Foram encontradas 30 questões.
- Currículo (Teoria e Prática)
- LegislaçãoDiretrizes Curriculares NacionaisDiretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica
- Currículo: planejamento, seleção e organização dos conteúdos
As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) são normas obrigatórias para a Educação Básica que orientam o planejamento
curricular das escolas e dos sistemas de ensino. Elas são discutidas, concebidas e fixadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). Mesmo depois que o Brasil elaborou a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), as Diretrizes continuam valendo
porque os documentos são complementares. São documentos
que fornecem orientações para a organização e o desenvolvimento dos currículos nas instituições de ensino no Brasil. Podemos afirmar que o seu principal objetivo consiste em:
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Mais de 70% das escolas particulares no Brasil
registram casos de
bullying
Este levantamento revela que 73,21% das instituições de ensino privadas no país passaram por algum tipo de episódio de bullying . A pesquisa foi realizada entre 6 de março e 13 de abril, de maneira online e presencial, em mais de 1.500 escolas da rede particular no país, ao ouvir donos de escolas e coordenadores pedagógicos. Conforme o levantamento, 62,5% dos casos reportados aconteceram no Ensino Fundamental II, que compreende alunos entre 11 e 15 anos. Quando considerados os casos do Fundamental I são mais de 77% das ocorrências. Em relação à motivação para o bullying , a pesquisa traz os seguintes números: violência psicológica, com 30%; racismo, com 11%; depreciação de classe social, com 5%; xenofobia e homofobia, ambas com 2% cada; outras motivações com 43%. Em 7% das escolas pesquisadas não houve casos. ( Disponível em https://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2023/04/17/interna_nacional,1482695/mais-de-70-das-escolas-particulares-no-brasil-registram-casos-de-bullying.shtml . Acesso em: 04/04/2023.)
Considerando esta situação, que não é exclusividade de escolas particulares, a escola deverá:
Este levantamento revela que 73,21% das instituições de ensino privadas no país passaram por algum tipo de episódio de bullying . A pesquisa foi realizada entre 6 de março e 13 de abril, de maneira online e presencial, em mais de 1.500 escolas da rede particular no país, ao ouvir donos de escolas e coordenadores pedagógicos. Conforme o levantamento, 62,5% dos casos reportados aconteceram no Ensino Fundamental II, que compreende alunos entre 11 e 15 anos. Quando considerados os casos do Fundamental I são mais de 77% das ocorrências. Em relação à motivação para o bullying , a pesquisa traz os seguintes números: violência psicológica, com 30%; racismo, com 11%; depreciação de classe social, com 5%; xenofobia e homofobia, ambas com 2% cada; outras motivações com 43%. Em 7% das escolas pesquisadas não houve casos. ( Disponível em https://www.em.com.br/app/noticia/nacional/2023/04/17/interna_nacional,1482695/mais-de-70-das-escolas-particulares-no-brasil-registram-casos-de-bullying.shtml . Acesso em: 04/04/2023.)
Considerando esta situação, que não é exclusividade de escolas particulares, a escola deverá:
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O Documento Curricular Referencial da Bahia (DCRB) – Ensino
Fundamental é um marco da política curricular do Estado da
Bahia que pretende assegurar os princípios educacionais e os
direitos de aprendizagem de todos os estudantes do território
estadual. Trata-se de um documento aberto, não prescritivo,
que aspira incorporar inovações e atualizações pedagógicas
advindas dos marcos legais, do arcabouço teórico-metodológico do currículo, no processo de implementação, considerando,
também, aspectos identificados pelos segmentos da comunidade escolar. Este documento reafirma a configuração singular e plural do Estado da Bahia e aceita trabalhar com os seus
desafios socioeducacionais, face à complexa realidade socioeconômica, geopolítica, cultural e às demandas dos espaços
escolares advindas destes. Neste contexto, sobre o currículo,
analise as afirmativas a seguir.
I. É importante que as escolas e suas comunidades reflitam sobre a compreensão do currículo como uma tradição inventada, como um artefato socioeducacional, que se configura nas ações de conceber-selecionar-produzir, organizar, institucionalizar, implementar-dinamizar saberes e atividades, visando mediar processos formativos. Formação que se implica e se configura pela construção de qualificações constituídas na relação com os saberes eleitos como formativos.
