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Foram encontradas 140 questões.

914879 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
José e Fernando são funcionários de uma prefeitura, trabalham em sistema de escala e assumiram seus cargos no mesmo dia. José trabalha 3 dias, seguidos de um dia de folga, e Fernando trabalha 4 dias, seguidos também de um dia de folga. De acordo com essa escala, eles irão folgar juntos, pela primeira vez, no
 

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914780 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
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A “nota coberta” é um recurso usado na edição jornalística, no âmbito das práticas de
 

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913317 Ano: 2016
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
Nos últimos anos, novos métodos e tecnologias vêm sendo desenvolvidos para o diagnóstico das infecções sexualmente transmissíveis, além do incentivo à descentralização do cuidado e do manejo com pessoas vivendo com HIV/aids.
Diante de um caso de 2 testes rápidos positivos para HIV, a conduta mais adequada é:
 

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910521 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
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No contexto das novas mídias on-line, a ação de upload implica
 

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910417 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
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Conforme determina a Lei n. 8.666, de 21 de junho de 1993, a sequência a ser obedecida pelas licitações para a execução de obras e para a prestação de serviços é:
 

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906039 Ano: 2016
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
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A Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, conhecida como Lei de Responsabilidade Fiscal ou, simplesmente, LRF, estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal. Nela, encontra-se a definição de receita corrente líquida (RCL). Considere as afirmações a seguir sobre a RCL.
I A RCL é apurada somando-se as receitas arrecadadas no mês em referência e nos onze anteriores, excluídas as duplicidades.
II Para o cálculo da RCL da União, são incluídos os valores transferidos aos Estados e Municípios por determinação constitucional ou legal.
III A RCL é o somatório das receitas tributárias, de contribuições patrimoniais, industriais, agropecuárias, de serviços, transferências correntes e de capital.
IV Tanto a União quanto os Estados e Municípios excluem a contribuição dos servidores para o custeio do seu sistema de previdência, para o cálculo da RCL.
Analisando as afirmativas apresentadas, com base na LRF, verifica-se que estão corretas
 

