Foram encontradas 30 questões.
Texto para responder a questão. Leia-o atentamente.
O engajamento das escolas
O voluntariado também vem sendo estimulado em algumas escolas brasileiras, como a que Cidades e Soluções mostrou no Rio de Janeiro.
Um colégio centenário, com 1.800 alunos, conta desde
2006 com um Departamento de Ação Social encarregado de
organizar frentes de ação voluntária. O objetivo é mobilizar
os alunos que queiram ajudar instituições em dificuldade,
escolhidas pela própria escola.
O tempo doado para o serviço voluntário não conflita com
as aulas. É hora extra, sem aferição de nota, embora seja entendido pela escola como um projeto pedagógico, por estimular valores éticos aos cidadãos.
Acompanhamos a ida de uma turma de alunos ao Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, onde é grande
o número de pacientes internados que são abandonados pelas
próprias famílias. As visitas são raras, especialmente para
aqueles que vêm de longe se tratar na unidade de saúde. Os
alunos recebem previamente orientações sobre como devem
proceder, e rapidamente oferecem companhia para conversar,
disputar algum jogo, alegrando o ambiente onde ficam os pacientes internados.
Entrevistamos Pedro, aluno do 1º ano do Ensino Médio,
que fazia sua terceira visita ao Instituto: “Eu ganho o sentimento de dever cumprido. Tenho a sensação de que consegui levar alegria e descontração, tornando o cotidiano dos
pacientes mais leve, num lugar tão pesado que é um hospital, onde vida e morte estão sempre lado a lado. Levamos
alegria para as pessoas, deixando a estadia delas mais leve
às sextas-feiras”.
(
TRIGUEIRO, André. Cidades e soluções: como construir uma sociedade
sustentável. Rio de Janeiro: LeYa, 2017. Fragmento.)
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O engajamento das escolas
O voluntariado também vem sendo estimulado em algumas escolas brasileiras, como a que Cidades e Soluções mostrou no Rio de Janeiro.
Um colégio centenário, com 1.800 alunos, conta desde
2006 com um Departamento de Ação Social encarregado de
organizar frentes de ação voluntária. O objetivo é mobilizar
os alunos que queiram ajudar instituições em dificuldade,
escolhidas pela própria escola.
O tempo doado para o serviço voluntário não conflita com
as aulas. É hora extra, sem aferição de nota, embora seja entendido pela escola como um projeto pedagógico, por estimular valores éticos aos cidadãos.
Acompanhamos a ida de uma turma de alunos ao Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, onde é grande
o número de pacientes internados que são abandonados pelas
próprias famílias. As visitas são raras, especialmente para
aqueles que vêm de longe se tratar na unidade de saúde. Os
alunos recebem previamente orientações sobre como devem
proceder, e rapidamente oferecem companhia para conversar,
disputar algum jogo, alegrando o ambiente onde ficam os pacientes internados.
Entrevistamos Pedro, aluno do 1º ano do Ensino Médio,
que fazia sua terceira visita ao Instituto: “Eu ganho o sentimento de dever cumprido. Tenho a sensação de que consegui levar alegria e descontração, tornando o cotidiano dos
pacientes mais leve, num lugar tão pesado que é um hospital, onde vida e morte estão sempre lado a lado. Levamos
alegria para as pessoas, deixando a estadia delas mais leve
às sextas-feiras”.
(
TRIGUEIRO, André. Cidades e soluções: como construir uma sociedade
sustentável. Rio de Janeiro: LeYa, 2017. Fragmento.)
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O engajamento das escolas
O voluntariado também vem sendo estimulado em algumas escolas brasileiras, como a que Cidades e Soluções mostrou no Rio de Janeiro.
Um colégio centenário, com 1.800 alunos, conta desde
2006 com um Departamento de Ação Social encarregado de
organizar frentes de ação voluntária. O objetivo é mobilizar
os alunos que queiram ajudar instituições em dificuldade,
escolhidas pela própria escola.
