Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

Leia a afirmação a seguir e responda à questão.
“Mesmo [as economias emergentes] representando ainda mais de dois terços do crescimento global este ano, há uma diversidade tremenda dentro desse grupo. Por exemplo: a Índia é um ponto positivo; a China está desacelerando, mas com crescimento mais sustentável; a África Subsaariana continua com desempenho forte; a Rússia, por outro lado, está vivenciando dificuldades econômicas; o Brasil também está estagnando; e muitas partes do Oriente Médio estão sofrendo com problemas políticos e econômicos.”
Com base nas afirmativas apresentadas pela diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI) e seus conhecimentos político-geográficos, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Angola e Moçambique são as nações da África Subsaariana com forte crescimento.
( ) As nações do continente americano e europeu encontram-se em idêntica situação econômica.
( ) As duas nações mais populosas do Planeta continuam em processo de crescimento econômico.
A sequência está correta em
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Em um acampamento onde 33 alunos estão passando as férias de verão, 16 gostam de jogar futebol, 15 gostam de praticar trilha na mata e 12 gostam de ambas as atividades. Dessa forma, o número de alunos que não gostam de jogar futebol nem praticar trilha na mata é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2507600 Ano: 2015
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juatuba-MG
Provas:
O grande vilão de obras de contenção, como o muro de arrimo, é a umidade gerada pelas infiltrações. Caso o muro de arrimo seja construído em um local que tenha o nível freático baixo, o procedimento mais adequado deve ser
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Degraus da ilusão
Fala-se muito na ascensão das classes menos favorecidas, formando uma “nova classe média”, realizada por degraus que levam a outro patamar social e econômico (cultural, não ouço falar). Em teoria, seria um grande passo para reduzir a catastrófica desigualdade que aqui reina.
Porém receio que, do modo como está se realizando, seja uma ilusão que pode acabar em sérios problemas para quem mereceria coisa melhor. Todos desejam uma vida digna para os despossuídos, boa escolaridade para os iletrados, serviços públicos ótimos para a população inteira, isto é, educação, saúde, transporte, energia elétrica, segurança, água, e tudo de que precisam cidadãos decentes.
Porém, o que vejo são multidões consumindo, estimuladas a consumir como se isso constituísse um bem em si e promovesse real crescimento do país. Compramos com os juros mais altos do mundo, pagamos os impostos mais altos do mundo e temos os serviços (saúde, comunicação, energia, transportes e outros) entre os piores do mundo. Mas palavras de ordem nos impelem a comprar, autoridades nos pedem para consumir, somos convocados a adquirir o supérfluo, até o danoso, como botar mais carros em nossas ruas atravancadas ou em nossas péssimas estradas.
Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante, levando famílias que compraram seu carrinho a não ter como pagar a gasolina para tirar seu novo tesouro do pátio no fim de semana. Tesouro esse que logo vão perder, pois há meses não conseguem pagar as prestações que ainda se estendem por anos.
Estamos enforcados em dívidas impagáveis, mas nos convidam a gastar ainda mais, de maneira impiedosa, até cruel. Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva, tomam novas medidas para que esse consumo insensato continue crescendo – e, como somos alienados e pouco informados, tocamos a comprar.
Sou de uma classe média em que a gente crescia com quatro ensinamentos básicos: ter seu diploma, ter sua casinha, ter sua poupança e trabalhar firme para manter e, quem sabe, expandir isso. Para garantir uma velhice independente de ajuda de filhos ou de estranhos; para deixar aos filhos algo com que pudessem começar a própria vida com dignidade.
Tais ensinamentos parecem abolidos, ultrapassadas a prudência e a cautela, pouco estimulados o desejo de crescimento firme e a construção de uma vida mais segura. Pois tudo é uma construção: a vida pessoal, a profissão, os ganhos, as relações de amor e amizade, a família, a velhice (naturalmente tudo isso sujeito a fatalidades como doença e outras, que ninguém controla). Mas, mesmo em tempos de fatalidade, ter um pouco de economia, ter uma casinha, ter um diploma, ter objetivos certamente ajuda a enfrentar seja o que for. Podemos ser derrotados, mas não estaremos jogados na cova dos leões do destino, totalmente desarmados.
[...]
A mais forte raiz de tantos dos nossos males é a falta de informação e orientação, isto é, de educação. E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação: impossível repetir isso em demasia. Mas não vejo isso como nossa prioridade.
Fosse o contrário, estaríamos atentos aos nossos gastos e aquisições, mais interessados num crescimento real e sensato do que em itens desnecessários em tempos de crise. Isso não é subir de classe social: é saracotear diante de uma perigosa ladeira. Não tenho ilusão de que algo mude, mas deixo aqui meu quase solitário (e antiquado) protesto.
(Lya Luft – Revista Veja – 5 de junho de 2012 – Adaptado.)
Mas palavras de ordem nos impelem a comprar,...”. Assinale a alternativa que contém o vocábulo de sentido oposto ao que está sublinhado anteriormente.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Considere a seguinte sequência lógica numérica:
5, 3, 6, 4, 8, 6...
