Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

2404945 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Provas:
A equação do 1º grau !$ 2(x \, - \, 1) \, + \, 4x \, + \, 8 \, (2x \, + \, 5) \, + \, 14x \, = \, 34 !$ tem como solução:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2404787 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Provas:
O triplo de um número mais a sua metade é igual a 21. Podemos afirmar que esse número é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2404506 Ano: 2010
Disciplina: Segurança Pública
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Provas:
Ao elaborar as escalas de serviço e o horário de trabalho dos guardas, o comandante deve priorizar:
I - as necessidades pessoais dos guardas.
II - as necessidades do serviço.
III - as normas do setor e legislação em vigor.
Pode-se afirmar que apenas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2404303 Ano: 2010
Disciplina: Segurança Pública
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Provas:
Assinale o complemento
O Guarda Municipal deve:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2403365 Ano: 2010
Disciplina: Segurança Pública
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Provas:
Assinale a informação incorreta.
Durante o seu trabalho, o guarda deve fazer a ronda em seu setor para:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2399091 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Provas:
Por que os presos não cumprem toda a pena
Pelo assassinato da filha Isabella, Alexandre Nardoni foi condenado a 31 anos, um mês e dez dias de prisão em regime fechado. Por ter ocultado provas, recebeu mais oito meses de detenção em regime semiaberto. Sua mulher, Anna Carolina Jatobá, foi condenada a 26 anos e oito meses pela morte da menina e mais oito meses por fraude processual. Mas nenhum deles ficará todo esse tempo preso. A lei brasileira garante que, depois de cumprir dois quintos da pena (pouco mais de 12 anos no caso de Alexandre e de dez para Anna), eles poderão sair do regime fechado para o semiaberto e passar a cumprir pena numa colônia penal agrícola ou industrial, Depois disso, basta cumprir mais um sexto de resto da pena para poder passar o dia trabalhando e voltar à cadeia só para dormir (regime aberto). O nome técnico dado à mudança de regime de prisão é progressão de pena.
Qual é a lógica desse aparente absurdo? Por que oferecer tantos benefícios a assassinos condenados por crimes bárbaros? Não se trata de um privilégio para criminosos? A redução de pena surgiu na Inglaterra do século XVIII, com o objetivo de incentivar o bom comportamento na prisão e existe hoje na maioria dos países democráticos. "Em crimes bárbaros, como o assassinato de Isabella, a Código Penal comentado. "Mas o preso precisa de estímulo para se comportar bem. Sem a recompensa, fica insustentável administrar uma penitenciária."
Outro argumento dos defensores da redução na pena é a necessidade - num país sem prisão perpétua como o Brasil - de reinserir os criminosos recém-libertados na sociedade. A lei brasileira lhes garante até moradia e alimentação por quatro meses depois de soltos. E mesmo os reincidentes por crimes hediondos têm o direito de cumprir uma pena reduzida.
O direito à redução está na Constituição, no Código Penal e na Lei de Execuções Penais. Antes de 2007, os condenados por crimes hediondos tinham direito ao regime semiaberto depois de cumprir um sexto da pena. Com a nova lei, a exigência passou a dois quintos, Na Europa, o prazo varia de 30% a 40% da pena. "O Brasil, que exige 40%, está entre os mais rigorosos", diz o jurista Luiz Flávio Gomes.
Noutros países, porém, a lei não é tão branda para os crimes mais graves, Na Espanha, os presos por terrorismo são obrigados a cumprir a pena até o final. Nos Estados Unidos, há penas duras como prisão perpétua ou até pena de morte. Mesmo no caso de liberdade condicional (probation), o agente da lei estabelece limites claros para que o detento usufrua o benefício. Um condenado por molestar crianças pode ser impedido de chegar a menos de 300 metros de escolas ou parques infantis.
O maior risco de redução na pena é devolver à sociedade criminosos irreversíveis, que se comportam bem na cadeia, mas reincidem assim que estiverem livres "É preciso avaliar cada caso", diz o coronel José Vicente da Silva Filho, ex-secretário Nacional de Segurança Pública. "Não se pode usar como critério apenas o tempo de pena já cumprido."
Revista Época - Humberto Maia Jr - abril - 2010.
Nas frases abaixo, há a presença de pronome oblíquo proclítico, exceto em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2399079 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Provas:
O Congresso Nacional promulgou, em 13 de julho, uma emenda constitucional que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2398377 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Provas:
Enunciado 2886159-1
Na tirinha acima predomina a linguagem:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2398236 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Provas:
Por que os presos não cumprem toda a pena
Pelo assassinato da filha Isabella, Alexandre Nardoni foi condenado a 31 anos, um mês e dez dias de prisão em regime fechado. Por ter ocultado provas, recebeu mais oito meses de detenção em regime semiaberto. Sua mulher, Anna Carolina Jatobá, foi condenada a 26 anos e oito meses pela morte da menina e mais oito meses por fraude processual. Mas nenhum deles ficará todo esse tempo preso. A lei brasileira garante que, depois de cumprir dois quintos da pena (pouco mais de 12 anos no caso de Alexandre e de dez para Anna), eles poderão sair do regime fechado para o semiaberto e passar a cumprir pena numa colônia penal agrícola ou industrial, Depois disso, basta cumprir mais um sexto de resto da pena para poder passar o dia trabalhando e voltar à cadeia só para dormir (regime aberto). O nome técnico dado à mudança de regime de prisão é progressão de pena.
