Foram encontradas 50 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 7.
Bateria de exames em doadores é garantia de segurança em transplantes
(Adaptado para fins didáticos.)
Além de exames para HIV, todos os doadores de órgãos no Brasil são submetidos a uma série de outros testes, que são obrigatórios de acordo com a legislação do Sistema Nacional de Transplantes, ligado ao Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é garantir a segurança dos pacientes que recebem os órgãos.
Pela legislação vigente, devem ser feitos, por exemplo, os testes para HIV, HTLV — vírus linfotrópico de células T humanas, que é o primeiro retrovírus humano que pode causar câncer —, hepatite B, hepatite C, doença de Chagas, além de tipagem sanguínea ABO, hemograma completo, entre outros. A lista completa e mais informações estão no site do Sistema Nacional de Transplantes.
Apenas após todos os exames e depois de o doador ser considerado apto é que os órgãos são transplantados em pacientes que esperam em filas por órgãos que poderão dar melhor qualidade de vida, permitir que voltem a enxergar, por exemplo, no caso de transplantes de córnea, ou que os ajudarão a continuar vivendo.
Raquel Stucchi explica que a presença do HIV no organismo de doadores é um dos únicos fatores que, no Brasil, impedem a doação de órgãos que ainda estão em condições de ser doados. A soropositividade para HTLV também é outro impeditivo, bem como a tuberculose ativa.
As filas para receber a doação, no entanto, ainda estão grandes. A maior parte está na fila por um rim. O fígado aparece em segundo lugar, seguido pelo coração.
"Para aqueles que doam ou pensam em ser doadores, a doação é extremamente importante", afirma Raquel Stucchi. "É importante para poder salvar a vida das pessoas que têm essa expectativa e têm o transplante como única opção de tratamento", ressalta.
"A gente entende perfeitamente que os pacientes que foram transplantados tenham algumas dúvidas diante do que aconteceu. Então, que procurem suas equipes, o centro onde foram transplantados para tirar suas dúvidas."
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/bateria-de-exames-em-doadores-e-garantia-de-seguranca-em-transplantes/garantia-de-seguranca-em-transplantes/
Leia com atenção as afirmativas abaixo:
I.Cientistas apresentaram uma nova teoria sobre a origem do universo.
II.A física quântica desafia muitas das nossas ideias sobre a realidade.
III.Uma pesquisa recente mostrou a importância da biodiversidade para a saúde do planeta.
IV.O experimento realizado na universidade revelou resultados surpreendentes.
V.Um aluno de biologia desenvolveu um projeto interessante sobre plantas medicinais.
Quais são as afirmativas em que há o emprego de ao menos um artigo indefinido?
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 7.
Bateria de exames em doadores é garantia de segurança em transplantes
(Adaptado para fins didáticos.)
Além de exames para HIV, todos os doadores de órgãos no Brasil são submetidos a uma série de outros testes, que são obrigatórios de acordo com a legislação do Sistema Nacional de Transplantes, ligado ao Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é garantir a segurança dos pacientes que recebem os órgãos.
Pela legislação vigente, devem ser feitos, por exemplo, os testes para HIV, HTLV — vírus linfotrópico de células T humanas, que é o primeiro retrovírus humano que pode causar câncer —, hepatite B, hepatite C, doença de Chagas, além de tipagem sanguínea ABO, hemograma completo, entre outros. A lista completa e mais informações estão no site do Sistema Nacional de Transplantes.
Apenas após todos os exames e depois de o doador ser considerado apto é que os órgãos são transplantados em pacientes que esperam em filas por órgãos que poderão dar melhor qualidade de vida, permitir que voltem a enxergar, por exemplo, no caso de transplantes de córnea, ou que os ajudarão a continuar vivendo.
Raquel Stucchi explica que a presença do HIV no organismo de doadores é um dos únicos fatores que, no Brasil, impedem a doação de órgãos que ainda estão em condições de ser doados. A soropositividade para HTLV também é outro impeditivo, bem como a tuberculose ativa.
As filas para receber a doação, no entanto, ainda estão grandes. A maior parte está na fila por um rim. O fígado aparece em segundo lugar, seguido pelo coração.
"Para aqueles que doam ou pensam em ser doadores, a doação é extremamente importante", afirma Raquel Stucchi. "É importante para poder salvar a vida das pessoas que têm essa expectativa e têm o transplante como única opção de tratamento", ressalta.
"A gente entende perfeitamente que os pacientes que foram transplantados tenham algumas dúvidas diante do que aconteceu. Então, que procurem suas equipes, o centro onde foram transplantados para tirar suas dúvidas."
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Assinale a alternativa com o emprego de um substantivo coletivo:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 7.
Bateria de exames em doadores é garantia de segurança em transplantes
(Adaptado para fins didáticos.)
Além de exames para HIV, todos os doadores de órgãos no Brasil são submetidos a uma série de outros testes, que são obrigatórios de acordo com a legislação do Sistema Nacional de Transplantes, ligado ao Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é garantir a segurança dos pacientes que recebem os órgãos.
Pela legislação vigente, devem ser feitos, por exemplo, os testes para HIV, HTLV — vírus linfotrópico de células T humanas, que é o primeiro retrovírus humano que pode causar câncer —, hepatite B, hepatite C, doença de Chagas, além de tipagem sanguínea ABO, hemograma completo, entre outros. A lista completa e mais informações estão no site do Sistema Nacional de Transplantes.
Apenas após todos os exames e depois de o doador ser considerado apto é que os órgãos são transplantados em pacientes que esperam em filas por órgãos que poderão dar melhor qualidade de vida, permitir que voltem a enxergar, por exemplo, no caso de transplantes de córnea, ou que os ajudarão a continuar vivendo.
Raquel Stucchi explica que a presença do HIV no organismo de doadores é um dos únicos fatores que, no Brasil, impedem a doação de órgãos que ainda estão em condições de ser doados. A soropositividade para HTLV também é outro impeditivo, bem como a tuberculose ativa.
As filas para receber a doação, no entanto, ainda estão grandes. A maior parte está na fila por um rim. O fígado aparece em segundo lugar, seguido pelo coração.
"Para aqueles que doam ou pensam em ser doadores, a doação é extremamente importante", afirma Raquel Stucchi. "É importante para poder salvar a vida das pessoas que têm essa expectativa e têm o transplante como única opção de tratamento", ressalta.
"A gente entende perfeitamente que os pacientes que foram transplantados tenham algumas dúvidas diante do que aconteceu. Então, que procurem suas equipes, o centro onde foram transplantados para tirar suas dúvidas."
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Leia com atenção a afirmativa abaixo:
Chocolate quente ou café, ambos são ótimas pedidas para dias frios.
O termo destacado é um exemplo de numeral:
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Bateria de exames em doadores é garantia de segurança em transplantes
(Adaptado para fins didáticos.)
Além de exames para HIV, todos os doadores de órgãos no Brasil são submetidos a uma série de outros testes, que são obrigatórios de acordo com a legislação do Sistema Nacional de Transplantes, ligado ao Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é garantir a segurança dos pacientes que recebem os órgãos.
Pela legislação vigente, devem ser feitos, por exemplo, os testes para HIV, HTLV — vírus linfotrópico de células T humanas, que é o primeiro retrovírus humano que pode causar câncer —, hepatite B, hepatite C, doença de Chagas, além de tipagem sanguínea ABO, hemograma completo, entre outros. A lista completa e mais informações estão no site do Sistema Nacional de Transplantes.
Apenas após todos os exames e depois de o doador ser considerado apto é que os órgãos são transplantados em pacientes que esperam em filas por órgãos que poderão dar melhor qualidade de vida, permitir que voltem a enxergar, por exemplo, no caso de transplantes de córnea, ou que os ajudarão a continuar vivendo.
Raquel Stucchi explica que a presença do HIV no organismo de doadores é um dos únicos fatores que, no Brasil, impedem a doação de órgãos que ainda estão em condições de ser doados. A soropositividade para HTLV também é outro impeditivo, bem como a tuberculose ativa.
As filas para receber a doação, no entanto, ainda estão grandes. A maior parte está na fila por um rim. O fígado aparece em segundo lugar, seguido pelo coração.
