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Como afirma Andrade (1976) “uma primeira característica do processo de Supervisão Escolar é sua complexidade” (p.11). A autora propõe “caracterizar a supervisão pela compreensão dos diferentes tipos de ação que ela envolve” (idem). Julgue as assertivas que apresentam a sequência CORRETA entre o tipo de ação e a definição da Supervisão apresentadas por Andrade (1976, p.12). Em seguida, responda o que se pede.
I- Filosófica
II- Política
III- Pedagógica
( ) Quando compatibiliza a finalidade da Educação com os verdadeiros interesses nacionais, atendendo a uma específica concepção de Estado.
( ) Quando orienta a finalidade da Educação, determinando objetivos e métodos de atuação, segundo concepções básicas de pessoa humana, bem-comum e processo educativo.
( ) Quando equaciona, através de métodos e processos adequados, dentro das coordenadas filosóficas de uma determinada política educacional, todos os problemas práticos do agir educativo: a quem ensinar; o que ensinar; quando ensinar; como ensinar; quem vai ensinar.
O preenchimento CORRETO dos parênteses está na alternativa.
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A gravura, retirada do trabalho de Dermeval Saviani (2011, p. 127), representa a instituição, no Brasil, da escola de primeiras letras determinando que “os estudos se realizassem de acordo com o método do Ensino Mútuo” (Lei de 15 de outubro de 1827 apud SAVIANI, 2002, p.22). Assinale a alternativa que apresenta a reflexão de Saviani (2002) quanto à cena da gravura e à Supervisão Educacional.
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Assinale a alternativa que contenha as referências – CORRETAS – indicadas no estudo de Rangel (in: FERREIRA, 2000, p.78) quanto à abrangência do processo de supervisão escolar. A abrangência inclui:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Jacaraú-PB
Assinale a alternativa que completa o conteúdo expresso no Art. 64 da LDB (9.394/1996) – “A formação de profissionais de educação para administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional para a educação básica, será feita”:
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Analise as proposições sobre o poema a seguir, de Patativa do Assaré.
“Avida aqui é assim” de Patativa do Assaré.
Aquele povo que veve
Nas rua da capitá,
Não sabe o quanto padece
Os trabaiadô de cá.
Esse povo da cidade,
Que só veve de vaidade
Nunca foi agricurtô,
Uma roça não conhece,
Não sabe o quanto padece
O povo do interior.
Fonte: ASSARÉ, Patativa. Cante lá que eu canto cá. Petrópolis: Vozes, 1989, p. 81.
I- A estrofe expressa a riqueza poética transmitida em linguagem popular.
II- O poeta procura alcançar a alma do povo e a identificação de seu código de valores.
III- A estrofe resume uma visão de mundo que o sertanejo intui dividido entre a cidade e o campo.
A alternativa CORRETA é:
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( ) apresenta pistas que norteiam seu objetivo discursivo, de forma geral, sobre a temática do texto. ( ) desempenha um papel prospectivo que colabora com as expectativas na formulação de hipóteses sobre os assuntos do texto. ( ) é sobremaneira despistador, não favorecendo ao leitor qualquer pista na formulação da temática desenvolvida.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
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I- há uma comparação explícita na construção linguística, tendo em vista a aproximação de dois seres por alguma semelhança existente. II- existe na elaboração discursiva, a figura prosopopeia, que atribui aos pardais linguagem, sentimentos e ações próprias dos seres humanos. III - há uma construção argumentativa na 2ª oração, justificando a oração.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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I- A elaboração linguística do enunciado apresenta um registro formal, empregando termos, exclusivos da variedade culta. II- O enunciado foi construído com a utilização de termos coloquiais, para facilitar a compreensão do leitor. III- O texto é da esfera jornalistica, sendo necessária uma linguagem objetiva, clara e precisa.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Duas pessoas estavam discutindo sobre a pronúncia de uma certa palavra. Um dizia: - É pregunta! O outro: - O certo é progunta! Ficaram nessa teima por algum tempo, até passar um homem com um livro na mão. Então resolveram tirar a dúvida com ele. - Senhor! Sabe se é pregunta ou progunta que se fala? Indagou um deles. - Aí, vai depender da prenúncia. Respondeu o transeunte. (Fonte: bentovsales.blogspot.com/2011/03/piadas-gramaticais).
( ) O humor da piada se estabelece a partir dos aspectos referentes ao uso de variantes linguísticas da língua. ( ) O teor do texto nos surpreende por ter como escopo a locução do terceiro interlocutor. ( ) A linguagem da piada se enquadra como exemplo do nível vulgar, tendo em vista as limitações linguísticas dos interlocutores.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
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Leia o texto abaixo, de modo a responder à questão.
A invenção do horizonte
Deu-me uma angústia danada a notícia de que, num futuro próximo, muito próximo, teremos toda a literatura do mundo na tela do computador. Angústia duplicada. Primeiro, pela minha intolerância figadal a esta maquinazinha dos infernos. Segundo, pela suspeita de desaparecimento dos livros, esses calhamaços impressos, cheirando a novo ou a mofo, roído pelo uso ou pelas traças, mas que são uma gostosura viajá-los pelas trilhas das letras como quem explora um mundo mágico, tanto mais novo quanto mais andado.
Sem o gozo de um livro nas mãos, fico cego, surdo e mudo, fico aleijado, penso, torto, despovoado. Espiá-los enfileirados nas estantes, gordos e magros, novos e velhos, empaletozados e esfarrapados, cobertos de pó e de teias de aranha, essa visão me transporta para todos os mundos e para todas as idades [...].
As minhas mãos ficariam nuas e inúteis quando não pudessem mais sustentar um livro, que não fosse pela velhice dos dedos. Mesmo assim, eles estariam por ali, nas prateleiras, amontoados na mesa, espalhados pelo chão, sempre comungando com o meu tempo, meu espaço, minha vida. Eles são a expressão digital da minha alma [...].
Um livro não é um simples objeto, um amontoado de folhas impressas. Vai mais longe, intangivelmente longe. É corrimão, é degrau, é escada, é caminho, é horizonte. Por mais que sonhe a tecnologia, jamais será capaz de inventar um horizonte.
(MARACAJÁ, Robério. Cerca de Varas. Campina Grande: Latus, 2014, p. 57.
Analise as proposições a seguir e coloque (V) para verdadeiro e (F) para Falso.
( ) O texto expressa a sensibilidade extrema de um escritor e a luminosa percepção do real sobre um tema marcadamente pessoal.
( ) O autor se insurge contra a irreversível chegada do progresso tecnológico, que rivaliza com o cultivo da experiência humana.
( ) O processo de produção escrita do autor se estabelece ancorado numa percepção de uma implacável passagem do tempo e as implicações dela decorrentes.
A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é:
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