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Foram encontradas 285 questões.

3473400 Ano: 2024
Disciplina: Fisioterapia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Japonvar-MG
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A inflamação da fáscia plantar costuma ser causada por um mecanismo de uso excessivo. Pode ser provocada pela corrida e por exercícios de alto impacto, sobretudo quando se utiliza um calçado impróprio. É um problema muito comum em corredores ou maratonistas. Sobre esta patologia, pode-se afirmar que
 

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3473399 Ano: 2024
Disciplina: Fisioterapia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Japonvar-MG
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A principal função dos membros inferiores é permitir que a pessoa fique de pé e deambule. Normalmente, a ação que os músculos dos membros inferiores realiza na caminhada é a chamada ciclo da marcha, que consiste em apenas um ciclo de balanço e apoio por membro inferior. A fase de apoio começa quando o calcâneo toca o solo e começa a sustentar todo o peso corpo e termina com a saída da parte anterior do pé. A fase de balanço começa depois da propulsão, quando os dedos saem do solo, e termina quando o calcâneo toca o solo. Sobre a ação dos músculos envolvidos nesse mecanismo da marcha fisiológica pode-se afirmar que

 

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3473398 Ano: 2024
Disciplina: Fisioterapia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Japonvar-MG
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Paciente idoso, 84 anos, com sequela de AVE isquêmico, procura por atendimento médico no ambulatório de neurologia do Hospital João XXIII em Belo Horizonte. Foi atendido por um grupo de acadêmicos e pelo preceptor neurologista. Ao exame neurológico, apresentou hemiparesia à direita, perda sensitiva na face e no braço direito, hemianopsia homônima contralateral e afasia. O caso clínico se refere à oclusão da artéria que irriga o hemisfério dominante desse paciente.
Analise as alternativas a seguir e marque a que corresponde à artéria acometida.
 

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3473397 Ano: 2024
Disciplina: Fisioterapia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Japonvar-MG
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A palpação é uma técnica utilizada pelo fisioterapeuta para examinar adequadamente o paciente em situações de queixa de dor e limitação da mobilidade articular como, por exemplo, a articulação do punho. Nessa articulação, palpa-se, na face radial do carpo, um osso que representa o assoalho da tabaqueira anatômica na fileira carpal proximal, que é fraturado com maior frequência. Muitas vezes, a fratura ocorre por uma queda sobre a palma da mão em abdução. O desvio ulnar permite que esse osso deslize para fora do processo estilóide do rádio, sob o qual se localiza e torna-se palpável. Este osso é o
 

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3473396 Ano: 2024
Disciplina: Fisioterapia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Japonvar-MG
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Paciente A.R.S., do sexo masculino, 54 anos, com história de acidente automobilístico culminando em trauma cranioencefálico há 9 anos. Evoluiu com diplopia sem melhora clínica. Ao exame físico, apresenta quadro motor típico de paresia unilateral de oblíquo superior à esquerda. Como tentativa de atenuar essa dupla visão, o paciente adota uma posição de inclinação da cabeça para o lado contrário do nervo lesado e o queixo para baixo. Após analisar o caso clínico assinale a alternativa correspondente ao nervo craniano lesado.
 

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3473395 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Japonvar-MG
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A apraxia de fala na infância (AFI) é um distúrbio motor da fala que afeta a capacidade de a criança planejar e programar movimentos articulatórios para produzir a fala de maneira clara e consistente, apesar de não haver problemas musculares ou de compreensão. Esse transtorno é caracterizado por dificuldades em realizar movimentos motores precisos para a fala, mesmo sabendo o que deseja dizer e possuindo força e controle muscular adequado.

Caso clínico: Desde cedo, os pais notaram que a criança não alcançava marcos de desenvolvimento da linguagem esperados. Aos 2 anos, ainda emitia poucas palavras e apresentava dificuldades para articular sons básicos. A criança frequentemente demonstrava frustração ao tentar se comunicar, diminuindo o que compreendia das palavras, mas tinha dificuldades em produzi-las. Na avaliação com o fonoaudiólogo, foi observado que o menino tinha vocabulário expressivamente limitado e que suas tentativas de fala envolviam omissões, distorções e substituições de fonemas. Ao tentar repetir palavras, os erros eram inconsistentes, o que é característico da apraxia de fala.

