Foram encontradas 50 questões.
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Itiquira-MT
Leia o texto a seguir.
O oeste, território – aqui pensado como uma porção de terra na qual viviam diversos sujeitos – que não se pode precisar com exatidão o lugar de seu início ou término passou a ser um espaço disputado e valorizado economicamente: tornou-se “a última fronteira agricultável do globo”, algo bem diferente do ocorrido décadas atrás, quando a região era vista com severas restrições, sobretudo quando o assunto versava a respeito da densidade populacional e da agricultura.
Fonte: DAL MORO, N. Formas de Conceber a Terra no Oeste do Brasil. História Revista, Goiânia, v. 19, n. 1, 2014. p. 238.
A mudança apontada no texto na denominação do Mato Grosso foi decorrente
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A assertiva de Bernardo de Chartres que assegurava que os mestres medievais eram anões sobre os ombros de gigantes foi eternizada pela pena de João de Salisbury. Em sua essência, essa proposta expunha a vontade de conhecer e escrever com base nos clássicos da Antiguidade e dos primeiros séculos cristãos, o que se tornou uma das principais características do Renascimento do Século XII. |
Fonte: LANZIERI JÚNIOR, C. Sobre os ombros de gigantes: os pilares clássicos do primeiro livro do Metalogicon (1159) de João de Salisbury (c.1120-1180). Medievalis, v. 2, 2012, p. 28.
Uma característica do contexto referido é
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Não há como negar que na atualidade a internet, os filmes e os games têm atuado como potenciais divulgadores da Idade Média entre os jovens. Ainda que o medievo apresentado por tais mídias esteja mais próximo do gênero fantasia, é preciso que o professor construa um novo olhar sobre essas ferramentas, reconhecendo que elas não precisam ser adversárias no processo de ensino-aprendizagem. Até porque, para o professor, concorrer com a internet e os games seria uma tarefa árdua e que, por fim, teria uma grande chance de ser derrotado, já que nosso alunado é composto, basicamente, por crianças e adolescentes que anseiam por uma educação um pouco mais divertida. |
Fonte: SILVA, M. F. A. A utilização de “batalhas campais” como ferramenta de ensino-aprendizagem. In: BUENO, André; BIRRO, Renan; BOY,Renato (org.) Ensino de História Medieval e História Pública. Ed. Rio de Janeiro: Sobre Ontens/UERJ,2020. p. 40.
Na perspectiva do texto, a melhor metodologia para explorar as mídias na pesquisa e em sala de aula é abordá-las como
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Alguns estudiosos discutem mais diretamente a teoria da globalização e sua aplicabilidade ao Mediterrâneo antigo. Um grande foco de estudos é o Império romano. Durante muito tempo, as transformações decorrentes da expansão romana foram interpretadas a partir da ideia tradicional de “romanização”, que colocava Roma como o centro difusor de inovações culturais para os territórios conquistados. Como vários estudiosos já demonstraram, é problemática a ideia de que os povos conquistados teriam imitado a cultura romana na tentativa de tornar-se romanos. |
Fonte: SCOPACASA, R. Hegemonia romana e transformações culturais no mediterrâneo (séculos IV-II a. C.). Novas perspectivas da história global. Revista de História, [S. l.], n. 177, p. 01-35, 2018. p. 5, Disponível em: https://www.revistas.usp.br/revhistoria/article/view/134751. Acesso em: 9 set. 2022.
Na perspectiva do texto, a abordagem global apresenta importantes mudanças ao valorizar, nos estudos da expansão romana,
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No Brasil, ainda são poucos os trabalhos que dialogam com coleções etnográficas mediante problemas arqueológicos. Wüst (1999) comparou cerâmicas arqueológicas e etnográficas dos Bororo, sugerindo a possibilidade de que alguns povos atualmente no centro-oeste brasileiro sejam fruto de incorporação recente de distintas etnias. Reflexões sobre a tradição cerâmica de povos falantes de línguas Tupi (especificamente Tupi-Guarani) têm sido feitas há tempos a partir da comparação entre cerâmica arqueológica, dados históricos, etnográficos, linguísticos e coleções etnográficas. |
Fonte: GASPAR, Meliam Viganó ; RODRIGUES, Igor M. Mariano. Coleções etnográficas e Arqueologia: uma relação pouco explorada. Bol. Mus. Para. Emílio Goeldi. Cienc. Hum., Belém, v. 15, n. 1, e20190018, 2020, p. 5.
O texto destaca, nas pesquisas mencionadas, a importância de
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Foi nesse percurso que seguiu a estagiária quando deparou com o comentário do aluno a respeito das memórias de seu pai sobre a ditadura militar no Brasil. O caminho escolhido pela estagiária foi o de retomar a análise documental, refletindo sobre a impossibilidade de se noticiar ou denunciar tais práticas criminosas do Estado, retomando aspectos da repressão para além das torturas e prisões. |
Fonte: VARGAS GIL, Carmem Zeli; CAMARGO, Jonas. Ensino de História e temas sensíveis: abordagens teórico-metodológicas. Revista História Hoje, v. 7, n. 13, p. 139-159, 2018, p. 145.
Na perspectiva das metodologias para a abordagem de temas sensíveis, a estratégia utilizada pela estagiária foi a de
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Na educação, as Leis n. 10.639/03 e n. 11.645/08 representaram um avanço significativo, pois disciplinaram a Educação das Relações étnico-raciais ao problematizarem e ressignificarem os currículos monoculturais por meio dos componentes curriculares como o de História e de Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena. Essas legislações provocam um deslocamento epistêmico na lógica hegemônica de uma cultura comum de base ocidental, que desafia a adoção de práticas pedagógicas que não silenciaram diante dos legados eurocêntricos que hierarquizaram, subalternizaram e desumanizaram os sujeitos colonizados. |
Fonte: SIQUEIRA MARQUES, E. P.; MENDONÇA DE OLIVEIRA CALDERONI, V. A. Os deslocamentos epistêmicos trazidos pelas Leis 10.639/2003 e 11.645/2008: possibilidades de subversão à colonialidade do currículo escolar. OPSIS, Goiânia, v. 16, n. 2, p. 299–315, 2016, p. 301. DOI: 10.5216/o.v16i2.37081. Disponível em: . Acesso em: 9 set. 2022.
No sentido do texto, as referidas leis se apresentam como um importante instrumento contra
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A BNCC aponta para uma “modernização” dos conteúdos e dos métodos escolares tendo como premissas as novas vivências da geração das mídias, do individualismo do jovem cidadão consumidor cujo sonho é se integrar ao sistema capitalista globalizado que o torna dependente da aquisição contínua das novas tecnologias. Nesse contexto, os currículos de História podem ser transformados novamente em currículos voltados para a difusão de uma religiosidade, que na atualidade corresponde à introjeção do capitalismo como religião conforme Max Weber e Walter Benjamin já haviam anunciado. |
Fonte: BITTENCOURT, Circe Fernandes. Reflexões sobre o ensino de História. Estudos Avançados, 32 (93), 2018, p. 143. (Adaptado).
O texto apresenta uma crítica à tendência de controle dos currículos pela
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Em relação às teorias de currículo, para Tomás Tadeu da Silva (2004), é precisamente a questão do poder que vai separar as teorias tradicionais das teorias críticas e pós-críticas. As teorias críticas e pós-crítica, segundo ele,
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Segundo Luckesi (2011), a escola brasileira seja, pública ou particular, de ensino fundamental, médio ou superior, faz uso da prática predominante de exames escolares em lugar de avaliação. Qual seria a razão que justifica a resistência entre educadores em transitar do ato de examinar para o de avaliar?
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