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Foram encontradas 40 questões.

3398655 Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Jaraguá-GO
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Escrito por Aluísio Azevedo e publicado em 1890, “O Cortiço” é uma obra fundamental do movimento naturalista no Brasil. O romance retrata a vida em um cortiço, um tipo de habitação coletiva e precária muito comum no Rio de Janeiro do século 19. Também escrita por Aluísio, “O Mulato” é uma obra com forte crítica social. Assinale a alternativa que corresponde a interpretação do período naturalista e do conteúdo das obras supracitadas.
 

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3398654 Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Jaraguá-GO
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“O Espelho” de Machado de Assis é um exemplo notável da habilidade do autor em explorar a complexidade da psicologia humana e da identidade. A história gira em torno de um homem que é nomeado alferes e, como resultado, experimenta uma transformação psicológica notável. O conto explora o impacto das expectativas sociais e das designações de status sobre a psique humana. Assinale a alternativa de como se inicia o conto supracitado?
 

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3398653 Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Jaraguá-GO
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Castro Alves, foi um dos mais importantes poetas brasileiros do século 19. Ele pertence à terceira geração do Romantismo e é conhecido pelo universalismo e por pertencer a geração condoreira, mostrando seu engajamento abolicionista. Qual é o apelido pelo qual Castro Alves ficou conhecido e qual é a temática predominante em sua poesia?
 

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3398652 Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Jaraguá-GO
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O Arcadismo, também conhecido como Neoclassicismo, foi um movimento literário que surgiu no Brasil no século 18. Qual é a principal característica da poesia árcade brasileira?
 

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3398651 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Jaraguá-GO
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“Macunaíma”, um dos romances modernistas mais importantes da literatura brasileira. Escrito por Mário de Andrade e publicado em 1928, a obra é uma rapsódia que absorve tradições orais e folclóricas do povo brasileiro. Assinale a alternativa que corresponde ao significado da palavra “rapsódia”.
 

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3398650 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Jaraguá-GO
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Leia o texto I para responder à questão.

Cidadão

(Zé Ramalho.)


Tá vendo aquele edifício, moço?

Ajudei a levantar

Foi um tempo de aflição

Era quatro condução

Duas pra ir, duas pra voltar


Hoje depois dele pronto

Olho pra cima e fico tonto

Mas me vem um cidadão

E me diz, desconfiado

Tu tá aí admirado

Ou tá querendo roubar?


Meu domingo tá perdido

Vou pra casa entristecido

Dá vontade de beber

E pra aumentar o meu tédio

Eu nem posso olhar pro prédio

Que eu ajudei a fazer


Tá vendo aquele colégio, moço?

Eu também trabalhei lá

Lá eu quase me arrebento

Fiz a massa, pus cimento

Ajudei a rebocar


Minha filha inocente

Vem pra mim toda contente

Pai, vou me matricular

Mas me diz um cidadão

Criança de pé no chão

Aqui não pode estudar


Essa dor doeu mais forte

Por que é que eu deixei o norte?

Eu me pus a me dizer

Lá a seca castigava

Mas o pouco que eu plantava

Tinha direito a comer

Tá vendo aquela igreja, moço?

Onde o padre diz amém


Pus o sino e o badalo

Enchi minha mão de calo

Lá eu trabalhei também


Lá foi que valeu a pena

Tem quermesse, tem novena

E o padre me deixa entrar

Foi lá que Cristo me disse


Rapaz deixe de tolice

Não se deixe amedrontar

Fui eu quem criou a terra

Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar


Hoje o homem criou asa

E na maioria das casas

Eu também não posso entrar

Fui eu quem criou a terra

Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar

Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas

Eu também não posso entrar

“Tá vendo aquele edifício, moço? Ajudei a levantar Foi um tempo de aflição Era quatro condução Duas pra ir, duas pra voltar” (...)

No que se refere ao fragmento acima, assinale a alternativa que apresenta o sujeito da oração destacada.
 

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3398649 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Jaraguá-GO
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Leia o texto I para responder à questão.

