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A explosão da solidão
Ficar sozinho pode fazer muito mal. Você já deve ter se sentido solitário e sabe o quão desagradável isso é. A solidão pode ser objetiva, ou seja, derivada de um isolamento real, ou subjetiva, uma sensação criada pela mente. Em ambos os casos, ela é um alerta do organismo para que busquemos a companhia de outras pessoas, o que aumenta nossas chances de sobrevivência. Por motivos ainda não elucidados, a solidão parece estar aumentando – a ponto de se tornar uma epidemia. Nos EUA, nada menos que 76% das pessoas apresentam níveis moderados ou altos de solidão, segundo um estudo da Universidade da Califórnia.
Não há números a respeito no Brasil, mas os indicadores mais relevantes apontam na mesma direção. Entre 2004 e 2014, o número anual de divórcios aumentou 250% (12 vezes mais que o aumento no número de casamentos). Entre 1991 e 2019, a quantidade de pessoas que moram sozinhas subiu 340% (10 vezes mais que o crescimento da população como um todo).
Em suma: a solidão é onipresente e está crescendo. O problema é que ela mata. Solitários têm 29% mais chances de sofrer de doenças cardíacas, 32% mais riscos de ter um AVC e são 200% mais propensos a desenvolver Alzheimer. Em mulheres solitárias, a reincidência de câncer de mama é 40% maior, e a propensão à letalidade chega a 60%. Quem já experimentou um grau elevado de solidão tem três vezes mais chances de cair em depressão.
A solidão é mais letal do que a obesidade (que eleva em 20% o risco de morrer) e o alcoolismo (30% a mais de risco), e consegue ser tão nociva quanto o tabagismo; é tão mortal quanto fumar 15 cigarros por dia, mas quase ninguém se dá conta disso. “Apesar de estar associada a altos índices de mortalidade, a solidão é uma questão de saúde pública amplamente ignorada”, afirma a psicóloga Michelle Lim, do Centro de Pesquisas em Ciências Cerebrais e Psicológicas da Universidade de Swinburne, na Austrália, e especialista no assunto.
https://super.abril.com.br/especiais/... - adaptado.
Considerando-se a acentuação de algumas palavras do texto, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Desagradável.
(2) Ninguém.
(3) Saúde.
( ) Oxítona.
( ) Hiato.
( ) Paroxítona.
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A explosão da solidão
Ficar sozinho pode fazer muito mal. Você já deve ter se sentido solitário e sabe o quão desagradável isso é. A solidão pode ser objetiva, ou seja, derivada de um isolamento real, ou subjetiva, uma sensação criada pela mente. Em ambos os casos, ela é um alerta do organismo para que busquemos a companhia de outras pessoas, o que aumenta nossas chances de sobrevivência. Por motivos ainda não elucidados, a solidão parece estar aumentando – a ponto de se tornar uma epidemia. Nos EUA, nada menos que 76% das pessoas apresentam níveis moderados ou altos de solidão, segundo um estudo da Universidade da Califórnia.
Não há números a respeito no Brasil, mas os indicadores mais relevantes apontam na mesma direção. Entre 2004 e 2014, o número anual de divórcios aumentou 250% (12 vezes mais que o aumento no número de casamentos). Entre 1991 e 2019, a quantidade de pessoas que moram sozinhas subiu 340% (10 vezes mais que o crescimento da população como um todo).
Em suma: a solidão é onipresente e está crescendo. O problema é que ela mata. Solitários têm 29% mais chances de sofrer de doenças cardíacas, 32% mais riscos de ter um AVC e são 200% mais propensos a desenvolver Alzheimer. Em mulheres solitárias, a reincidência de câncer de mama é 40% maior, e a propensão à letalidade chega a 60%. Quem já experimentou um grau elevado de solidão tem três vezes mais chances de cair em depressão.
A solidão é mais letal do que a obesidade (que eleva em 20% o risco de morrer) e o alcoolismo (30% a mais de risco), e consegue ser tão nociva quanto o tabagismo; é tão mortal quanto fumar 15 cigarros por dia, mas quase ninguém se dá conta disso. “Apesar de estar associada a altos índices de mortalidade, a solidão é uma questão de saúde pública amplamente ignorada”, afirma a psicóloga Michelle Lim, do Centro de Pesquisas em Ciências Cerebrais e Psicológicas da Universidade de Swinburne, na Austrália, e especialista no assunto.
https://super.abril.com.br/especiais/... - adaptado.
Em “Apesar de estar associada a altos índices de mortalidade, a solidão é uma questão de saúde pública amplamente ignorada.” (último parágrafo), a expressão sublinhada introduz uma ideia de:
I. Adição.
II. Concessão.
III. Proporção.
Está(ão) CORRETO(S):
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do Word 2010:
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Em relação aos tempos e modos dos verbos em destaque, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Cai o anoitecer.
(2) Tenho bebido café todos os dias (forma composta).
(3) Duvidei que ele estudasse matemática.
( ) Presente do indicativo.
( ) Pretérito imperfeito do subjuntivo.
( ) Pretérito perfeito do indicativo.
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De acordo com a Lei nº 13.146/2015 - Estatuto da Pessoa com Deficiência, a pessoa com deficiência tem direito a receber atendimento prioritário, sobretudo com a finalidade de:
I. Disponibilização de recursos, tanto humanos quanto tecnológicos, que garantam atendimento em igualdade de condições com as demais pessoas.
II. Disponibilização de pontos de parada, estações e terminais não acessíveis de transporte coletivo de passageiros e garantia de segurança, somente no embarque.
III. Recebimento de restituição de imposto de renda.
Está(ão) CORRETO(S):
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A explosão da solidão
Ficar sozinho pode fazer muito mal. Você já deve ter se sentido solitário e sabe o quão desagradável isso é. A solidão pode ser objetiva, ou seja, derivada de um isolamento real, ou subjetiva, uma sensação criada pela mente. Em ambos os casos, ela é um alerta do organismo para que busquemos a companhia de outras pessoas, o que aumenta nossas chances de sobrevivência. Por motivos ainda não elucidados, a solidão parece estar aumentando – a ponto de se tornar uma epidemia. Nos EUA, nada menos que 76% das pessoas apresentam níveis moderados ou altos de solidão, segundo um estudo da Universidade da Califórnia.
Não há números a respeito no Brasil, mas os indicadores mais relevantes apontam na mesma direção. Entre 2004 e 2014, o número anual de divórcios aumentou 250% (12 vezes mais que o aumento no número de casamentos). Entre 1991 e 2019, a quantidade de pessoas que moram sozinhas subiu 340% (10 vezes mais que o crescimento da população como um todo).
Em suma: a solidão é onipresente e está crescendo. O problema é que ela mata. Solitários têm 29% mais chances de sofrer de doenças cardíacas, 32% mais riscos de ter um AVC e são 200% mais propensos a desenvolver Alzheimer. Em mulheres solitárias, a reincidência de câncer de mama é 40% maior, e a propensão à letalidade chega a 60%. Quem já experimentou um grau elevado de solidão tem três vezes mais chances de cair em depressão.
A solidão é mais letal do que a obesidade (que eleva em 20% o risco de morrer) e o alcoolismo (30% a mais de risco), e consegue ser tão nociva quanto o tabagismo; é tão mortal quanto fumar 15 cigarros por dia, mas quase ninguém se dá conta disso. “Apesar de estar associada a altos índices de mortalidade, a solidão é uma questão de saúde pública amplamente ignorada”, afirma a psicóloga Michelle Lim, do Centro de Pesquisas em Ciências Cerebrais e Psicológicas da Universidade de Swinburne, na Austrália, e especialista no assunto.
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Considerando-se seus sentidos no texto, os termos “elucidados” (primeiro parágrafo) e “reincidência” (terceiro parágrafo) encontram sinônimos, respectivamente, em:
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No Excel 2010, alguns operadores aritméticos são utilizados para executar operações matemáticas básicas. Os operadores que são utilizados para representar multiplicação e divisão, respectivamente, são:
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Ficar sozinho pode fazer muito mal. Você já deve ter se sentido solitário e sabe o quão desagradável isso é. A solidão pode ser objetiva, ou seja, derivada de um isolamento real, ou subjetiva, uma sensação criada pela mente. Em ambos os casos, ela é um alerta do organismo para que busquemos a companhia de outras pessoas, o que aumenta nossas chances de sobrevivência. Por motivos ainda não elucidados, a solidão parece estar aumentando – a ponto de se tornar uma epidemia. Nos EUA, nada menos que 76% das pessoas apresentam níveis moderados ou altos de solidão, segundo um estudo da Universidade da Califórnia.
Não há números a respeito no Brasil, mas os indicadores mais relevantes apontam na mesma direção. Entre 2004 e 2014, o número anual de divórcios aumentou 250% (12 vezes mais que o aumento no número de casamentos). Entre 1991 e 2019, a quantidade de pessoas que moram sozinhas subiu 340% (10 vezes mais que o crescimento da população como um todo).
Em suma: a solidão é onipresente e está crescendo. O problema é que ela mata. Solitários têm 29% mais chances de sofrer de doenças cardíacas, 32% mais riscos de ter um AVC e são 200% mais propensos a desenvolver Alzheimer. Em mulheres solitárias, a reincidência de câncer de mama é 40% maior, e a propensão à letalidade chega a 60%. Quem já experimentou um grau elevado de solidão tem três vezes mais chances de cair em depressão.
A solidão é mais letal do que a obesidade (que eleva em 20% o risco de morrer) e o alcoolismo (30% a mais de risco), e consegue ser tão nociva quanto o tabagismo; é tão mortal quanto fumar 15 cigarros por dia, mas quase ninguém se dá conta disso. “Apesar de estar associada a altos índices de mortalidade, a solidão é uma questão de saúde pública amplamente ignorada”, afirma a psicóloga Michelle Lim, do Centro de Pesquisas em Ciências Cerebrais e Psicológicas da Universidade de Swinburne, na Austrália, e especialista no assunto.
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De acordo com o texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) Por motivos bastante esclarecidos, a solidão parece estar aumentando.
( ) A solidão é mais mortal do que a obesidade e o alcoolismo, sendo tão prejudicial quanto o ato de fumar.
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Sobre o hardware de computadores, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
( ) As memórias são dispositivos que permitem armazenar dados, temporária ou permanentemente.
( ) A informação armazenada em memória RAM é temporária, ou seja, assim que interromper a corrente elétrica do computador, todos os seus dados serão apagados.
( ) A memória ROM não perde as informações na ausência de corrente elétrica, podendo essas informações serem alteradas, mas não lidas.
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Segundo a Cartilha de Segurança para Internet, sobre o antivírus, analisar a sentença abaixo:
É uma ferramenta antimalware desenvolvida para detectar, anular e eliminar de um computador vírus e outros tipos de códigos maliciosos (1ª parte). Pode incluir a funcionalidade de firewall pessoal (2ª parte).
A sentença está:
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