Nesse contexto, avalie as assertivas a seguir e a relação proposta entre elas.

I. O plano de intervenção incluiu terapia fonoaudiológica intensiva, com foco na prática de fonemas isolados e na combinação de sílabas em palavras. Usou-se uma abordagem baseada na reprodução e sem feedback sensorial para melhorar a consistência e o controle motor da fala. Sessões frequentes foram recomendadas para maximizar a plasticidade neural e o aprendizado motor.

PORQUE

II. Os testes aplicados incluíram o Demonstration Checklist for CAS (checklist de demonstração para apraxia de fala na infância), o qual demonstrou dificuldades em habilidades motoras sequenciais, ritmo da fala e articulações precisas dos sons. A análise mostrou inconsistências nos erros articulatórios, sobretudo em palavras com sílabas mais complexas, além de uma prosódia atípica (melodia da fala). Essa inconsistência e dificuldade em pronunciar sílabas indicam planejamento motor deficiente.

A respeito dessas assertivas, assinale a alternativa CORRETA.
 

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3473394 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Japonvar-MG
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A linguagem nas modalidades oral e escrita, na educação infantil, é uma prática que visa desenvolver a fala e a escrita, e está relacionada à mudança de comportamento da criança. Para desenvolver a oralidade, pode-se: ler histórias e poesias, fazer brincadeiras de palavras, usar rimas e travas línguas, realizar rodas de conversa etc. Para desenvolver a escrita, pode-se: atuar como escrita do que é falado e vivido pela criança, explorar semelhanças e diferenças entre textos escritos, distinguir desenho de escrita, brincar com os sons das palavras dos textos etc.

Caso clínico: João é um menino de 9 anos, estudante do 3º ano do Ensino Fundamental, cujos pais e professores notaram dificuldades persistentes na escrita, para escrever palavras. Desde o início da alfabetização, apresenta dificuldade em escrever palavras, mesmo as que já foram praticadas várias vezes. Apesar de compreender bem a leitura e ter um bom vocabulário falado, ele frequentemente comete erros na forma escrita de palavras simples, troca letras que possuem sons parecidos (como “f” por “v” e “p” por “b”), e omite letras em palavras. Os pais relatam que João não apresenta problemas em outras áreas, como matemática, e tem um desempenho geral razoável nas outras disciplinas. Ele lê fluentemente, mas a escrita ortográfica está abaixo do esperado para a sua idade e ano escolar. A família não tem histórico de dificuldades de aprendizagem, e João não apresenta problemas visuais ou auditivos que possam justificar o quadro e nem déficit visual ou auditivo e as habilidades cognitivas estão adequadas para a idade.
Resultados das avaliações:

Teste de desempenho escolar (TDE): pontuação abaixo da média em escrita para a idade, especialmente em habilidades de ortografia.
Avaliação fonoaudiológica: identificação de dificuldades específicas na codificação ortográfica e na memória visual para a ortografia das palavras; leitura fluente e boa compreensão.
Avaliação neuropsicológica: memória de curto prazo e habilidades visoespaciais dentro dos parâmetros normais, sem evidências de dificuldades mais amplas de aprendizagem, como dislexia.

Após análise do caso clínico, pode-se concluir que João apresenta
 

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3473393 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Japonvar-MG
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A dificuldade durante a deglutição – ato de engolir – pode trazer graves consequências à saúde, tendo em vista que os desvios de alimentos ou saliva podem obstruir parcial ou completamente as vias respiratórias. O envelhecimento natural de estruturas envolvidas na deglutição como lábios, língua e bochechas, bem como doenças neurológicas (Parkinson, Alzheimer, Acidente Vascular Cerebral), distrofias musculares e câncer de cabeça e pescoço podem facilitar esses desvios.

