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2556371 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ

Uma praça tem a forma de um retângulo com 28,5 metros de comprimento e 13,8 metros de largura.

A área dessa praça, em metros quadrados, corresponde a:

 

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2556370 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ

Em 2015, o município de Itaocara possuía x escolas de ensino fundamental e y escolas de ensino médio.

Sabe-se que x + y = 31 e que x – 3y = 3. Logo, o valor de (x – y) é igual a:

 

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2556369 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ

A figura abaixo mostra três pontos representados sobre uma superfície plana.

Admita que Marta caminhou x metros em linha reta do ponto A ao ponto C e y metros em linha reta do ponto C ao ponto B.

Enunciado 2991876-1

Se Marta tivesse caminhado diretamente em linha reta do ponto A ao ponto B, teria caminhado a seguinte distância em metros:

 

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2556368 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ

O quadro abaixo contém a quantidade de alguns tipos de veículos existentes no município de Itaocara em 2016.

Frota de veículos de Itaocara

Automóvel

Caminhão Ônibus

Motocicleta

5384 376 40 4552

Adaptado de https://cidades.ibge.gov.br ,acesso em 14/03/18

Todos os números escritos na tabela são múltiplos de:

 

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2556367 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ

Considere que a área do município de Itaocara seja igual a 431.335 km2.

Em metros quadrados, essa área equivale a:

 

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2556366 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ

Para mais ou para menos

O estatístico acordou e, como sempre o fazia, espiou pela janela. Céu nublado. Deveria levar o guarda-chuva? Com base em sua experiência pregressa avaliou a possibilidade de chuva em 38%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Decidiu não levar o guarda-chuva, mesmo porque já havia esquecido três ou quatro no escritório.

A mulher dormia ainda e ele decidiu não acordá-la; professora universitária, ela tinha ficado até meia-noite corrigindo trabalhos.

Merecia descanso. E de repente uma pergunta lhe ocorreu: será que ainda se amavam? Qual era a possibilidade de que isso acontecesse depois de quinze anos, três meses e oito dias de casamento, depois de dois filhos, um com três anos, seis meses e sete dias e outro com dez anos, dois meses e vinte dias? Poderia arriscar uma cifra, mas decidiu não fazê-lo, mesmo porque estava atrasado. Engoliu rapidamente o café (frio: cerca de 32 graus, concluiu, e não costumava errar: sua chance de acertar a temperatura dos líquidos era de cerca de 91%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos).

Tinha várias pesquisas para examinar naquele dia. As chances de uma marca de sabão ser preferida em relação à outra, as chances de um candidato à presidência de empresa ser eleito em relação a outro. O fato, porém, é que uma pergunta o atormentava: será que ainda amava a esposa? Na semana anterior a empresa havia admitido uma nova estatística, moça simpática e linda que fizera balançar o seu coração.

Naquele momento o telefone tocou. Era a mulher: só queria dizer que o amava.

E ele, jubiloso, concluiu que também a amava. As chances eram de 100%. Com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais, só para mais.

Moacyr Scliar

(In: Histórias que os jornais não contam. Rio de Janeiro: Agir, 2009)

A seguinte palavra é acentuada por ser proparoxítona:

 

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2556365 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ

Para mais ou para menos

O estatístico acordou e, como sempre o fazia, espiou pela janela. Céu nublado. Deveria levar o guarda-chuva? Com base em sua experiência pregressa avaliou a possibilidade de chuva em 38%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Decidiu não levar o guarda-chuva, mesmo porque já havia esquecido três ou quatro no escritório.

A mulher dormia ainda e ele decidiu não acordá-la; professora universitária, ela tinha ficado até meia-noite corrigindo trabalhos.

Merecia descanso. E de repente uma pergunta lhe ocorreu: será que ainda se amavam? Qual era a possibilidade de que isso acontecesse depois de quinze anos, três meses e oito dias de casamento, depois de dois filhos, um com três anos, seis meses e sete dias e outro com dez anos, dois meses e vinte dias? Poderia arriscar uma cifra, mas decidiu não fazê-lo, mesmo porque estava atrasado. Engoliu rapidamente o café (frio: cerca de 32 graus, concluiu, e não costumava errar: sua chance de acertar a temperatura dos líquidos era de cerca de 91%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos).

Tinha várias pesquisas para examinar naquele dia. As chances de uma marca de sabão ser preferida em relação à outra, as chances de um candidato à presidência de empresa ser eleito em relação a outro. O fato, porém, é que uma pergunta o atormentava: será que ainda amava a esposa? Na semana anterior a empresa havia admitido uma nova estatística, moça simpática e linda que fizera balançar o seu coração.

Naquele momento o telefone tocou. Era a mulher: só queria dizer que o amava.

E ele, jubiloso, concluiu que também a amava. As chances eram de 100%. Com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais, só para mais.

Moacyr Scliar

(In: Histórias que os jornais não contam. Rio de Janeiro: Agir, 2009)

“uma marca de sabão ser preferida em relação à outra”.

Como no exemplo, o acento grave indicador de crase está corretamente empregada em:

 

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2556364 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ

Para mais ou para menos

O estatístico acordou e, como sempre o fazia, espiou pela janela. Céu nublado. Deveria levar o guarda-chuva? Com base em sua experiência pregressa avaliou a possibilidade de chuva em 38%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Decidiu não levar o guarda-chuva, mesmo porque já havia esquecido três ou quatro no escritório.

