Foram encontradas 60 questões.
Flávio e Cláudio fizeram uma viagem juntos e resolveram dividir
igualmente todas as despesas comuns da viagem. Para facilitar,
resolveram que cada um pagaria determinadas despesas comuns
e, ao final da viagem, acertariam as contas. Ao terminar a viagem,
Flávio havia pago um total de R$ 478,60 e Cláudio, um total de R$ 625,40.
Para que eles paguem exatamente a mesma quantia cada um, conforme combinaram,
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Em uma turma do 6º ano, 60% dos alunos são meninas e 40% são
meninos. Se a quantidade de meninos aumentar 50% e a
quantidade de meninas permanecer inalterada, a porcentagem
de meninas na turma passa a ser
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Em uma agência de um banco comercial, as duas funcionárias,
Beatriz e Mariana, resolveram dividir o atendimento aos clientes
da seguinte maneira: se a senha de atendimento fosse ímpar,
Beatriz atenderia o cliente, caso contrário, Mariana faria o
atendimento. As senhas são sequenciais e a primeira senha de
um determinado dia foi a de número 274 e a última senha, desse
mesmo dia, foi 348.
Nesse dia, Beatriz e Mariana atenderam, respectivamente,
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Em uma turma do 7º ano com 29 alunos, quando formados em
fila indiana por ordem crescente de altura, Carlos ocupa a 12ª posição.
Quando formados em fila indiana por ordem decrescente de altura, a posição que Carlos ocupa é a
Quando formados em fila indiana por ordem decrescente de altura, a posição que Carlos ocupa é a
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Em uma turma do 9º ano de um colégio de ensino fundamental,
para cada três meninas há dois meninos.
Uma das meninas saiu do colégio e em seu lugar entrou um menino nessa turma do 9º ano.
Agora, para cada quatro meninas há três meninos.
A quantidade total de alunos nessa turma é
Uma das meninas saiu do colégio e em seu lugar entrou um menino nessa turma do 9º ano.
Agora, para cada quatro meninas há três meninos.
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Nosso ensino inferior
Não é para entrar em depressão, mas também não é para comemorar. Nos dois testes internacionais a que foi submetido esta semana – o do ensino médio e o do superior – o nosso sistema educacional não foi totalmente reprovado e até melhorou, mas também não “passou" com louvor. Sob certos aspectos, o desempenho foi medíocre. No primeiro exame, o Pisa, que avalia alunos de 15 anos de 65 países, o Brasil foi o que mais avançou em matemática entre 2003 e 2012, mas mesmo assim continua lá atrás, ficou em 58º lugar e, em leitura, foi pior, caiu dois pontos para a 55ª colocação. Em Ciências, permaneceu onde estava, na 59ª posição. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, considerou o resultado “uma grande vitória", mas o responsável pelo Pisa, Andreas Schleicher, acha que temos que “acelerar muito o ritmo de melhoria", investindo mais em professores e dando aos alunos pobres melhores escolas, para não continuar fazendo feio.
Se as conclusões do Pisa comportam interpretações que podem ser mais ou menos pessimistas, os dados referentes à educação superior não deixam dúvidas: foram péssimos. [....] A nossa má performance não pode ser atribuída à falta de representação. O ensino superior brasileiro é composto por 2.377 instituições, das quais 85% são faculdades, 8% são universidades, 5,3% são centros tecnológicos e 1,6 são institutos tecnológicos. O nosso problema, portanto, não é de quantidade, mas de qualidade.
(Zuenir Ventura, O Globo, 07/12/2013)
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Nosso ensino inferior
Não é para entrar em depressão, mas também não é para comemorar. Nos dois testes internacionais a que foi submetido esta semana – o do ensino médio e o do superior – o nosso sistema educacional não foi totalmente reprovado e até melhorou, mas também não “passou" com louvor. Sob certos aspectos, o desempenho foi medíocre. No primeiro exame, o Pisa, que avalia alunos de 15 anos de 65 países, o Brasil foi o que mais avançou em matemática entre 2003 e 2012, mas mesmo assim continua lá atrás, ficou em 58º lugar e, em leitura, foi pior, caiu dois pontos para a 55ª colocação. Em Ciências, permaneceu onde estava, na 59ª posição. O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, considerou o resultado “uma grande vitória", mas o responsável pelo Pisa, Andreas Schleicher, acha que temos que “acelerar muito o ritmo de melhoria", investindo mais em professores e dando aos alunos pobres melhores escolas, para não continuar fazendo feio.
Se as conclusões do Pisa comportam interpretações que podem ser mais ou menos pessimistas, os dados referentes à educação superior não deixam dúvidas: foram péssimos. [....] A nossa má performance não pode ser atribuída à falta de representação. O ensino superior brasileiro é composto por 2.377 instituições, das quais 85% são faculdades, 8% são universidades, 5,3% são centros tecnológicos e 1,6 são institutos tecnológicos. O nosso problema, portanto, não é de quantidade, mas de qualidade.
(Zuenir Ventura, O Globo, 07/12/2013)
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