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Indique a alternativa que apresenta a sequência CORRETA das unidades da paisagem superiores e inferiores:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Jacaraú-PB
Fonte: Laboratório de demografia e estudos populacionais. Acesso: https://www.ufjf.br/ladem/2013/04/25/ibge-mapeia-a-populacao-indigena/ ( ) A população indígena está distribuída por todo território nacional, e no litoral existe um maior número de pessoas declaradas indígenas nos Estados de Pernambuco e Alagoas. ( ) No Centro Oeste do Brasil o maior número de pessoas indígenas encontra-se no Estado do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. ( ) Dentro do limite da Amazônia Legal existe uma grande concentração no número de pessoas declaradas indígenas, em particular nos estados de Roraima e Amazonas. ( ) São Paulo é o estado do Sudeste que apresenta uma maior concentração da população declarada indígena.
Assinale alternativa CORRETA que apresenta a avaliação das proposições.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Jacaraú-PB
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( ) Investimentos em pesquisas fizeram com que o Governo Federal anunciasse, em 2007, a descoberta do Pré-sal, que é uma camada constituída por rochas que se depositaram no assoalho submarino antes da formação da espessa camada de sal, e sua extensão vai do norte de Santa Catarina ao sul do Espírito Santo. ( ) A Petrobrás é uma empresa totalmente estatal que usa o slogan “O petróleo é nosso!” para afirmar a soberania nacional na produção de petróleo e gás. ( ) A Organização dos Países Exportadores de Petróleo-OPEP nasceu para defender os interesses dos países exportadores em suas relações com as corporações estrangeiras e com os países consumidores. Em 2008, o Brasil foi convidado para se associar a OPEP, tornando- se membro da organização. ( ) O objetivo da criação da Petrobrás foi regular o funcionamento de todo o setor petrolífero, incluindo as concessões e explorações. No início do século XXI, o governo brasileiro de viés neoliberal flexibilizou o monopólio da empresa, permitindo a participação de empesas internacionais em todos os campos de atuação.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parêntese é:
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I- Bacia hidrográfica. II- Ciclo Hidrológico. III- Padrões de drenagem. IV- Usos consuntivos. V- Usos não consuntivos.
( ) Aqueles em que o uso da água implica no seu consumo, na sua redução quantitativa (abastecimento público, usos residenciais, dessedentação de animais, irrigação, entre outros). ( ) Arranjo espacial dos cursos fluviais, que podem ser influenciados em sua atividade morfogenética pela natureza e disposição das camadas das rochas, pela resistência litológica variável, pelas diferenças de declividade e pela evolução geomorfológica da região. ( ) Um fenômeno natural de circulação da água entre a superfície terrestre e a atmosfera (principalmente na troposfera) dirigido pelo Sol associado à gravidade e à rotação terrestre. ( ) Área delimitada por um divisor de águas que drena as águas de chuvas por ravinas, canais e tributários para o curso principal, com vazão efluente, convergindo para uma única saída e desaguando diretamente no mar ou em um grande lago. ( ) Aqueles em que não há consumo ou modificação do volume da água de forma expressiva (geração de energia, recreação, pesca, navegação, entre outros).
A sequência CORRETA é:
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Considerando o que informa a citação, a Terra tem forma:
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Fonte: IBGE. Acesso: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/panorama Feita a análise do quadro, indique a alternativa que apresenta a CORRETA avaliação.
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- Sintaxe
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
Leia o texto abaixo, de modo a responder à questão.
A invenção do horizonte
Deu-me uma angústia danada a notícia de que, num futuro próximo, muito próximo, teremos toda a literatura do mundo na tela do computador. Angústia duplicada. Primeiro, pela minha intolerância figadal a esta maquinazinha dos infernos. Segundo, pela suspeita de desaparecimento dos livros, esses calhamaços impressos, cheirando a novo ou a mofo, roído pelo uso ou pelas traças, mas que são uma gostosura viajá-los pelas trilhas das letras como quem explora um mundo mágico, tanto mais novo quanto mais andado.
Sem o gozo de um livro nas mãos, fico cego, surdo e mudo, fico aleijado, penso, torto, despovoado. Espiá-los enfileirados nas estantes, gordos e magros, novos e velhos, empaletozados e esfarrapados, cobertos de pó e de teias de aranha, essa visão me transporta para todos os mundos e para todas as idades [...].
As minhas mãos ficariam nuas e inúteis quando não pudessem mais sustentar um livro, que não fosse pela velhice dos dedos. Mesmo assim, eles estariam por ali, nas prateleiras, amontoados na mesa, espalhados pelo chão, sempre comungando com o meu tempo, meu espaço, minha vida. Eles são a expressão digital da minha alma [...].
Um livro não é um simples objeto, um amontoado de folhas impressas. Vai mais longe, intangivelmente longe. É corrimão, é degrau, é escada, é caminho, é horizonte. Por mais que sonhe a tecnologia, jamais será capaz de inventar um horizonte.
(MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande: Latus, 2014, p. 57.
I- O período é composto por duas orações. II- “Quando não pudessem mais sustentar um livro” é uma oração subordinada que indica o tempo de ocorrência do fato expresso na oração principal. III- “Que não fosse pela velhice dos dedos” contém uma negativa justificada pelo uso imperfeito do subjuntivo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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- SintaxeConectivos
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
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- Sintaxe
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Leia o texto abaixo, de modo a responder à questão.
A invenção do horizonte
Deu-me uma angústia danada a notícia de que, num futuro próximo, muito próximo, teremos toda a literatura do mundo na tela do computador. Angústia duplicada. Primeiro, pela minha intolerância figadal a esta maquinazinha dos infernos. Segundo, pela suspeita de desaparecimento dos livros, esses calhamaços impressos, cheirando a novo ou a mofo, roído pelo uso ou pelas traças, mas que são uma gostosura viajá-los pelas trilhas das letras como quem explora um mundo mágico, tanto mais novo quanto mais andado.
Sem o gozo de um livro nas mãos, fico cego, surdo e mudo, fico aleijado, penso, torto, despovoado. Espiá-los enfileirados nas estantes, gordos e magros, novos e velhos, empaletozados e esfarrapados, cobertos de pó e de teias de aranha, essa visão me transporta para todos os mundos e para todas as idades [...].
As minhas mãos ficariam nuas e inúteis quando não pudessem mais sustentar um livro, que não fosse pela velhice dos dedos. Mesmo assim, eles estariam por ali, nas prateleiras, amontoados na mesa, espalhados pelo chão, sempre comungando com o meu tempo, meu espaço, minha vida. Eles são a expressão digital da minha alma [...].
Um livro não é um simples objeto, um amontoado de folhas impressas. Vai mais longe, intangivelmente longe. É corrimão, é degrau, é escada, é caminho, é horizonte. Por mais que sonhe a tecnologia, jamais será capaz de inventar um horizonte.
(MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande: Latus, 2014, p. 57.
I- A construção discursiva é metafórica, porque há um novo sentido no enunciado, que não lhe é comum ou próprio, resultante de uma intersecção entre dois termos. II- O pronome pessoal “Eles” assume uma função sintática e, ao mesmo tempo, uma função referencial. III- A construção linguística apresenta um predicado verbal por ser formada com um verbo significativo que é núcleo do predicado.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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