II. Enquanto uma construção socioeducacional é articulada com outros processos e procedimentos pedagógico-educacionais, o currículo atualiza-se de forma ideológica e, nesse sentido, veicula uma formação ética, política, estética e cultural, sempre explícita (âmbito do currículo oculto), sempre coerente (âmbito dos dilemas, das contradições, das ambivalências, dos paradoxos), sempre absoluto, sempre sólido (âmbito das brechas inovadoras e das criações cotidianas).
III. Configura-se como um produto das relações e das dinâmicas interativas com o saber, vivendo e instituindo poderes.Nesse movimento, cultiva perspectivas éticas e políticas ao realizar opções pedagógicas e optar por determinados valores, os quais se revelam no cerne das construções e orientações das escolas e devem estar assumidos como fundamento de suas ações.
IV. Estruturado pelos campos de competências na Educação Infantil e por experiências no Ensino Fundamental, o Documento Curricular Referencial da Bahia para a Educação Infantil e Ensino Fundamental prevê, também, em sua constituição, abertura e flexibilidade para que as escolas e seus educadores possam conjugar outras experiências curriculares, pertinentes e relevantes, tendo como critério para a escolha pedagógica desta conjugação modelos curriculares pautados em pedagogias humanistas e de possibilidades emancipacionistas.
Está correto o que se afirma em
I. É importante que as escolas e suas comunidades reflitam sobre a compreensão do currículo como uma tradição inventada, como um artefato socioeducacional, que se configura nas ações de conceber-selecionar-produzir, organizar, institucionalizar, implementar-dinamizar saberes e atividades, visando mediar processos formativos. Formação que se implica e se configura pela construção de qualificações constituídas na relação com os saberes eleitos como formativos.
II. Enquanto uma construção socioeducacional é articulada com outros processos e procedimentos pedagógico-educacionais, o currículo atualiza-se de forma ideológica e, nesse sentido, veicula uma formação ética, política, estética e cultural, sempre explícita (âmbito do currículo oculto), sempre coerente (âmbito dos dilemas, das contradições, das ambivalências, dos paradoxos), sempre absoluto, sempre sólido (âmbito das brechas inovadoras e das criações cotidianas).
III. Configura-se como um produto das relações e das dinâmicas interativas com o saber, vivendo e instituindo poderes.Nesse movimento, cultiva perspectivas éticas e políticas ao realizar opções pedagógicas e optar por determinados valores, os quais se revelam no cerne das construções e orientações das escolas e devem estar assumidos como fundamento de suas ações.
IV. Estruturado pelos campos de competências na Educação Infantil e por experiências no Ensino Fundamental, o Documento Curricular Referencial da Bahia para a Educação Infantil e Ensino Fundamental prevê, também, em sua constituição, abertura e flexibilidade para que as escolas e seus educadores possam conjugar outras experiências curriculares, pertinentes e relevantes, tendo como critério para a escolha pedagógica desta conjugação modelos curriculares pautados em pedagogias humanistas e de possibilidades emancipacionistas.
Está correto o que se afirma em
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- Currículo (Teoria e Prática)Currículo, interdisciplinaridade, transversalidade e a transdisciplinaridade
O Documento Curricular Referencial da Bahia (DCRB) – Educação Infantil e Ensino Fundamental considera as diversas
identidades que caracterizam a Bahia, atribuindo às escolas o desenvolvimento de competências voltadas à contextualização, ao aprofundamento e à construção das pluralidades e singularidades dos seus territórios. Em relação ao
DCRB, analise as afirmativas a seguir.
I. Apresenta orientações que respeitam a autonomia das escolas como representantes de seu território, promovendo generalizações ou caracterização pormenorizada que favorecem a inclusão de especificidades identitárias.
II. Reconhece a apreensão de “território” como conceito híbrido e unidimensional. Para definir os fenômenos de utilização humana de espaços e lugares ou a dinâmica da interação social, ambiental, política, econômica e cultural mediada pelo espaço, deve-se ter claro que definir territórios a partir das identidades que lhe são emergentes é uma opção política.
III. Compreende território no contexto das questões do poder, do apropriar-se do seu engendramento ou subordinar-se a ele; a conceituação mais atual esforça-se por reconhecer a suposição de territorialidades em um mesmo território e a mobilidade de suas linhas definidoras.
IV. A dimensão da autonomia aparece como categoria imprescindível ao desenvolvimento. Autonomia como expressão política de uma população ou território capaz de participar e atuar nas definições dos rumos a serem tomados para o seu futuro e os rumos do desenvolvimento.
Está correto o que se afirma em
I. Apresenta orientações que respeitam a autonomia das escolas como representantes de seu território, promovendo generalizações ou caracterização pormenorizada que favorecem a inclusão de especificidades identitárias.
II. Reconhece a apreensão de “território” como conceito híbrido e unidimensional. Para definir os fenômenos de utilização humana de espaços e lugares ou a dinâmica da interação social, ambiental, política, econômica e cultural mediada pelo espaço, deve-se ter claro que definir territórios a partir das identidades que lhe são emergentes é uma opção política.
III. Compreende território no contexto das questões do poder, do apropriar-se do seu engendramento ou subordinar-se a ele; a conceituação mais atual esforça-se por reconhecer a suposição de territorialidades em um mesmo território e a mobilidade de suas linhas definidoras.
IV. A dimensão da autonomia aparece como categoria imprescindível ao desenvolvimento. Autonomia como expressão política de uma população ou território capaz de participar e atuar nas definições dos rumos a serem tomados para o seu futuro e os rumos do desenvolvimento.
Está correto o que se afirma em
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Uma determinada psicóloga escolar foi convidada para participar de um projeto de pesquisa que visa investigar as relações
entre saúde mental, aprendizagem e violência em uma escola
pública. Para realizar tal trabalho, a profissional precisa desenvolver algumas competências e habilidades interdisciplinares
que possibilitem uma atuação ética, crítica e transformadora.
Apresenta de forma correta algumas destas competências e
habilidades a seguinte alternativa:
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Certa psicóloga educacional irá participar de um projeto de
orientação vocacional que visa auxiliar os alunos do ensino
médio na escolha profissional. Para realizar tal trabalho,
ela segue os princípios éticos que norteiam a profissão e a
área de atuação; assinale-os.
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Determinada escola pública desenvolveu um projeto de atendimento educacional especializado para oferecer apoio pedagógico e psicológico aos alunos público-alvo da educação especial. Para viabilizá-lo, foi solicitada a contratação de uma psicóloga escolar, que deverá atuar de forma ética, crítica e transformadora frente aos alunos com deficiência na aprendizagem.
São consideradas ações que a psicóloga poderá realizar neste
contexto:
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A psicologia escolar no Brasil possui uma trajetória histórica
com marcos significativos. Assinale a alternativa a seguir que
apresenta um marco desta trajetória no país de forma correta.
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A história da educação no Brasil possui tendências bem definidas, uma vez que a Igreja, o Estado e, hoje, preponderantemente, o mercado, imprimiram nela as suas marcas. Tais tendências podem ser analisadas tomando-se como matriz as influências filosóficas apontadas por diversos autores. Estas concepções de educação determinam a escolha do currículo e de
como efetivá-lo em sala de aula, influenciando sobremaneira
a escolha de estratégias de ensino e de aprendizagem e orientando posturas docentes diferentes, a depender do que o docente e o projeto pedagógico se afinem. Enfatiza o papel do
professor como facilitador e mediador do processo de aprendizagem a corrente ou concepção:
I. Behaviorista .
II. Construtivista.
III. Humanista.
IV. Tradicionalista.
Está correto o que se afirma em
I. Behaviorista .
II. Construtivista.
III. Humanista.
IV. Tradicionalista.
Está correto o que se afirma em
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A Psicologia do desenvolvimento humano é uma área que
se foca em estudar e compreender as mudanças ou ausência destas, ao longo da vida das pessoas. É a partir dos conhecimentos desta área que se criou a máxima de que todo
indivíduo passa por fases ao longo da vida marcadas, principalmente, por períodos de grandes mudanças chamados,
também, de período de transição rápida. Toda essa gama
de dados retirados dos estudos é base para a construção de
materiais específicos e adequados para aplicar junto aos indivíduos de qualquer idade, desde crianças até idosos. Na
perspectiva dos aspectos biopsicossociais, podemos afirmar que o desenvolvimento humano é
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