Caso clínico: A Sra. Maria Silva, 78 anos, tem hipertensão controlada, diabetes tipo 2, artrite reumatoide, relata: “Estou com dificuldade para engolir, sinto que a comida fica presa na garganta.” Nos últimos seis meses, começou a sentir dificuldades para engolir alimentos sólidos, especialmente carnes e pães. Segundo ela, a comida frequentemente “parece entalar’, e tem que tomar vários goles de água para ajudar a descer. Nas últimas semanas, notou que a dificuldade também se estende a alimentos mais pastosos e, ocasionalmente, até líquidos. Sra. Maria Silva menciona, ainda, que está perdendo peso, pois reduziu a quantidade de comida para evitar o desconforto ao engolir, a voz fica mais rouca após as refeições e que, em alguns momentos, engasga-se com líquidos. Não apresenta dor significativa, mas descreve uma sensação de “peso” na garganta. Não há relatos de tosse ou febre.

Exame físico: peso: 60 kg (perda de 5 kg nos últimos três meses); pressão arterial: 130/80 mmHg; frequência cardíaca: 72 bpm; orofaringe sem sinais de inflamação ou infecção visíveis; ausculta pulmonar normal; sem linfonodos cervicais palpáveis.

Exames complementares:

- Endoscopia digestiva alta: sem sinais de obstrução mecânica ou tumores.
- Videofluoroscopia da deglutição: evidência de lentificação na fase oral da deglutição, com resíduo alimentar na região faríngea e ocasional penetração de líquidos na laringe, sem aspiração.
- Avaliação fonoaudiológica: Identificação de dificuldades no controle motor fino da língua e lábios, além de redução da força e da coordenação na musculatura da deglutição.


Diante do caso clínico relatado, é possível afirmar que essa paciente apresenta
 

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3473392 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Japonvar-MG
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A disfonia é uma alteração na voz que afeta sua qualidade, intensidade ou frequência, tornando-a rouca, fraca, tremida ou até mesmo inaudível em casos graves. A disfonia ocorre quando há algum problema nas estruturas que produzem a voz, como as cordas vocais, laringe ou o sistema respiratório, e pode ser temporária ou crônica, dependendo da causa.
Caso clínico: Após anamnese e avaliação clínica de uma professora, que trabalha 30h semanais e participa ativamente de um grupo de canto na igreja, com queixas de alterações vocais, identificou-se que não há alinhamento postural adequado entre a cabeça e o corpo; solta o ar expiratório antes de falar; fala na inspiração com incoordenação entre a respiração e a fonação. Apresenta, ainda, tensão generalizada de todo o corpo e da musculatura do aparelho fonador durante a fala, além de usar constantemente intensidade excessivamente reduzida e velocidade de fala aumentada.
Partindo dessa avaliação, qual alternativa apresenta o diagnóstico dessa paciente?
 

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3473391 Ano: 2024
Disciplina: Fonoaudiologia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Japonvar-MG
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A paralisia facial é uma condição em que há perda parcial ou total dos movimentos de um lado do rosto devido a uma disfunção no nervo facial (nervo craniano VII). Esse nervo controla os músculos faciais responsáveis por expressões faciais, além de algumas funções relacionadas ao paladar e às lágrimas. Quando ele é afetado, a pessoa pode ter dificuldades para movimentar os músculos de um lado da face, resultando em sorriso assimétrico, dificuldade para fechar um olho e outras alterações.
Caso clínico: Foi solicitado o comparecimento de um fonoaudiólogo no pronto-socorro para avaliar uma paciente de 66 anos, com características de um acidente vascular cerebral (AVC). Ela apresentava leve dificuldade na alimentação, a fala um pouco “arrastada” e mímica facial com diferença perceptível, porém não desfigurante, sincinesia visível, mas não severa, contratura/espasmo hemifacial, em repouso simetria/tônus normais, a testa com movimento leve a moderado, fechamento dos olhos forçado, discreta fraqueza nos lábios ao esforço.
Marque a alternativa que melhor expressa o diagnóstico fonoaudiológico, em relação à mímica facial dessa paciente.
 

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