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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro
O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.
O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações.
"Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.
"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."
Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.
Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.
Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.
Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.
No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.
Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.
A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.
Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.
Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.
Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro
O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.
O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações.
"Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.
"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."
Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.
Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.
Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.
Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.
No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.
Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.
A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.
Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.
Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.
Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.
Assinale a opção em que todos os vocábulos sejam substantivos.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro
O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.
O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações.
"Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.
"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."
Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.
Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.
Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.
Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.
No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.
Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.
A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.
Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.
Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.
Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações.
Assinale a opção em que todos os vocábulos possuem dígrafo consonantal.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
As células que protegem, mas também podem destruir nosso cérebro
O cérebro é composto por dois tipos de células. Os neurônios, também conhecidos como células nervosas, são os mensageiros do cérebro, enviando informações para todo o corpo por meio de impulsos elétricos.
O outro tipo — chamado glia — compõe o resto. A micróglia é o menor membro da família da glia e representa cerca de 10% de todas as células cerebrais. Estas pequenas células possuem um corpo central de formato oval, do qual emergem braços delgados semelhantes a ramificações.
"Elas possuem muitas ramificações que se movimentam continuamente na pesquisa do ambiente", diz Paolo d'Errico, neurocientista da Universidade da Alemanha.
"Em condições normais, elas as estendem e retraem para sentir o que acontece ao seu redor."
Quando apresentam bom desempenho, as micróglias são essenciais para o funcionamento saudável do cérebro. Durante nossos primeiros anos de vida, elas controlam o desenvolvimento do nosso cérebro, eliminando conexões sinápticas desnecessárias entre os neurônios.
Elas permitem que células se transformem em neurônios, além de reparar e manter a mielina — uma camada protetora de isolamento que envolve os neurônios, sem a qual a transmissão de impulsos elétricos seria impossível.
Ao longo da nossa vida, a micróglia protege o nosso cérebro de infecções, procurando e destruindo bactérias e vírus.
Elas limpam os detritos que se acumulam entre as células nervosas, erradicam e destroem proteínas tóxicas disformes, como as placas amiloides — os aglomerados de proteínas que desempenham um papel na progressão do Alzheimer.
No entanto, em certas circunstâncias, elas se rebelam. Quando as micróglias detectam que há algo errado no cérebro, como uma infecção ou uma grande presença de placas amiloides, elas entram em um estado super-reativo.
Elas se tornam muito maiores, contraem seus apêndices e começam a se movimentar, devorando os danos.
A micróglia ativada também libera substâncias conhecidas como citocinas inflamatórias, chamando outras células do sistema imunológico para entrar em ação.
Às vezes, a micróglia permanece neste estado de superestimulação muito tempo depois de o agente infeccioso ter desaparecido. Estas micróglias fora de controle estão por trás de uma série de doenças e condições modernas, como o vício por exemplo.
Quando a micróglia detecta drogas como opiáceos, cocaína ou metanfetamina, ela libera citocinas, o que faz com que os neurônios que estão ativos no momento do consumo da droga se tornem mais estimulados.
Crucialmente, isso leva à formação de conexões novas e mais fortes entre os neurônios e à liberação de mais dopamina, fortalecendo o desejo e a vontade do uso de drogas.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crejp807xq7o.adaptado.
Em condições normais, elas as 'estendem' para sentir o que acontece ao seu redor.
Conjugando o verbo destacado no futuro do pretérito do indicativo, tem-se:
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Disciplina: Legislação Federal
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Itaguara-MG
De acordo com a LEI Nº 11.350, DE 5 DE OUTUBRO DE 2006, "o exercício das atividades de Agente Comunitário de Saúde e de Agente de Combate às Endemias, nos termos desta Lei, dar-se-á exclusivamente no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), na execução das atividades de responsabilidade dos entes federados, mediante vínculo direto entre os referidos Agentes e órgão ou entidade da administração direta, autárquica ou fundacional". Essa Lei também traz as atividades típicas de um agente de combate a Endemias.
De acordo com a LEI Nº 11.350/2006. Todas as alternativas apresentam atividades típicas de um Agente de Combate à Endemias (ACE), EXCETO:
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Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Itaguara-MG
A febre maculosa é uma doença infecciosa, febril aguda e de gravidade variável. Ela pode variar desde as formas clínicas leves e atípicas até formas graves, com elevada taxa de letalidade. Em relação a febre maculosa marque a alternativa INCORRETA.
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Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Itaguara-MG
Conhecida popularmente como "xistose", "barriga d'água" ou "doença dos caramujos" a No esquistossomose é uma doença cujo diagnóstico é feito por meio de exames laboratoriais de fezes. A magnitude de sua prevalência, associada à severidade das formas clínicas e a sua evolução, conferem a esquistossomose uma grande relevância como problema de saúde pública. Sobre a esquistossomose, marque a alternativa CORRETA:
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Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Itaguara-MG
A dengue faz parte de um grupo de doenças denominadas arboviroses, transmitidas por vetores artrópodes. O vetor da dengue vive dentro das casas e ao redor de residências, como em quintais e calçadas, por isso os cuidados precisam ser contínuos.
Acerca da dengue, marque a alternativa CORRETA:
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Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Itaguara-MG
"Desde os anos 2000 até agosto de 2024, o perfil da raiva humana no Brasil mudou significativamente. Os casos de raiva transmitida por cães, conhecidos como ciclo urbano da doença, foram drasticamente reduzidos devido a campanhas de controle da raiva em cães e à profilaxia antirrábica adequada para a população".
(Fonte: https://www.gov.br/saude/pt-br)
Sobre a Raiva, marque a alternativa CORRETA:
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Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Itaguara-MG
A gestão das ações e dos serviços de saúde deve ser solidária e participativa entre os três entes da Federação: a União, os Estados e os municípios. Acerca das atribuições e competências das esferas governamentais do SUS, julgue as alternativas abaixo:
I.O Ministério da Saúde é o gestor nacional do SUS, formula, normatiza, fiscaliza, monitora e avalia políticas e ações, em articulação com o Conselho Nacional de Saúde.
II.Secretaria Municipal de Saúde planeja, organiza, controla, avalia e executa as ações e serviços de saúde em articulação com o conselho municipal e a esfera estadual para aprovar e implantar o plano municipal de saúde.
III.A Secretaria Estadual de Saúde participa da formulação das políticas e ações de saúde, presta apoio aos municípios em articulação com o conselho estadual e participa da Comissão Intergestores Tripartite para aprovar e implementar o plano estadual de saúde.
É correto o que se afirma em:
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