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Cuidado com os especialistas da ciência
“Especialistas afirmam que…” “Estudos de Harvard apontam que…”
Muitas notícias científicas começam exatamente assim, dando a entender que o conteúdo deve ser verdadeiro, já que
ratificado por experts.
Tal expediente, o chamado “argumento de autoridade”, com frequência é utilizado como recurso retórico. É um pressuposto poderoso, invocado para oferecer credibilidade. No entanto, ele pode ser facilmente empregado como falácia lógica,
quando sustenta um argumento muitas vezes indefensável.
O grande problema aqui, a meu ver, é a forma como a autoridade é estabelecida, e os pilares sobre os quais ela se apoia.
Em tempos de fake news, não é incomum a popularidade se transformar em reconhecimento, oferecendo uma confiabilidade
duvidosa a falsos especialistas.
Essa equivalência entre popularidade e credibilidade pode ocorrer de diversas maneiras. Um famoso astrofísico de Harvard, por exemplo, o dr. Avi Loeb, nos últimos anos passou a defender com ardor a possibilidade de nosso planeta ter sido
visitado por extraterrestres.
Cientificamente, os argumentos são frágeis. Não conheço nenhum cientista que endosse o que ele diz, muito pelo contrário,
ele é ferozmente criticado. Mas o ego inflado pela fama é uma arma poderosa que mune a busca incessante por mais visibilidade.
No final, o prestígio da instituição parece calar o debate público, como se um professor de Harvard não pudesse estar errado.
Essa distorção chegou a níveis ridículos quando, em 2018, uma equipe de pesquisadores em minha universidade publicou uma
notícia sobre a trajetória de um asteroide interplanetário no sistema solar, explicando sua órbita de maneira rigorosa e desmentindo
Loeb, que afirmava se tratar de uma nave espacial alienígena. Os comentários no site de notícia, no entanto, surpreendentemente
atacavam meus colegas, argumentando que cientistas brasileiros não poderiam saber mais que o pesquisador de Harvard.
Episódio parecido aconteceu quando o vencedor do prêmio Nobel dr. Luc Montagnier promoveu a ideia de que o vírus da
Covid-19 teria sido criado propositalmente em laboratório. Embora criticado por diversos acadêmicos por propagar desinformação, sua fala foi amplamente disseminada por defensores de teorias da conspiração, que nadaram de braçada durante a
pandemia. Como um vencedor do Nobel poderia estar errado?
Sinto que, atualmente, casos semelhantes são cada vez mais comuns – e, pior, com a autoridade concedida não apenas a
profissionais como professores de Harvard e vencedores do prêmio Nobel, mas a influenciadores que transformam os likes em
capital de credibilidade, como se a fama fosse sinal de conhecimento.
Muitas dessas celebridades das redes extrapolam seu papel legítimo de divulgadores para assumir a posição de autoridade. Sei
que a comunicação científica nas mídias sociais é fundamental, e seria ótimo contar com essas parcerias para difundir conhecimento.
Minha crítica, porém, se volta à admissão de equivalência entre especialistas e apresentadores, os quais são validados pelos meios
de comunicação como autoridades no assunto, espalhando notícias falsas sem que os verdadeiros experts sejam consultados.
A grande perdedora nesse cenário é a própria ciência. Quando o público passa a escutar os “falsos profetas”, a própria
percepção do que é a ciência sai prejudicada, afastando ainda mais a população do método científico e dificultando a comunicação importantíssima para apoiar o embasamento correto das evidências na formulação de políticas públicas.
A única saída é a educação de base. A sociedade deve compreender como a ciência funciona para identificar as falsas
autoridades e outorgar confiabilidade apenas àqueles que a atingiram pelo trabalho rigoroso, ao invés dos atalhos da notoriedade instantânea do mundo das redes sociais.
(GONÇALVES, Thiago. Cuidado com os especialistas da ciência. Jornal Nexo, 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/.
Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
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Cuidado com os especialistas da ciência
“Especialistas afirmam que…” “Estudos de Harvard apontam que…”
Muitas notícias científicas começam exatamente assim, dando a entender que o conteúdo deve ser verdadeiro, já que
ratificado por experts.
