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- Tecnologias Educacionais
- Mídias, Comunicação e Tecnologias na Educação
- As Tecnologias da Comunicação e Informação nas Práticas Educativas
I- O uso de mídias digitais garante a aprendizagem, pois dinamizam a aula e o espaço escolar. II- Google Meet, WhatsApp, Microsoft Teams e Webquest são recursos que podem ser utilizados para videoconferências entre alunos e professores. III- Podcast é um arquivo digital de áudio transmitido através da internet. Os áudios podem ser curtos ou longos e o conteúdo pode ser variado, desde conteúdos de matérias escolares até moda, informações jornalísticas, etc. IV- O art. 32, parágrafo 4º da Lei 9394/96 admite que o ensino fundamental, que é ofertado presencialmente, pode ser realizado a distância, como complementação da aprendizagem, bem como em situações emergenciais. V- Reálias são recursos tecnológicos digitais amplamente utilizados durante o período de pandemia por escolas públicas e privadas.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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- LegislaçãoEducação Especial: Leis, Tratados e Normas Especiais
- Temas Educacionais PedagógicosInclusão e Exclusão: Diversidade, Desigualdade e Diferença
Sobre a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, afirma-se:
I- A Lei 13.746 institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência.
II- A educação constitui direito da pessoa com deficiência, assegurado sistema educacional inclusivo nos níveis básicos de aprendizado, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem.
III- Nos programas habitacionais, públicos ou subsidiados com recursos públicos, é reservado o mínimo de 5% (cinco por cento) das unidades habitacionais para a pessoa com deficiência.
IV- É assegurada a oferta de educação bilíngue, em Libras como primeira língua e na modalidade escrita da língua portuguesa como segunda língua, em escolas e classes bilíngues e em escolas inclusivas.
V- O poder público deve assegurar planejamento de estudo de caso, de elaboração de plano de atendimento educacional especializado, de organização de recursos e serviços de acessibilidade e de disponibilização e usabilidade pedagógica de recursos de tecnologia assistiva ao aluno com deficiência.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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- Planejamento na EducaçãoNíveis e tipos de planejamentoPlanejamento Educacional
- Elaboração do Planejamento de Ensino
A ação de planejar é imprescindível à organização e desenvolvimento do trabalho pedagógico na escola. Sobre planejamento de ensino, avalie as propostas e marque (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) Conhecimento, Compreensão, Aplicação, Análise, Síntese e Avaliação fazem parte da taxonomia do domínio cognitivo de Bloom.
( ) O planejamento na escola está voltado para a organização de ações que viabilizem a consecução, a execução de objetivos educacionais.
( ) Jogos de Simulação, Reálias, Grupo de Discussão, Estudo do Meio e Estudo de Caso são exemplos de estratégias metodológicas num plano de aula.
( ) Identificação, Objetivos e avaliação são os elementos que compõe um plano de aula.
( ) Avaliação é a etapa final de um plano de ensino ou mesmo de um plano de curso.
A sequência CORRETA de avaliação está disposto na alternativa:
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- Sintaxe
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Modo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
Leia o texto abaixo, de modo a responder à questão.
A invenção do horizonte
Deu-me uma angústia danada a notícia de que, num futuro próximo, muito próximo, teremos toda a literatura do mundo na tela do computador. Angústia duplicada. Primeiro, pela minha intolerância figadal a esta maquinazinha dos infernos. Segundo, pela suspeita de desaparecimento dos livros, esses calhamaços impressos, cheirando a novo ou a mofo, roído pelo uso ou pelas traças, mas que são uma gostosura viajá-los pelas trilhas das letras como quem explora um mundo mágico, tanto mais novo quanto mais andado.
Sem o gozo de um livro nas mãos, fico cego, surdo e mudo, fico aleijado, penso, torto, despovoado. Espiá-los enfileirados nas estantes, gordos e magros, novos e velhos, empaletozados e esfarrapados, cobertos de pó e de teias de aranha, essa visão me transporta para todos os mundos e para todas as idades [...].
As minhas mãos ficariam nuas e inúteis quando não pudessem mais sustentar um livro, que não fosse pela velhice dos dedos. Mesmo assim, eles estariam por ali, nas prateleiras, amontoados na mesa, espalhados pelo chão, sempre comungando com o meu tempo, meu espaço, minha vida. Eles são a expressão digital da minha alma [...].
Um livro não é um simples objeto, um amontoado de folhas impressas. Vai mais longe, intangivelmente longe. É corrimão, é degrau, é escada, é caminho, é horizonte. Por mais que sonhe a tecnologia, jamais será capaz de inventar um horizonte.
(MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande: Latus, 2014, p. 57.
I- O período é composto por duas orações. II- “Quando não pudessem mais sustentar um livro” é uma oração subordinada que indica o tempo de ocorrência do fato expresso na oração principal. III- “Que não fosse pela velhice dos dedos” contém uma negativa justificada pelo uso imperfeito do subjuntivo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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- SintaxeConectivos
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
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- Sintaxe
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Retos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Leia o texto abaixo, de modo a responder à questão.
A invenção do horizonte
Deu-me uma angústia danada a notícia de que, num futuro próximo, muito próximo, teremos toda a literatura do mundo na tela do computador. Angústia duplicada. Primeiro, pela minha intolerância figadal a esta maquinazinha dos infernos. Segundo, pela suspeita de desaparecimento dos livros, esses calhamaços impressos, cheirando a novo ou a mofo, roído pelo uso ou pelas traças, mas que são uma gostosura viajá-los pelas trilhas das letras como quem explora um mundo mágico, tanto mais novo quanto mais andado.
Sem o gozo de um livro nas mãos, fico cego, surdo e mudo, fico aleijado, penso, torto, despovoado. Espiá-los enfileirados nas estantes, gordos e magros, novos e velhos, empaletozados e esfarrapados, cobertos de pó e de teias de aranha, essa visão me transporta para todos os mundos e para todas as idades [...].
As minhas mãos ficariam nuas e inúteis quando não pudessem mais sustentar um livro, que não fosse pela velhice dos dedos. Mesmo assim, eles estariam por ali, nas prateleiras, amontoados na mesa, espalhados pelo chão, sempre comungando com o meu tempo, meu espaço, minha vida. Eles são a expressão digital da minha alma [...].
Um livro não é um simples objeto, um amontoado de folhas impressas. Vai mais longe, intangivelmente longe. É corrimão, é degrau, é escada, é caminho, é horizonte. Por mais que sonhe a tecnologia, jamais será capaz de inventar um horizonte.
(MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande: Latus, 2014, p. 57.
I- A construção discursiva é metafórica, porque há um novo sentido no enunciado, que não lhe é comum ou próprio, resultante de uma intersecção entre dois termos. II- O pronome pessoal “Eles” assume uma função sintática e, ao mesmo tempo, uma função referencial. III- A construção linguística apresenta um predicado verbal por ser formada com um verbo significativo que é núcleo do predicado.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Sejam A e B conjuntos numéricos, com A possuindo 10 elementos e B possuindo x elementos. Denotando por P(A) e P(B) o número de subconjuntos de A e B, respectivamente, e por n(P(A)) e n(P(B)) o número de elementos de P(A) e P(B), se n(P(B)) = n(P(A)) – 512, É CORRETO afirmar que o valor de x é igual a:
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