A mulher dormia ainda e ele decidiu não acordá-la; professora universitária, ela tinha ficado até meia-noite corrigindo trabalhos.

Merecia descanso. E de repente uma pergunta lhe ocorreu: será que ainda se amavam? Qual era a possibilidade de que isso acontecesse depois de quinze anos, três meses e oito dias de casamento, depois de dois filhos, um com três anos, seis meses e sete dias e outro com dez anos, dois meses e vinte dias? Poderia arriscar uma cifra, mas decidiu não fazê-lo, mesmo porque estava atrasado. Engoliu rapidamente o café (frio: cerca de 32 graus, concluiu, e não costumava errar: sua chance de acertar a temperatura dos líquidos era de cerca de 91%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos).

Tinha várias pesquisas para examinar naquele dia. As chances de uma marca de sabão ser preferida em relação à outra, as chances de um candidato à presidência de empresa ser eleito em relação a outro. O fato, porém, é que uma pergunta o atormentava: será que ainda amava a esposa? Na semana anterior a empresa havia admitido uma nova estatística, moça simpática e linda que fizera balançar o seu coração.

Naquele momento o telefone tocou. Era a mulher: só queria dizer que o amava.

E ele, jubiloso, concluiu que também a amava. As chances eram de 100%. Com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais, só para mais.

Moacyr Scliar

(In: Histórias que os jornais não contam. Rio de Janeiro: Agir, 2009)

No trecho “mas decidiu não fazê-lo”, o pronome destacado remete ao seguinte elemento:

 

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2556363 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ

Para mais ou para menos

O estatístico acordou e, como sempre o fazia, espiou pela janela. Céu nublado. Deveria levar o guarda-chuva? Com base em sua experiência pregressa avaliou a possibilidade de chuva em 38%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Decidiu não levar o guarda-chuva, mesmo porque já havia esquecido três ou quatro no escritório.

A mulher dormia ainda e ele decidiu não acordá-la; professora universitária, ela tinha ficado até meia-noite corrigindo trabalhos.

Merecia descanso. E de repente uma pergunta lhe ocorreu: será que ainda se amavam? Qual era a possibilidade de que isso acontecesse depois de quinze anos, três meses e oito dias de casamento, depois de dois filhos, um com três anos, seis meses e sete dias e outro com dez anos, dois meses e vinte dias? Poderia arriscar uma cifra, mas decidiu não fazê-lo, mesmo porque estava atrasado. Engoliu rapidamente o café (frio: cerca de 32 graus, concluiu, e não costumava errar: sua chance de acertar a temperatura dos líquidos era de cerca de 91%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos).

Tinha várias pesquisas para examinar naquele dia. As chances de uma marca de sabão ser preferida em relação à outra, as chances de um candidato à presidência de empresa ser eleito em relação a outro. O fato, porém, é que uma pergunta o atormentava: será que ainda amava a esposa? Na semana anterior a empresa havia admitido uma nova estatística, moça simpática e linda que fizera balançar o seu coração.

Naquele momento o telefone tocou. Era a mulher: só queria dizer que o amava.

E ele, jubiloso, concluiu que também a amava. As chances eram de 100%. Com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais, só para mais.

Moacyr Scliar

(In: Histórias que os jornais não contam. Rio de Janeiro: Agir, 2009)

Em “A mulher dormia ainda e ele decidiu não acordá-la; professora universitária, ela tinha ficado até meia-noite corrigindo trabalhos”, a parte sublinhada apresenta, em relação à parte anterior, uma ideia de:

 

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2556362 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ

Para mais ou para menos

O estatístico acordou e, como sempre o fazia, espiou pela janela. Céu nublado. Deveria levar o guarda-chuva? Com base em sua experiência pregressa avaliou a possibilidade de chuva em 38%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Decidiu não levar o guarda-chuva, mesmo porque já havia esquecido três ou quatro no escritório.

A mulher dormia ainda e ele decidiu não acordá-la; professora universitária, ela tinha ficado até meia-noite corrigindo trabalhos.

Merecia descanso. E de repente uma pergunta lhe ocorreu: será que ainda se amavam? Qual era a possibilidade de que isso acontecesse depois de quinze anos, três meses e oito dias de casamento, depois de dois filhos, um com três anos, seis meses e sete dias e outro com dez anos, dois meses e vinte dias? Poderia arriscar uma cifra, mas decidiu não fazê-lo, mesmo porque estava atrasado. Engoliu rapidamente o café (frio: cerca de 32 graus, concluiu, e não costumava errar: sua chance de acertar a temperatura dos líquidos era de cerca de 91%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos).

Tinha várias pesquisas para examinar naquele dia. As chances de uma marca de sabão ser preferida em relação à outra, as chances de um candidato à presidência de empresa ser eleito em relação a outro. O fato, porém, é que uma pergunta o atormentava: será que ainda amava a esposa? Na semana anterior a empresa havia admitido uma nova estatística, moça simpática e linda que fizera balançar o seu coração.

Naquele momento o telefone tocou. Era a mulher: só queria dizer que o amava.

E ele, jubiloso, concluiu que também a amava. As chances eram de 100%. Com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais, só para mais.

Moacyr Scliar

(In: Histórias que os jornais não contam. Rio de Janeiro: Agir, 2009)

Em “Com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais, só para mais”, a expressão destacada reforça o sentimento do personagem de:

 

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