Tal expediente, o chamado “argumento de autoridade”, com frequência é utilizado como recurso retórico. É um pressuposto poderoso, invocado para oferecer credibilidade. No entanto, ele pode ser facilmente empregado como falácia lógica,
quando sustenta um argumento muitas vezes indefensável.
O grande problema aqui, a meu ver, é a forma como a autoridade é estabelecida, e os pilares sobre os quais ela se apoia.
Em tempos de fake news, não é incomum a popularidade se transformar em reconhecimento, oferecendo uma confiabilidade
duvidosa a falsos especialistas.
Essa equivalência entre popularidade e credibilidade pode ocorrer de diversas maneiras. Um famoso astrofísico de Harvard, por exemplo, o dr. Avi Loeb, nos últimos anos passou a defender com ardor a possibilidade de nosso planeta ter sido
visitado por extraterrestres.
Cientificamente, os argumentos são frágeis. Não conheço nenhum cientista que endosse o que ele diz, muito pelo contrário,
ele é ferozmente criticado. Mas o ego inflado pela fama é uma arma poderosa que mune a busca incessante por mais visibilidade.
No final, o prestígio da instituição parece calar o debate público, como se um professor de Harvard não pudesse estar errado.
Essa distorção chegou a níveis ridículos quando, em 2018, uma equipe de pesquisadores em minha universidade publicou uma
notícia sobre a trajetória de um asteroide interplanetário no sistema solar, explicando sua órbita de maneira rigorosa e desmentindo
Loeb, que afirmava se tratar de uma nave espacial alienígena. Os comentários no site de notícia, no entanto, surpreendentemente
atacavam meus colegas, argumentando que cientistas brasileiros não poderiam saber mais que o pesquisador de Harvard.
Episódio parecido aconteceu quando o vencedor do prêmio Nobel dr. Luc Montagnier promoveu a ideia de que o vírus da
Covid-19 teria sido criado propositalmente em laboratório. Embora criticado por diversos acadêmicos por propagar desinformação, sua fala foi amplamente disseminada por defensores de teorias da conspiração, que nadaram de braçada durante a
pandemia. Como um vencedor do Nobel poderia estar errado?
Sinto que, atualmente, casos semelhantes são cada vez mais comuns – e, pior, com a autoridade concedida não apenas a
profissionais como professores de Harvard e vencedores do prêmio Nobel, mas a influenciadores que transformam os likes em
capital de credibilidade, como se a fama fosse sinal de conhecimento.
Muitas dessas celebridades das redes extrapolam seu papel legítimo de divulgadores para assumir a posição de autoridade. Sei
que a comunicação científica nas mídias sociais é fundamental, e seria ótimo contar com essas parcerias para difundir conhecimento.
Minha crítica, porém, se volta à admissão de equivalência entre especialistas e apresentadores, os quais são validados pelos meios
de comunicação como autoridades no assunto, espalhando notícias falsas sem que os verdadeiros experts sejam consultados.
A grande perdedora nesse cenário é a própria ciência. Quando o público passa a escutar os “falsos profetas”, a própria
percepção do que é a ciência sai prejudicada, afastando ainda mais a população do método científico e dificultando a comunicação importantíssima para apoiar o embasamento correto das evidências na formulação de políticas públicas.
A única saída é a educação de base. A sociedade deve compreender como a ciência funciona para identificar as falsas
autoridades e outorgar confiabilidade apenas àqueles que a atingiram pelo trabalho rigoroso, ao invés dos atalhos da notoriedade instantânea do mundo das redes sociais.
(GONÇALVES, Thiago. Cuidado com os especialistas da ciência. Jornal Nexo, 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/.
Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
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“Especialistas afirmam que…” “Estudos de Harvard apontam que…”
Muitas notícias científicas começam exatamente assim, dando a entender que o conteúdo deve ser verdadeiro, já que
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Tal expediente, o chamado “argumento de autoridade”, com frequência é utilizado como recurso retórico. É um pressuposto poderoso, invocado para oferecer credibilidade. No entanto, ele pode ser facilmente empregado como falácia lógica,
quando sustenta um argumento muitas vezes indefensável.
O grande problema aqui, a meu ver, é a forma como a autoridade é estabelecida, e os pilares sobre os quais ela se apoia.
Em tempos de fake news, não é incomum a popularidade se transformar em reconhecimento, oferecendo uma confiabilidade
duvidosa a falsos especialistas.