Cidadão

(Zé Ramalho.)


Tá vendo aquele edifício, moço?

Ajudei a levantar

Foi um tempo de aflição

Era quatro condução

Duas pra ir, duas pra voltar


Hoje depois dele pronto

Olho pra cima e fico tonto

Mas me vem um cidadão

E me diz, desconfiado

Tu tá aí admirado

Ou tá querendo roubar?


Meu domingo tá perdido

Vou pra casa entristecido

Dá vontade de beber

E pra aumentar o meu tédio

Eu nem posso olhar pro prédio

Que eu ajudei a fazer


Tá vendo aquele colégio, moço?

Eu também trabalhei lá

Lá eu quase me arrebento

Fiz a massa, pus cimento

Ajudei a rebocar


Minha filha inocente

Vem pra mim toda contente

Pai, vou me matricular

Mas me diz um cidadão

Criança de pé no chão

Aqui não pode estudar


Essa dor doeu mais forte

Por que é que eu deixei o norte?

Eu me pus a me dizer

Lá a seca castigava

Mas o pouco que eu plantava

Tinha direito a comer

Tá vendo aquela igreja, moço?

Onde o padre diz amém


Pus o sino e o badalo

Enchi minha mão de calo

Lá eu trabalhei também


Lá foi que valeu a pena

Tem quermesse, tem novena

E o padre me deixa entrar

Foi lá que Cristo me disse


Rapaz deixe de tolice

Não se deixe amedrontar

Fui eu quem criou a terra

Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar


Hoje o homem criou asa

E na maioria das casas

Eu também não posso entrar

Fui eu quem criou a terra

Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar

Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas

Eu também não posso entrar

“Tá vendo aquele edifício, moço? Ajudei a levantar Foi um tempo de aflição Era quatro condução Duas pra ir, duas pra voltar” (...)
Assinale a alternativa que apresenta o nível da linguagem eminente no fragmento.
 

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3398648 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Jaraguá-GO
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Leia o texto I para responder à questão.

Cidadão

(Zé Ramalho.)


Tá vendo aquele edifício, moço?

Ajudei a levantar

Foi um tempo de aflição

Era quatro condução

Duas pra ir, duas pra voltar


Hoje depois dele pronto

Olho pra cima e fico tonto

Mas me vem um cidadão

E me diz, desconfiado

Tu tá aí admirado

Ou tá querendo roubar?


Meu domingo tá perdido

Vou pra casa entristecido

Dá vontade de beber

E pra aumentar o meu tédio

Eu nem posso olhar pro prédio

Que eu ajudei a fazer


Tá vendo aquele colégio, moço?

Eu também trabalhei lá

Lá eu quase me arrebento

Fiz a massa, pus cimento

Ajudei a rebocar


Minha filha inocente

Vem pra mim toda contente

Pai, vou me matricular

Mas me diz um cidadão

Criança de pé no chão

Aqui não pode estudar


Essa dor doeu mais forte

Por que é que eu deixei o norte?

Eu me pus a me dizer

Lá a seca castigava

Mas o pouco que eu plantava

Tinha direito a comer

Tá vendo aquela igreja, moço?

Onde o padre diz amém


Pus o sino e o badalo

Enchi minha mão de calo

Lá eu trabalhei também


Lá foi que valeu a pena

Tem quermesse, tem novena

E o padre me deixa entrar

Foi lá que Cristo me disse


Rapaz deixe de tolice

Não se deixe amedrontar

Fui eu quem criou a terra

Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar


Hoje o homem criou asa

E na maioria das casas

Eu também não posso entrar

Fui eu quem criou a terra

Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar

Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas

Eu também não posso entrar

Hoje o homem criou asas E na maioria das casas Eu também não posso entrar”.

Com base no fragmento, a palavra “asas” representa o progresso tecnológico e social, mas também a exclusão de muitos. No grifo acima, temos a seguinte figura de linguagem
 

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3398647 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Jaraguá-GO
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Leia o texto I para responder à questão.