O tempo doado para o serviço voluntário não conflita com
as aulas. É hora extra, sem aferição de nota, embora seja entendido pela escola como um projeto pedagógico, por estimular valores éticos aos cidadãos.
Acompanhamos a ida de uma turma de alunos ao Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, onde é grande
o número de pacientes internados que são abandonados pelas
próprias famílias. As visitas são raras, especialmente para
aqueles que vêm de longe se tratar na unidade de saúde. Os
alunos recebem previamente orientações sobre como devem
proceder, e rapidamente oferecem companhia para conversar,
disputar algum jogo, alegrando o ambiente onde ficam os pacientes internados.
Entrevistamos Pedro, aluno do 1º ano do Ensino Médio,
que fazia sua terceira visita ao Instituto: “Eu ganho o sentimento de dever cumprido. Tenho a sensação de que consegui levar alegria e descontração, tornando o cotidiano dos
pacientes mais leve, num lugar tão pesado que é um hospital, onde vida e morte estão sempre lado a lado. Levamos
alegria para as pessoas, deixando a estadia delas mais leve
às sextas-feiras”.
(
TRIGUEIRO, André. Cidades e soluções: como construir uma sociedade
sustentável. Rio de Janeiro: LeYa, 2017. Fragmento.)
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O engajamento das escolas
O voluntariado também vem sendo estimulado em algumas escolas brasileiras, como a que Cidades e Soluções mostrou no Rio de Janeiro.
Um colégio centenário, com 1.800 alunos, conta desde
2006 com um Departamento de Ação Social encarregado de
organizar frentes de ação voluntária. O objetivo é mobilizar
os alunos que queiram ajudar instituições em dificuldade,
escolhidas pela própria escola.
O tempo doado para o serviço voluntário não conflita com
as aulas. É hora extra, sem aferição de nota, embora seja entendido pela escola como um projeto pedagógico, por estimular valores éticos aos cidadãos.
Acompanhamos a ida de uma turma de alunos ao Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, onde é grande
o número de pacientes internados que são abandonados pelas
próprias famílias. As visitas são raras, especialmente para
aqueles que vêm de longe se tratar na unidade de saúde. Os
alunos recebem previamente orientações sobre como devem
proceder, e rapidamente oferecem companhia para conversar,
disputar algum jogo, alegrando o ambiente onde ficam os pacientes internados.
Entrevistamos Pedro, aluno do 1º ano do Ensino Médio,
que fazia sua terceira visita ao Instituto: “Eu ganho o sentimento de dever cumprido. Tenho a sensação de que consegui levar alegria e descontração, tornando o cotidiano dos
pacientes mais leve, num lugar tão pesado que é um hospital, onde vida e morte estão sempre lado a lado. Levamos
alegria para as pessoas, deixando a estadia delas mais leve
às sextas-feiras”.
(
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sustentável. Rio de Janeiro: LeYa, 2017. Fragmento.)
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A força do voluntariado
Os problemas do mundo seriam ainda maiores e difíceis de
resolver se não fosse a atuação firme de um numeroso grupo de
pessoas que consagra parte de seu tempo e de sua energia para
atividades não remuneradas, voluntárias, em favor de alguma
causa, de algum projeto de alcance social ou ambiental.
No Brasil, pesquisa do Ibope encomendada pela Rede
Brasil Voluntário revelou que 25% da população já participou ou participa de alguma ação voluntária. A maioria dos
voluntários é do sexo feminino (53%), tem 39 anos de idade
(22%), pertence à classe C (43%), está empregada (67%), tem
filhos (62%) e realiza atividades associadas a instituições religiosas (67%).
Cinco por cento dos que se dizem voluntários (2,4 milhões
de pessoas) doam cinco horas de trabalho por mês. Se fôssemos medir a importância dessa mão de obra voluntária na economia, estabelecendo o valor de apenas R$ 20,00 para cada hora
de serviço doado, a soma dessas horas totalizaria aproximadamente R$ 2,8 bilhões. Essa seria a expressão monetária de um
trabalho que faz a diferença em favor de diversos movimentos.