"Para aqueles que doam ou pensam em ser doadores, a doação é extremamente importante", afirma Raquel Stucchi. "É importante para poder salvar a vida das pessoas que têm essa expectativa e têm o transplante como única opção de tratamento", ressalta.
"A gente entende perfeitamente que os pacientes que foram transplantados tenham algumas dúvidas diante do que aconteceu. Então, que procurem suas equipes, o centro onde foram transplantados para tirar suas dúvidas."
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Qual é a principal preocupação expressa pela infectologista Raquel Stucchi em relação aos doadores de órgãos?
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Bateria de exames em doadores é garantia de segurança em transplantes
(Adaptado para fins didáticos.)
Além de exames para HIV, todos os doadores de órgãos no Brasil são submetidos a uma série de outros testes, que são obrigatórios de acordo com a legislação do Sistema Nacional de Transplantes, ligado ao Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é garantir a segurança dos pacientes que recebem os órgãos.
Pela legislação vigente, devem ser feitos, por exemplo, os testes para HIV, HTLV — vírus linfotrópico de células T humanas, que é o primeiro retrovírus humano que pode causar câncer —, hepatite B, hepatite C, doença de Chagas, além de tipagem sanguínea ABO, hemograma completo, entre outros. A lista completa e mais informações estão no site do Sistema Nacional de Transplantes.
Apenas após todos os exames e depois de o doador ser considerado apto é que os órgãos são transplantados em pacientes que esperam em filas por órgãos que poderão dar melhor qualidade de vida, permitir que voltem a enxergar, por exemplo, no caso de transplantes de córnea, ou que os ajudarão a continuar vivendo.
Raquel Stucchi explica que a presença do HIV no organismo de doadores é um dos únicos fatores que, no Brasil, impedem a doação de órgãos que ainda estão em condições de ser doados. A soropositividade para HTLV também é outro impeditivo, bem como a tuberculose ativa.
As filas para receber a doação, no entanto, ainda estão grandes. A maior parte está na fila por um rim. O fígado aparece em segundo lugar, seguido pelo coração.
"Para aqueles que doam ou pensam em ser doadores, a doação é extremamente importante", afirma Raquel Stucchi. "É importante para poder salvar a vida das pessoas que têm essa expectativa e têm o transplante como única opção de tratamento", ressalta.
"A gente entende perfeitamente que os pacientes que foram transplantados tenham algumas dúvidas diante do que aconteceu. Então, que procurem suas equipes, o centro onde foram transplantados para tirar suas dúvidas."
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Qual dos seguintes testes é mencionado no texto como obrigatório para doadores de órgãos no Brasil?
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Além de exames para HIV, todos os doadores de órgãos no Brasil são submetidos a uma série de outros testes, que são obrigatórios de acordo com a legislação do Sistema Nacional de Transplantes, ligado ao Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é garantir a segurança dos pacientes que recebem os órgãos.
Pela legislação vigente, devem ser feitos, por exemplo, os testes para HIV, HTLV — vírus linfotrópico de células T humanas, que é o primeiro retrovírus humano que pode causar câncer —, hepatite B, hepatite C, doença de Chagas, além de tipagem sanguínea ABO, hemograma completo, entre outros. A lista completa e mais informações estão no site do Sistema Nacional de Transplantes.
Apenas após todos os exames e depois de o doador ser considerado apto é que os órgãos são transplantados em pacientes que esperam em filas por órgãos que poderão dar melhor qualidade de vida, permitir que voltem a enxergar, por exemplo, no caso de transplantes de córnea, ou que os ajudarão a continuar vivendo.
Raquel Stucchi explica que a presença do HIV no organismo de doadores é um dos únicos fatores que, no Brasil, impedem a doação de órgãos que ainda estão em condições de ser doados. A soropositividade para HTLV também é outro impeditivo, bem como a tuberculose ativa.
As filas para receber a doação, no entanto, ainda estão grandes. A maior parte está na fila por um rim. O fígado aparece em segundo lugar, seguido pelo coração.
