Foram encontradas 30 questões.
Um conjunto de arquivos ao qual não se irão juntar mais documentos, como é o caso, de um personagem falecido. Este Fundo é denominado de:
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Quanto à espécie os documentos arquivísticos podem ser:
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Segundo a terminologia estabelecida pela NBR, arquivo são instrumento de pesquisa:
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São resultados da aplicação da Tabela de Temporalidade:
1) facilidade para distinguir os documentos de armazenamento temporário dos de guarda permanente.
2) obtenção de base para elaboração do programa de classificação.
3) eliminação imediata da documentação permanente.
4) racionalização, principalmente em termos econômicos, das atividades de transferência e recolhimento.
Das afirmações acima as corretas são:
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A operação técnica que conduz os documentos a um local de preservação definitiva é denominada de:
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Estabeleça relações entre operações técnicas de arquivo registradas na coluna da esquerda com as definições da coluna da direta:
1) Inspeção
2) Codificação
3) Arquivamento
4) Retirada e controle
( ) consiste na atribuição de símbolos (números, letras de acordo coma tabela de classificação de cada instituição)
( ) ocorre quando processos ou outros documentos são retirados é efetuado mediante recibo de empréstimo
( ) consiste na guarda do documento no local devido, de acordo com sua classificação
( ) consiste no exame do documento para verificar se o mesmo se destina realmente ao arquivamento, se possui anexo(s) e se a classificação atribuída será mantida ou alterada
A sequência correta é:
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1310498
Ano: 2009
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI para geladeiras, fogões, máquinas de lavar e tanquinhos, produtos da linha branca, que encerraria , foi prorrogada por mais três meses.
A partir de 1º de novembro de 2009 entrou em vigor uma nova tabela cujas alíquotas passam a ser estabelecidas com base:
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Aos meus colegas médicos
Enquanto as mulheres com formação universitária têm em média 1,4 filho, as que vivem abaixo da linha de pobreza começam a tê-los na adolescência e não param mais. Existe modelo mais perverso?
Nós, médicos, conhecemos de perto essa realidade.
Somos testemunhas da falta de anticoncepcionais nos postos do SUS e do calvário que as mães de muitos filhos percorrem na vã esperança de colocar DIU ou laquear as trompas.
Somos nós os responsáveis por esse descalabro?
Não, os principais culpados são os governantes que controlam as verbas públicas e definem prioridades e o poder de intimidação que a cúpula da Igreja Católica exerce sobre eles. Quando as autoridades eclesiásticas condenam o uso de qualquer anticoncepcional que não seja a obsoleta "tabelinha", para os políticos é mais prudente esquecer essa história de planejamento familiar, coisa de gente pobre, uma vez que os mais abastados compram pílulas na farmácia, colocam DIU em nossos consultórios, fazem laqueadura e vasectomia nos hospitais particulares.
Embora sejam os maiores culpados, justiça seja feita, eles não são os únicos: a sociedade contribui com o silêncio. Parece que ninguém vê a molecada equilibrando bolinha nos faróis, as adolescentes grávidas da periferia, o número de crianças nas favelas. Somos cegos ou avestruzes?
[...]
As vozes paralisantes dos esquerdistas de porta de botequim, que interpretam a defesa do acesso universal à contracepção como tentativa de acabar com a pobreza impedindo o nascimento de pobres, bem como as imposições medievais da igreja não podem nos intimidar. Os próprios padres, quando em contato com a miséria de seus paroquianos, só não pregam abertamente a contracepção por impedimentos hierárquicos. Contrária a ela é a cúpula dirigente, há muito apartada de seus rebanhos, a mesma que comete o crime continuado de condenar o uso de camisinha num mundo em que 40 milhões de pessoas carregam o vírus da Aids nas secreções sexuais.
Sabedores de que muitos de nossos governantes são os primeiros a burlar as leis, nós, médicos, devemos cobrar deles a aplicação da lei do planejamento familiar. Apesar do aviltamento da profissão, ainda dispomos de algum poder: chefiamos postos de saúde, dirigimos hospitais, ocupamos secretarias municipais e estaduais e cargos importantes no Ministério da Saúde.