Cidadão

(Zé Ramalho.)


Tá vendo aquele edifício, moço?

Ajudei a levantar

Foi um tempo de aflição

Era quatro condução

Duas pra ir, duas pra voltar


Hoje depois dele pronto

Olho pra cima e fico tonto

Mas me vem um cidadão

E me diz, desconfiado

Tu tá aí admirado

Ou tá querendo roubar?


Meu domingo tá perdido

Vou pra casa entristecido

Dá vontade de beber

E pra aumentar o meu tédio

Eu nem posso olhar pro prédio

Que eu ajudei a fazer


Tá vendo aquele colégio, moço?

Eu também trabalhei lá

Lá eu quase me arrebento

Fiz a massa, pus cimento

Ajudei a rebocar


Minha filha inocente

Vem pra mim toda contente

Pai, vou me matricular

Mas me diz um cidadão

Criança de pé no chão

Aqui não pode estudar


Essa dor doeu mais forte

Por que é que eu deixei o norte?

Eu me pus a me dizer

Lá a seca castigava

Mas o pouco que eu plantava

Tinha direito a comer

Tá vendo aquela igreja, moço?

Onde o padre diz amém


Pus o sino e o badalo

Enchi minha mão de calo

Lá eu trabalhei também


Lá foi que valeu a pena

Tem quermesse, tem novena

E o padre me deixa entrar

Foi lá que Cristo me disse


Rapaz deixe de tolice

Não se deixe amedrontar

Fui eu quem criou a terra

Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar


Hoje o homem criou asa

E na maioria das casas

Eu também não posso entrar

Fui eu quem criou a terra

Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar

Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas

Eu também não posso entrar

A linguagem predominante na música reflete uma denúncia social, abordando temas como desigualdade, preconceito e falta de pertencimento. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta as funções da linguagem presentes no texto.
 

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3398646 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Jaraguá-GO
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Leia o texto I para responder à questão.

Cidadão

(Zé Ramalho.)


Tá vendo aquele edifício, moço?

Ajudei a levantar

Foi um tempo de aflição

Era quatro condução

Duas pra ir, duas pra voltar


Hoje depois dele pronto

Olho pra cima e fico tonto

Mas me vem um cidadão

E me diz, desconfiado

Tu tá aí admirado

Ou tá querendo roubar?


Meu domingo tá perdido

Vou pra casa entristecido

Dá vontade de beber

E pra aumentar o meu tédio

Eu nem posso olhar pro prédio

Que eu ajudei a fazer


Tá vendo aquele colégio, moço?

Eu também trabalhei lá

Lá eu quase me arrebento

Fiz a massa, pus cimento

Ajudei a rebocar


Minha filha inocente

Vem pra mim toda contente

Pai, vou me matricular

Mas me diz um cidadão

Criança de pé no chão

Aqui não pode estudar


Essa dor doeu mais forte

Por que é que eu deixei o norte?

Eu me pus a me dizer

Lá a seca castigava

Mas o pouco que eu plantava

Tinha direito a comer

Tá vendo aquela igreja, moço?

Onde o padre diz amém


Pus o sino e o badalo

Enchi minha mão de calo

Lá eu trabalhei também


Lá foi que valeu a pena

Tem quermesse, tem novena

E o padre me deixa entrar

Foi lá que Cristo me disse


Rapaz deixe de tolice

Não se deixe amedrontar

Fui eu quem criou a terra

Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar


Hoje o homem criou asa

E na maioria das casas

Eu também não posso entrar

Fui eu quem criou a terra

Enchi o rio, fiz a serra

Não deixei nada faltar

Hoje o homem criou asas

E na maioria das casas

Eu também não posso entrar

“Cidadão” é uma crítica contundente à desigualdade, à falta de acesso à educação e à hipocrisia religiosa. Zé Ramalho usa a música como uma voz para os marginalizados e oprimidos. Com base nas informações, assinale a alternativa que o eu lírico menciona.
 

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