade pode ter uma energia muito boa, pensamento e capacidade de trabalho estão no auge, os afetos mais sólidos e mais profundos, a capacidade de enfrentar problemas e compadecer-se dos outros mais refinada. Aliás, amadurecer devia ser refinar-se. Passada (ou abrandada) a insegurança juvenil, é possível desafiar conceitos que imperam, desatar alguns fios que nos enredam, limpar o pó desse uniforme de prisioneiros, deixar de lado as falas decoradas, a tirania do que temos de ser ou fazer. Pronunciar a nossa própria alforria: vai ser livre, vai ser você mesmo, vai tentar ser feliz — seja lá o que isso for.
Então podemos murmurar, gritar, cantar. Podemos até dançar. Não há marcações nem roteiro, mas a inquietante possibilidade de optar: cada minuto vale, o tempo que flui mostra o valor máximo das coisas mínimas — se eu parar para observar.
Portas continuam se abrindo: não apenas sobre salas de papelão pintado, mas sobre caminhos reais. Correndo pela floresta das fatalidades, encontramos clareiras de construir. De se renovar, não importa a cifra indicando a nossa idade. Descobrir o que afinal se quer é essencial. É raro. É possível. E quando alguém resolver não pagar mais o altíssimo tributo da acomodação, mas dar sentido à sua vida, verá que a bruxa dos relógios não é inteiramente má. E vai entender que o tempo não só nega e rouba com uma das mãos, mas, com a outra, oferece — até mesmo a possibilidade de, ao envelhecer, alargar ainda mais as varandas da alma.
LUFT, Lya. A bruxa nos relógios. Revista Veja. p. 28. 23 de outubro, 2013
Assinale a alternativa em que se identifica o recurso de linguagem utilizado pela autora na construção do título do texto e que também é usado reiteradamente ao longo do texto.
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A insuficiência cardíaca, também conhecida como insuficiência cardíaca congestiva, é uma condição ou um conjunto de sintomas em que o coração não bombeia sangue suficiente para satisfazer as necessidades do seu corpo. Sobre essa patologia, marque a alternativa INCORRETA.
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Aférese significa “separar” ou “retirar”. Portanto, através da doação por aférese, é possível retirar apenas uma das células do sangue total. Em relação à aférese, leia as frases abaixo.
I - A enfermeira conecta o doador à máquina de aférese, através de punção venosa em ambos os braços.
II - Por centrifugação, a máquina separa o sangue do doador e retira somente as plaquetas, devolvendo as outras células ao doador. O sangue não entra em contato com a máquina e, sim, com um material descartável e estéril que se chama Kit.
III - Uma doação por aférese contém 3 vezes mais plaquetas do que numa doação tradicional. Então, em vez de o paciente ser transfundido com plaquetas de 3 doadores, através da aférese é necessário apenas um doador.
IV - É totalmente seguro. Não há risco de se contrair qualquer doença, porque se utilizam materiais estéreis e de uso único. Durante esse processo, a máquina coleta 10% das plaquetas circulantes no organismo do doador.
Está(ão) CORRETA(S) a(s) afirmativa(s)
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