Essa equivalência entre popularidade e credibilidade pode ocorrer de diversas maneiras. Um famoso astrofísico de Harvard, por exemplo, o dr. Avi Loeb, nos últimos anos passou a defender com ardor a possibilidade de nosso planeta ter sido
visitado por extraterrestres.
Cientificamente, os argumentos são frágeis. Não conheço nenhum cientista que endosse o que ele diz, muito pelo contrário,
ele é ferozmente criticado. Mas o ego inflado pela fama é uma arma poderosa que mune a busca incessante por mais visibilidade.
No final, o prestígio da instituição parece calar o debate público, como se um professor de Harvard não pudesse estar errado.
Essa distorção chegou a níveis ridículos quando, em 2018, uma equipe de pesquisadores em minha universidade publicou uma
notícia sobre a trajetória de um asteroide interplanetário no sistema solar, explicando sua órbita de maneira rigorosa e desmentindo
Loeb, que afirmava se tratar de uma nave espacial alienígena. Os comentários no site de notícia, no entanto, surpreendentemente
atacavam meus colegas, argumentando que cientistas brasileiros não poderiam saber mais que o pesquisador de Harvard.
Episódio parecido aconteceu quando o vencedor do prêmio Nobel dr. Luc Montagnier promoveu a ideia de que o vírus da
Covid-19 teria sido criado propositalmente em laboratório. Embora criticado por diversos acadêmicos por propagar desinformação, sua fala foi amplamente disseminada por defensores de teorias da conspiração, que nadaram de braçada durante a
pandemia. Como um vencedor do Nobel poderia estar errado?
Sinto que, atualmente, casos semelhantes são cada vez mais comuns – e, pior, com a autoridade concedida não apenas a
profissionais como professores de Harvard e vencedores do prêmio Nobel, mas a influenciadores que transformam os likes em
capital de credibilidade, como se a fama fosse sinal de conhecimento.
Muitas dessas celebridades das redes extrapolam seu papel legítimo de divulgadores para assumir a posição de autoridade. Sei
que a comunicação científica nas mídias sociais é fundamental, e seria ótimo contar com essas parcerias para difundir conhecimento.
Minha crítica, porém, se volta à admissão de equivalência entre especialistas e apresentadores, os quais são validados pelos meios
de comunicação como autoridades no assunto, espalhando notícias falsas sem que os verdadeiros experts sejam consultados.
A grande perdedora nesse cenário é a própria ciência. Quando o público passa a escutar os “falsos profetas”, a própria
percepção do que é a ciência sai prejudicada, afastando ainda mais a população do método científico e dificultando a comunicação importantíssima para apoiar o embasamento correto das evidências na formulação de políticas públicas.
A única saída é a educação de base. A sociedade deve compreender como a ciência funciona para identificar as falsas
autoridades e outorgar confiabilidade apenas àqueles que a atingiram pelo trabalho rigoroso, ao invés dos atalhos da notoriedade instantânea do mundo das redes sociais.
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Tal expediente, o chamado “argumento de autoridade”, com frequência é utilizado como recurso retórico. É um pressuposto poderoso, invocado para oferecer credibilidade. No entanto, ele pode ser facilmente empregado como falácia lógica,
quando sustenta um argumento muitas vezes indefensável.
O grande problema aqui, a meu ver, é a forma como a autoridade é estabelecida, e os pilares sobre os quais ela se apoia.
Em tempos de fake news, não é incomum a popularidade se transformar em reconhecimento, oferecendo uma confiabilidade
duvidosa a falsos especialistas.
Essa equivalência entre popularidade e credibilidade pode ocorrer de diversas maneiras. Um famoso astrofísico de Harvard, por exemplo, o dr. Avi Loeb, nos últimos anos passou a defender com ardor a possibilidade de nosso planeta ter sido
visitado por extraterrestres.
Cientificamente, os argumentos são frágeis. Não conheço nenhum cientista que endosse o que ele diz, muito pelo contrário,
ele é ferozmente criticado. Mas o ego inflado pela fama é uma arma poderosa que mune a busca incessante por mais visibilidade.
No final, o prestígio da instituição parece calar o debate público, como se um professor de Harvard não pudesse estar errado.
