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Foram encontradas 80 questões.

1180394 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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Em uma determinada cidade, com 142 200 habitantes, 47 % da população é negra, o restante da população divide-se entre brancos e pardos, isso significa que:
 

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1180393 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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Na organização de uma festa da escola. O 1º ano A contribui com 1/6 e o 1º B com 3/4 do dinheiro necessário para realização do evento. A fração que representa a contribuição das duas turmas juntas está em:
 

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1180392 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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Na minha escola há Ensino Fundamental e Médio. Nas olimpíadas inscreveram-se ao todo 408 alunos, sendo que a quantidade de atletas do ensino fundamental é igual ao triplo da quantidade de atletas do ensino médio. Quantos forma os atletas do ensino médio:
 

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1180391 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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O volume em cm³ de lata, cujo as medidas são 15 de comprimento, 12 de largura, e 20 de altura é:
 

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1180390 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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Assinale a alternativa que apresenta um erro de concordância:
 

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1180389 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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Assinale a alternativa que apresenta apenas substantivos sobrecomuns:
 

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1180388 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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LER, ESCREVER E FAZER CONTA DE CABEÇA

“A professora gostava de vestido branco, como os anjos de maio. Carregava sempre um lenço dobrado dentro do livro de chamada ou preso no cinto, para limpar as mãos, depois de escrever no quadro-negro. Paninho bordado com flores, pássaros, borboletas. Ela passava o exercício e, de mesa em mesa, ia corrigindo. Um cheiro de limpeza coloria o ar quando ela passava. Sua letra, como era bem desenhada, amarradinha uma na outra!

(...)

Ninguém tinha maior paciência, melhor sabedoria, mais encanto. E todos gostavam de aprender primeiro, para fazê-la feliz. Eu, como já sabia ler um pouco, fingia não saber e aprendia outra vez. Na hora da chamada, o silêncio ficava mais vazio e o coração quase parado, esperando a vez de responder “presente”. Cada um se levantava, em ordem alfabética e, com voz alta, clara, vaidosa, marcava sua presença e recebia uma bolinha azul na frente do nome. Ela chamava o nome por completo, com o pedaço da mãe e o pedaço do pai. Queria ter mais nome, pra ela me chamar por mais tempo.

O giz, em sua mão, mais parecia um pedaço de varinha mágica de fada, explicando os mistérios. E, se economizava o quadro, para caber todo o ponto, nós também aproveitávamos bem as margens do caderno, escrevendo nas beiradinhas das folhas. Não acertando os deveres, Dona Maria elogiava a letra, o raciocínio, o capricho, o aproveitamento do caderno. A gente era educado para saber ser com orgulho. Assim, a nota baixa não trazia tanta tristeza.

(...)

Nas aulas de poesia, Dona Maria caprichava. Abria o caderno, e não só lia os poemas, mas escrevia fundo em nossos pensamentos as ideias mais eternas. Ninguém suspirava, com medo da poesia ir embora: Olavo Bilac, Gabriela Mistral, Alvarenga Peixoto e “Toc, toc, tamanquinhos”. Outras vezes declamava poemas de um poeta chamado Anônimo. Ele escrevia sobre tudo, mas a professora não falava de onde vinha nem onde tinha nascido. “E a poesia ficava mais indecifrável”.

QUEIRÓS, Bartolomeu Campos de. Ler, escrever e fazer conta de cabeça. São Paulo: Global, 2004. pp. 34-35.

A partir da leitura do texto de Bartolomeu Campos Queiros é INCORRETO afirmar:
 

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1180387 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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Nós falamos em televisão, mas é bom lembrar que outros veículos de comunicação – rádios e jornais – também vivem do que cobram pelos anúncios.

Assinale a alternativa que apresenta palavras com a mesma regra de acentuação da palavra destacada acima:

 

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1180386 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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enunciado 1180386-1

No primeiro quadrinho da tirinha encontramos uma figura de linguagem denominada:
 

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1180385 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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LER, ESCREVER E FAZER CONTA DE CABEÇA

“A professora gostava de vestido branco, como os anjos de maio. Carregava sempre um lenço dobrado dentro do livro de chamada ou preso no cinto, para limpar as mãos, depois de escrever no quadro-negro. Paninho bordado com flores, pássaros, borboletas. Ela passava o exercício e, de mesa em mesa, ia corrigindo. Um cheiro de limpeza coloria o ar quando ela passava. Sua letra, como era bem desenhada, amarradinha uma na outra!

(...)

Ninguém tinha maior paciência, melhor sabedoria, mais encanto. E todos gostavam de aprender primeiro, para fazê-la feliz. Eu, como já sabia ler um pouco, fingia não saber e aprendia outra vez. Na hora da chamada, o silêncio ficava mais vazio e o coração quase parado, esperando a vez de responder “presente”. Cada um se levantava, em ordem alfabética e, com voz alta, clara, vaidosa, marcava sua presença e recebia uma bolinha azul na frente do nome. Ela chamava o nome por completo, com o pedaço da mãe e o pedaço do pai. Queria ter mais nome, pra ela me chamar por mais tempo.

O giz, em sua mão, mais parecia um pedaço de varinha mágica de fada, explicando os mistérios. E, se economizava o quadro, para caber todo o ponto, nós também aproveitávamos bem as margens do caderno, escrevendo nas beiradinhas das folhas. Não acertando os deveres, Dona Maria elogiava a letra, o raciocínio, o capricho, o aproveitamento do caderno. A gente era educado para saber ser com orgulho. Assim, a nota baixa não trazia tanta tristeza.

(...)

Nas aulas de poesia, Dona Maria caprichava. Abria o caderno, e não só lia os poemas, mas escrevia fundo em nossos pensamentos as ideias mais eternas. Ninguém suspirava, com medo da poesia ir embora: Olavo Bilac, Gabriela Mistral, Alvarenga Peixoto e “Toc, toc, tamanquinhos”. Outras vezes declamava poemas de um poeta chamado Anônimo. Ele escrevia sobre tudo, mas a professora não falava de onde vinha nem onde tinha nascido. “E a poesia ficava mais indecifrável”.

QUEIRÓS, Bartolomeu Campos de. Ler, escrever e fazer conta de cabeça. São Paulo: Global, 2004. pp. 34-35.

“ O giz, em sua mão, mais parecia um pedaço de varinha mágica de fada, explicando os mistérios. E, se economizava o quadro, para caber todo o ponto, nós também aproveitávamos bem as margens do caderno, escrevendo nas beiradinhas das folhas. Não acertando os deveres, Dona Maria elogiava a letra, o raciocínio, o capricho, o aproveitamento do caderno. A gente era educado para saber ser com orgulho. Assim, a nota baixa não trazia tanta tristeza.

Classificamos as palavras destacadas como:

 

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