O próximo termo da sequência anterior é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Degraus da ilusão
Fala-se muito na ascensão das classes menos favorecidas, formando uma “nova classe média”, realizada por degraus que levam a outro patamar social e econômico (cultural, não ouço falar). Em teoria, seria um grande passo para reduzir a catastrófica desigualdade que aqui reina.
Porém receio que, do modo como está se realizando, seja uma ilusão que pode acabar em sérios problemas para quem mereceria coisa melhor. Todos desejam uma vida digna para os despossuídos, boa escolaridade para os iletrados, serviços públicos ótimos para a população inteira, isto é, educação, saúde, transporte, energia elétrica, segurança, água, e tudo de que precisam cidadãos decentes.
Porém, o que vejo são multidões consumindo, estimuladas a consumir como se isso constituísse um bem em si e promovesse real crescimento do país. Compramos com os juros mais altos do mundo, pagamos os impostos mais altos do mundo e temos os serviços (saúde, comunicação, energia, transportes e outros) entre os piores do mundo. Mas palavras de ordem nos impelem a comprar, autoridades nos pedem para consumir, somos convocados a adquirir o supérfluo, até o danoso, como botar mais carros em nossas ruas atravancadas ou em nossas péssimas estradas.
Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante, levando famílias que compraram seu carrinho a não ter como pagar a gasolina para tirar seu novo tesouro do pátio no fim de semana. Tesouro esse que logo vão perder, pois há meses não conseguem pagar as prestações que ainda se estendem por anos.
Estamos enforcados em dívidas impagáveis, mas nos convidam a gastar ainda mais, de maneira impiedosa, até cruel. Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva, tomam novas medidas para que esse consumo insensato continue crescendo – e, como somos alienados e pouco informados, tocamos a comprar.
Sou de uma classe média em que a gente crescia com quatro ensinamentos básicos: ter seu diploma, ter sua casinha, ter sua poupança e trabalhar firme para manter e, quem sabe, expandir isso. Para garantir uma velhice independente de ajuda de filhos ou de estranhos; para deixar aos filhos algo com que pudessem começar a própria vida com dignidade.
Tais ensinamentos parecem abolidos, ultrapassadas a prudência e a cautela, pouco estimulados o desejo de crescimento firme e a construção de uma vida mais segura. Pois tudo é uma construção: a vida pessoal, a profissão, os ganhos, as relações de amor e amizade, a família, a velhice (naturalmente tudo isso sujeito a fatalidades como doença e outras, que ninguém controla). Mas, mesmo em tempos de fatalidade, ter um pouco de economia, ter uma casinha, ter um diploma, ter objetivos certamente ajuda a enfrentar seja o que for. Podemos ser derrotados, mas não estaremos jogados na cova dos leões do destino, totalmente desarmados.
[...]
A mais forte raiz de tantos dos nossos males é a falta de informação e orientação, isto é, de educação. E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação: impossível repetir isso em demasia. Mas não vejo isso como nossa prioridade.
Fosse o contrário, estaríamos atentos aos nossos gastos e aquisições, mais interessados num crescimento real e sensato do que em itens desnecessários em tempos de crise. Isso não é subir de classe social: é saracotear diante de uma perigosa ladeira. Não tenho ilusão de que algo mude, mas deixo aqui meu quase solitário (e antiquado) protesto.
(Lya Luft – Revista Veja – 5 de junho de 2012 – Adaptado.)
Quanto à classe gramatical das palavras sublinhadas tem-se a correspondência correta em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2507335 Ano: 2015
Disciplina: Direito Ambiental
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juatuba-MG
Provas:
A legislação define que alguns tipos de projetos da construção civil dependem da elaboração e aprovação de um Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) para seu licenciamento. Assinale a alternativa que NÃO exige um ou dois documentos para o licenciamento.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Sete pessoas formarão uma fileira. Entretanto, três delas, por serem da mesma família, devem ficar sempre juntas. Dessa forma, o número de maneiras distintas de se formar essa fileira, independente de ordem de chegada, é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O trecho a seguir contextualiza o tema tratado na questão. Leia-o atentamente.
“Os países estavam reunidos há vários dias em Lausanne, na Suíça, para esboçar os princípios de um acordo. A comunidade internacional quer frear o programa nuclear iraniano e controlar de perto para garantir que Teerã não fabricará armas nucleares e bomba atômica. O impasse entre o Irã e o Ocidente acerca do tema já dura quase 12 anos.”
(Disponível em: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/04/potencias-e-ira-definem-diminuicao-de-capacidade-nuclear-diz-agencia.html.)
“Estavam reunidos na Suíça para as negociações o grupo 5 + 1, que é formado pelos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (Estados Unidos, Grã-Bretanha, Rússia, França e ) e o(a) . Estas potências concordaram com o Irã que a capacidade nuclear deste país será limitada, segundo anunciou logo após o encontro Federica Mogherini, chefe da diplomacia europeia.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Fabrício possui um cofre com moedas de R$ 0,50 e R$ 1,00. Considerando que nesse cofre existem, no total, 250 moedas e que 4/10 são de R$ 1,00, então o número de moedas de R$ 0,50 que se precisa retirar para que o valor restante no cofre seja de R$ 128,00 é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas