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De acordo com Libâneo (2008), a escola é vista como um espaço educativo, uma comunidade de aprendizagem, um lugar em que os
profissionais podem decidir sobre seu trabalho e aprender mais sobre sua profissão. A organização e a gestão da escola adquirem um
significado bem amplo, além das questões administrativas e burocráticas. Elas são entendidas como práticas educativas, pois passam
valores, atitudes, modos de agir, influenciando as aprendizagens de professores e alunos. De acordo com as ideias de Ribeiro (2003),
pode-se dizer que o pedagogo atuante dentro de uma organização, através de seus conhecimentos e base educacional, tem capacidade
de identificar, selecionar e desenvolver pessoas, criando técnicas e instrumentos, capazes de contribuir para estes determinados
processos. Treinamento e desenvolvimento são partes de um grande processo de aprendizagem (Milkovich,2000). Observando as tendências e técnicas mais contemporâneas de treinamento e desenvolvimento, vislumbramos objetivos mais complexos do que apenas
treinar para melhorar o desempenho do profissional ou obter o nível desejado de competência para realizar de forma produtiva, eficaz
e lucrativa o seu trabalho. Portanto, há uma disrupção entre o treinamento e desenvolvimento tradicional do contemporâneo. Sobre
o exposto e tendo em vista a diferença entre treinamento e desenvolvimento, quando o pedagogo elabora o planejamento para o
desenvolvimento profissional na escola:
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A educação, além de um direito, é também um dever a ser cumprido, sendo o Estado e a família os primeiros responsáveis pelo seu
cumprimento. A Constituição Federal de 1988, em seu Art. 205, afirma que: “A Educação, direito de todos e dever do Estado e da
família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para
o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”.A família não é o único canal pelo qual se pode tratar a questão da socialização, mas é, sem dúvida, um âmbito privilegiado, uma vez que este tende a ser o primeiro grupo responsável pela tarefa socializadora.
A família constitui uma das mediações entre o homem e a sociedade. Sob este prisma, a família não só interioriza aspectos ideológicos
dominantes na sociedade, como projeta, ainda, em outros grupos, os modelos de relação criados e recriados dentro do próprio grupo.
(Carvalho, M. B., 2006, p. 90.)
A parceria entre família e escola pode ser definida a partir das interações colaborativas que ocorrem direta ou indiretamente. Para promover o desenvolvimento social, emocional, físico e intelectual de crianças e jovens algumas premissas são de fundamental importância, EXCETO:
(Carvalho, M. B., 2006, p. 90.)
A parceria entre família e escola pode ser definida a partir das interações colaborativas que ocorrem direta ou indiretamente. Para promover o desenvolvimento social, emocional, físico e intelectual de crianças e jovens algumas premissas são de fundamental importância, EXCETO:
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A presença do supervisor escolar é importante no ambiente escolar devido ao seu olhar criterioso sobre a realidade de seu ambiente de
ensino com objetivo de realizar mudanças, transformando-se numa via de acesso para o sucesso da educação escolar. Assim, o supervisor
escolar é o profissional responsável pela coordenação do trabalho pedagógico, assumindo um papel de liderança envolvido no processo
de ensino-aprendizagem, rumo à educação de qualidade para todos.
(Medina, 1995.)
Sobre o exposto e, ainda, considerando os setores que fazem parte da competência do supervisor, analise.
I. Na política: coordenação da interpretação e coleta de subsídios para desenvolver novas políticas relacionadas à realidade.
II. No planejamento: elaboração do projeto educacional para organizar as ações didáticas a serem desenvolvidas pelos professores.
III. Na avaliação: analisa e julga as práticas educacionais, sendo a avaliação o ponto essencial do processo de ensino-aprendizagem.
Está correto o que se afirma em
(Medina, 1995.)
Sobre o exposto e, ainda, considerando os setores que fazem parte da competência do supervisor, analise.
I. Na política: coordenação da interpretação e coleta de subsídios para desenvolver novas políticas relacionadas à realidade.
II. No planejamento: elaboração do projeto educacional para organizar as ações didáticas a serem desenvolvidas pelos professores.
III. Na avaliação: analisa e julga as práticas educacionais, sendo a avaliação o ponto essencial do processo de ensino-aprendizagem.
Está correto o que se afirma em
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Chamamos de liderança a um conjunto de fatores associados como, por exemplo, a dedicação, a visão, os valores, o entusiasmo, a
competência e a integridade expressos por uma pessoa, que inspira os outros a trabalharem conjuntamente para atingirem objetivos
e metas coletivos. A liderança eficaz é identificada como a capacidade de influenciar positivamente os grupos e de inspirá-los a se
unirem em ações comuns coordenadas. Os líderes traduzem as nossas incertezas e nos ajudam a cooperar e trabalhar em conjunto
para tomarmos decisões acertadas.
(Chiavenato, 1994.)
