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Foram encontradas 40 questões.

2391619 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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Uma vela tem 38cm de comprimento, Se a vela derrete 10mm por minuto, podemos concluir que o tempo necessário para derreter a vela completamente será de:
 

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2390662 Ano: 2010
Disciplina: Segurança Pública
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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Assinale a opção correta.
Ao ser escalado para liderar uma turma, o guarda tem direito e dever:
 

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2390508 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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O valor da expressão !$ \sqrt{25} \, + \, \sqrt{16} \, + \, \sqrt{9} \, + \, \sqrt{4} \, + \, \sqrt{1} !$ é:
 

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2390136 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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Por que os presos não cumprem toda a pena
Pelo assassinato da filha Isabella, Alexandre Nardoni foi condenado a 31 anos, um mês e dez dias de prisão em regime fechado. Por ter ocultado provas, recebeu mais oito meses de detenção em regime semiaberto. Sua mulher, Anna Carolina Jatobá, foi condenada a 26 anos e oito meses pela morte da menina e mais oito meses por fraude processual. Mas nenhum deles ficará todo esse tempo preso. A lei brasileira garante que, depois de cumprir dois quintos da pena (pouco mais de 12 anos no caso de Alexandre e de dez para Anna), eles poderão sair do regime fechado para o semiaberto e passar a cumprir pena numa colônia penal agrícola ou industrial, Depois disso, basta cumprir mais um sexto de resto da pena para poder passar o dia trabalhando e voltar à cadeia só para dormir (regime aberto). O nome técnico dado à mudança de regime de prisão é progressão de pena.
Qual é a lógica desse aparente absurdo? Por que oferecer tantos benefícios a assassinos condenados por crimes bárbaros? Não se trata de um privilégio para criminosos? A redução de pena surgiu na Inglaterra do século XVIII, com o objetivo de incentivar o bom comportamento na prisão e existe hoje na maioria dos países democráticos. "Em crimes bárbaros, como o assassinato de Isabella, a Código Penal comentado. "Mas o preso precisa de estímulo para se comportar bem. Sem a recompensa, fica insustentável administrar uma penitenciária."
Outro argumento dos defensores da redução na pena é a necessidade - num país sem prisão perpétua como o Brasil - de reinserir os criminosos recém-libertados na sociedade. A lei brasileira lhes garante até moradia e alimentação por quatro meses depois de soltos. E mesmo os reincidentes por crimes hediondos têm o direito de cumprir uma pena reduzida.
O direito à redução está na Constituição, no Código Penal e na Lei de Execuções Penais. Antes de 2007, os condenados por crimes hediondos tinham direito ao regime semiaberto depois de cumprir um sexto da pena. Com a nova lei, a exigência passou a dois quintos, Na Europa, o prazo varia de 30% a 40% da pena. "O Brasil, que exige 40%, está entre os mais rigorosos", diz o jurista Luiz Flávio Gomes.
Noutros países, porém, a lei não é tão branda para os crimes mais graves, Na Espanha, os presos por terrorismo são obrigados a cumprir a pena até o final. Nos Estados Unidos, há penas duras como prisão perpétua ou até pena de morte. Mesmo no caso de liberdade condicional (probation), o agente da lei estabelece limites claros para que o detento usufrua o benefício. Um condenado por molestar crianças pode ser impedido de chegar a menos de 300 metros de escolas ou parques infantis.
O maior risco de redução na pena é devolver à sociedade criminosos irreversíveis, que se comportam bem na cadeia, mas reincidem assim que estiverem livres "É preciso avaliar cada caso", diz o coronel José Vicente da Silva Filho, ex-secretário Nacional de Segurança Pública. "Não se pode usar como critério apenas o tempo de pena já cumprido."
Revista Época - Humberto Maia Jr - abril - 2010.
Em "Noutros países, porém, a lei não é tão branda para os crimes mais graves", o termo sublinhado poder ser substituído, sem alterar o contexto, por;
 