(TRIGUEIRO, André. Cidades e soluções: como construir uma sociedade
sustentável. Rio de Janeiro: LeYa, 2017. Fragmento.)
I. No 1º parágrafo do texto, o autor faz uma afirmativa em razão de uma hipótese.
II. No 3º parágrafo do texto, por meio do raciocínio lógico, o autor constrói suas ideias acerca do assunto referido.
III. No 2º parágrafo do texto, a incorreção gramatical indica o emprego demarcadores orais que conferem intimidade com o leitor.
Está correto o que se afirma apenas em
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A força do voluntariado
Os problemas do mundo seriam ainda maiores e difíceis de
resolver se não fosse a atuação firme de um numeroso grupo de
pessoas que consagra parte de seu tempo e de sua energia para
atividades não remuneradas, voluntárias, em favor de alguma
causa, de algum projeto de alcance social ou ambiental.
No Brasil, pesquisa do Ibope encomendada pela Rede
Brasil Voluntário revelou que 25% da população já participou ou participa de alguma ação voluntária. A maioria dos
voluntários é do sexo feminino (53%), tem 39 anos de idade
(22%), pertence à classe C (43%), está empregada (67%), tem
filhos (62%) e realiza atividades associadas a instituições religiosas (67%).
Cinco por cento dos que se dizem voluntários (2,4 milhões
de pessoas) doam cinco horas de trabalho por mês. Se fôssemos medir a importância dessa mão de obra voluntária na economia, estabelecendo o valor de apenas R$ 20,00 para cada hora
de serviço doado, a soma dessas horas totalizaria aproximadamente R$ 2,8 bilhões. Essa seria a expressão monetária de um
trabalho que faz a diferença em favor de diversos movimentos.
(TRIGUEIRO, André. Cidades e soluções: como construir uma sociedade
sustentável. Rio de Janeiro: LeYa, 2017. Fragmento.)
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A força do voluntariado
Os problemas do mundo seriam ainda maiores e difíceis de
resolver se não fosse a atuação firme de um numeroso grupo de
pessoas que consagra parte de seu tempo e de sua energia para
atividades não remuneradas, voluntárias, em favor de alguma
causa, de algum projeto de alcance social ou ambiental.
No Brasil, pesquisa do Ibope encomendada pela Rede
Brasil Voluntário revelou que 25% da população já participou ou participa de alguma ação voluntária. A maioria dos
voluntários é do sexo feminino (53%), tem 39 anos de idade
(22%), pertence à classe C (43%), está empregada (67%), tem
filhos (62%) e realiza atividades associadas a instituições religiosas (67%).
Cinco por cento dos que se dizem voluntários (2,4 milhões
de pessoas) doam cinco horas de trabalho por mês. Se fôssemos medir a importância dessa mão de obra voluntária na economia, estabelecendo o valor de apenas R$ 20,00 para cada hora
de serviço doado, a soma dessas horas totalizaria aproximadamente R$ 2,8 bilhões. Essa seria a expressão monetária de um
trabalho que faz a diferença em favor de diversos movimentos.
(TRIGUEIRO, André. Cidades e soluções: como construir uma sociedade
sustentável. Rio de Janeiro: LeYa, 2017. Fragmento.)
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LÍNGUA PORTUGUESA
Texto para responder a questão. Leia-o atentamente.
Planeta Atitude
A passagem do século XIX para o século XX foi marcada
por um sentimento de enorme esperança, baseada nas conquistas tecnológicas sem precedentes da Revolução Industrial
e nas maravilhosas invenções daquela época.
Historiadores registram que o senso comumera o de que,
no novo século, seria possível resolver os principais problemas
da Humanidade apenas e tão somente com ciência e tecnologia.
O “novo século” já terminou, e deixou como legado um
espetacular avanço tecnológico sem que tenhamos resolvido
alguns graves problemas civilizatórios, que antecedem a própria
Revolução Industrial.
Fome, miséria, pobreza, consumismo, destruição ambiental, corrida armamentista, entre outros problemas, nos desafiam a buscar soluções que vão além da tecnologia. Mais
do que nunca, é tempo de trabalharmos para um projeto coletivo de civilização, que seja inspirado na cultura de paz, tolerância, igualdade, respeito à diversidade e no espírito comunitário. Um projeto onde não haverá mais espaço para uma relação predatória do homem com a natureza, como a que nos
acostumamos a ter no mundo moderno.
Essa mudança civilizatória já está acontecendo, ainda que
em uma extensão e velocidade menor do que desejaríamos. [...]
(
TRIGUEIRO, André. Cidades e soluções: como construir uma
sociedade
sustentável. Rio de Janeiro: LeYa, 2017. Fragmento.)
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LÍNGUA PORTUGUESA
Texto para responder a questão. Leia-o atentamente.
Planeta Atitude
A passagem do século XIX para o século XX foi marcada
por um sentimento de enorme esperança, baseada nas conquistas tecnológicas sem precedentes da Revolução Industrial
e nas maravilhosas invenções daquela época.
Historiadores registram que o senso comumera o de que,
no novo século, seria possível resolver os principais problemas
da Humanidade apenas e tão somente com ciência e tecnologia.
O “novo século” já terminou, e deixou como legado um
espetacular avanço tecnológico sem que tenhamos resolvido
alguns graves problemas civilizatórios, que antecedem a própria
Revolução Industrial.
Fome, miséria, pobreza, consumismo, destruição ambiental, corrida armamentista, entre outros problemas, nos desafiam a buscar soluções que vão além da tecnologia. Mais
do que nunca, é tempo de trabalharmos para um projeto coletivo de civilização, que seja inspirado na cultura de paz, tolerância, igualdade, respeito à diversidade e no espírito comunitário. Um projeto onde não haverá mais espaço para uma relação predatória do homem com a natureza, como a que nos
acostumamos a ter no mundo moderno.
Essa mudança civilizatória já está acontecendo, ainda que
em uma extensão e velocidade menor do que desejaríamos. [...]
(
TRIGUEIRO, André. Cidades e soluções: como construir uma
sociedade
sustentável. Rio de Janeiro: LeYa, 2017. Fragmento.)
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LÍNGUA PORTUGUESA
Texto para responder a questão. Leia-o atentamente.
Planeta Atitude
A passagem do século XIX para o século XX foi marcada
por um sentimento de enorme esperança, baseada nas conquistas tecnológicas sem precedentes da Revolução Industrial
e nas maravilhosas invenções daquela época.
Historiadores registram que o senso comumera o de que,
no novo século, seria possível resolver os principais problemas
da Humanidade apenas e tão somente com ciência e tecnologia.
O “novo século” já terminou, e deixou como legado um
espetacular avanço tecnológico sem que tenhamos resolvido
alguns graves problemas civilizatórios, que antecedem a própria
Revolução Industrial.
Fome, miséria, pobreza, consumismo, destruição ambiental, corrida armamentista, entre outros problemas, nos desafiam a buscar soluções que vão além da tecnologia. Mais
do que nunca, é tempo de trabalharmos para um projeto coletivo de civilização, que seja inspirado na cultura de paz, tolerância, igualdade, respeito à diversidade e no espírito comunitário. Um projeto onde não haverá mais espaço para uma relação predatória do homem com a natureza, como a que nos
acostumamos a ter no mundo moderno.
Essa mudança civilizatória já está acontecendo, ainda que
em uma extensão e velocidade menor do que desejaríamos. [...]
(
TRIGUEIRO, André. Cidades e soluções: como construir uma
sociedade
sustentável. Rio de Janeiro: LeYa, 2017. Fragmento.)
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