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Foram encontradas 80 questões.

1180384 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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Na língua indígena Buriti significa “árvore da vida”, já que os índios consideravam essa árvore capaz de fornecer todos os elementos necessários para se viver, desde matéria-prima para construir suas casas até servir de alimento. O Buriti é uma árvore da família das palmeiras, tudo se aproveita dela: folhas, fibras, tronco, talo.

Segundo a Dra. Délia Rodriguez-Amaya, professora e pesquisadora da Unicamp, o buriti “constitui uma das principais fontes de próvitamina A encontradas na biodiversidade brasileira (6.490 microgramas de retinol equivalente por 100g de polpa). O elevado potencial pró-vitamínico deste fruto é resultado dos altos teores de beta-caroteno, principal fonte pró-vitamina A encontrada no reino vegetal

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A frase destacada no fragmento de texto acima está na voz:
 

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1180383 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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O uso do porquê está correto apenas em:
 

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1180382 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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Estátuas e cofres e paredes pintadas

Ninguém sabe o que aconteceu

Ela se jogou da janela do quinto andar

Nada é fácil de entender.

Pais e filhos. Legião Urbana

O termo destacado no fragmento da música acima pode ser classificado como:

 

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1180381 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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LER, ESCREVER E FAZER CONTA DE CABEÇA

“A professora gostava de vestido branco, como os anjos de maio. Carregava sempre um lenço dobrado dentro do livro de chamada ou preso no cinto, para limpar as mãos, depois de escrever no quadro-negro. Paninho bordado com flores, pássaros, borboletas. Ela passava o exercício e, de mesa em mesa, ia corrigindo. Um cheiro de limpeza coloria o ar quando ela passava. Sua letra, como era bem desenhada, amarradinha uma na outra!

(...)

Ninguém tinha maior paciência, melhor sabedoria, mais encanto. E todos gostavam de aprender primeiro, para fazê-la feliz. Eu, como já sabia ler um pouco, fingia não saber e aprendia outra vez. Na hora da chamada, o silêncio ficava mais vazio e o coração quase parado, esperando a vez de responder “presente”. Cada um se levantava, em ordem alfabética e, com voz alta, clara, vaidosa, marcava sua presença e recebia uma bolinha azul na frente do nome. Ela chamava o nome por completo, com o pedaço da mãe e o pedaço do pai. Queria ter mais nome, pra ela me chamar por mais tempo.

O giz, em sua mão, mais parecia um pedaço de varinha mágica de fada, explicando os mistérios. E, se economizava o quadro, para caber todo o ponto, nós também aproveitávamos bem as margens do caderno, escrevendo nas beiradinhas das folhas. Não acertando os deveres, Dona Maria elogiava a letra, o raciocínio, o capricho, o aproveitamento do caderno. A gente era educado para saber ser com orgulho. Assim, a nota baixa não trazia tanta tristeza.

(...)

Nas aulas de poesia, Dona Maria caprichava. Abria o caderno, e não só lia os poemas, mas escrevia fundo em nossos pensamentos as ideias mais eternas. Ninguém suspirava, com medo da poesia ir embora: Olavo Bilac, Gabriela Mistral, Alvarenga Peixoto e “Toc, toc, tamanquinhos”. Outras vezes declamava poemas de um poeta chamado Anônimo. Ele escrevia sobre tudo, mas a professora não falava de onde vinha nem onde tinha nascido. “E a poesia ficava mais indecifrável”.

QUEIRÓS, Bartolomeu Campos de. Ler, escrever e fazer conta de cabeça. São Paulo: Global, 2004. pp. 34-35.

Nas aulas de poesia, Dona Maria caprichava. Abria o caderno, e não só lia os poemas, mas escrevia fundo em nossos pensamentos as ideias mais eternas.

O antônimo da palavra destacada acima está em:

 

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1180380 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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CHOVE

CHOVE. É dia de Natal.

Lá para o Norte é melhor:

Há a neve que faz mal,

E o frio que é ainda pior.

E toda a gente é contente

Porque é dia de o ficar.

Chove no Natal presente.

Antes isso que nevar.