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905934 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
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Lembrar é essencial
Marcia Tiburi
O homem é o animal que lembra. Podemos dizer isso tendo em conta que não haveria, de um modo geral, a cultura sem o trabalho da memória. Definir o que é a memória, porém, não é fácil. Os cientistas tentam explicá-la afirmando seu funcionamento físico-químico em nível cerebral. Os historiadores criam suas condições gráficas por meio de documentos e provas. Definem, com isso, uma linguagem compreensível sobre o que ela seja: o que podemos chamar de “campo da memória”. Os artistas e escritores tentam invocar seus subterrâneos, aquilo que, mesmo sem sabermos, constitui nosso substrato imagético e simbólico. Mas o que é a memória para cada um de nós que, em tempos de excesso de informação, de estilhaçamento de sentidos, experimenta o fluxo competitivo do cotidiano, a rapidez da vida, como se ela não nos pertencesse? Como fazemos a experiência coletiva e individual da memória? É possível lembrar? Lembrar o quê? Devemos lembrar? Se esta pergunta é possível, a contrária também tem validade: haverá algo que devamos esquecer?
Para os antigos gregos, Mnemósyne era a “deusa da memória, a mãe das nove musas” que inspiravam os poetas, os músicos, os bailarinos. Seu simbolismo define que a memória precisa ser criada pelas artes. Numa civilização oral como foi a grega, nada mais compreensível do que uma divinização da memória. A memória é a mãe das artes, tanto quanto nelas se reproduz, por meio delas é que mantém sua existência. Por isso, ela presidia a poesia, permitindo ao poeta saber e dizer o que os humanos comuns não sabiam. Que a memória seja mãe das musas significa que a lembrança é a mãe da criatividade. Mas de que lembrança se está tratando?
Para além da mitologia, na filosofia, distinguiam-se dois modos de rememoração: Mneme, espécie de arquivo disponível que se pode acessar a qualquer momento, e Anamnese ou a memória que está guardada em cada um e que pode ser recuperada com certo esforço. A primeira envolve um registro consciente, enquanto a segunda manifesta o que há de inconsciente na produção de nossas vidas, ou seja, o que nos constitui sem que tenhamos percebido que nos aconteceu, que se forjou por nossa própria obra.
A memória era a deusa que permitia a conexão com os mortos, com o que já foi, com o que poderia ter sido, com o que, para sempre, não mais nos pertence desde que, com ele, não partilhamos o tempo.
O atual modo de vida, pleno de elementos descartáveis, não privilegia a memória. O que se chama “consumismo” tem relação direta com o abandono e o descaso com a memória. Descarta-se tudo, de objetos de uso doméstico a amigos, de roupas a amores. O projeto ecologista da reciclagem é, de certo modo, um trabalho de memória. Na apressada vida urbana, vige a regra de que tudo passa, o encanto pertence apenas à novidade, tudo vira lixo instantaneamente. A fungibilidade, a capacidade de trocar, é universal. Se tudo o que existe deve ser descartado, significa que sua existência não faz muita diferença. Esquecer, assim, ou elevar o esquecimento a esta lei, é algo perverso.
Esse gesto tem, porém, uma estranha e maléfica compensação. Numa cultura em que esquecer é a lei, ressentir é inevitável. O ressentimento é a incapacidade de esquecer, impossibilidade de deixar de lado, de abandonar o verdadeiro lixo, ou, em outros termos, o passado com o que, nele, foi espúrio. Ressentimos porque não somos capazes de ver além, carregamos o sofrimento como gozo, ou seja, como o que, contraditoriamente, nos faz bem.
Por outro lado, o ressentimento é movido pela culpa de ter abandonado algo que, injustiçado, tempos depois, reclama sua volta. O ressentimento é um mal por ser fruto da culpa. A culpa, por sua vez, é como uma doença contagiosa da qual a humanidade inteira foi vítima, e ainda é, enquanto não aprende a compreender e aceitar suas próprias escolhas. A esta capacidade chama-se hoje responsabilidade. Mas, mesmo com a responsabilidade, é preciso tomar cuidado para que ela não seja um mero disfarce da culpa que ainda não eliminamos. Responsabilidade só é possível quando há solidariedade. Quando nos responsabilizamos, não apenas por nossas vidas e atos, mas percebemos que somos apenas parte da vida e que muitas de nossas escolhas são coletivas.
Nietzsche, filósofo que morreu em 1900, dizia que a memória tinha vantagens e desvantagens na vida. É certo que quem quiser viver bem, quem almejar de algum modo ser feliz, deverá provar o equilíbrio entre lembrar e esquecer. Temos, neste momento, um problema de distinção: o que devemos esquecer, o que devemos lembrar? Na busca de um meio termo, mais vantajoso será guardar o que nos traz bons afetos ou alegria e descartar o que nos traz maus sentimentos, ou tristezas. Motivos para a infelicidade não faltam a quem quiser olhar para a história humana e a história pessoal. Mas, enquanto a memória histórica nos faz bem, pois nos mostra o que se passou para chegarmos até aqui, a memória pessoal faz o mesmo, mas ela só tem sentido se conectada à memória coletiva. Para poder buscar a alegria de viver, é preciso olhar para a frente, para o futuro, e reinventar a vida a cada dia. É essa invenção do presente que nos dará, no futuro, um passado do qual tenhamos prazer em lembrar. Viver do passado ou no passado só prejudica o presente no qual elaboramos o que será amanhã o passado.
Diante do trauma, da lembrança que ficou recalcada em substratos profundos de nossa inconsciência, que define o ser e o agir em sociedades inteiras, como o que foi vivido em catástrofes como a nazista, a do Vietnã, a da colonização e escravização no Brasil, e tantas que conhecemos nas vidas pessoais e familiares, esquecer torna-se um remédio contra o sofrimento. Mas esquecer não é apagar o que se viveu de modo abstrato, muitas vezes é justamente pela “rememoração” que nos lembramos. Por isso, contar histórias, fazer arte, ou seja, deixar-se levar pelas musas, continua sendo a melhor saída. A vida criativa é a única que evita o mau esquecimento e, por outro lado, a má lembrança que é o ressentimento.
Disponível em: <http://www.marciatiburi.com.br/textos/lembrar.htm>. Acesso em: 30 ago. 2016. [Adaptado]
Leia o trecho a seguir:
Nietzsche, filósofo que (1) morreu em 1900, dizia que (2) a memória tinha vantagens e desvantagens na vida.
Os elementos linguísticos 1 e 2
 

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905802 Ano: 2016
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
Paula depositou R$ 2.000,00 em uma aplicação financeira. Se no final do mês, ela estava com R$ 2.030,00 de saldo, a taxa de juros dessa aplicação foi de
 

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905789 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
A máxima “o poder corrompe” é a bandeira que (1) cobre o caixão no qual velamos a política. Ela é primeiro desfraldada por aqueles que (2) pretendem evitar a partilha do poder que constitui a democracia. Ela (3) é aceita por todos aqueles que se deixam levar pela noção de que o poder não presta e, desse modo, doam o poder a outros como se dele não fizessem parte. Esquecem-se de que a falta de poder também corrompe, mas sobretudo (4) se esquecem de refletir sobre o que é o poder, ou seja, ação conjunta.
O elemento linguístico 4 promove relação de
 

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904177 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFRN
Orgão: Pref. Jucurutu-RN
Um serralheiro construiu um reservatório com chapas de alumínio no formato de paralelepípedo retângulo, conforme a figura ao lado. Se em 1m³ armazena-se 1000 litros de água, nesse reservatório poderão ser colocados um total de:
enunciado 2037497-1
 

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