Os estudos concluíram que os gestores mais eficazes são aqueles cuja abordagem é primordialmente “centrada nos funcionários” e não “centrada nas tarefas”, ou seja, concentram sua atenção, primeiramente, no aspecto humano dos problemas de sua equipe, no empenho em construir grupos de trabalho eficazes com objetivos desafiadores. Portanto, trata-se da liderança participativa. Sobre o exposto, são aspectos da liderança participativa, EXCETO:
(Chiavenato, 1994.)
Os estudos concluíram que os gestores mais eficazes são aqueles cuja abordagem é primordialmente “centrada nos funcionários” e não “centrada nas tarefas”, ou seja, concentram sua atenção, primeiramente, no aspecto humano dos problemas de sua equipe, no empenho em construir grupos de trabalho eficazes com objetivos desafiadores. Portanto, trata-se da liderança participativa. Sobre o exposto, são aspectos da liderança participativa, EXCETO:
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A prática educacional não se restringe às questões pedagógicas, mas também envolve os diversos aspectos sociopolíticos, dentre eles
as leis, a economia, a justiça, o cenário social etc. E as tendências pedagógicas, por sua vez, tratam da relação entre a educação, o
tempo histórico e as questões sociais e econômicas que formam a sociedade, sendo fortemente influenciadas pelos movimentos
sociopolíticos e filosóficos de cada época. As tendências pedagógicas são de extrema relevância para a Educação, principalmente as
mais recentes, pois contribuem para a condução de um trabalho docente mais consciente, baseado nas demandas atuais da clientela
em questão. O conhecimento dessas tendências e perspectivas de ensino por parte dos professores é fundamental para a realização
de uma prática docente realmente significativa, que tenha algum sentido para o aluno, pois tais tendências objetivam nortear o
trabalho do educador, ajudando-o a responder a questões sobre as quais deve se estruturar todo o processo de ensino. Nos últimos 50
anos, a educação brasileira tem sido marcada pelas tendências liberal e progressista, ora conservadora, ora renovada.
(Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/. Adaptado.)
Sobre a tendência liberal, assinale a afirmativa correta.
(Disponível em: https://educacaopublica.cecierj.edu.br/. Adaptado.)
Sobre a tendência liberal, assinale a afirmativa correta.
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Nos dias atuais, no quadro da chamada pós-modernidade, presenciamos transformações sociais, econômicas e tecnológicas que
alteram nosso modo de viver e impõem novas formas de ensinar e aprender. O desenvolvimento das novas tecnologias, nas últimas
décadas, tem afetado todos os setores da atividade humana. O crescente desenvolvimento e aprimoramento dos recursos das
Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) proporcionam novos espaços em que a comunicação e a informação são processadas. De acordo com Kenski (apud Baladeli e Altoé, 2010), a inserção desses recursos tecnológicos nos diversos contextos da atividade
humana gera mudanças significativas que podem ser percebidas no mundo do trabalho, no acesso à informação, no modo de estudar, pensar e interagir com o conhecimento. A difusão das novas tecnologias no meio educacional tem favorecido a aplicabilidade
de novas abordagens de ensino-aprendizagem e estratégias pedagógicas, provocando uma revisão nos paradigmas educacionais
vigentes. No entanto, ainda que as vantagens se sobreponham às desvantagens, não se pode negar o fato de elas existirem. Isso
exige certa atenção e preparo do professor. Sobre o exposto, é uma desvantagem do uso da tecnologia na educação:
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Segundo Lück (2005), ao se adotar o conceito de gestão, assume-se uma mudança de concepção a respeito da realidade e do modo
de compreendê-la e de nela atuar. Cabe ressaltar, portanto, que, com a denominação de gestão, o que se preconiza é uma nova
óptica de organização e direção de instituições, tendo em mente a sua transformação de atuação, de pessoas e instituições de forma
interativa e recíproca, a partir de uma perspectiva aberta, democrática e sistêmica. Evidenciam-se diferenças marcantes entre a
concepção de administração e gestão, apontando-se as limitações da administração e como a gestão as supera. Sobre a gestão
democrática do pedagogo, assinale a afirmativa correta.
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- Planejamento na EducaçãoNíveis e tipos de planejamentoPlanejamento Educacional
- Elaboração do Planejamento de Ensino
Menegolla (2012, p. 22) destaca que o planejamento “[...] dimensiona o processo educativo e reconstrutivo do homem, que
vise planejar a ação educativa para que o homem viva o presente e, ao mesmo tempo, se projete para o futuro que está cada
vez mais próximo”. Na educação, há vários tipos e níveis de planejamento utilizados no âmbito escolar. Sobre o planejamento
de ensino, infere-se que:
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A didática refletida na prática docente “configura-se na epistemologia da prática profissional o estudo do conjunto dos saberes
utilizados realmente pelos profissionais em seu espaço de trabalho cotidiano para desempenhar todas as suas tarefas”.
(Tardif, 2004, p. 255.)
Isso posto, fica patente a pertinência de se perscrutar a concepção epistemológica presente na didática a fim de distinguir qual é o conjunto de saberes e crenças mobilizados e admitidos pelos docentes em suas interações humanas. Tal configuração pode revelar a didática “como elo tradutor de posicionamentos teóricos em práticas educacionais”.
(Luckesi, 1984, p. 30.)
A didática dos novos tempos reforça a necessidade de se conceber a didática pela integração entre método e sujeito, entre político e técnico, entre humano e instrumental, buscando por uma nova didática, seja nos cursos de formação de professores ou na prática docente nas escolas.
(André e Cruz, 2013; Candau, 2012, 2013; Pimenta, 2012.)
Considerando os fragmentos de textos, são princípios da prática docente:
I. Multidimensionalidade: o processo de formação e desenvolvimento do professor deve integrar múltiplas valências estruturantes da sua matriz de conhecimento profissional, nomeadamente, o conhecimento do conteúdo e o conhecimento pedagógico, ambos constituindo um sistema global e sinergético que alguns autores designam de conhecimento pedagógico do conteúdo.
II. Reflexividade: ao invés de centrado na simples transmissão de informação e desenvolvimento de rotinas, o processo deverá sempre privilegiar a problematização, as diversas formas e técnicas de investigação e a reflexão sobre as próprias crenças e convicções, quer elas sejam de natureza conceitual, quer metodológica.
III. Comunicação: o diálogo e a cooperação com os outros, em particular com o professor, é o meio fundamental e privilegiado de promoção do desenvolvimento intelectual e cultural do aluno, a formação de professores e, por isso, com o seu desenvolvimento profissional, hão de ser, eles também, fortemente cooperativos e dialógicos.
IV. Centralidade: privilegia o controle e apresentações das informações durante as aulas, limitando a participação dos alunos e seguindo abordagens educacionais convencionais, de acordo com métodos e estruturas mais estabelecidos, muitas vezes caracterizados pelo papel central do professor na transmissão de conhecimento e uma ênfase na memorização e na repetição.
Está correto o que se afirma em
(Tardif, 2004, p. 255.)
Isso posto, fica patente a pertinência de se perscrutar a concepção epistemológica presente na didática a fim de distinguir qual é o conjunto de saberes e crenças mobilizados e admitidos pelos docentes em suas interações humanas. Tal configuração pode revelar a didática “como elo tradutor de posicionamentos teóricos em práticas educacionais”.
(Luckesi, 1984, p. 30.)
A didática dos novos tempos reforça a necessidade de se conceber a didática pela integração entre método e sujeito, entre político e técnico, entre humano e instrumental, buscando por uma nova didática, seja nos cursos de formação de professores ou na prática docente nas escolas.
(André e Cruz, 2013; Candau, 2012, 2013; Pimenta, 2012.)
Considerando os fragmentos de textos, são princípios da prática docente:
I. Multidimensionalidade: o processo de formação e desenvolvimento do professor deve integrar múltiplas valências estruturantes da sua matriz de conhecimento profissional, nomeadamente, o conhecimento do conteúdo e o conhecimento pedagógico, ambos constituindo um sistema global e sinergético que alguns autores designam de conhecimento pedagógico do conteúdo.
II. Reflexividade: ao invés de centrado na simples transmissão de informação e desenvolvimento de rotinas, o processo deverá sempre privilegiar a problematização, as diversas formas e técnicas de investigação e a reflexão sobre as próprias crenças e convicções, quer elas sejam de natureza conceitual, quer metodológica.
III. Comunicação: o diálogo e a cooperação com os outros, em particular com o professor, é o meio fundamental e privilegiado de promoção do desenvolvimento intelectual e cultural do aluno, a formação de professores e, por isso, com o seu desenvolvimento profissional, hão de ser, eles também, fortemente cooperativos e dialógicos.
IV. Centralidade: privilegia o controle e apresentações das informações durante as aulas, limitando a participação dos alunos e seguindo abordagens educacionais convencionais, de acordo com métodos e estruturas mais estabelecidos, muitas vezes caracterizados pelo papel central do professor na transmissão de conhecimento e uma ênfase na memorização e na repetição.
Está correto o que se afirma em
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O termo conselho, baseado em consus, se refaz no latim – consilium –, que vem de consulo ou conselho: “ouvir alguém, submeter
algo à deliberação após ponderação refletida, prudente e de bom senso” (Cury, 2006, p. 47). Tal deliberação vem a partir do dia-logo.
Para os gregos, logos é a dimensão humana que, pela razão e bom senso, evita as guerras e se dissemina pela cidadania. O logos
“encontra sua expressão máxima no diálogo público”. Portanto, o Conselho Escolar é um órgão colegiado, representativo da comunidade escolar, organizado para promover a democracia no interior da escola. O Conselho Escolar tem função deliberativa, consultiva,
mobilizadora e fiscalizadora. É representado por todos os segmentos, os quais são eleitos pelos seus pares, consubstanciado pela
possibilidade de representação dos Grêmios Estudantis e das Associações de Pais, Mestres e Funcionários (APMF). Sobre o exposto
e considerando a função mobilizadora do Conselho Escolar, infere-se que:
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