Pois apesar de ser esse

O Natal da convenção,

Quando o corpo me arrefece

Tenho frio e Natal não.

Deixo sentir a quem quadra

E o Natal de quem o fez,

Pois se escrevo ainda outra quadra

Fico gelado dos pés.

Fernando Pessoa

Ainda a respeito do poema “Chove” de Fernando Pessoa, no último verso da terceira estrofe encontramos uma figura de sintaxe chamada:
 

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1180379 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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O homenzinho não era totalmente sólido também. Ele era translúcido nas bordas. Quentin não notou isso a princípio, até se dar conta de que estava vendo coisas atrás dos dedos do homem que não deveria estar enxergando. O

Rei Magor Lev Grossman.

De acordo com o contexto, o sentido do elemento grifado acima destacado pode ser adequadamente substituído por:

 

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1180378 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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Há um erro na colocação da vírgula em:
 

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1180377 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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CHOVE

CHOVE. É dia de Natal.

Lá para o Norte é melhor:

Há a neve que faz mal,

E o frio que é ainda pior.

E toda a gente é contente

Porque é dia de o ficar.

Chove no Natal presente.

Antes isso que nevar.

Pois apesar de ser esse

O Natal da convenção,

Quando o corpo me arrefece

Tenho frio e Natal não.

Deixo sentir a quem quadra

E o Natal de quem o fez,

Pois se escrevo ainda outra quadra

Fico gelado dos pés.

Fernando Pessoa

Na primeira estrofe do poema abaixo observamos uma figura de linguagem denominada:
 

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1180376 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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Eros e Psique

Conta a lenda que dormia

Uma Princesa encantada

A quem só despertaria

Um Infante, que viria

De além do muro da estrada.

Ele tinha que, tentado,

Vencer o mal e o bem,

Antes que, já libertado,

Deixasse o caminho errado

Por o que à Princesa vem.

A Princesa Adormecida,

Se espera, dormindo espera.

Sonha em morte a sua vida,

E orna-lhe a fronte esquecida,

Verde, uma grinalda de hera.

Longe o Infante, esforçado,

Sem saber que intuito tem,

Rompe o caminho fadado.

Ele dela é ignorado.

Ela para ele é ninguém.

Mas cada um cumpre o Destino

Ela dormindo encantada,

Ele buscando-a sem tino

Pelo processo divino

Que faz existir a estrada.

E, se bem que seja obscuro

Tudo pela estrada fora,

E falso, ele vem seguro,

E, vencendo estrada e muro,

Chega onde em sono ela mora.

E, inda tonto do que houvera,

cabeça, em maresia,

Ergue a mão, e encontra hera,

E vê que ele mesmo era

A princesa que dormia.

Fernando Pessoa

Sobre o poema é INCORRETO que:
 

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1180375 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: Planexcon
Orgão: Pref. Jumirim-SP
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PAIS E FILHOS

Estátuas e cofres e paredes pintadas

Ninguém sabe o que aconteceu

Ela se jogou da janela do quinto andar

Nada é fácil de entender

Dorme agora

É só o vento lá fora

Quero colo! Vou fugir de casa

Posso dormir aqui com vocês?

Estou com medo, tive um pesadelo

Só vou voltar depois das três

Meu filho vai ter nome de santo

Quero o nome mais bonito

É preciso amar as pessoas

Como se não houvesse amanhã

Porque se você parar pra pensar

Na verdade não há

Me diz, por que que o céu é azul?

Explica a grande fúria do mundo

São meus filhos

Que tomam conta de mim

Eu moro com a minha mãe

Mas meu pai vem me visitar

Eu moro na rua, não tenho ninguém

Eu moro em qualquer lugar

Já morei em tanta casa

Que nem me lembro mais

Eu moro com os meus pais

É preciso amar as pessoas

Como se não houvesse amanhã

Porque se você parar pra pensar

Na verdade não há

Sou uma gota d'água

Sou um grão de areia

Você me diz que seus pais não te entendem

Mas você não entende seus pais

Você culpa seus pais por tudo, isso é absurdo

São crianças como você

O que você vai ser

Quando você crescer.

Legião Urbana.

A frase grifada no texto apresenta:
 

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