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Foram encontradas 296 questões.

3840121 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Jenipapo Vieiras-MA

Observe a seguinte proposição lógica:

“Ou Maria é magra ou João é fraco.”

Na tabela verdade podemos considerar que o tipo de conectivo lógico presente na proposição apresentada, poderá receber as seguintes validades lógicas, exceto:

 

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3840120 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Jenipapo Vieiras-MA
Se Enunciado 4781519-1 , pode-se concluir que 20% de x é:
 

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3840119 Ano: 2025
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Jenipapo Vieiras-MA

Um professor decidiu impor um desafio em sala, apresentou a seguinte sequência lógica e pediu para que seus alunos apresentassem os valores de X e Y.

A sequência lógica apresentada pelo professor foi a seguinte:

(1A; X; 19A; 28C; 37A; 46D; Y; 64E)

O valor de X e Y na sequência lógica é dada, respectivamente por:

 

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3840118 Ano: 2025
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Jenipapo Vieiras-MA

José realizou um empréstimo junto ao Banco Crédito Garantido S/A no valor de R$ 280.800,00. Para esse montante, o banco cobra uma taxa de capitalização composta de 1% ao mês. O contrato firmado estabelece que José pagará o montante total em uma única parcela após um ano e oito meses do recebimento do empréstimo. Os juros começaram a incidir sobre o capital a partir da data de recebimento, em 01/10/2022, e foram acumulados até a data de vencimento do pagamento, que ocorreu exatamente um ano e oito meses depois. No momento do pagamento, o Banco Crédito Garantido S/A decidiu conceder um desconto de 25% sobre o valor total dos juros incorridos.

Com base nessas informações, o valor que José pagou ao Banco Crédito Garantido S/A, após o desconto, foi:

 

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3840117 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Jenipapo Vieiras-MA
Assinale a alternativa cuja formação da palavra está incorretamente identificada:
 

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3840116 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Jenipapo Vieiras-MA

Observe a seguinte frase:

“Faltou, naquele comício esvaziado, os argumentos que sustentavam o discurso do candidato.”

Em relação à norma culta da língua portuguesa, é correto afirmar que:

 

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3840115 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Jenipapo Vieiras-MA

Observe a seguinte frase:

"Durante o apagão, diversos relatórios foram redigidos por servidores que sequer sabiam do problema técnico."

Assinale a alternativa que mantém o sentido e a correção gramatical da frase, ao transformá-la para a voz passiva sintética:

 

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3840114 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Jenipapo Vieiras-MA

A oração

“Era uma vez um rei muito justo e bondoso” é exemplo clássico de:

 

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3840113 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Jenipapo Vieiras-MA
Assinale a alternativa em que a forma plural do substantivo está empregada de maneira inadequada, segundo a norma culta:
 

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3840112 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Funatec
Orgão: Pref. Jenipapo Vieiras-MA

O espelho que te imita (e te expõe)

No começo, a inteligência artificial era apenas isso: uma ferramenta. Um recurso técnico, útil para responder perguntas, organizar ideias, talvez escrever algo por curiosidade. Mas, com o tempo, algo mudou. A IA passou a aprender — e não apenas sobre o mundo, mas sobre quem a utilizava. Hoje, os sistemas mais avançados conseguem reconhecer padrões, vocabulário, estilo, hesitações e até o ritmo da escrita de seus usuários. O assistente se transforma em espelho. Um espelho que reflete não o corpo, mas o pensamento.

Essa personalização é, ao mesmo tempo, fascinante e delicada. Se a IA entende como você pensa, ela pode prever como você decide. E se pode prever, pode também influenciar. É aí que a ferramenta deixa de ser neutra. Ela passa a participar. No mundo corporativo, isso pode representar um salto de eficiência. Profissionais terão assistentes que antecipam seus raciocínios; empresas criarão produtos moldados com base na lógica emocional dos consumidores. Mas a mesma tecnologia que oferece conveniência também carrega riscos profundos.

Se a inteligência artificial personalizada guarda sua forma de pensar, o que acontece se for invadida? A violação não será apenas de dados, mas de identidade. Roubarão não um documento, mas a tua persona digital — teu modo de escrever, de reagir, de hesitar. O problema extrapola a tecnologia. É filosófico, ético, político. Se alguém pode acessar o teu reflexo mais fiel e usá-lo como bem entender, o que resta da tua autonomia?

O impacto disso vai muito além da privacidade. Na política, pode significar o fim do debate público. Em vez de discursos coletivos, teremos algoritmos moldando versões individualizadas da realidade. Cada eleitor receberá sua dose sob medida de verdade emocional. O marketing, por sua vez, deixará de vender produtos e passará a oferecer experiências afetivas ajustadas em tempo real. E o consumidor — ou o cidadão — poderá nem perceber que já não escolhe mais nada por conta própria.

Não se trata de ficção científica. Trata-se de futuro próximo. E a pergunta que se impõe não é se devemos ou não criar assistentes personalizados. A questão é: estamos preparados para lidar com o que eles nos revelam sobre nós mesmos? Porque, talvez, o grande risco não seja a máquina que pensa. Seja o espelho que devolve — com exatidão — quem somos. E o quanto disso estamos realmente prontos para encarar.

Considerando o propósito comunicativo do texto, bem como o uso de estratégias discursivas, é possível afirmar que:
 

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