Se não esquecermos que a função primordial da medicina é aliviar o sofrimento humano, poderemos dar um exemplo à sociedade ao contribuir, de fato, para assegurar às pessoas mais pobres o direito de planejar o tamanho de suas famílias. Exatamente como fazemos com as nossas.
(VARELLA, Drauzio. Aos meus colegas médicos. Ago. 2007. Disponível em <http://www.drauziovarella.com.br/artigo /gravidezadolescencia.a sp>)
No período “para os políticos é mais prudente esquecer essa história de planejamento familiar, coisa de gente pobre, uma vez que os mais abastados compram pílulas na farmácia, colocam DIU em nossos consultórios, fazem laqueadura e vasectomia nos hospitais particulares” pode-se afirmar que o autor:
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Ponderada (Agrupados por Valor)
A média aritmética de três números a, b e c é 4. A média ponderada entre eles, considerando pesos de 3, 3 e 4, respectivamente, para a, b e c é 4,2. Sabendo que a é igual a 2, y e z valem:
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Aos meus colegas médicos
Enquanto as mulheres com formação universitária têm em média 1,4 filho, as que vivem abaixo da linha de pobreza começam a tê-los na adolescência e não param mais. Existe modelo mais perverso?
Nós, médicos, conhecemos de perto essa realidade.
Somos testemunhas da falta de anticoncepcionais nos postos do SUS e do calvário que as mães de muitos filhos percorrem na vã esperança de colocar DIU ou laquear as trompas.
Somos nós os responsáveis por esse descalabro?
Não, os principais culpados são os governantes que controlam as verbas públicas e definem prioridades e o poder de intimidação que a cúpula da Igreja Católica exerce sobre eles. Quando as autoridades eclesiásticas condenam o uso de qualquer anticoncepcional que não seja a obsoleta "tabelinha", para os políticos é mais prudente esquecer essa história de planejamento familiar, coisa de gente pobre, uma vez que os mais abastados compram pílulas na farmácia, colocam DIU em nossos consultórios, fazem laqueadura e vasectomia nos hospitais particulares.
Embora sejam os maiores culpados, justiça seja feita, eles não são os únicos: a sociedade contribui com o silêncio. Parece que ninguém vê a molecada equilibrando bolinha nos faróis, as adolescentes grávidas da periferia, o número de crianças nas favelas. Somos cegos ou avestruzes?
[...]
As vozes paralisantes dos esquerdistas de porta de botequim, que interpretam a defesa do acesso universal à contracepção como tentativa de acabar com a pobreza impedindo o nascimento de pobres, bem como as imposições medievais da igreja não podem nos intimidar. Os próprios padres, quando em contato com a miséria de seus paroquianos, só não pregam abertamente a contracepção por impedimentos hierárquicos. Contrária a ela é a cúpula dirigente, há muito apartada de seus rebanhos, a mesma que comete o crime continuado de condenar o uso de camisinha num mundo em que 40 milhões de pessoas carregam o vírus da Aids nas secreções sexuais.
Sabedores de que muitos de nossos governantes são os primeiros a burlar as leis, nós, médicos, devemos cobrar deles a aplicação da lei do planejamento familiar. Apesar do aviltamento da profissão, ainda dispomos de algum poder: chefiamos postos de saúde, dirigimos hospitais, ocupamos secretarias municipais e estaduais e cargos importantes no Ministério da Saúde.
Se não esquecermos que a função primordial da medicina é aliviar o sofrimento humano, poderemos dar um exemplo à sociedade ao contribuir, de fato, para assegurar às pessoas mais pobres o direito de planejar o tamanho de suas famílias. Exatamente como fazemos com as nossas.
(VARELLA, Drauzio. Aos meus colegas médicos. Ago. 2007. Disponível em <http://www.drauziovarella.com.br/artigo /gravidezadolescencia.a sp>)
No período “Os próprios padres, quando em contato com a miséria de seus paroquianos, só não pregam abertamente a contracepção por impedimentos hierárquicos.” as vírgulas estão sendo utilizadas para:
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