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2390070 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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Por que os presos não cumprem toda a pena
Pelo assassinato da filha Isabella, Alexandre Nardoni foi condenado a 31 anos, um mês e dez dias de prisão em regime fechado. Por ter ocultado provas, recebeu mais oito meses de detenção em regime semiaberto. Sua mulher, Anna Carolina Jatobá, foi condenada a 26 anos e oito meses pela morte da menina e mais oito meses por fraude processual. Mas nenhum deles ficará todo esse tempo preso. A lei brasileira garante que, depois de cumprir dois quintos da pena (pouco mais de 12 anos no caso de Alexandre e de dez para Anna), eles poderão sair do regime fechado para o semiaberto e passar a cumprir pena numa colônia penal agrícola ou industrial, Depois disso, basta cumprir mais um sexto de resto da pena para poder passar o dia trabalhando e voltar à cadeia só para dormir (regime aberto). O nome técnico dado à mudança de regime de prisão é progressão de pena.
Qual é a lógica desse aparente absurdo? Por que oferecer tantos benefícios a assassinos condenados por crimes bárbaros? Não se trata de um privilégio para criminosos? A redução de pena surgiu na Inglaterra do século XVIII, com o objetivo de incentivar o bom comportamento na prisão e existe hoje na maioria dos países democráticos. "Em crimes bárbaros, como o assassinato de Isabella, a Código Penal comentado. "Mas o preso precisa de estímulo para se comportar bem. Sem a recompensa, fica insustentável administrar uma penitenciária."
Outro argumento dos defensores da redução na pena é a necessidade - num país sem prisão perpétua como o Brasil - de reinserir os criminosos recém-libertados na sociedade. A lei brasileira lhes garante até moradia e alimentação por quatro meses depois de soltos. E mesmo os reincidentes por crimes hediondos têm o direito de cumprir uma pena reduzida.
O direito à redução está na Constituição, no Código Penal e na Lei de Execuções Penais. Antes de 2007, os condenados por crimes hediondos tinham direito ao regime semiaberto depois de cumprir um sexto da pena. Com a nova lei, a exigência passou a dois quintos, Na Europa, o prazo varia de 30% a 40% da pena. "O Brasil, que exige 40%, está entre os mais rigorosos", diz o jurista Luiz Flávio Gomes.
Noutros países, porém, a lei não é tão branda para os crimes mais graves, Na Espanha, os presos por terrorismo são obrigados a cumprir a pena até o final. Nos Estados Unidos, há penas duras como prisão perpétua ou até pena de morte. Mesmo no caso de liberdade condicional (probation), o agente da lei estabelece limites claros para que o detento usufrua o benefício. Um condenado por molestar crianças pode ser impedido de chegar a menos de 300 metros de escolas ou parques infantis.
O maior risco de redução na pena é devolver à sociedade criminosos irreversíveis, que se comportam bem na cadeia, mas reincidem assim que estiverem livres "É preciso avaliar cada caso", diz o coronel José Vicente da Silva Filho, ex-secretário Nacional de Segurança Pública. "Não se pode usar como critério apenas o tempo de pena já cumprido."
Revista Época - Humberto Maia Jr - abril - 2010.
Observe o uso do porquê no título e no corpo de texto, em seguida assinale a opção em que seu emprego esteja incorreto.
 

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2389573 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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Um projeto social oferece a uma comunidade carente um cursinho pré-vestibular gratuito. São 6 aulas por dia, de segunda a sábado, sendo que os alunos não podem faltar mais que !$ ^1/_4 !$ das aulas dadas sob pena de perder a vaga. A contagem de faltas e possíveis exclusões é feita mensalmente, No mês de junho, por motivos não justificados, Jorge faltou 2 dias seguidos na 1º semana, e também faltou em todos os sábados do mês . Considerando o mês iniciando na segunda-feira e com apenas 4 semanas, Jorge estourou seu limite máximo em quantas faltas?
 