Qual é a lógica desse aparente absurdo? Por que oferecer tantos benefícios a assassinos condenados por crimes bárbaros? Não se trata de um privilégio para criminosos? A redução de pena surgiu na Inglaterra do século XVIII, com o objetivo de incentivar o bom comportamento na prisão e existe hoje na maioria dos países democráticos. "Em crimes bárbaros, como o assassinato de Isabella, a Código Penal comentado. "Mas o preso precisa de estímulo para se comportar bem. Sem a recompensa, fica insustentável administrar uma penitenciária."
Outro argumento dos defensores da redução na pena é a necessidade - num país sem prisão perpétua como o Brasil - de reinserir os criminosos recém-libertados na sociedade. A lei brasileira lhes garante até moradia e alimentação por quatro meses depois de soltos. E mesmo os reincidentes por crimes hediondos têm o direito de cumprir uma pena reduzida.
O direito à redução está na Constituição, no Código Penal e na Lei de Execuções Penais. Antes de 2007, os condenados por crimes hediondos tinham direito ao regime semiaberto depois de cumprir um sexto da pena. Com a nova lei, a exigência passou a dois quintos, Na Europa, o prazo varia de 30% a 40% da pena. "O Brasil, que exige 40%, está entre os mais rigorosos", diz o jurista Luiz Flávio Gomes.
Noutros países, porém, a lei não é tão branda para os crimes mais graves, Na Espanha, os presos por terrorismo são obrigados a cumprir a pena até o final. Nos Estados Unidos, há penas duras como prisão perpétua ou até pena de morte. Mesmo no caso de liberdade condicional (probation), o agente da lei estabelece limites claros para que o detento usufrua o benefício. Um condenado por molestar crianças pode ser impedido de chegar a menos de 300 metros de escolas ou parques infantis.
O maior risco de redução na pena é devolver à sociedade criminosos irreversíveis, que se comportam bem na cadeia, mas reincidem assim que estiverem livres "É preciso avaliar cada caso", diz o coronel José Vicente da Silva Filho, ex-secretário Nacional de Segurança Pública. "Não se pode usar como critério apenas o tempo de pena já cumprido."
Revista Época - Humberto Maia Jr - abril - 2010.
Assinale a opção cujo par de vocábulos sejam formado pelo mesmo processo de derivação.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2397819 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
Provas:
Por que os presos não cumprem toda a pena
Pelo assassinato da filha Isabella, Alexandre Nardoni foi condenado a 31 anos, um mês e dez dias de prisão em regime fechado. Por ter ocultado provas, recebeu mais oito meses de detenção em regime semiaberto. Sua mulher, Anna Carolina Jatobá, foi condenada a 26 anos e oito meses pela morte da menina e mais oito meses por fraude processual. Mas nenhum deles ficará todo esse tempo preso. A lei brasileira garante que, depois de cumprir dois quintos da pena (pouco mais de 12 anos no caso de Alexandre e de dez para Anna), eles poderão sair do regime fechado para o semiaberto e passar a cumprir pena numa colônia penal agrícola ou industrial, Depois disso, basta cumprir mais um sexto de resto da pena para poder passar o dia trabalhando e voltar à cadeia só para dormir (regime aberto). O nome técnico dado à mudança de regime de prisão é progressão de pena.
Qual é a lógica desse aparente absurdo? Por que oferecer tantos benefícios a assassinos condenados por crimes bárbaros? Não se trata de um privilégio para criminosos? A redução de pena surgiu na Inglaterra do século XVIII, com o objetivo de incentivar o bom comportamento na prisão e existe hoje na maioria dos países democráticos. "Em crimes bárbaros, como o assassinato de Isabella, a Código Penal comentado. "Mas o preso precisa de estímulo para se comportar bem. Sem a recompensa, fica insustentável administrar uma penitenciária."
Outro argumento dos defensores da redução na pena é a necessidade - num país sem prisão perpétua como o Brasil - de reinserir os criminosos recém-libertados na sociedade. A lei brasileira lhes garante até moradia e alimentação por quatro meses depois de soltos. E mesmo os reincidentes por crimes hediondos têm o direito de cumprir uma pena reduzida.
O direito à redução está na Constituição, no Código Penal e na Lei de Execuções Penais. Antes de 2007, os condenados por crimes hediondos tinham direito ao regime semiaberto depois de cumprir um sexto da pena. Com a nova lei, a exigência passou a dois quintos, Na Europa, o prazo varia de 30% a 40% da pena. "O Brasil, que exige 40%, está entre os mais rigorosos", diz o jurista Luiz Flávio Gomes.
Noutros países, porém, a lei não é tão branda para os crimes mais graves, Na Espanha, os presos por terrorismo são obrigados a cumprir a pena até o final. Nos Estados Unidos, há penas duras como prisão perpétua ou até pena de morte. Mesmo no caso de liberdade condicional (probation), o agente da lei estabelece limites claros para que o detento usufrua o benefício. Um condenado por molestar crianças pode ser impedido de chegar a menos de 300 metros de escolas ou parques infantis.
O maior risco de redução na pena é devolver à sociedade criminosos irreversíveis, que se comportam bem na cadeia, mas reincidem assim que estiverem livres "É preciso avaliar cada caso", diz o coronel José Vicente da Silva Filho, ex-secretário Nacional de Segurança Pública. "Não se pode usar como critério apenas o tempo de pena já cumprido."
Revista Época - Humberto Maia Jr - abril - 2010.
Predomina no texto a variedade linguística:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas