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2556361 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ

Para mais ou para menos

O estatístico acordou e, como sempre o fazia, espiou pela janela. Céu nublado. Deveria levar o guarda-chuva? Com base em sua experiência pregressa avaliou a possibilidade de chuva em 38%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Decidiu não levar o guarda-chuva, mesmo porque já havia esquecido três ou quatro no escritório.

A mulher dormia ainda e ele decidiu não acordá-la; professora universitária, ela tinha ficado até meia-noite corrigindo trabalhos.

Merecia descanso. E de repente uma pergunta lhe ocorreu: será que ainda se amavam? Qual era a possibilidade de que isso acontecesse depois de quinze anos, três meses e oito dias de casamento, depois de dois filhos, um com três anos, seis meses e sete dias e outro com dez anos, dois meses e vinte dias? Poderia arriscar uma cifra, mas decidiu não fazê-lo, mesmo porque estava atrasado. Engoliu rapidamente o café (frio: cerca de 32 graus, concluiu, e não costumava errar: sua chance de acertar a temperatura dos líquidos era de cerca de 91%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos).

Tinha várias pesquisas para examinar naquele dia. As chances de uma marca de sabão ser preferida em relação à outra, as chances de um candidato à presidência de empresa ser eleito em relação a outro. O fato, porém, é que uma pergunta o atormentava: será que ainda amava a esposa? Na semana anterior a empresa havia admitido uma nova estatística, moça simpática e linda que fizera balançar o seu coração.

Naquele momento o telefone tocou. Era a mulher: só queria dizer que o amava.

E ele, jubiloso, concluiu que também a amava. As chances eram de 100%. Com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais, só para mais.

Moacyr Scliar

(In: Histórias que os jornais não contam. Rio de Janeiro: Agir, 2009)

Na frase “Com base em sua experiência pregressa avaliou a possibilidade de chuva em 38%”, a palavra “pregressa” é sinônimo de:

 

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2556360 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ

Para mais ou para menos

O estatístico acordou e, como sempre o fazia, espiou pela janela. Céu nublado. Deveria levar o guarda-chuva? Com base em sua experiência pregressa avaliou a possibilidade de chuva em 38%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Decidiu não levar o guarda-chuva, mesmo porque já havia esquecido três ou quatro no escritório.

A mulher dormia ainda e ele decidiu não acordá-la; professora universitária, ela tinha ficado até meia-noite corrigindo trabalhos.

Merecia descanso. E de repente uma pergunta lhe ocorreu: será que ainda se amavam? Qual era a possibilidade de que isso acontecesse depois de quinze anos, três meses e oito dias de casamento, depois de dois filhos, um com três anos, seis meses e sete dias e outro com dez anos, dois meses e vinte dias? Poderia arriscar uma cifra, mas decidiu não fazê-lo, mesmo porque estava atrasado. Engoliu rapidamente o café (frio: cerca de 32 graus, concluiu, e não costumava errar: sua chance de acertar a temperatura dos líquidos era de cerca de 91%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos).

Tinha várias pesquisas para examinar naquele dia. As chances de uma marca de sabão ser preferida em relação à outra, as chances de um candidato à presidência de empresa ser eleito em relação a outro. O fato, porém, é que uma pergunta o atormentava: será que ainda amava a esposa? Na semana anterior a empresa havia admitido uma nova estatística, moça simpática e linda que fizera balançar o seu coração.

Naquele momento o telefone tocou. Era a mulher: só queria dizer que o amava.

E ele, jubiloso, concluiu que também a amava. As chances eram de 100%. Com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais, só para mais.

Moacyr Scliar

(In: Histórias que os jornais não contam. Rio de Janeiro: Agir, 2009)

A pergunta “Deveria levar o guarda-chuva?” é um pensamento do seguinte personagem:

 

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2556359 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ

Para mais ou para menos

O estatístico acordou e, como sempre o fazia, espiou pela janela. Céu nublado. Deveria levar o guarda-chuva? Com base em sua experiência pregressa avaliou a possibilidade de chuva em 38%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Decidiu não levar o guarda-chuva, mesmo porque já havia esquecido três ou quatro no escritório.

A mulher dormia ainda e ele decidiu não acordá-la; professora universitária, ela tinha ficado até meia-noite corrigindo trabalhos.

Merecia descanso. E de repente uma pergunta lhe ocorreu: será que ainda se amavam? Qual era a possibilidade de que isso acontecesse depois de quinze anos, três meses e oito dias de casamento, depois de dois filhos, um com três anos, seis meses e sete dias e outro com dez anos, dois meses e vinte dias? Poderia arriscar uma cifra, mas decidiu não fazê-lo, mesmo porque estava atrasado. Engoliu rapidamente o café (frio: cerca de 32 graus, concluiu, e não costumava errar: sua chance de acertar a temperatura dos líquidos era de cerca de 91%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos).

Tinha várias pesquisas para examinar naquele dia. As chances de uma marca de sabão ser preferida em relação à outra, as chances de um candidato à presidência de empresa ser eleito em relação a outro. O fato, porém, é que uma pergunta o atormentava: será que ainda amava a esposa? Na semana anterior a empresa havia admitido uma nova estatística, moça simpática e linda que fizera balançar o seu coração.

Naquele momento o telefone tocou. Era a mulher: só queria dizer que o amava.

E ele, jubiloso, concluiu que também a amava. As chances eram de 100%. Com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais, só para mais.

Moacyr Scliar

(In: Histórias que os jornais não contam. Rio de Janeiro: Agir, 2009)

No parágrafo, o estatístico decidiu não levar o guarda-chuva, considerando que:

 

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2556358 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ

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O estatístico acordou e, como sempre o fazia, espiou pela janela. Céu nublado. Deveria levar o guarda-chuva? Com base em sua experiência pregressa avaliou a possibilidade de chuva em 38%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Decidiu não levar o guarda-chuva, mesmo porque já havia esquecido três ou quatro no escritório.

A mulher dormia ainda e ele decidiu não acordá-la; professora universitária, ela tinha ficado até meia-noite corrigindo trabalhos.

Merecia descanso. E de repente uma pergunta lhe ocorreu: será que ainda se amavam? Qual era a possibilidade de que isso acontecesse depois de quinze anos, três meses e oito dias de casamento, depois de dois filhos, um com três anos, seis meses e sete dias e outro com dez anos, dois meses e vinte dias? Poderia arriscar uma cifra, mas decidiu não fazê-lo, mesmo porque estava atrasado. Engoliu rapidamente o café (frio: cerca de 32 graus, concluiu, e não costumava errar: sua chance de acertar a temperatura dos líquidos era de cerca de 91%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos).

Tinha várias pesquisas para examinar naquele dia. As chances de uma marca de sabão ser preferida em relação à outra, as chances de um candidato à presidência de empresa ser eleito em relação a outro. O fato, porém, é que uma pergunta o atormentava: será que ainda amava a esposa? Na semana anterior a empresa havia admitido uma nova estatística, moça simpática e linda que fizera balançar o seu coração.

Naquele momento o telefone tocou. Era a mulher: só queria dizer que o amava.

E ele, jubiloso, concluiu que também a amava. As chances eram de 100%. Com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais, só para mais.

Moacyr Scliar

(In: Histórias que os jornais não contam. Rio de Janeiro: Agir, 2009)

Na primeira frase do texto, a expressão “como sempre o fazia” apresenta o comportamento do personagem como:

 

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2556357 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ

Para mais ou para menos

O estatístico acordou e, como sempre o fazia, espiou pela janela. Céu nublado. Deveria levar o guarda-chuva? Com base em sua experiência pregressa avaliou a possibilidade de chuva em 38%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Decidiu não levar o guarda-chuva, mesmo porque já havia esquecido três ou quatro no escritório.

A mulher dormia ainda e ele decidiu não acordá-la; professora universitária, ela tinha ficado até meia-noite corrigindo trabalhos.

Merecia descanso. E de repente uma pergunta lhe ocorreu: será que ainda se amavam? Qual era a possibilidade de que isso acontecesse depois de quinze anos, três meses e oito dias de casamento, depois de dois filhos, um com três anos, seis meses e sete dias e outro com dez anos, dois meses e vinte dias? Poderia arriscar uma cifra, mas decidiu não fazê-lo, mesmo porque estava atrasado. Engoliu rapidamente o café (frio: cerca de 32 graus, concluiu, e não costumava errar: sua chance de acertar a temperatura dos líquidos era de cerca de 91%, com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos).

Tinha várias pesquisas para examinar naquele dia. As chances de uma marca de sabão ser preferida em relação à outra, as chances de um candidato à presidência de empresa ser eleito em relação a outro. O fato, porém, é que uma pergunta o atormentava: será que ainda amava a esposa? Na semana anterior a empresa havia admitido uma nova estatística, moça simpática e linda que fizera balançar o seu coração.

Naquele momento o telefone tocou. Era a mulher: só queria dizer que o amava.

E ele, jubiloso, concluiu que também a amava. As chances eram de 100%. Com uma margem de erro de dois pontos percentuais para mais, só para mais.

Moacyr Scliar

(In: Histórias que os jornais não contam. Rio de Janeiro: Agir, 2009)

A expressão contida no título é repetida várias vezes no texto, manifestando ironia com:

 

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2556356 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ
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Os dados a seguir são de uma sociedade empresária cuja produção industrial tem as seguintes informações:

- Gasto Fixo Total: $ 1.500
- Custo Variável Unitário: $ 8
- Preço de Venda Unitário: $ 14
- Gasto com Depreciação: $ 300
- Custo de Oportunidade: $ 300

Os Pontos de Equilíbrio Contábil, Financeiro e Econômico, considerando os dados acima, serão, respectivamente:

 

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2556355 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ
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Instrumentos de dívida mais comuns para captação de longo e médio prazos são utilizados em larga escala nas empresas.

Títulos de dívida, de médio e de longo prazo, ofertados publicamente por empresas não financeiras de capital aberto, são:

 

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2556354 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ
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Ao se demonstrar ao empreendedor a viabilidade econômica e financeira de seu negócio, não raro, descobre-se que o modelo proposto não é viável antes mesmo de se captar recurso de terceiros ou investir capital próprio.

Assim, as empresas obtêm recursos para o seu crescimento por meio

 

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2556353 Ano: 2018
Disciplina: Conhecimentos Bancários
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ
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Uma grande parte, talvez a maioria absoluta das empresas, utilizam capital de terceiros em suas estruturas de capital a fim de conseguir uma alavancagem financeira maior. Isso se deve a vários motivos.

Dentre esses motivos, um importante fato é:

 

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2556352 Ano: 2018
Disciplina: Administração Geral
Banca: CEPERJ
Orgão: Pref. Itaocara-RJ
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A forma mais apresentada para o orçamento na literatura é um pouco mais concisa e propõe a divisão em apenas quatro orçamentos, que são os mais importantes: Receitas, Despesas, Caixa e Capital.

As etapas para aprovação do Orçamento Empresarial seguem um procedimento padrão, sempre a partir das definições estratégicas e pode ser exemplificado como se segue, exceto:

 

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