"Para aqueles que doam ou pensam em ser doadores, a doação é extremamente importante", afirma Raquel Stucchi. "É importante para poder salvar a vida das pessoas que têm essa expectativa e têm o transplante como única opção de tratamento", ressalta.
"A gente entende perfeitamente que os pacientes que foram transplantados tenham algumas dúvidas diante do que aconteceu. Então, que procurem suas equipes, o centro onde foram transplantados para tirar suas dúvidas."
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Qual é o principal objetivo dos testes realizados em doadores de órgãos no Brasil, segundo o texto?
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Além de exames para HIV, todos os doadores de órgãos no Brasil são submetidos a uma série de outros testes, que são obrigatórios de acordo com a legislação do Sistema Nacional de Transplantes, ligado ao Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é garantir a segurança dos pacientes que recebem os órgãos.
Pela legislação vigente, devem ser feitos, por exemplo, os testes para HIV, HTLV — vírus linfotrópico de células T humanas, que é o primeiro retrovírus humano que pode causar câncer —, hepatite B, hepatite C, doença de Chagas, além de tipagem sanguínea ABO, hemograma completo, entre outros. A lista completa e mais informações estão no site do Sistema Nacional de Transplantes.
Apenas após todos os exames e depois de o doador ser considerado apto é que os órgãos são transplantados em pacientes que esperam em filas por órgãos que poderão dar melhor qualidade de vida, permitir que voltem a enxergar, por exemplo, no caso de transplantes de córnea, ou que os ajudarão a continuar vivendo.
Raquel Stucchi explica que a presença do HIV no organismo de doadores é um dos únicos fatores que, no Brasil, impedem a doação de órgãos que ainda estão em condições de ser doados. A soropositividade para HTLV também é outro impeditivo, bem como a tuberculose ativa.
As filas para receber a doação, no entanto, ainda estão grandes. A maior parte está na fila por um rim. O fígado aparece em segundo lugar, seguido pelo coração.
"Para aqueles que doam ou pensam em ser doadores, a doação é extremamente importante", afirma Raquel Stucchi. "É importante para poder salvar a vida das pessoas que têm essa expectativa e têm o transplante como única opção de tratamento", ressalta.
"A gente entende perfeitamente que os pacientes que foram transplantados tenham algumas dúvidas diante do que aconteceu. Então, que procurem suas equipes, o centro onde foram transplantados para tirar suas dúvidas."
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De acordo com Raquel Stucchi, quais condições de saúde podem impedir a doação de órgãos no Brasil?
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Além de exames para HIV, todos os doadores de órgãos no Brasil são submetidos a uma série de outros testes, que são obrigatórios de acordo com a legislação do Sistema Nacional de Transplantes, ligado ao Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é garantir a segurança dos pacientes que recebem os órgãos.
Pela legislação vigente, devem ser feitos, por exemplo, os testes para HIV, HTLV — vírus linfotrópico de células T humanas, que é o primeiro retrovírus humano que pode causar câncer —, hepatite B, hepatite C, doença de Chagas, além de tipagem sanguínea ABO, hemograma completo, entre outros. A lista completa e mais informações estão no site do Sistema Nacional de Transplantes.
Apenas após todos os exames e depois de o doador ser considerado apto é que os órgãos são transplantados em pacientes que esperam em filas por órgãos que poderão dar melhor qualidade de vida, permitir que voltem a enxergar, por exemplo, no caso de transplantes de córnea, ou que os ajudarão a continuar vivendo.
Raquel Stucchi explica que a presença do HIV no organismo de doadores é um dos únicos fatores que, no Brasil, impedem a doação de órgãos que ainda estão em condições de ser doados. A soropositividade para HTLV também é outro impeditivo, bem como a tuberculose ativa.
As filas para receber a doação, no entanto, ainda estão grandes. A maior parte está na fila por um rim. O fígado aparece em segundo lugar, seguido pelo coração.
"Para aqueles que doam ou pensam em ser doadores, a doação é extremamente importante", afirma Raquel Stucchi. "É importante para poder salvar a vida das pessoas que têm essa expectativa e têm o transplante como única opção de tratamento", ressalta.