Essa distorção chegou a níveis ridículos quando, em 2018, uma equipe de pesquisadores em minha universidade publicou uma
notícia sobre a trajetória de um asteroide interplanetário no sistema solar, explicando sua órbita de maneira rigorosa e desmentindo
Loeb, que afirmava se tratar de uma nave espacial alienígena. Os comentários no site de notícia, no entanto, surpreendentemente
atacavam meus colegas, argumentando que cientistas brasileiros não poderiam saber mais que o pesquisador de Harvard.
Episódio parecido aconteceu quando o vencedor do prêmio Nobel dr. Luc Montagnier promoveu a ideia de que o vírus da
Covid-19 teria sido criado propositalmente em laboratório. Embora criticado por diversos acadêmicos por propagar desinformação, sua fala foi amplamente disseminada por defensores de teorias da conspiração, que nadaram de braçada durante a
pandemia. Como um vencedor do Nobel poderia estar errado?
Sinto que, atualmente, casos semelhantes são cada vez mais comuns – e, pior, com a autoridade concedida não apenas a
profissionais como professores de Harvard e vencedores do prêmio Nobel, mas a influenciadores que transformam os likes em
capital de credibilidade, como se a fama fosse sinal de conhecimento.
Muitas dessas celebridades das redes extrapolam seu papel legítimo de divulgadores para assumir a posição de autoridade. Sei
que a comunicação científica nas mídias sociais é fundamental, e seria ótimo contar com essas parcerias para difundir conhecimento.
Minha crítica, porém, se volta à admissão de equivalência entre especialistas e apresentadores, os quais são validados pelos meios
de comunicação como autoridades no assunto, espalhando notícias falsas sem que os verdadeiros experts sejam consultados.
A grande perdedora nesse cenário é a própria ciência. Quando o público passa a escutar os “falsos profetas”, a própria
percepção do que é a ciência sai prejudicada, afastando ainda mais a população do método científico e dificultando a comunicação importantíssima para apoiar o embasamento correto das evidências na formulação de políticas públicas.
A única saída é a educação de base. A sociedade deve compreender como a ciência funciona para identificar as falsas
autoridades e outorgar confiabilidade apenas àqueles que a atingiram pelo trabalho rigoroso, ao invés dos atalhos da notoriedade instantânea do mundo das redes sociais.
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Tal expediente, o chamado “argumento de autoridade”, com frequência é utilizado como recurso retórico. É um pressuposto poderoso, invocado para oferecer credibilidade. No entanto, ele pode ser facilmente empregado como falácia lógica,
quando sustenta um argumento muitas vezes indefensável.
O grande problema aqui, a meu ver, é a forma como a autoridade é estabelecida, e os pilares sobre os quais ela se apoia.
Em tempos de fake news, não é incomum a popularidade se transformar em reconhecimento, oferecendo uma confiabilidade
duvidosa a falsos especialistas.
Essa equivalência entre popularidade e credibilidade pode ocorrer de diversas maneiras. Um famoso astrofísico de Harvard, por exemplo, o dr. Avi Loeb, nos últimos anos passou a defender com ardor a possibilidade de nosso planeta ter sido
visitado por extraterrestres.
Cientificamente, os argumentos são frágeis. Não conheço nenhum cientista que endosse o que ele diz, muito pelo contrário,
ele é ferozmente criticado. Mas o ego inflado pela fama é uma arma poderosa que mune a busca incessante por mais visibilidade.
No final, o prestígio da instituição parece calar o debate público, como se um professor de Harvard não pudesse estar errado.
Essa distorção chegou a níveis ridículos quando, em 2018, uma equipe de pesquisadores em minha universidade publicou uma
notícia sobre a trajetória de um asteroide interplanetário no sistema solar, explicando sua órbita de maneira rigorosa e desmentindo
Loeb, que afirmava se tratar de uma nave espacial alienígena. Os comentários no site de notícia, no entanto, surpreendentemente
atacavam meus colegas, argumentando que cientistas brasileiros não poderiam saber mais que o pesquisador de Harvard.
Episódio parecido aconteceu quando o vencedor do prêmio Nobel dr. Luc Montagnier promoveu a ideia de que o vírus da
Covid-19 teria sido criado propositalmente em laboratório. Embora criticado por diversos acadêmicos por propagar desinformação, sua fala foi amplamente disseminada por defensores de teorias da conspiração, que nadaram de braçada durante a
pandemia. Como um vencedor do Nobel poderia estar errado?
Sinto que, atualmente, casos semelhantes são cada vez mais comuns – e, pior, com a autoridade concedida não apenas a
profissionais como professores de Harvard e vencedores do prêmio Nobel, mas a influenciadores que transformam os likes em
capital de credibilidade, como se a fama fosse sinal de conhecimento.
Muitas dessas celebridades das redes extrapolam seu papel legítimo de divulgadores para assumir a posição de autoridade. Sei
que a comunicação científica nas mídias sociais é fundamental, e seria ótimo contar com essas parcerias para difundir conhecimento.
Minha crítica, porém, se volta à admissão de equivalência entre especialistas e apresentadores, os quais são validados pelos meios
de comunicação como autoridades no assunto, espalhando notícias falsas sem que os verdadeiros experts sejam consultados.
A grande perdedora nesse cenário é a própria ciência. Quando o público passa a escutar os “falsos profetas”, a própria
percepção do que é a ciência sai prejudicada, afastando ainda mais a população do método científico e dificultando a comunicação importantíssima para apoiar o embasamento correto das evidências na formulação de políticas públicas.
A única saída é a educação de base. A sociedade deve compreender como a ciência funciona para identificar as falsas
autoridades e outorgar confiabilidade apenas àqueles que a atingiram pelo trabalho rigoroso, ao invés dos atalhos da notoriedade instantânea do mundo das redes sociais.
(GONÇALVES, Thiago. Cuidado com os especialistas da ciência. Jornal Nexo, 2025. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/.
Acesso em: agosto de 2025. Adaptado.)
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Considerando a rotina de recebimento de documentos nos protocolos, enumere corretamente as ações a seguir, de acordo
com a ordem adequada de procedimentos.
( ) Encaminhar os documentos.
( ) Abrir os documentos.
( ) Identificar os documentos.
( ) Conferir os documentos e as relações de remessa.
( ) Receber, recusar ou devolver os documentos.
A sequência está correta em
( ) Encaminhar os documentos.
( ) Abrir os documentos.
( ) Identificar os documentos.
( ) Conferir os documentos e as relações de remessa.
( ) Receber, recusar ou devolver os documentos.
A sequência está correta em
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O serviço de protocolo é essencial na administração pública, pois recebe, organiza, registra e distribui documentos, contribuindo para a eficiência da gestão e o acesso dos cidadãos às informações governamentais. Tendo em vista as atividades de
arquivo que envolvem o protocolo, assinale a afirmativa INCORRETA.
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- Gestão de Documentos
- Organização e Administração de ArquivosArquivamento e Ordenação de DocumentosMétodos de Arquivamento (Ordenação de Documentos)
Lucas é assistente administrativo e ficou responsável por organizar dossiês em ordem alfabética. Ao final do expediente, ele
precisa arquivar os documentos que continham os seguintes nomes; analise-os.
() Maria Luisa Vasconcelos.
() Heitor Villa-Lobos.
() Otávio Moreira Filho.
() Luciano Santo Cristo.
Considerando as regras de alfabetação que devem ser observadas ao ordenar documentos de arquivo, indique a ordem correta que preenche as lacunas anteriores.
() Maria Luisa Vasconcelos.
() Heitor Villa-Lobos.
() Otávio Moreira Filho.
() Luciano Santo Cristo.
Considerando as regras de alfabetação que devem ser observadas ao ordenar documentos de arquivo, indique a ordem correta que preenche as lacunas anteriores.
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Segundo o Dicionário de Terminologia Arquivística, arquivamento é a “sequência de operações intelectuais e físicas que visam
à guarda ordenada de documentos”.
(ARQUIVO NACIONAL. Brasil. Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2005. p. 26.)
Visando à melhor organização e acesso aos documentos, são utilizados os métodos de arquivamento, que se dividem em dois grandes sistemas; assinale-os.
(ARQUIVO NACIONAL. Brasil. Dicionário Brasileiro de Terminologia Arquivística. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 2005. p. 26.)
Visando à melhor organização e acesso aos documentos, são utilizados os métodos de arquivamento, que se dividem em dois grandes sistemas; assinale-os.
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Em relação à limpeza e organização dos documentos de arquivo, assinale a afirmativa correta.
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