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2389385 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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Por que os presos não cumprem toda a pena
Pelo assassinato da filha Isabella, Alexandre Nardoni foi condenado a 31 anos, um mês e dez dias de prisão em regime fechado. Por ter ocultado provas, recebeu mais oito meses de detenção em regime semiaberto. Sua mulher, Anna Carolina Jatobá, foi condenada a 26 anos e oito meses pela morte da menina e mais oito meses por fraude processual. Mas nenhum deles ficará todo esse tempo preso. A lei brasileira garante que, depois de cumprir dois quintos da pena (pouco mais de 12 anos no caso de Alexandre e de dez para Anna), eles poderão sair do regime fechado para o semiaberto e passar a cumprir pena numa colônia penal agrícola ou industrial, Depois disso, basta cumprir mais um sexto de resto da pena para poder passar o dia trabalhando e voltar à cadeia só para dormir (regime aberto). O nome técnico dado à mudança de regime de prisão é progressão de pena.
Qual é a lógica desse aparente absurdo? Por que oferecer tantos benefícios a assassinos condenados por crimes bárbaros? Não se trata de um privilégio para criminosos? A redução de pena surgiu na Inglaterra do século XVIII, com o objetivo de incentivar o bom comportamento na prisão e existe hoje na maioria dos países democráticos. "Em crimes bárbaros, como o assassinato de Isabella, a Código Penal comentado. "Mas o preso precisa de estímulo para se comportar bem. Sem a recompensa, fica insustentável administrar uma penitenciária."
Outro argumento dos defensores da redução na pena é a necessidade - num país sem prisão perpétua como o Brasil - de reinserir os criminosos recém-libertados na sociedade. A lei brasileira lhes garante até moradia e alimentação por quatro meses depois de soltos. E mesmo os reincidentes por crimes hediondos têm o direito de cumprir uma pena reduzida.
O direito à redução está na Constituição, no Código Penal e na Lei de Execuções Penais. Antes de 2007, os condenados por crimes hediondos tinham direito ao regime semiaberto depois de cumprir um sexto da pena. Com a nova lei, a exigência passou a dois quintos, Na Europa, o prazo varia de 30% a 40% da pena. "O Brasil, que exige 40%, está entre os mais rigorosos", diz o jurista Luiz Flávio Gomes.
Noutros países, porém, a lei não é tão branda para os crimes mais graves, Na Espanha, os presos por terrorismo são obrigados a cumprir a pena até o final. Nos Estados Unidos, há penas duras como prisão perpétua ou até pena de morte. Mesmo no caso de liberdade condicional (probation), o agente da lei estabelece limites claros para que o detento usufrua o benefício. Um condenado por molestar crianças pode ser impedido de chegar a menos de 300 metros de escolas ou parques infantis.
O maior risco de redução na pena é devolver à sociedade criminosos irreversíveis, que se comportam bem na cadeia, mas reincidem assim que estiverem livres "É preciso avaliar cada caso", diz o coronel José Vicente da Silva Filho, ex-secretário Nacional de Segurança Pública. "Não se pode usar como critério apenas o tempo de pena já cumprido."
Revista Época - Humberto Maia Jr - abril - 2010.
Observe as expressões sublinhadas abaixo.
I - "Na Espanha, os presos por terrorismo são obrigados a cumprir a pena até o final"
II - "Sua mulher, Anna Carolina Jatobá, foi condenada a 26 anos e oito meses pela morte da menina"
III - "diz o coronel José Vicente da Silva Filho, ex-secretário Nacional de Segurança Pública"
IV - "Antes de 2007, os condenados por crimes hediondos tinham direito ao regime semiaberto"
Os termos sublinhados classificam-se sintaticamente em:
 

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2389274 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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Assinale a informação incorreta sobre os recordes e curiosidades do Mundial da África do sul.
 

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2389162 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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O mínimo múltiplo comum (MMC) entre 5 e 8 é:
 

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2388881 Ano: 2010
Disciplina: Matemática
Banca: OMEGA
Orgão: Pref. Itaquaquecetuba-SP
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Uma pessoa percorreu de carro 35% de um percurso de 150 km. Podemos afirmar que ainda restam para percorrer uma distância de:
 

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