"A gente entende perfeitamente que os pacientes que foram transplantados tenham algumas dúvidas diante do que aconteceu. Então, que procurem suas equipes, o centro onde foram transplantados para tirar suas dúvidas."
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Qual é a principal razão que Raquel Stucchi destaca sobre a importância da doação de órgãos?
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Além de exames para HIV, todos os doadores de órgãos no Brasil são submetidos a uma série de outros testes, que são obrigatórios de acordo com a legislação do Sistema Nacional de Transplantes, ligado ao Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é garantir a segurança dos pacientes que recebem os órgãos.
Pela legislação vigente, devem ser feitos, por exemplo, os testes para HIV, HTLV — vírus linfotrópico de células T humanas, que é o primeiro retrovírus humano que pode causar câncer —, hepatite B, hepatite C, doença de Chagas, além de tipagem sanguínea ABO, hemograma completo, entre outros. A lista completa e mais informações estão no site do Sistema Nacional de Transplantes.
Apenas após todos os exames e depois de o doador ser considerado apto é que os órgãos são transplantados em pacientes que esperam em filas por órgãos que poderão dar melhor qualidade de vida, permitir que voltem a enxergar, por exemplo, no caso de transplantes de córnea, ou que os ajudarão a continuar vivendo.
Raquel Stucchi explica que a presença do HIV no organismo de doadores é um dos únicos fatores que, no Brasil, impedem a doação de órgãos que ainda estão em condições de ser doados. A soropositividade para HTLV também é outro impeditivo, bem como a tuberculose ativa.
As filas para receber a doação, no entanto, ainda estão grandes. A maior parte está na fila por um rim. O fígado aparece em segundo lugar, seguido pelo coração.
"Para aqueles que doam ou pensam em ser doadores, a doação é extremamente importante", afirma Raquel Stucchi. "É importante para poder salvar a vida das pessoas que têm essa expectativa e têm o transplante como única opção de tratamento", ressalta.
"A gente entende perfeitamente que os pacientes que foram transplantados tenham algumas dúvidas diante do que aconteceu. Então, que procurem suas equipes, o centro onde foram transplantados para tirar suas dúvidas."
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O que a médica recomenda aos pacientes que foram transplantados e têm dúvidas sobre o procedimento?
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Além de exames para HIV, todos os doadores de órgãos no Brasil são submetidos a uma série de outros testes, que são obrigatórios de acordo com a legislação do Sistema Nacional de Transplantes, ligado ao Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo é garantir a segurança dos pacientes que recebem os órgãos.
Pela legislação vigente, devem ser feitos, por exemplo, os testes para HIV, HTLV — vírus linfotrópico de células T humanas, que é o primeiro retrovírus humano que pode causar câncer —, hepatite B, hepatite C, doença de Chagas, além de tipagem sanguínea ABO, hemograma completo, entre outros. A lista completa e mais informações estão no site do Sistema Nacional de Transplantes.
Apenas após todos os exames e depois de o doador ser considerado apto é que os órgãos são transplantados em pacientes que esperam em filas por órgãos que poderão dar melhor qualidade de vida, permitir que voltem a enxergar, por exemplo, no caso de transplantes de córnea, ou que os ajudarão a continuar vivendo.
Raquel Stucchi explica que a presença do HIV no organismo de doadores é um dos únicos fatores que, no Brasil, impedem a doação de órgãos que ainda estão em condições de ser doados. A soropositividade para HTLV também é outro impeditivo, bem como a tuberculose ativa.
As filas para receber a doação, no entanto, ainda estão grandes. A maior parte está na fila por um rim. O fígado aparece em segundo lugar, seguido pelo coração.
"Para aqueles que doam ou pensam em ser doadores, a doação é extremamente importante", afirma Raquel Stucchi. "É importante para poder salvar a vida das pessoas que têm essa expectativa e têm o transplante como única opção de tratamento", ressalta.
"A gente entende perfeitamente que os pacientes que foram transplantados tenham algumas dúvidas diante do que aconteceu. Então, que procurem suas equipes, o centro onde foram transplantados para tirar suas dúvidas."
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Qual órgão tem a maior quantidade de pessoas na fila de espera para transplante no Brasil, conforme o texto?
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