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Foram encontradas 135 questões.

386123 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itatiaiuçu-MG
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Observe as frases seguintes.

I. Faz cinco meses que não vou ao cinema.

II. Alguém havia aberto a porta.

III. Esperança haverá sempre.

IV. Gritaram o meu nome por aí.

V. Não encontraram o corpo do rapaz afogado.

Assinale a alternativa que apresenta o comentário CORRETO.

 

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A fantástica arte de ignorar os brinquedos

dos filhos espalhados pela casa

Se você é daqueles pais que conseguem fazer com que seus filhos guardem todos os brinquedos depois de usar e que não espalhem bonecas, playmobils, spiners e afins pela casa, pode parar de ler este texto agora. Você, ser evoluído, não precisa presenciar essa discussão mundana. Agora, se você é daqueles que passa mais tempo implorando para que seus filhos sejam organizados do que vendo eles organizarem de fato alguma coisa, dê cá um abraço!

Já pisou em pecinha de lego? Sonhou que estava dando a coleção de Hot Wheels para o carroceiro? Se deparou com uma legião de bonecas no box do banheiro? Tenho um segredo pra dividir com vocês. Se chama a arte de ignorar brinquedos. É preciso um tanto de meditação, bom humor, muita cabeça erguida — pra ver só o que está a mais de um metro do chão — e, às vezes, um drink. Mas superfunciona!

No começo é difícil, a gente perde a cabeça e acaba guardando tudo num ato desesperado. Respire e volte a contar, na mesma filosofia do AA, há quantos dias você está sem tocar em brinquedos. Repare que, depois de um tempo, você só verá as paradas quando não estiver muito bem (aqueles dias em que a comida fica ruim, ninguém responde suas mensagens e nenhuma roupa fica boa, sabe?). O que recomendo nestes momentos é: não coloque as mãos nos brinquedos. Afaste o que dá delicadamente com os pés, junte tudo num canto, mas não organize. E, de preferência, arrume um programa fora de casa para mudar o visual.

Em pouco tempo você não vai mais ter esse problema, porque não enxergará nem o Hulk gigante ou o pogobol trambolhosamente nostálgico. Quando esse dia chegar, estabeleça trilhas por onde você anda e avise as crianças que, como você não enxerga brinquedos, o que estiver no caminho corre sérios riscos de colisão. Eles têm medo disso. E assim, deixam a passagem livre para que a circulação aconteça sem grandes traumas.

Agora, cá entre nós: é no primeiro “creck” que a mágica acontece. Quando, totalmente sem querer, você quebra o espelhinho da penteadeira da Barbie (não por maldade, mas porque você não vê Barbies) que as crianças começam a guardar os brinquedos. Algumas lágrimas vão rolar e você vai ser chamado de pior mãe ou pai do mundo, mas quem nunca teve que lidar com agressão gratuita que atire o primeiro blog. A vida segue. Os brinquedos (e blogs) também.

BOCK, Lia. A fantástica arte de ignorar os brinquedos dos filhos espalhados pela casa. Blogsfera. UOL. Disponível em:<https://goo.gl/NMrkan> . Acesso em: 17 ago. 2017 (Fragmento adaptado)

Releia o trecho a seguir.

“[...] você vai ser chamado de pior mãe ou pai do mundo, mas quem nunca teve que lidar com agressão gratuita que atire o primeiro blog.”

Assinale a alternativa em que a reescrita desse trecho altera seu sentido original.

 

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A fantástica arte de ignorar os brinquedos

dos filhos espalhados pela casa

Se você é daqueles pais que conseguem fazer com que seus filhos guardem todos os brinquedos depois de usar e que não espalhem bonecas, playmobils, spiners e afins pela casa, pode parar de ler este texto agora. Você, ser evoluído, não precisa presenciar essa discussão mundana. Agora, se você é daqueles que passa mais tempo implorando para que seus filhos sejam organizados do que vendo eles organizarem de fato alguma coisa, dê cá um abraço!

Já pisou em pecinha de lego? Sonhou que estava dando a coleção de Hot Wheels para o carroceiro? Se deparou com uma legião de bonecas no box do banheiro? Tenho um segredo pra dividir com vocês. Se chama a arte de ignorar brinquedos. É preciso um tanto de meditação, bom humor, muita cabeça erguida — pra ver só o que está a mais de um metro do chão — e, às vezes, um drink. Mas superfunciona!

No começo é difícil, a gente perde a cabeça e acaba guardando tudo num ato desesperado. Respire e volte a contar, na mesma filosofia do AA, há quantos dias você está sem tocar em brinquedos. Repare que, depois de um tempo, você só verá as paradas quando não estiver muito bem (aqueles dias em que a comida fica ruim, ninguém responde suas mensagens e nenhuma roupa fica boa, sabe?). O que recomendo nestes momentos é: não coloque as mãos nos brinquedos. Afaste o que dá delicadamente com os pés, junte tudo num canto, mas não organize. E, de preferência, arrume um programa fora de casa para mudar o visual.

Em pouco tempo você não vai mais ter esse problema, porque não enxergará nem o Hulk gigante ou o pogobol trambolhosamente nostálgico. Quando esse dia chegar, estabeleça trilhas por onde você anda e avise as crianças que, como você não enxerga brinquedos, o que estiver no caminho corre sérios riscos de colisão. Eles têm medo disso. E assim, deixam a passagem livre para que a circulação aconteça sem grandes traumas.

Agora, cá entre nós: é no primeiro “creck” que a mágica acontece. Quando, totalmente sem querer, você quebra o espelhinho da penteadeira da Barbie (não por maldade, mas porque você não vê Barbies) que as crianças começam a guardar os brinquedos. Algumas lágrimas vão rolar e você vai ser chamado de pior mãe ou pai do mundo, mas quem nunca teve que lidar com agressão gratuita que atire o primeiro blog. A vida segue. Os brinquedos (e blogs) também.

BOCK, Lia. A fantástica arte de ignorar os brinquedos dos filhos espalhados pela casa. Blogsfera. UOL. Disponível em:<https://goo.gl/NMrkan> . Acesso em: 17 ago. 2017 (Fragmento adaptado)

De acordo com a leitura do texto, analise as afirmativas a seguir.

I. A autora é uma dessas mães que já esperaram em vão para que os filhos arrumem os brinquedos.

II. Os pais devem quebrar algum brinquedo para que as crianças passem a guardá-los depois de brincar.

III. As crianças sempre deixam os brinquedos espalhados depois de brincarem com eles.

Estão incorretas as afirmativas:

 

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386120 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itatiaiuçu-MG
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A relação de concordância (nominal ou verbal) está corretamente estabelecida na alternativa:
 

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386119 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Itatiaiuçu-MG
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“O filme de um minuto Desache revela o modelo e apresenta as evoluções do novo Up!, fazendo um paralelo entre a novidade da Volkswagen com as rupturas de pensamento que vêm transformando o mundo, e mostra que é possível, sim, um automóvel entregar todas as funcionalidades que o novo Up! reúne. E conclui: ‘Chegou o novo Up! Um carro que vai fazer você ‘desachar’ muita coisa. Novo Up! feito de novas ideias’.” Disponível em: <http://adnews.com.br/social-media/desache- campanha-de-novo-e-pura-desconstrucao.html> . Acesso em: 16 ago. 2017.
Considerando os processos de formação de palavras em português relacionados ao texto, analise as afirmativas seguintes.
I. A forma “desache” foi formada por derivação prefixal, processo que possibilita a mudança de classe da palavra.
II. A forma “desache” foi criada porque houve exigência do sistema linguístico, uma vez que se necessitou empregar um item lexical de uma classe em outra.
III. A criação da nova forma “desache” se relaciona às rupturas de pensamento relacionadas às transformações do mundo, à função de rotulação, por sua vez, relacionada com o aspecto semântico.
IV. A criação de novas formas acontece relacionada às mais diversas modalidades: coloquial, culta, literária, técnica, científica, de propaganda, conforme se pode comprovar com a forma “desache”.
Estão corretas as afirmativas:

 

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